RADAM — Radiologia Intervencionista da Amazônia

Precisão guiada por imagem

Procedimentos minimamente invasivos

Conheça técnicas diagnósticas e terapêuticas realizadas por pequenos acessos, com orientação por ultrassom, tomografia, fluoroscopia ou angiografia.

Se você ainda não sabe qual procedimento procurar, encontre primeiro a condição que precisa tratar.

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Esta página é informativa. A indicação de qualquer procedimento depende de avaliação médica individual.

Sala de intervenção com equipamento de angiografia e monitores de planejamento por imagem

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Principais procedimentos

Procedimentos frequentemente avaliados pela equipe RADAM. A indicação é sempre individual.

  • Biópsias

    Biópsias guiadas por imagem

    Procedimento minimamente invasivo em que uma pequena amostra de tecido é retirada com orientação de imagem em tempo real.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Tomografia

    Pode ser avaliado em casos de:

    • Necessidade de biópsia

    Informação para pacientes

  • Biópsias

    Biópsia do fígado

    Procedimento guiado por imagem que permite retirar uma pequena amostra do fígado para ajudar no diagnóstico de diferentes alterações.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Tomografia

    Realização hospitalar

    A biópsia do fígado depende de avaliação prévia, exames laboratoriais e estrutura adequada para realização e observação. A RADAM coordena o planejamento e a jornada assistencial conforme cada caso.

    Informação para pacientes

  • Biópsias

    Biópsia do rim

    Procedimento guiado por imagem que permite retirar uma pequena amostra do rim para investigar uma lesão ou determinadas alterações do órgão.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Tomografia

    Realização hospitalar

    A biópsia do rim depende de avaliação prévia, exames laboratoriais e estrutura adequada para realização e observação. A RADAM planeja e coordena a jornada assistencial conforme o tipo de biópsia e as condições do paciente.

    Informação para pacientes

  • Biópsias

    Biópsia do pulmão

    Procedimento guiado por tomografia que retira uma pequena amostra de um nódulo ou de outra alteração do pulmão para análise laboratorial.

    Orientação por imagem: Tomografia

    Pode ser avaliado em casos de:

    Realização hospitalar

    A biópsia do pulmão depende de avaliação prévia, exames laboratoriais e estrutura adequada para realização, controle por imagem e observação. A RADAM planeja e coordena a jornada assistencial conforme as condições do paciente.

    Informação para pacientes

  • Biópsias

    Biópsia do pâncreas

    Procedimento que retira uma pequena amostra de uma lesão do pâncreas para análise laboratorial, com trajeto planejado por tomografia ou ultrassonografia.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Tomografia

    Realização hospitalar

    A biópsia do pâncreas depende de avaliação prévia, exames laboratoriais e estrutura adequada para realização, controle por imagem e observação. A RADAM planeja e coordena a jornada assistencial conforme a localização da lesão e as condições do paciente.

    Informação para pacientes

  • Biópsias

    Biópsia de Linfonodo Guiada por Imagem

    Procedimento que retira células ou pequenos fragmentos de um linfonodo aumentado ou de características indeterminadas, com orientação por ultrassonografia ou tomografia.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Tomografia

    Pode ser avaliado em casos de:

    Realização hospitalar

    Linfonodos profundos podem exigir planejamento por tomografia, exames laboratoriais prévios e estrutura adequada para realização e observação. A RADAM planeja e coordena a jornada assistencial conforme a localização do linfonodo e as condições do paciente.

    Informação para pacientes

  • Biópsias

    Biópsia Óssea Guiada por Imagem

    Procedimento que retira uma pequena amostra de uma alteração localizada no osso, com trajeto planejado por tomografia para investigar tumores, infecções e outras doenças ósseas.

    Orientação por imagem: Tomografia, Fluoroscopia

    Realização hospitalar

    A biópsia óssea depende de avaliação prévia dos exames de imagem, exames laboratoriais e estrutura adequada para realização, controle por imagem e observação. A RADAM planeja e coordena a jornada assistencial conforme a localização da lesão e as condições do paciente.

    Informação para pacientes

  • Biópsias

    Biópsia de Tumor ou Lesão Expansiva

    Coleta de amostra de tumores, massas ou lesões expansivas profundas do tórax, abdome, retroperitônio ou pelve, com trajeto planejado por tomografia ou ultrassonografia.

    Orientação por imagem: Tomografia, Ultrassom

    Realização hospitalar

    A biópsia de lesões expansivas profundas depende da revisão prévia dos exames de imagem, de exames laboratoriais e de estrutura adequada para planejamento, controle por imagem e observação. A RADAM planeja e coordena a jornada assistencial conforme a localização da lesão e as condições do paciente.

    Informação para pacientes

  • Biópsias

    Biópsia de Próstata

    Coleta de pequenos fragmentos da próstata para análise laboratorial, com orientação por ultrassonografia e planejamento apoiado na ressonância multiparamétrica.

    Orientação por imagem: Ultrassom

    Pode ser avaliado em casos de:

    Realização hospitalar

    A biópsia de próstata depende da revisão prévia do PSA, da ressonância multiparamétrica e dos exames laboratoriais, além de estrutura adequada para anestesia, controle por imagem e observação. A via de acesso e a técnica anestésica são definidas individualmente pela equipe.

    Informação para pacientes

  • Biópsias

    Biópsia de Mama

    Coleta de células ou pequenos fragmentos de um nódulo ou de outra alteração da mama, com orientação por imagem em tempo real.

    Orientação por imagem: Ultrassom

    Pode ser avaliado em casos de:

    • Nódulo na mama
    • Alteração BI-RADS
    • Microcalcificações mamárias
    • Nódulo ou alteração palpável ainda não esclarecida.
    • Achado classificado como suspeito nos exames de imagem.
    • Microcalcificações, distorção arquitetural ou assimetria suspeita.
    • Alteração identificada apenas na ressonância, conforme disponibilidade de orientação.
    • Linfonodo axilar com características suspeitas.
    • Resultado anterior inconclusivo ou discordante da imagem.

    Realização hospitalar

    A biópsia de mama depende da revisão prévia da mamografia, da ultrassonografia e da ressonância, quando disponíveis. As modalidades de orientação efetivamente utilizadas dependem da estrutura do serviço parceiro: confirme com a equipe RADAM a disponibilidade de biópsia por estereotaxia ou guiada por ressonância antes de programar a coleta.

    Informação para pacientes

  • Biópsias

    PAAF de Tireoide

    Punção com agulha fina que retira células de um nódulo da tireoide para análise, com o nódulo visualizado em tempo real pelo ultrassom.

    Orientação por imagem: Ultrassom

    Pode ser avaliado em casos de:

    • Nódulo da tireoide
    • Nódulo maligno da tireoide
    • Linfonodo cervical suspeito
    • Nódulo tireoidiano com características suspeitas na ultrassonografia.
    • Classificação TI-RADS que sugere investigação citológica.
    • Crescimento do nódulo em exames de acompanhamento.
    • Linfonodos cervicais com características suspeitas.
    • Histórico clínico, familiar ou exposição prévia à radiação, conforme avaliação médica.
    • Punção anterior não diagnóstica ou indeterminada.

    Informação para pacientes

  • Oncologia intervencionista

    Ablações Percutâneas de Tumores

    Tratamento em que agulhas ou aplicadores são posicionados diretamente no tumor, com orientação por imagem, para destruir o tecido-alvo com calor, frio ou outras formas de energia.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Tomografia

    Realização hospitalar

    As ablações percutâneas dependem de revisão prévia dos exames, avaliação clínica, definição da técnica e estrutura hospitalar compatível com o procedimento e a observação posterior. A disponibilidade de cada tecnologia é confirmada caso a caso.

    Informação para pacientes

  • Oncologia intervencionista

    Ablação Percutânea de Tumor do Fígado

    Tratamento em que uma agulha-aplicador é posicionada dentro do tumor do fígado, com orientação por imagem, para destruir o tecido-alvo com calor ou frio, sem cortes cirúrgicos.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Tomografia

    Realização hospitalar

    A ablação hepática exige revisão prévia dos exames, avaliação clínica e hepática, definição da técnica e estrutura hospitalar compatível com o procedimento e a observação posterior.

    Informação para pacientes

  • Oncologia intervencionista

    Ablação Percutânea de Tumor do Rim

    Tratamento em que aplicadores são posicionados dentro do tumor renal, com orientação por imagem, para destruir o tecido-alvo por congelamento ou calor, preservando o máximo possível do rim.

    Orientação por imagem: Tomografia, Ultrassom

    Realização hospitalar

    A ablação renal exige revisão prévia dos exames, avaliação da função renal, definição da técnica e estrutura hospitalar compatível com o procedimento e a observação posterior. A disponibilidade de cada tecnologia é confirmada caso a caso.

    Informação para pacientes

  • Oncologia intervencionista

    Ablação Percutânea de Tumor do Pulmão

    Tratamento em que aplicadores são posicionados dentro do tumor pulmonar, com orientação por tomografia, para destruir o tecido-alvo por calor ou congelamento, preservando o máximo possível do pulmão.

    Orientação por imagem: Tomografia

    Realização hospitalar

    A ablação pulmonar exige revisão prévia dos exames, avaliação da função respiratória e do risco anestésico, definição da técnica e estrutura hospitalar compatível com o procedimento e a observação posterior. A disponibilidade de cada tecnologia é confirmada caso a caso.

    Informação para pacientes

  • Oncologia intervencionista

    Ablação Percutânea de Tumor Ósseo

    Tratamento em que aplicadores são posicionados dentro da lesão óssea, com orientação da tomografia, para destruir o tecido-alvo com calor ou congelamento, buscando controle local do tumor e alívio da dor.

    Orientação por imagem: Tomografia

    Realização hospitalar

    A ablação óssea exige revisão prévia dos exames, avaliação da estabilidade do osso e das estruturas nervosas próximas, definição da técnica e estrutura hospitalar compatível com o procedimento e a observação posterior. A disponibilidade de cada tecnologia é confirmada caso a caso.

    Informação para pacientes

  • Oncologia intervencionista

    Ablação por radiofrequência

    Tratamento local do tumor por calor gerado por radiofrequência, com agulha posicionada por imagem.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Tomografia

    Realização hospitalar

    Este procedimento depende de avaliação, planejamento e estrutura hospitalar compatível. A RADAM coordena a jornada assistencial quando aplicável.

    Informação para pacientes

  • Oncologia intervencionista

    Ablação por micro-ondas

    Ablação tumoral por micro-ondas, com aquecimento controlado da lesão.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Tomografia

    Realização hospitalar

    Este procedimento depende de avaliação, planejamento e estrutura hospitalar compatível. A RADAM coordena a jornada assistencial quando aplicável.

    Informação para pacientes

  • Embolizações

    Embolização de Miomas Uterinos

    Tratamento minimamente invasivo por cateteres que reduz o fluxo sanguíneo dos miomas, sem retirar o útero.

    Orientação por imagem: Fluoroscopia, Angiografia

    Pode ser avaliado em casos de:

    Realização hospitalar

    A embolização de miomas depende de avaliação clínica e ginecológica, exames laboratoriais, sala de angiografia e estrutura para observação e controle da dor. A RADAM coordena o planejamento e a jornada assistencial conforme cada caso.

    Informação para pacientes

  • Embolizações

    Embolização da Próstata

    Tratamento minimamente invasivo por cateteres que reduz a circulação da próstata aumentada, melhorando progressivamente os sintomas urinários.

    Orientação por imagem: Fluoroscopia, Angiografia

    Pode ser avaliado em casos de:

    Realização hospitalar

    A embolização prostática depende de avaliação urológica e clínica, exames laboratoriais e de imagem, sala de angiografia e estrutura para observação posterior. A RADAM coordena o planejamento e a jornada assistencial conforme cada caso.

    Informação para pacientes

  • Oncologia intervencionista

    Quimioembolização Hepática

    Tratamento por cateteres que leva o medicamento diretamente às artérias relacionadas ao tumor do fígado e reduz seletivamente sua circulação.

    Orientação por imagem: Angiografia, Fluoroscopia

    Realização hospitalar

    A quimioembolização depende de discussão multidisciplinar, avaliação da função hepática, sala de angiografia e estrutura para observação clínica, confirmadas caso a caso.

    Informação para pacientes

  • Oncologia intervencionista

    Radioembolização com Ítrio-90

    Tratamento por cateter em que microesferas com material radioativo são levadas até o território do tumor no fígado.

    Orientação por imagem: Angiografia, Fluoroscopia

    Realização hospitalar

    A radioembolização depende de discussão multidisciplinar, angiografia de mapeamento, dosimetria, integração com Medicina Nuclear e estrutura específica de radioproteção, confirmadas caso a caso.

    Informação para pacientes

  • Acessos vasculares

    Implante de cateter venoso central totalmente implantável (Port-a-Cath)

    O Port-a-Cath, também chamado popularmente de Portocath ou cateter implantável, é um cateter venoso central conectado a um pequeno reservatório colocado sob a pele. Ele facilita a aplicação de medicamentos em tratamentos intravenosos prolongados, como a quimioterapia, e a coleta de exames de sangue.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Fluoroscopia

    Informação para pacientes

  • Acessos vasculares

    Implante de PICC guiado por ultrassom

    O PICC é um cateter introduzido por uma veia do braço e conduzido até o sistema venoso central. Pode ser utilizado em tratamentos intravenosos de duração intermediária ou prolongada, como antibióticos, nutrição parenteral, quimioterapia e outras infusões selecionadas.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Fluoroscopia

    Pode ser avaliado em casos de:

    Informação para pacientes

  • Acessos vasculares

    Implante de cateter venoso central tunelizado para hemodiálise

    Permcath é um termo popularmente utilizado para o cateter venoso central tunelizado de longa permanência destinado à hemodiálise. Ele é implantado com orientação por imagem e permite realizar as sessões de diálise enquanto o acesso definitivo é planejado ou quando a fístula não está disponível.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Fluoroscopia

    Informação para pacientes

  • Drenagens

    Drenagem Biliar Percutânea

    Quando a passagem da bile está bloqueada ou alterada, pode ser possível criar uma via de saída para a bile através da pele e do fígado, com orientação por imagem. O procedimento pode utilizar um cateter externo, interno-externo ou, em situações selecionadas, um stent. A escolha depende da causa, da anatomia, da condição clínica e da possibilidade de tratamento endoscópico ou cirúrgico.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Fluoroscopia

    Pode ser avaliado em casos de:

    • Obstrução das vias biliares
    • Obstrução biliar confirmada por imagem, com causa e nível esclarecidos
    • Drenagem endoscópica não possível, não bem-sucedida ou insuficiente
    • Anatomia cirurgicamente alterada ou anastomose biliodigestiva
    • Obstrução alta ou hilar com necessidade de drenagem seletiva
    • Infecção associada à obstrução, em estratégia multidisciplinar
    • Necessidade de acesso para tratamento posterior ou vazamento biliar selecionado

    Realização hospitalar

    A drenagem biliar percutânea depende de avaliação clínica, exames laboratoriais, imagens recentes e estrutura adequada para realização, observação e acompanhamento do cateter. A RADAM coordena o planejamento e a jornada assistencial conforme cada caso.

    Informação para pacientes

  • Vascular e endovascular

    Angioplastia arterial

    Dilatação de artérias estreitadas ou obstruídas por cateter-balão, com ou sem stent.

    Orientação por imagem: Angiografia, Fluoroscopia

    Pode ser avaliado em casos de:

    Realização hospitalar

    Este procedimento depende de avaliação, planejamento e estrutura hospitalar compatível. A RADAM coordena a jornada assistencial quando aplicável.

    Informação para pacientes

Catálogo completo

Procedimentos por linha de atuação

Filtre por linha de atuação para conhecer as técnicas diagnósticas e terapêuticas.

Mostrando procedimentos em: Acessos vasculares

  • Acessos vasculares

    Acesso Vascular

    O acesso vascular é a via criada para administrar medicamentos, quimioterapia, antibióticos, nutrição e outras terapias diretamente na circulação, além de permitir a realização de hemodiálise. A escolha do dispositivo depende do tratamento, da duração prevista, da frequência de uso e das condições das veias.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Fluoroscopia

    Pode ser avaliado em casos de:

    • Estenose venosa
    • Disfunção de acesso para hemodiálise
    • Trombose venosa
    • Quimioterapia e tratamentos intravenosos prolongados
    • Antibioticoterapia prolongada e nutrição parenteral
    • Acesso venoso difícil ou rede venosa comprometida
    • Insuficiência renal e necessidade de hemodiálise
    • Trombose, estenose venosa central ou infecção relacionadas a cateter
    • Disfunção de acesso vascular já implantado

    Informação para pacientes

  • Acessos vasculares

    Fibrinólise de cateter

    Tratamento de obstrução do cateter por fibrina, em casos selecionados.

    Orientação por imagem: Fluoroscopia

    Informação para pacientes

  • Acessos vasculares

    Flebografia para planejamento de acesso

    Mapeamento venoso por contraste antes do implante de cateteres ou confecção de acessos.

    Orientação por imagem: Fluoroscopia, Angiografia

    Pode ser avaliado em casos de:

    Informação para pacientes

  • Acessos vasculares

    Implante de cateter venoso central

    Implante de cateter venoso central guiado por imagem.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Fluoroscopia

    Informação para pacientes

  • Acessos vasculares

    Implante de cateter venoso central totalmente implantável (Port-a-Cath)

    O Port-a-Cath, também chamado popularmente de Portocath ou cateter implantável, é um cateter venoso central conectado a um pequeno reservatório colocado sob a pele. Ele facilita a aplicação de medicamentos em tratamentos intravenosos prolongados, como a quimioterapia, e a coleta de exames de sangue.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Fluoroscopia

    Informação para pacientes

  • Acessos vasculares

    Implante de cateter venoso central tunelizado

    O cateter venoso central tunelizado entra em uma veia central, percorre um pequeno trajeto sob a pele e apresenta uma parte externa que permite acesso frequente sem novas punções. Pode ser utilizado em quimioterapia, tratamentos hematológicos, antibióticos prolongados, nutrição parenteral e outras terapias intravenosas prolongadas.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Fluoroscopia

    Pode ser avaliado em casos de:

    Informação para pacientes

  • Acessos vasculares

    Implante de cateter venoso central tunelizado para hemodiálise

    Permcath é um termo popularmente utilizado para o cateter venoso central tunelizado de longa permanência destinado à hemodiálise. Ele é implantado com orientação por imagem e permite realizar as sessões de diálise enquanto o acesso definitivo é planejado ou quando a fístula não está disponível.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Fluoroscopia

    Informação para pacientes

  • Acessos vasculares

    Implante de PICC guiado por ultrassom

    O PICC é um cateter introduzido por uma veia do braço e conduzido até o sistema venoso central. Pode ser utilizado em tratamentos intravenosos de duração intermediária ou prolongada, como antibióticos, nutrição parenteral, quimioterapia e outras infusões selecionadas.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Fluoroscopia

    Pode ser avaliado em casos de:

    Informação para pacientes

  • Acessos vasculares

    Reposicionamento de cateter

    Correção endovascular da posição de cateteres deslocados, guiada por fluoroscopia.

    Orientação por imagem: Fluoroscopia

    Informação para pacientes

  • Acessos vasculares

    Retirada de Port-a-Cath e Cateter Venoso

    Cateteres e dispositivos de acesso vascular devem permanecer somente enquanto forem necessários. Após o término do tratamento ou diante de determinadas complicações, pode ser indicada a retirada do dispositivo. A técnica depende do tipo de cateter, do tempo de implantação, da presença de cuff e da suspeita de infecção ou trombose.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Fluoroscopia

    Informação para pacientes

Como funciona

Tecnologia para tratar por pequenos acessos

  1. 01

    Avaliação especializada

    Analisamos o diagnóstico, as imagens e as condições clínicas do paciente.

  2. 02

    Planejamento

    Definimos a técnica, o acesso, os materiais e a estrutura necessária.

  3. 03

    Procedimento guiado por imagem

    O médico acompanha o posicionamento de agulhas ou cateteres com precisão.

  4. 04

    Acompanhamento

    Orientamos os cuidados posteriores e o seguimento clínico e por imagem.

O fluxo, a anestesia, o ambiente hospitalar e o tempo de recuperação variam conforme o procedimento e as condições do paciente.

Disponibilidade e estrutura hospitalar

Nem todos os procedimentos são realizados na sede da RADAM. A disponibilidade depende de indicação, equipe habilitada, estrutura hospitalar, materiais, fluxos assistenciais e autorização.

Para pacientes

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Para médicos

Discuta, encaminhe ou solicite um procedimento

A equipe RADAM apoia a avaliação da indicação, o planejamento técnico e a coordenação hospitalar do procedimento.

Próximo passo

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A equipe RADAM pode avaliar seu caso e indicar o fluxo mais adequado — inclusive quando o procedimento depende de estrutura hospitalar parceira.