RADAM — Radiologia Intervencionista da Amazônia

Drenagem guiada por imagem

Drenagem Percutânea de Abscessos e Coleções

Aspiração ou cateter guiados por ultrassonografia ou tomografia

Abscessos e algumas coleções podem ser acessados através da pele com orientação por ultrassonografia ou tomografia. O conteúdo pode ser aspirado ou drenado por um cateter, conforme a localização, a consistência e a causa da alteração. A drenagem pode auxiliar no controle da infecção, aliviar sintomas e fornecer material para análise, e a necessidade do procedimento deve ser definida pela avaliação conjunta do quadro clínico, dos exames laboratoriais e das imagens.

  • Ultrassom
  • Tomografia

Esta página é informativa. A indicação de qualquer procedimento depende de avaliação médica individual.

Visão geral

O que é um abscesso?

Abscesso é uma cavidade que contém material infeccioso. Pode conter pus, debris, gás ou conteúdo de diferentes consistências e surgir após infecção, cirurgia, trauma, perfuração ou inflamação, em diferentes regiões do corpo. O diagnóstico depende do conjunto clínico, laboratorial e radiológico: nem toda imagem líquida representa abscesso, e a presença de gás não confirma isoladamente uma infecção. Uma cultura negativa não exclui necessariamente infecção, e o uso prévio de antibióticos pode interferir nos resultados.

Coleção e abscesso

O QUE É UMA COLEÇÃO?

“Coleção” é um termo descritivo para acúmulo localizado de conteúdo. Cada tipo tem causa, comportamento e tratamento diferentes — não são diagnósticos equivalentes.

  • Abscesso

    Coleção de conteúdo infeccioso, que pode conter pus, debris e gás.

  • Seroma

    Acúmulo de líquido seroso, frequentemente após cirurgia.

  • Hematoma

    Acúmulo de sangue, com consistência variável conforme o tempo de evolução.

  • Linfocela

    Coleção de linfa, associada a manipulação de vasos linfáticos.

  • Urinoma

    Acúmulo de urina fora do sistema urinário, em geral por extravasamento.

  • Biloma

    Acúmulo de bile fora das vias biliares.

  • Líquido inflamatório

    Conteúdo reacional, que pode não estar infectado.

  • Coleção pós-operatória

    Conteúdo acumulado após uma operação, com natureza variável.

  • Necrose liquefeita

    Conteúdo com componente sólido ou necrótico, que pode dificultar a drenagem.

A natureza da coleção influencia a necessidade de drenagem, o tipo de cateter e o tratamento complementar.

Finalidade

Para que pode ser utilizada

A drenagem percutânea pode retirar ou reduzir conteúdo acumulado, aliviar sintomas, auxiliar no controle de uma infecção e fornecer material para análise laboratorial. A decisão sobre realizar aspiração, instalar um cateter, manter tratamento clínico ou encaminhar para endoscopia ou cirurgia é individual e depende da natureza da coleção, da anatomia e da evolução clínica.

  • Reduzir ou retirar conteúdo infeccioso acumulado
  • Aliviar sintomas causados por compressão ou distensão
  • Coletar material para cultura e outras análises
  • Auxiliar no controle da fonte infecciosa
  • Apoiar decisões sobre tratamento clínico, endoscópico ou cirúrgico

Técnica

Como é realizado

As etapas gerais incluem revisão do quadro clínico, análise das imagens e dos exames laboratoriais; definição entre aspiração e cateter; escolha da modalidade de imagem; planejamento da posição e do trajeto; anestesia local, com sedação ou anestesia quando indicada; preparo estéril; punção guiada; aspiração inicial; confirmação da posição; coleta de amostras; passagem de fio-guia quando aplicável; dilatação do trajeto; posicionamento do cateter; confirmação da drenagem; fixação; curativo; monitorização e definição do acompanhamento. Não todas as etapas são utilizadas em todos os casos e não existe duração fixa.

  • Acesso: Punção através da pele com trajeto planejado por imagem, seguida de aspiração e, quando indicado, instalação de cateter de drenagem.
  • Anestesia: Geralmente anestesia local, com sedação ou anestesia quando indicada, conforme o local de punção e as condições clínicas.
Dr. Antônio Araújo realizando drenagem percutânea de uma coleção com orientação por tomografia computadorizada.
Drenagem percutânea realizada com orientação por tomografia para permitir o acesso preciso à coleção.
Cateteres de drenagem percutânea posicionados na região abdominal após procedimento orientado por imagem.
Cateteres posicionados por via percutânea permitem a drenagem controlada da coleção.

Ultrassonografia ou tomografia?

  • Ultrassonografia

    Orientação em tempo real, sem radiação ionizante, com avaliação por Doppler e boa mobilidade. Útil para coleções visíveis e acessíveis. Pode ser limitada por gás, osso, curativos ou profundidade.

  • Tomografia

    Detalhamento anatômico e visualização de estruturas profundas, útil no planejamento de trajetos complexos e na avaliação de gás e relações anatômicas. Utiliza radiação e pode exigir contraste em determinadas situações.

Coleções linfáticas

Aspiração ou drenagem de linfocele

Coleções de linfa podem surgir após procedimentos que envolvem manipulação de vasos linfáticos. Quando causam sintomas ou repercussão clínica, a aspiração percutânea ou a colocação de um cateter de drenagem podem ser avaliadas, sempre de forma individualizada.

Aspiração percutânea de linfocele por meio de cateter introduzido através de pequeno acesso.
A aspiração percutânea pode ser avaliada para o tratamento de determinadas coleções linfáticas.

O acesso é feito através da pele, com anestesia local e orientação por imagem, permitindo retirar o conteúdo da coleção e, quando indicado, encaminhá-lo para análise laboratorial.

Como funciona na RADAM

Etapas do procedimento

  1. 01

    Sintomas ou achado em exame

    Febre, dor, alteração laboratorial ou coleção identificada em imagem.

  2. 02

    Avaliação clínica e laboratorial

    Exame físico, marcadores inflamatórios, coagulação e função renal.

  3. 03

    Revisão das imagens

    Localização, conteúdo, loculações e relação com órgãos e vasos.

  4. 04

    Natureza provável da coleção

    Diferenciação entre abscesso, seroma, hematoma, linfocela, urinoma, biloma e outras alterações.

  5. 05

    Tratamento clínico quando aplicável

    Antibióticos e suporte, conforme o quadro.

  6. 06

    Avaliação do controle da fonte

    Necessidade de corrigir perfuração, obstrução, fístula ou órgão comprometido.

  7. 07

    Planejamento do acesso

    Escolha da modalidade de imagem, da posição e do trajeto mais seguro.

  8. 08

    Aspiração ou drenagem por cateter

    Procedimento guiado por imagem, com coleta de amostras quando indicada.

  9. 09

    Análise do conteúdo

    Culturas, bioquímica, citologia e outras análises conforme a indicação.

  10. 10

    Acompanhamento clínico e por imagem

    Débito, febre, exames laboratoriais e controle radiológico.

  11. 11

    Tratamento da causa

    Continuidade do tratamento clínico, endoscópico ou cirúrgico da doença de base.

  12. 12

    Troca, reposicionamento ou retirada

    Decisão individual conforme evolução, imagem e funcionamento do cateter.

O fluxo, a anestesia, o ambiente hospitalar e o tempo de recuperação variam conforme o procedimento e as condições do paciente.

Preparo

Como se preparar

  • Levar tomografias, ultrassonografias ou ressonâncias
  • Apresentar laudos
  • Informar febre, dor e evolução
  • Informar cirurgias recentes
  • Informar uso de antibióticos
  • Informar anticoagulantes e antiagregantes
  • Não suspender medicamentos sem orientação
  • Apresentar lista completa de medicamentos
  • Informar alergia a contraste
  • Informar doença renal
  • Informar possibilidade de gravidez
  • Realizar hemograma e exames de coagulação solicitados
  • Seguir jejum individualizado
  • Discutir necessidade de internação
  • Comparecer com acompanhante quando orientado

Não existe protocolo universal de preparo ou de suspensão de medicamentos: as orientações são definidas caso a caso pela equipe assistente.

Depois do procedimento

Recuperação e cuidados

A evolução depende da natureza da coleção, da localização, da causa de base e da condição clínica. Alguns pacientes seguem em acompanhamento ambulatorial e outros permanecem internados. Não é possível prometer melhora imediata nem alta rápida.

Cuidados posteriores

  • Monitorização dos sinais vitais
  • Controle da dor
  • Observação de sangramento
  • Acompanhamento da febre
  • Avaliação do volume e do aspecto drenado
  • Tratamento antimicrobiano quando indicado
  • Cuidados com o curativo
  • Registro do débito quando orientado
  • Exames laboratoriais
  • Imagem de controle quando necessária
  • Acompanhamento da causa de base
  • Decisão sobre alta ou internação
  • Programação de retorno

Como a modalidade é escolhida

A modalidade é escolhida conforme a localização e a segurança do acesso. As duas técnicas podem ser combinadas no mesmo procedimento.

Anatomia

Principais localizações

A localização altera o risco e a profundidade altera o trajeto. Vasos ou alças intestinais podem limitar o acesso, algumas coleções exigem abordagem endoscópica ou cirúrgica e determinadas localizações precisam de equipe especializada adicional.

  • Abdome
  • Pelve
  • Fígado
  • Espaço subfrênico
  • Retroperitônio
  • Músculos
  • Tecidos superficiais
  • Regiões próximas a órgãos operados
  • Espaços profundos selecionados

Avaliação

Quando a drenagem pode ser considerada?

  • Sinais clínicos de infecção
  • Febre
  • Dor
  • Leucocitose ou alterações inflamatórias
  • Sepse
  • Crescimento da coleção
  • Efeito compressivo
  • Sintomas persistentes
  • Falha ou resposta incompleta ao tratamento clínico
  • Necessidade de cultura
  • Complicação pós-operatória
  • Dificuldade de controle da fonte infecciosa
  • Imunossupressão
  • Presença de conteúdo potencialmente drenável
  • Disponibilidade de trajeto seguro

O tamanho contribui para a decisão, mas não deve ser utilizado isoladamente.

Transparência

Quando a drenagem pode não ser necessária?

  • Coleções pequenas
  • Coleções assintomáticas
  • Coleções estáveis
  • Ausência de evidências de infecção
  • Boa resposta ao tratamento clínico
  • Componente líquido insuficiente
  • Ausência de trajeto seguro
  • Causa que exige correção cirúrgica
  • Abordagem endoscópica mais adequada
  • Risco superior ao possível benefício

A ausência de drenagem imediata não significa ausência de acompanhamento.

Conceito

Drenagem e controle da fonte

O controle da fonte pode envolver

  • Retirada ou redução do conteúdo infectado
  • Tratamento de perfuração ou vazamento
  • Controle de fístula
  • Tratamento de órgão comprometido
  • Correção de obstrução
  • Remoção de material infectado quando necessária
  • Antibiótico dirigido
  • Suporte clínico

A drenagem pode controlar o conteúdo acumulado sem corrigir automaticamente a causa que o produziu. A colocação do cateter não encerra o tratamento.

Comparação

Aspiração ou cateter?

Critérios que podem influenciar a escolha

  • Tamanho
  • Consistência
  • Presença de debris
  • Quantidade
  • Loculações
  • Recorrência
  • Comunicação com outro órgão
  • Suspeita de fístula
  • Resposta à aspiração
  • Estado clínico

Comparação informativa entre aspiração e cateter de drenagem

  • Como é feita

    Aspiração
    Punção e retirada do conteúdo
    Cateter de drenagem
    Cateter permanece dentro da coleção
  • Finalidade

    Aspiração
    Pode ter finalidade diagnóstica
    Cateter de drenagem
    Possibilita drenagem contínua
  • Terapêutica

    Aspiração
    Pode ser suficiente em casos selecionados
    Cateter de drenagem
    Pode permitir lavagens prescritas
  • Permanência

    Aspiração
    Normalmente não deixa dreno
    Cateter de drenagem
    Permanece por tempo individualizado
  • Ajustes

    Aspiração
    Pode ser insuficiente em conteúdo espesso ou recorrente
    Cateter de drenagem
    Pode precisar de troca ou reposicionamento
  • Acompanhamento

    Aspiração
    Sem manejo de cateter
    Cateter de drenagem
    Exige cuidados e acompanhamento

Limitações

Por que o conteúdo pode ser difícil de drenar?

  • Conteúdo muito espesso
  • Debris
  • Septações ou loculações
  • Componente sólido
  • Necrose
  • Múltiplas cavidades sem comunicação
  • Cateter de calibre insuficiente
  • Posição inadequada
  • Comunicação persistente com outro órgão
  • Obstrução do cateter
  • Organização progressiva da coleção

Uma imagem aparentemente líquida pode conter material espesso ou sólido, e o esvaziamento completo em um único procedimento não pode ser prometido.

Segurança

Como o trajeto é planejado?

A equipe avalia

  • Distância da pele
  • Vasos
  • Alças intestinais
  • Pleura
  • Pulmões
  • Fígado
  • Baço
  • Rins
  • Nervos
  • Órgãos operados
  • Cicatrizes
  • Posição do paciente
  • Possibilidade de acesso futuro
  • Estabilidade do cateter

O trajeto mais curto nem sempre é o mais seguro.

Laboratório

O material é enviado ao laboratório?

A solicitação depende do diagnóstico em investigação. Antibióticos prévios podem reduzir a positividade das culturas, o resultado precisa ser correlacionado ao quadro clínico e o aspecto visual não identifica sozinho o agente. Nem toda amostra precisa de todos os exames.

Conforme a indicação, podem ser solicitados

  • Bacterioscopia
  • Cultura aeróbia
  • Cultura anaeróbia
  • Pesquisa de fungos
  • Pesquisa de micobactérias
  • Antibiograma
  • Análise bioquímica
  • Citologia
  • Outras análises específicas

Tratamento clínico

Antibióticos

  • Drenagem e antibiótico podem ser complementares
  • A escolha do antibiótico considera o foco e o quadro clínico
  • A cultura pode ajudar no direcionamento
  • Tratamento empírico pode ser necessário antes do resultado
  • A duração depende da evolução e do controle da fonte
  • Não interromper ou modificar antibiótico por conta própria

Esta página não fornece esquemas, doses ou duração de antibióticos. A prescrição é sempre individual e médica.

Conceito

O que é fístula?

Fístula é uma comunicação anormal entre a coleção e outro órgão, podendo envolver intestino, estômago, pâncreas, vias biliares ou sistema urinário. Pode manter a produção de conteúdo, prolongar o uso do dreno e exigir investigação adicional. O tratamento pode ser clínico, endoscópico, percutâneo ou cirúrgico, e sua presença não representa falha automática da drenagem.

Acompanhamento

Quando o dreno pode ser retirado?

A decisão pode considerar

  • Melhora clínica
  • Controle da febre
  • Exames laboratoriais
  • Redução da cavidade
  • Redução do débito
  • Aspecto do conteúdo
  • Ausência de fístula relevante
  • Funcionamento do cateter
  • Tratamento da causa de base
  • Imagem de controle
  • Resultado de estudo contrastado pelo cateter quando indicado

O volume drenado isoladamente não define a retirada, e não existe número universal de dias.

Cuidados

Cuidados com o cateter

  • Manter a fixação
  • Evitar tração
  • Não cortar
  • Não desconectar
  • Não abrir o sistema
  • Manter curativo conforme orientação
  • Manter a bolsa na posição indicada
  • Observar vazamentos
  • Registrar o débito quando solicitado
  • Realizar lavagens somente se prescritas
  • Não tentar desobstruir por conta própria
  • Comunicar saída parcial ou completa

Não existe volume ou frequência universal de lavagem: as orientações vêm da equipe assistencial.

Segunda opinião

Esta coleção precisa ser drenada?

A decisão depende dos sintomas, da suspeita de infecção, da localização, do conteúdo, da evolução e da existência de um trajeto seguro. A revisão das imagens pode ajudar a comparar drenagem percutânea, tratamento clínico, endoscopia e cirurgia.

Febre associada a confusão, queda de pressão, falta de ar ou piora rápida pode representar uma emergência e exige avaliação imediata.

Riscos e limitações

Riscos possíveis e limitações

Riscos possíveis

  • Dor
  • Hematoma
  • Sangramento
  • Infecção
  • Bacteremia
  • Piora transitória da resposta inflamatória
  • Sepse
  • Lesão vascular
  • Lesão intestinal
  • Lesão de órgão próximo
  • Pneumotórax, conforme o trajeto
  • Passagem do cateter por estrutura não desejada
  • Vazamento
  • Formação ou persistência de fístula
  • Drenagem incompleta
  • Obstrução do cateter
  • Deslocamento do cateter
  • Saída acidental
  • Quebra ou retenção de componente
  • Recorrência da coleção
  • Necessidade de novo acesso
  • Necessidade de cirurgia
  • Reação ao contraste
  • Alteração da função renal
  • Eventos graves, inclusive morte, embora o risco dependa do quadro clínico

Esta página é informativa e não confirma indicação de drenagem. Nem toda coleção é um abscesso, nem toda coleção precisa ser drenada e o tamanho isolado não define a conduta. A drenagem não substitui universalmente antibióticos, endoscopia ou cirurgia. A RADAM não é um serviço de emergência: pacientes com piora rápida precisam de avaliação imediata.

Outras possibilidades

Alternativas que podem ser avaliadas

  • Tratamento clínico, incluindo antibióticos quando indicados
  • Acompanhamento com exames de imagem em coleções pequenas e estáveis
  • Drenagem endoscópica em situações selecionadas
  • Drenagem ou abordagem cirúrgica
  • Correção cirúrgica da causa de base

Segurança

Sinais de alerta após o procedimento

  • Febre persistente ou recorrente
  • Calafrios
  • Piora intensa da dor
  • Confusão
  • Desmaio
  • Queda de pressão
  • Falta de ar
  • Sangramento
  • Distensão abdominal progressiva
  • Vazamento importante
  • Vermelhidão progressiva
  • Secreção ao redor do cateter
  • Interrupção súbita da drenagem associada a piora
  • Saída parcial ou completa do dreno

Na presença de qualquer um desses sinais, entre em contato com a equipe ou procure atendimento médico.

Relação clínica

Situações clínicas relacionadas

Abscesso abdominal, abscesso pélvico, abscesso hepático, coleção subfrênica, coleção pós-operatória, coleção intra-abdominal, coleção retroperitoneal, coleção pélvica, seroma, hematoma, linfocela, urinoma, biloma, sepse e fístula podem motivar a avaliação. A presença nesta lista não significa indicação.

Procedimento realizado em ambiente hospitalar

Após a avaliação e a indicação, a RADAM participa do planejamento, da coordenação hospitalar e do acompanhamento do paciente.

A drenagem de abscessos e coleções depende de avaliação clínica, exames laboratoriais, imagens recentes e estrutura adequada para realização, observação e acompanhamento do cateter.

Equipe RADAM

Equipe médica relacionada

  • Dr. Antônio Oliveira de Araújo — RADAM

    Dr. Antônio Oliveira de Araújo

    Radiologia Intervencionista • Vascular e Endovascular

    • Radiologista IntervencionistaRQE 5333
    • Cirurgia Vascular / EndovascularRQE 3517

    CRM-AM 6045

  • Dr. Marcos André Filgueiras Dias — RADAM

    Dr. Marcos André Filgueiras Dias

    Radiologia Intervencionista • Vascular e Endovascular

    • Radiologista IntervencionistaRQE 6404
    • Cirurgia Vascular / EndovascularRQE 6389

    CRM-AM 7381

  • Dra. Ruth da Silva Pinheiro — RADAM

    Dra. Ruth da Silva Pinheiro

    Radiologia Intervencionista • Vascular e Endovascular

    • Radiologista IntervencionistaRQE 5659
    • Cirurgia Vascular / EndovascularRQE 5633

    CRM-AM 8927

  • Dr. Sildomar Queiroz e Silva — RADAM

    Dr. Sildomar Queiroz e Silva

    Neurorradiologia • Radiologia Intervencionista

    • NeurorradiologiaRQE 6537
    • Radiologista IntervencionistaRQE 6192
    • Radiologia e Diagnóstico por ImagemRQE 6191

    CRM-AM 9916

Dúvidas comuns

Perguntas frequentes

Para médicos

Área para médicos

Discuta o caso, encaminhe o paciente ou solicite o procedimento pelos fluxos clínicos da RADAM.

Conteúdo revisado por

  • Dr. Antônio Oliveira de Araújo

    Radiologista Intervencionista · Cirurgia Vascular / Endovascular

    Mestre em Cirurgia · Professor de Medicina

    Membro Titular do CBR–SOBRICE

    CRM-AM 6045 | RQE 5333 | RQE 3517

Última revisão clínica: 27/08/2026

Conteúdo em elaboração editorial. As informações desta página serão ampliadas após revisão clínica.

Informação responsável

Esta página é informativa e não substitui a consulta médica. A indicação, a técnica, o preparo e a recuperação dependem da avaliação individual de cada caso.

Próximo passo

Precisa avaliar um abscesso ou uma coleção?

Envie os exames de imagem, laudos e informações sobre os sintomas, cirurgias recentes e tratamentos já realizados. A equipe poderá avaliar se existe conteúdo drenável e quais alternativas precisam ser discutidas. Pacientes com piora rápida, confusão, queda de pressão ou falta de ar devem procurar atendimento emergencial.

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