RADAM — Radiologia Intervencionista da Amazônia

Saúde vascular

AVC (derrame cerebral)

O AVC acontece quando a circulação de uma parte do cérebro é interrompida por uma obstrução ou por um sangramento e exige atendimento médico imediato.

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Visão geral

O que é derrame cerebral / avc

AVC significa acidente vascular cerebral, conhecido popularmente como derrame cerebral. Ele ocorre quando uma artéria do cérebro fica obstruída ou quando um vaso se rompe. Sem circulação adequada, as células cerebrais podem ser lesionadas rapidamente, por isso o AVC é uma emergência médica: diante de sinais súbitos, ligue imediatamente para o SAMU pelo número 192. Na RADAM — Radiologia Intervencionista da Amazônia, em Manaus (AM) —, a equipe de Neurointervenção atua na avaliação e no tratamento endovascular de doenças dos vasos cerebrais, em conjunto com Neurologia e Neurocirurgia.

Causas e mecanismos

Por que derrame cerebral / avc acontece

No AVC isquêmico, um coágulo obstrui uma artéria e reduz a chegada de sangue a uma parte do cérebro. O coágulo pode se formar na própria artéria, em placas de aterosclerose, ou vir do coração e das carótidas. No AVC hemorrágico, um vaso se rompe e provoca sangramento no cérebro ou ao seu redor, o que pode estar relacionado a pressão arterial elevada, aneurisma cerebral, malformação arteriovenosa, alterações da coagulação e outras doenças dos vasos cerebrais. Somente os exames de imagem permitem diferenciar com segurança os dois tipos.

Fatores de risco

  • Pressão arterial elevada
  • Diabetes
  • Colesterol elevado
  • Tabagismo
  • Fibrilação atrial e outras doenças cardíacas
  • Sedentarismo
  • Obesidade
  • Consumo excessivo de álcool
  • Estenose das carótidas
  • AVC ou ataque isquêmico transitório anterior

Manifestações

Principais manifestações

  • Fraqueza ou dormência súbita em um lado do corpo
  • Boca torta ou assimetria do rosto
  • Dificuldade para falar ou fala enrolada
  • Perda ou alteração súbita da visão
  • Confusão mental ou dificuldade para compreender
  • Desequilíbrio, tontura repentina ou dificuldade para caminhar
  • Dor de cabeça súbita e muito intensa
  • Desmaio ou convulsão

Investigação

Como é investigada

No hospital, a equipe avalia os sintomas, o horário de início e as condições clínicas. A tomografia do crânio ajuda a diferenciar obstrução arterial e sangramento. Angiotomografia, angiorressonância ou angiografia podem identificar a artéria afetada, e em situações selecionadas exames adicionais ajudam a estimar quais regiões do cérebro ainda podem se beneficiar do tratamento. Após a fase aguda, a investigação da causa pode incluir avaliação do coração, das carótidas, da coagulação e de outros fatores relacionados.

Exames habitualmente utilizados

  • Avaliação clínica e neurológica imediata
  • Tomografia do crânio
  • Angiotomografia ou angiorressonância das artérias cerebrais e cervicais
  • Angiografia cerebral por cateter, em casos selecionados
  • Exames adicionais de perfusão ou imagem avançada, em situações selecionadas
  • Investigação cardiológica, carotídea e laboratorial após a fase aguda

Diagnósticos diferenciais

Outras condições que podem gerar achados semelhantes

  • Ataque isquêmico transitório
  • Aneurisma cerebral e hemorragia subaracnóidea
  • Malformação arteriovenosa cerebral
  • Trombose venosa cerebral
  • Tumor cerebral
  • Enxaqueca com sintomas neurológicos
  • Paralisia facial periférica
  • Crise epiléptica e alterações metabólicas

Evolução

Gravidade, evolução e complicações

A evolução varia conforme o tipo de AVC, a artéria envolvida, a extensão da área afetada, o tempo até o atendimento e as condições clínicas do paciente. Alguns pacientes recuperam grande parte das funções, enquanto outros mantêm sequelas e precisam de reabilitação prolongada. Não é possível prometer recuperação completa ou ausência de sequelas.

Complicações possíveis

  • Sequelas motoras, de fala ou de visão
  • Dificuldade para engolir e risco de pneumonia
  • Aumento da pressão dentro do crânio
  • Novo sangramento no AVC hemorrágico
  • Crises epilépticas
  • Trombose venosa e outras complicações da internação
  • Novo AVC

Possibilidades

Tratamentos possíveis

O tratamento depende do tipo de AVC. No AVC isquêmico, o tempo de início dos sintomas, a artéria obstruída, os exames de imagem e as condições do paciente definem as possibilidades, que podem incluir medicamento para dissolver o coágulo ou trombectomia mecânica por cateter. No AVC hemorrágico, o objetivo é controlar o sangramento, reduzir complicações e tratar sua causa. Nenhum tratamento é indicado para todos os pacientes.

Tratamento clínico

Manejo clínico e acompanhamento

O cuidado hospitalar inclui monitorização, controle da pressão arterial, da glicemia e da temperatura, prevenção de complicações, reabilitação precoce e investigação da causa. Medicamentos que reduzem o risco de novos eventos são definidos apenas pela equipe assistente, após os exames de imagem. Não utilize anticoagulante, antiagregante ou trombolítico por conta própria.

Cirurgia

Tratamento cirúrgico

Em determinados AVCs hemorrágicos, a Neurocirurgia pode ser necessária para tratar o sangramento, aliviar a pressão dentro do crânio ou tratar a causa, como um aneurisma. A indicação depende da causa, da localização e da extensão do sangramento e das condições clínicas.

Radiologia Intervencionista

Quando a Radiologia Intervencionista pode ser considerada

A Neurointervenção utiliza cateteres e imagens em tempo real para diagnosticar e tratar determinadas doenças dos vasos cerebrais. No AVC isquêmico causado pela obstrução de uma artéria cerebral importante, a trombectomia mecânica pode ser considerada em pacientes selecionados. Em causas de AVC hemorrágico, como aneurisma e malformação arteriovenosa, o tratamento endovascular também pode ser uma possibilidade.

Possibilidades terapêuticas

  • Trombólise intravenosa no hospital, em pacientes selecionados
  • Trombectomia mecânica por cateter, em pacientes selecionados
  • Tratamento hospitalar, prevenção de complicações e reabilitação
  • Tratamento da causa do sangramento no AVC hemorrágico
  • Controle dos fatores de risco para prevenir um novo AVC

Transparência

Limitações

A trombectomia não é indicada para todos os AVCs e não substitui o atendimento hospitalar imediato. Os tratamentos possuem riscos, incluindo sangramento, lesão vascular e complicações neurológicas, e nenhum deles garante recuperação completa. Esta página é informativa, não estabelece protocolo, não indica medicamentos ou doses e não permite concluir qual é o quadro de quem a lê.

Seguimento

Acompanhamento

Depois da fase aguda, o paciente pode precisar de reabilitação, investigação da causa, controle dos fatores de risco e acompanhamento com diferentes especialidades, incluindo fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional e acompanhamento neurológico.

Decisão compartilhada

Como a decisão é tomada

A conduta é definida no hospital e considera o tipo de AVC, o horário de início dos sintomas, a artéria envolvida, os achados da tomografia e dos exames vasculares, a extensão da área comprometida, a idade, as doenças associadas e os riscos de cada tratamento. Alguns pacientes podem ser selecionados para tratamento em períodos diferentes conforme exames e critérios especializados, mas todo minuto importa: o transporte ao hospital não deve ser retardado.

Emergência

AVC é uma emergência médica

Fraqueza ou dormência súbita em um lado do corpo, boca torta, dificuldade para falar, perda de visão, desequilíbrio repentino ou dor de cabeça súbita e muito intensa podem indicar AVC.

O que fazer imediatamente

  • Ligue imediatamente para o SAMU pelo número 192 e não espere os sintomas melhorarem
  • Anote o horário em que os sintomas começaram ou a última vez em que a pessoa foi vista bem
  • Não ofereça alimentos, bebidas ou medicamentos
  • Não deixe a pessoa dirigir
  • Mesmo que os sintomas desapareçam, procure atendimento de urgência

Diante de sintomas atuais, não utilize WhatsApp, formulário, envio de exames ou agendamento: ligue 192.

Resposta rápida

O que é um AVC?

AVC significa acidente vascular cerebral. Ele ocorre quando uma artéria do cérebro fica obstruída ou quando um vaso se rompe. Sem circulação adequada, as células cerebrais podem ser lesionadas rapidamente.

Quanto mais cedo o paciente chega a um hospital preparado, maiores são as possibilidades de avaliação e tratamento.

Dois tipos

AVC isquêmico e AVC hemorrágico

Os dois tipos têm mecanismos e tratamentos diferentes.

  • AVC isquêmico

    Acontece quando um coágulo obstrui uma artéria e reduz a chegada de sangue a uma parte do cérebro. É o tipo em que medicamentos para dissolver o coágulo ou a trombectomia mecânica podem ser considerados.

  • AVC hemorrágico

    Acontece quando um vaso se rompe e provoca sangramento no cérebro ou ao seu redor. O tratamento é diferente e depende da causa, da localização e da extensão do sangramento.

Somente os exames de imagem permitem diferenciar com segurança o AVC isquêmico do hemorrágico. Anticoagulante, antiagregante e trombolítico não devem ser utilizados antes da tomografia e da avaliação hospitalar.

Reconhecimento

Quais são os sinais de AVC?

Três testes simples ajudam a reconhecer um AVC.

Outros sinais possíveis

  • Dormência ou fraqueza em um lado do corpo
  • Perda ou alteração súbita da visão
  • Confusão mental
  • Dificuldade para compreender
  • Desequilíbrio ou dificuldade para caminhar
  • Tontura repentina
  • Dor de cabeça súbita e muito intensa
  • Desmaio ou convulsão
  • Sorriso

    Peça para a pessoa sorrir e observe se um lado da boca está torto.

  • Braços

    Peça para levantar os dois braços e observe se um braço cai ou apresenta fraqueza.

  • Fala

    Peça para repetir uma frase simples e observe se a fala está enrolada, confusa ou ausente.

Se qualquer alteração surgir de forma súbita, ligue imediatamente para o SAMU — 192.

Sintomas transitórios

Sintomas passageiros também precisam de avaliação

Quando os sinais duram poucos minutos e desaparecem, pode ter ocorrido um ataque isquêmico transitório, conhecido como AIT. Mesmo sem sintomas persistentes, existe necessidade de avaliação médica urgente.

Sintomas que desapareceram não dispensam atendimento de urgência e não devem ser encaminhados apenas para acompanhamento eletivo.

Investigação

Como o AVC é diagnosticado?

  • 1. Avaliação imediata

    A equipe verifica os sintomas, o horário de início e as condições clínicas.

  • 2. Tomografia do crânio

    Ajuda a diferenciar obstrução arterial e sangramento.

  • 3. Avaliação das artérias

    Angiotomografia, angiorressonância ou angiografia podem identificar a artéria afetada.

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  • 4. Avaliação do tecido cerebral

    Em situações selecionadas, exames adicionais ajudam a estimar quais regiões ainda podem se beneficiar do tratamento.

  • 5. Investigação da causa

    Após a fase aguda, podem ser avaliados coração, carótidas, coagulação e outros fatores relacionados.

AVC isquêmico

Como o AVC isquêmico pode ser tratado?

O tratamento depende do tempo de início dos sintomas, da artéria obstruída, dos exames de imagem e das condições do paciente.

  • Trombólise intravenosa

    Em pacientes selecionados, um medicamento pode ser administrado no hospital para ajudar a dissolver o coágulo. A indicação depende do tempo, dos exames e do risco de sangramento.

  • Trombectomia mecânica

    Em determinados AVCs causados pela obstrução de uma artéria cerebral importante, cateteres podem ser utilizados para retirar o coágulo e restabelecer a circulação.

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  • Tratamento hospitalar e prevenção

    Outros cuidados podem incluir controle clínico, prevenção de complicações, investigação da causa, reabilitação e medidas para reduzir o risco de um novo AVC.

Não existe uma janela única e rígida para todos os tratamentos: alguns pacientes podem ser selecionados em períodos diferentes conforme exames e critérios especializados, mas todo minuto importa.

Neurointervenção

O que é a trombectomia cerebral?

É um tratamento minimamente invasivo realizado por cateter para retirar um coágulo que obstrui uma artéria cerebral. O procedimento é indicado somente para pacientes selecionados após avaliação clínica e por imagem.

Como é realizada

  • Uma pequena punção permite acesso ao sistema arterial
  • Cateteres são conduzidos até a circulação cerebral
  • Dispositivos específicos alcançam e removem o coágulo
  • O objetivo é restabelecer o fluxo o mais rapidamente possível
  • O paciente continua em tratamento e monitoramento hospitalar

A trombectomia não é indicada para todos os AVCs e não deve atrasar o transporte ao hospital.

AVC hemorrágico

Como o AVC hemorrágico é tratado?

O tratamento busca controlar o sangramento, reduzir complicações e tratar sua causa. A conduta pode envolver cuidados intensivos, medicamentos, Neurocirurgia ou procedimentos endovasculares.

Possíveis causas relacionadas

  • Pressão arterial elevada
  • Aneurisma cerebral
  • Malformação arteriovenosa
  • Alterações da coagulação
  • Outras doenças dos vasos cerebrais

Nem todo AVC hemorrágico precisa de embolização ou cirurgia: a conduta é individualizada.

Neurointervenção

Como a Neurointervenção pode ajudar?

A Neurointervenção utiliza cateteres e imagens em tempo real para diagnosticar e tratar determinadas doenças dos vasos cerebrais.

  • Trombectomia mecânica cerebral

    Remoção do coágulo por cateter em AVCs isquêmicos selecionados.

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  • Angiografia cerebral

    Estudo detalhado dos vasos do cérebro por cateter, em casos selecionados.

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  • Embolização de aneurisma cerebral

    Tratamento endovascular de aneurismas, uma das causas de sangramento cerebral.

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  • Embolização de malformação arteriovenosa

    Tratamento endovascular de malformações dos vasos cerebrais.

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  • Tratamento endovascular do vasoespasmo

    Abordagem do estreitamento arterial que pode ocorrer após hemorragia subaracnóidea.

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  • Angioplastia intracraniana

    Tratamento de estreitamentos das artérias do cérebro, quando clinicamente relacionado.

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Depois da emergência

O acompanhamento continua depois da emergência?

Sim. Depois da fase aguda, o paciente pode precisar de reabilitação, investigação da causa, controle dos fatores de risco e acompanhamento com diferentes especialidades.

  • Fisioterapia
  • Fonoaudiologia
  • Terapia ocupacional
  • Acompanhamento neurológico
  • Controle da pressão, diabetes e colesterol
  • Avaliação do coração e das artérias
  • Apoio emocional e familiar
  • Prevenção de um novo AVC

A recuperação varia de pessoa para pessoa e não é possível prometer recuperação completa.

Prevenção

É possível reduzir o risco de AVC?

Muitos fatores associados ao AVC podem ser identificados e tratados.

  • Pressão arterial elevada
  • Diabetes
  • Colesterol elevado
  • Tabagismo
  • Fibrilação atrial e outras doenças cardíacas
  • Sedentarismo
  • Obesidade
  • Consumo excessivo de álcool
  • Estenose das carótidas
  • AVC ou AIT anterior

A angioplastia de carótida não é indicada para toda estenose carotídea: a decisão é individualizada.

Segunda Opinião RADAM

Precisa revisar exames após um AVC ou avaliar uma doença vascular cerebral?

Depois da fase de emergência, a equipe pode revisar exames e avaliar doenças vasculares cerebrais que possam exigir investigação ou tratamento especializado.

Se os sintomas começaram agora ou reapareceram, não utilize este canal. Ligue imediatamente para o SAMU — 192.

Próximo passo

Depois da emergência, entenda os próximos passos

A revisão dos exames pode ajudar a investigar a causa do AVC e avaliar a necessidade de acompanhamento ou tratamento vascular cerebral.

Sintomas súbitos agora? Ligue 192.

Possibilidades técnicas

Procedimentos que podem ser avaliados

Relação informativa entre a condição e técnicas de Radiologia Intervencionista. A indicação depende sempre de avaliação individual.

Equipe RADAM

Equipe médica relacionada

  • Dr. Antônio Oliveira de Araújo — RADAM

    Dr. Antônio Oliveira de Araújo

    Radiologia Intervencionista • Vascular e Endovascular

    • Radiologista IntervencionistaRQE 5333
    • Cirurgia Vascular / EndovascularRQE 3517

    CRM-AM 6045

  • Dr. Marcos André Filgueiras Dias — RADAM

    Dr. Marcos André Filgueiras Dias

    Radiologia Intervencionista • Vascular e Endovascular

    • Radiologista IntervencionistaRQE 6404
    • Cirurgia Vascular / EndovascularRQE 6389

    CRM-AM 7381

  • Dr. Paulo Inácio Alves Ramos Diniz — RADAM

    Dr. Paulo Inácio Alves Ramos Diniz

    Cirurgia Vascular • Angiorradiologia e Cirurgia Endovascular

    • Cirurgia VascularRQE 4051
    • Angiorradiologia e Cirurgia EndovascularRQE 5409

    CRM-AM 7392

  • Dra. Ruth da Silva Pinheiro — RADAM

    Dra. Ruth da Silva Pinheiro

    Radiologia Intervencionista • Vascular e Endovascular

    • Radiologista IntervencionistaRQE 5659
    • Cirurgia Vascular / EndovascularRQE 5633

    CRM-AM 8927

  • Dr. Sildomar Queiroz e Silva — RADAM

    Dr. Sildomar Queiroz e Silva

    Neurorradiologia • Radiologia Intervencionista

    • NeurorradiologiaRQE 6537
    • Radiologista IntervencionistaRQE 6192
    • Radiologia e Diagnóstico por ImagemRQE 6191

    CRM-AM 9916

Dúvidas comuns

Perguntas frequentes

Para médicos

Área para médicos

Discuta o caso, encaminhe o paciente ou solicite o procedimento pelos fluxos clínicos da RADAM.

Conteúdo revisado por

  • Dr. Sildomar Queiroz e Silva

    Neurorradiologia · Radiologista Intervencionista · Radiologia e Diagnóstico por Imagem

    CRM-AM 9916 | RQE 6537 | RQE 6192 | RQE 6191

Última revisão clínica: 31/08/2026

Informação responsável

Esta página é informativa e não substitui a consulta médica. A indicação, a técnica, o preparo e a recuperação dependem da avaliação individual de cada caso.

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