Oncologia Intervencionista
Ablação Percutânea de Tumor do Rim
Tratamento local do tumor renal com preservação do tecido funcional do rim.
A ablação percutânea utiliza aplicadores posicionados diretamente no tumor renal, sob orientação de tomografia ou ultrassonografia, para destruir o tecido-alvo por calor ou congelamento. Em pacientes selecionados, pode tratar pequenos tumores renais preservando a maior quantidade possível de tecido funcional do rim.
- Tomografia
- Ultrassom
Esta página é informativa. A indicação de qualquer procedimento depende de avaliação médica individual.
Visão geral
O que é ablação percutânea de tumor do rim
A ablação renal é realizada através da pele, sem incisão cirúrgica: sob orientação por tomografia ou ultrassonografia, um ou mais aplicadores são posicionados dentro do tumor e a energia é aplicada de forma controlada. A técnica pode empregar crioablação (congelamento), radiofrequência ou micro-ondas. O objetivo é destruir o tumor e preservar o restante do rim, com finalidade de controle local ou, em casos selecionados, curativa. A ablação não substitui a cirurgia em todos os pacientes: a escolha depende de avaliação individual.

Variações do procedimento
Técnicas de ablação utilizadas no rim
A técnica é escolhida conforme localização, tamanho, características do tumor, experiência da equipe e tecnologia disponível. A disponibilidade de cada tecnologia é confirmada caso a caso.
Crioablação
Utiliza congelamento. Permite visualizar a zona congelada na tomografia, o que pode facilitar o monitoramento das estruturas próximas. Pode exigir múltiplos aplicadores.
Radiofrequência
Produz calor por corrente elétrica e possui experiência clínica acumulada. Pode sofrer influência de vasos próximos.
Micro-ondas
Utiliza energia eletromagnética e gera aquecimento em menor intervalo. Pode ser utilizada em configurações específicas.
Finalidade
Para que pode ser utilizada
A ablação é mais frequentemente considerada para pequenas massas renais, mas nenhum critério isolado define a indicação. A avaliação é individual e combina fatores do tumor, do rim e do paciente.
- Tamanho do tumor e sua localização no rim.
- Proximidade do sistema coletor.
- Relação com ureter, intestino, pâncreas, baço e vasos.
- Resultado da biópsia renal.
- Função renal e presença de doença renal crônica.
- Rim único ou tumores bilaterais.
- Predisposição hereditária a tumores renais.
- Idade e outras doenças associadas.
- Risco cirúrgico estimado.
- Tratamentos anteriores já realizados.
- Preferência informada do paciente.
Técnica
Como é realizado
O procedimento começa antes da sala: revisão dos exames, confirmação histológica quando indicada, avaliação da função renal, planejamento do trajeto e da margem e avaliação anestésica. No dia, o paciente é posicionado conforme o acesso planejado, os aplicadores são introduzidos sob orientação por imagem e o calor ou o congelamento é aplicado de forma controlada. A área tratada é avaliada por imagem, os aplicadores são retirados e seguem curativo, observação clínica e orientações. Não existe tempo fixo: cada etapa depende da localização e das características do tumor.
- Acesso: Percutâneo, através da pele, sem incisão cirúrgica.
- Anestesia: Sedação ou anestesia geral, definida pela equipe conforme o caso e a técnica utilizada.
- Duração aproximada: Variável conforme a localização, o tamanho da lesão e o número de aplicadores.
Orientação por imagem no rim
Tomografia
Permite planejar trajetos, conferir a posição dos aplicadores e, na crioablação, acompanhar a zona congelada.
Ultrassonografia
Oferece visualização em tempo real e pode ser utilizada em lesões acessíveis por essa janela.
Recursos complementares
Conforme a estrutura hospitalar, contraste ou fusão de imagens podem apoiar o planejamento em casos selecionados.

Imagem durante o procedimento
Orientação por imagem durante o procedimento
A orientação por imagem permite localizar a lesão e acompanhar o posicionamento do aplicador ao longo do procedimento. Os achados podem variar entre pacientes.
Como funciona na RADAM
Etapas do procedimento
01
Revisão dos exames
Tomografias, ressonâncias e laudos são revisados, com comparação de exames anteriores.
02
Confirmação histológica
Quando indicada, a biópsia renal é planejada previamente para definir a natureza da lesão.
03
Avaliação da função renal
Função renal, doenças associadas, medicações e risco clínico são avaliados.
04
Planejamento técnico
Definição do trajeto, da margem, da técnica de ablação e das medidas de proteção.
05
Procedimento
Ablação percutânea guiada por imagem, com sedação ou anestesia geral conforme o caso.
06
Observação e alta
Monitoramento da dor, da urina e dos sinais vitais, com alta ou internação conforme a evolução.
07
Seguimento
Exames de controle com contraste, avaliação da função renal e análise da resposta local.
O fluxo, a anestesia, o ambiente hospitalar e o tempo de recuperação variam conforme o procedimento e as condições do paciente.
Preparo
Como se preparar
- Levar tomografias e ressonâncias do rim, inclusive exames anteriores.
- Apresentar o resultado da biópsia renal, quando já realizada.
- Informar tratamentos anteriores do rim ou oncológicos.
- Realizar hemograma e exames de coagulação conforme solicitado.
- Avaliar creatinina e função renal.
- Informar todos os medicamentos em uso.
- Comunicar uso de anticoagulantes e antiagregantes.
- Informar alergias, especialmente a contraste.
- Seguir as orientações de jejum.
- Comparecer com acompanhante.
Não suspenda medicamentos por conta própria. A suspensão de anticoagulantes e antiagregantes é sempre definida pela equipe assistente.
Depois do procedimento
Recuperação e cuidados
A recuperação costuma ser menos invasiva que a de uma cirurgia aberta, mas varia conforme a técnica, a extensão da área tratada, a função renal e o quadro clínico geral. O retorno às atividades é orientado individualmente.
Cuidados posteriores
- Observação clínica pelo período definido pela equipe.
- Monitoramento da dor e dos sinais vitais.
- Avaliação da urina, incluindo presença de sangue.
- Realização de exames complementares quando indicado.
- Controle da função renal.
- Alta ou internação conforme a evolução.
- Orientações de retorno gradual à atividade física.
- Programação do seguimento por imagem.
Modalidade de ablação
Crioablação de tumor renal
A crioablação percutânea é uma técnica minimamente invasiva na qual aplicadores são posicionados no tumor renal sob orientação por imagem. O sistema produz temperaturas muito baixas, formando uma área congelada ao redor dos aplicadores, conhecida como “bola de gelo”, com o objetivo de destruir o tecido tumoral. É uma das modalidades de ablação renal, ao lado da radiofrequência e das micro-ondas.
O que é a crioablação renal?
- O procedimento geralmente é orientado por tomografia computadorizada.
- Uma ou mais criossondas podem ser posicionadas conforme o tamanho e a geometria do tumor.
- São realizados ciclos controlados de congelamento e descongelamento.
- O acesso é feito através da pele, sem incisão cirúrgica.

A escolha entre crioablação, radiofrequência e micro-ondas depende da dimensão e da localização do tumor, da relação com vasos e com o sistema coletor, das características do paciente, da experiência da equipe, da disponibilidade tecnológica e do planejamento multidisciplinar. Nenhuma tecnologia é universalmente superior às demais.
Crioablação
Como o tumor é congelado?
Depois de conferir o posicionamento dos aplicadores nas imagens, o sistema inicia ciclos de congelamento intercalados com períodos de descongelamento. O objetivo é que a área congelada cubra o tumor planejado com uma margem de segurança em relação às estruturas vizinhas.
- O número de criossondas depende do tamanho e da forma da lesão.
- Os ciclos são controlados e acompanhados por imagem.
- Estruturas próximas, como intestino, ureter e sistema coletor, entram no planejamento.
- Medidas de proteção podem ser utilizadas em casos selecionados.

Crioablação
O que é a bola de gelo?
A “bola de gelo” corresponde à área visível de congelamento produzida ao redor dos aplicadores durante o procedimento. A formação dessa área é a característica visual da crioablação: a tecnologia congela a região planejada para provocar a destruição do tumor renal.
- A visualização por imagem ajuda a equipe a acompanhar a extensão do tratamento.
- A margem visível da área congelada não equivale automaticamente à destruição tumoral completa.
- O resultado precisa ser avaliado depois, por exames de acompanhamento.

Crioablação
Como o procedimento é acompanhado por tomografia?
A tomografia é utilizada para planejar o trajeto, confirmar a posição das criossondas e acompanhar o procedimento. A área de congelamento, denominada bola de gelo, pode ser acompanhada pela tomografia para avaliar sua extensão em relação ao tumor e às estruturas próximas.
- As imagens são adquiridas em etapas ao longo do procedimento.
- O acompanhamento orienta ajustes de posicionamento quando necessário.
- A avaliação final da resposta é feita nos exames de controle após o tratamento.


Crioablação
Quando a crioablação pode ser considerada?
A avaliação é individual e segue os mesmos critérios gerais da ablação renal descritos nesta página, com atenção adicional a alguns fatores.
- Tumores pequenos, com anatomia considerada favorável ao congelamento.
- Lesões próximas a estruturas em que a visualização da área congelada pode auxiliar o planejamento.
- Pacientes com maior risco cirúrgico, rim único ou tumores bilaterais.
- Disponibilidade da tecnologia e de equipe habilitada.
A crioablação não substitui a cirurgia em todos os casos e não pode ser oferecida a todos os tumores renais.
Crioablação
Benefícios, limitações e riscos
Os benefícios, riscos e limitações são semelhantes aos descritos para a ablação renal, com particularidades relacionadas ao congelamento.
- Possível visualização da área congelada durante o procedimento.
- Pode exigir múltiplos aplicadores em lesões maiores ou irregulares.
- Risco de sangramento, dor, lesão do sistema coletor e de estruturas próximas.
- Possibilidade de tratamento incompleto, com necessidade de nova abordagem.
Crioablação
Acompanhamento após o tratamento
Como o tumor não é retirado, a região tratada permanece visível nos exames. O acompanhamento segue o plano descrito nesta página, com exames de imagem de controle, avaliação da função renal e reavaliação da resposta local ao longo do tempo.
Diagnóstico
Toda massa renal é câncer?
Não. Algumas massas renais são benignas. Os exames de imagem podem estimar a suspeição, mas nem sempre confirmam o diagnóstico. Lesões como angiomiolipoma e oncocitoma podem apresentar comportamento diferente do carcinoma renal.
- Tratar sem confirmação pode expor o paciente a um procedimento desnecessário.
- A estratégia deve considerar biópsia, vigilância ativa ou tratamento.
- A definição depende da imagem, do contexto clínico e da avaliação especializada.
Planejamento
A biópsia deve ser planejada antes do tratamento
A biópsia renal guiada por imagem ajuda a confirmar a natureza da massa e a orientar a decisão terapêutica.
- Diferencia tumores benignos de carcinomas.
- Permite identificar o subtipo histológico.
- Pode modificar a escolha entre vigilância, cirurgia e ablação.
- Resultado inconclusivo exige reavaliação.
- Preferencialmente é realizada em sessão anterior à ablação.
A biópsia realizada no mesmo momento da ablação não deve ser considerada o padrão; a definição é individual.
Comparação
Ablação, cirurgia ou vigilância ativa?
As três estratégias têm papéis diferentes e não são equivalentes em todos os cenários.
Nefrectomia parcial
Remove o tumor preservando parte do rim, é referência para muitos tumores renais localizados e permite análise completa da lesão. Exige abordagem cirúrgica.
Ablação percutânea
Destrói o tumor sem retirá-lo, busca preservar o tecido renal e pode apresentar recuperação menos invasiva. Exige acompanhamento por imagem e pode ter maior necessidade de retratamento local.
Vigilância ativa
Acompanha a massa com exames seriados em tumores selecionados. Não significa abandono do cuidado e permite intervir diante de crescimento ou mudança relevante.
A melhor estratégia depende do risco do tumor, das condições do paciente e dos objetivos do tratamento. Não existe equivalência oncológica universal entre ablação e cirurgia.
Função renal
Tratar o tumor preservando o rim
O objetivo é poupar o maior volume possível de tecido saudável, o que pode ser especialmente relevante em pacientes com doença renal crônica.
- Rim único e tumores bilaterais exigem planejamento especial.
- A função renal deve ser avaliada antes e depois do procedimento.
- Nenhum procedimento é completamente isento de impacto renal.
Anatomia
Proximidade do sistema coletor e do ureter
Tumores centrais exigem cuidado adicional no planejamento.
- Sistema coletor e ureter podem ser sensíveis ao calor ou ao frio.
- Lesões próximas ao hilo renal podem ser mais complexas.
- A localização pode influenciar a escolha da técnica.
- Alguns casos podem não apresentar um acesso considerado seguro.
Segurança
Técnicas de proteção de estruturas vizinhas
Existem recursos técnicos para aumentar a distância ou reduzir o risco térmico em estruturas próximas ao rim. O uso não é obrigatório nem universalmente disponível: depende do caso e da estrutura hospitalar.
- Hidrodissecção.
- Pneumodissecção.
- Mudança de posição do paciente.
- Afastamento de alças intestinais.
- Medidas de proteção do ureter.
- Perfusão ou resfriamento do sistema coletor em casos selecionados.
- Monitoramento térmico.
- Planejamento com contraste e fusão de imagens.

Depois do tratamento
Como saber se o tumor foi tratado?
Como a massa não é retirada, a região tratada permanece visível nos exames e a avaliação da resposta segue critérios próprios.
- Exames com contraste avaliam a presença de tecido viável.
- A zona de ablação pode ser maior que o tumor inicial.
- Alterações de tamanho devem ser interpretadas junto ao padrão de realce.
- O acompanhamento seriado é necessário.
- Nova ablação pode ser considerada em caso de persistência ou recorrência.
Seguimento
Acompanhamento após a ablação renal
A jornada de seguimento é individual e não segue um calendário universal: ablação, exame de controle, avaliação da função renal, análise da resposta local, seguimento seriado e, quando necessário, retratamento ou outra estratégia.
Decisão informada
O tumor do rim pode ser tratado sem retirada cirúrgica?
A decisão depende do tamanho, da localização, do resultado da biópsia, da função renal, do risco cirúrgico e da possibilidade de vigilância ativa. A equipe RADAM pode revisar os exames e discutir as opções com o paciente ou com o médico solicitante.
Benefícios potenciais
O que o procedimento pode oferecer
- Tratamento local do tumor sem incisão cirúrgica.
- Preservação do maior volume possível de tecido renal funcional.
- Alternativa a ser considerada em pacientes com maior risco cirúrgico.
- Possibilidade de repetição em persistência ou recorrência local selecionada.
- Internação e recuperação geralmente mais curtas que a cirurgia aberta.
Riscos e limitações
Riscos possíveis e limitações
Riscos possíveis
- Dor no local tratado.
- Sangramento ou hematoma perirrenal.
- Sangue na urina.
- Infecção.
- Alteração da função renal.
- Lesão do sistema coletor.
- Lesão do ureter.
- Extravasamento de urina.
- Lesão térmica de estruturas próximas, como intestino, pâncreas ou baço.
- Ablação incompleta, com tecido tumoral residual.
- Necessidade de drenagem ou de novo procedimento.
- Recorrência local.
Esta página tem caráter informativo e não substitui a consulta médica. A indicação da ablação renal depende do tamanho e da localização do tumor, do resultado da biópsia, da função renal, dos riscos clínicos e de avaliação multidisciplinar, além de equipe habilitada e estrutura hospitalar compatível. Situações de urgência não devem aguardar WhatsApp ou formulário.
Transparência
Limitações do método
- Não é indicada para todos os tumores renais.
- Lesões grandes, centrais ou com anatomia desfavorável podem não ser candidatas.
- Não remove a lesão, o que limita a análise histológica completa do tumor.
- Pode apresentar maior necessidade de retratamento local que a cirurgia.
- Não substitui automaticamente a nefrectomia parcial.
- Não elimina a necessidade de acompanhamento por imagem.
Outras possibilidades
Alternativas que podem ser avaliadas
- Nefrectomia parcial.
- Nefrectomia radical em casos indicados.
- Vigilância ativa em tumores selecionados.
- Tratamento sistêmico conforme o estadiamento.
- Embolização em cenários selecionados.
Segurança
Sinais de alerta após o procedimento
- Dor intensa ou progressiva.
- Sangramento significativo na urina.
- Redução importante do volume de urina ou dificuldade para urinar.
- Febre persistente ou calafrios.
- Tontura, desmaio ou aumento do volume do abdome.
- Vômitos repetidos ou piora importante do estado geral.
Na presença de qualquer um desses sinais, entre em contato com a equipe ou procure atendimento médico.
Relação clínica
Situações clínicas relacionadas
Contextos em que a ablação renal pode ser avaliada, sempre de forma individual.
Tumores e nódulos no rim
Nódulo, cisto ou tumor identificado no rim, geralmente durante exames de imagem. Pode ser benigno ou exigir investigação e tratamento.
Ver condiçãoMassa renal
Lesão sólida ou complexa identificada no rim, que pode ser benigna ou maligna e exige investigação.
Ver condiçãoCarcinoma de células renais
Tumor maligno mais frequente do rim, com subtipos histológicos e comportamentos diferentes.
Ver condiçãoRim único
Situação em que existe apenas um rim funcionante, exigindo planejamento que priorize a preservação renal.
Ver condiçãoTumores renais bilaterais
Presença de lesões tumorais nos dois rins, cenário que exige estratégia individualizada de preservação renal.
Ver condição
Linha de cuidado
Procedimentos relacionados
Outros procedimentos que podem fazer parte da investigação ou do cuidado de lesões renais. A presença nesta lista não significa indicação.
Ablações Percutâneas de Tumores
Tratamento em que agulhas ou aplicadores são posicionados diretamente no tumor, com orientação por imagem, para destruir o tecido-alvo com calor, frio ou outras formas de energia.
Ver procedimentoBiópsia do rim
Procedimento guiado por imagem que permite retirar uma pequena amostra do rim para investigar uma lesão ou determinadas alterações do órgão.
Ver procedimentoAblação Percutânea de Tumor do Fígado
Tratamento em que uma agulha-aplicador é posicionada dentro do tumor do fígado, com orientação por imagem, para destruir o tecido-alvo com calor ou frio, sem cortes cirúrgicos.
Ver procedimentoNefrostomia Percutânea
Quando a urina não consegue sair do rim, pode ser possível colocar um cateter fino através da pele, com orientação por imagem, para drenar a urina. A drenagem alivia a pressão em situações selecionadas, mas não trata por si só a causa da obstrução.
Ver procedimentoDrenagem Percutânea de Abscessos e Coleções
Abscessos e algumas coleções podem ser acessados através da pele com orientação por ultrassonografia ou tomografia. O conteúdo pode ser aspirado ou drenado por um cateter, conforme a localização, a consistência e a causa da alteração. A necessidade do procedimento é definida pela avaliação conjunta do quadro clínico, dos exames laboratoriais e das imagens.
Ver procedimento
Procedimento realizado em ambiente hospitalar
Após a avaliação e a indicação, a RADAM participa do planejamento, da coordenação hospitalar e do acompanhamento do paciente.
A ablação renal exige revisão prévia dos exames, avaliação da função renal, definição da técnica e estrutura hospitalar compatível com o procedimento e a observação posterior. A disponibilidade de cada tecnologia é confirmada caso a caso.
Equipe RADAM
Equipe médica relacionada

Dr. Antônio Oliveira de Araújo
Radiologia Intervencionista • Vascular e Endovascular
- Radiologista IntervencionistaRQE 5333
- Cirurgia Vascular / EndovascularRQE 3517
CRM-AM 6045

Dr. Marcos André Filgueiras Dias
Radiologia Intervencionista • Vascular e Endovascular
- Radiologista IntervencionistaRQE 6404
- Cirurgia Vascular / EndovascularRQE 6389
CRM-AM 7381

Dra. Ruth da Silva Pinheiro
Radiologia Intervencionista • Vascular e Endovascular
- Radiologista IntervencionistaRQE 5659
- Cirurgia Vascular / EndovascularRQE 5633
CRM-AM 8927

Dr. Sildomar Queiroz e Silva
Neurorradiologia • Radiologia Intervencionista
- NeurorradiologiaRQE 6537
- Radiologista IntervencionistaRQE 6192
- Radiologia e Diagnóstico por ImagemRQE 6191
CRM-AM 9916
Dúvidas comuns
Perguntas frequentes
Para médicos
Área para médicos
Discuta o caso, encaminhe o paciente ou solicite o procedimento pelos fluxos clínicos da RADAM.
Conteúdo revisado por
Dr. Antônio Oliveira de Araújo
Radiologista Intervencionista · Cirurgia Vascular / Endovascular
Mestre em Cirurgia · Professor de Medicina
Membro Titular do CBR–SOBRICE
CRM-AM 6045 | RQE 5333 | RQE 3517
Última revisão clínica: 23/08/2026
Conteúdo em elaboração editorial. As informações desta página serão ampliadas após revisão clínica.
Informação responsável
Esta página é informativa e não substitui a consulta médica. A indicação, a técnica, o preparo e a recuperação dependem da avaliação individual de cada caso.
Próximo passo
Quer saber se um tumor renal pode ser tratado por ablação?
Envie os exames para avaliação. A equipe RADAM analisará a localização da massa, o resultado da biópsia, a função renal e as opções de tratamento.
Nenhum documento é enviado nesta etapa do protótipo. A equipe orienta o envio seguro após o contato.



