RADAM — Radiologia Intervencionista da Amazônia

Acesso Vascular · Cateter Central pelo Braço

Implante de PICC guiado por ultrassom

PICC: cateter central de inserção periférica

O PICC é um cateter introduzido por uma veia do braço e conduzido até o sistema venoso central. Pode ser utilizado em tratamentos intravenosos de duração intermediária ou prolongada, como antibióticos, nutrição parenteral, quimioterapia e outras infusões selecionadas. A escolha do PICC depende do tratamento previsto, das condições das veias, da necessidade de lúmens, do risco de trombose e da possibilidade de manutenção adequada.

  • Ultrassom
  • Fluoroscopia

Esta página é informativa. A indicação de qualquer procedimento depende de avaliação médica individual.

Visão geral

O que é PICC

PICC é a sigla de Peripherally Inserted Central Catheter — em português, cateter central de inserção periférica. Ele entra por uma veia periférica, geralmente do braço, percorre o sistema venoso e termina com a ponta em posição venosa central. Possui uma ou mais conexões externas, pode permanecer durante o tratamento enquanto houver indicação clínica e exige curativo e manutenção realizados por equipe treinada.

Finalidade

Para que pode ser utilizada

O PICC pode ser considerado quando o tratamento exige acesso venoso central por período intermediário ou prolongado. As utilizações abaixo não são equivalentes entre si: cada uma depende do medicamento, do plano terapêutico e do protocolo da equipe assistencial.

  • Antibióticos por período prolongado
  • Nutrição parenteral
  • Medicamentos intravenosos recorrentes
  • Terapias biológicas
  • Quimioterapia em situações selecionadas
  • Hidratação prolongada
  • Tratamentos hematológicos
  • Acesso em pacientes com rede venosa difícil
  • Coleta de sangue quando permitida pelo protocolo
  • Continuidade de terapia fora do hospital, quando adequado

Técnica

Como é realizado

Após a confirmação da indicação e a avaliação clínica, os braços são avaliados por ultrassom para escolher a veia e o dispositivo. Com preparo estéril e anestesia local, a punção é guiada por ultrassom, o fio-guia é introduzido, o trajeto é medido e o PICC é progredido até posição venosa central. A posição da ponta é confirmada, o funcionamento é testado e o dispositivo é fixado com curativo estéril, seguido do registro e das orientações de cuidado. Não há duração fixa: o tempo depende da anatomia e das condições do caso.

  • Acesso: Punção de veia do braço guiada por ultrassom, com progressão do cateter até o sistema venoso central.
  • Anestesia: Frequentemente realizado com anestesia local. Sedação não é obrigatória em todos os casos e depende de idade, ansiedade, cooperação e condição clínica; desconforto pode ocorrer.

Por que o ultrassom é utilizado

  • Ultrassom

    Identifica as veias do braço, avalia calibre e compressibilidade, pode identificar trombose, mostra artérias e nervos próximos, orienta a punção em tempo real e ajuda a escolher o ponto de entrada. Não elimina todas as complicações.

  • Confirmação da ponta

    A posição venosa central pode ser confirmada por diferentes métodos, como fluoroscopia, métodos eletrocardiográficos ou radiografia, conforme a técnica utilizada. Reposicionamento pode ser necessário.

Como funciona na RADAM

Etapas do procedimento

  1. 01

    Solicitação médica

    A equipe assistencial encaminha a solicitação do acesso venoso.

  2. 02

    Análise da terapia

    Medicamentos, duração e frequência previstos são analisados.

  3. 03

    Avaliação das veias

    As veias dos braços são avaliadas clinicamente e por ultrassom.

  4. 04

    Preservação venosa

    Histórico renal e necessidade futura de fístula são considerados.

  5. 05

    Escolha do calibre e lúmens

    Define-se a configuração mínima compatível com a terapia prescrita.

  6. 06

    Implantação guiada por ultrassom

    Punção do braço orientada por ultrassom, com progressão do cateter.

  7. 07

    Confirmação da ponta

    A posição venosa central é confirmada conforme o método disponível.

  8. 08

    Orientação e registro

    O dispositivo é registrado e paciente e cuidador recebem orientações.

  9. 09

    Utilização e manutenção

    O acesso é utilizado e mantido por equipe treinada, conforme protocolo.

  10. 10

    Retirada quando indicada

    A remoção é avaliada ao término do tratamento ou diante de complicações.

O fluxo, a anestesia, o ambiente hospitalar e o tempo de recuperação variam conforme o procedimento e as condições do paciente.

Preparo

Como se preparar

  • Levar exames laboratoriais e de imagem solicitados
  • Informar medicamentos em uso, especialmente anticoagulantes e antiagregantes
  • Informar doença renal, hemodiálise atual ou prevista
  • Informar trombose, infecção prévia ou cateteres anteriores no braço
  • Informar cirurgias, radioterapia ou dispositivos venosos prévios
  • Seguir a orientação de jejum fornecida pela equipe

A solicitação será confirmada após avaliação da indicação e das condições venosas.

Depois do procedimento

Recuperação e cuidados

O braço pode apresentar desconforto local nos primeiros dias. A liberação para uso do cateter e as orientações de curativo são definidas pela equipe responsável, sem prazo fixo.

Cuidados posteriores

  • Manter o curativo conforme orientação
  • Proteger o segmento externo e as conexões
  • Evitar tração e manipulação do cateter
  • Observar vermelhidão, dor, secreção ou inchaço do braço
  • Seguir a orientação para banho e atividades
  • Comparecer às trocas de curativo programadas
  • Informar a presença do PICC antes de exames e procedimentos
  • Manter a identificação do dispositivo

Nomenclatura

Por que o PICC é um cateter central

  • É um cateter central de inserção periférica
  • Entra por uma veia periférica, geralmente do braço
  • Percorre o sistema venoso do braço e do tórax
  • A ponta termina em posição venosa central
  • Possui uma ou mais conexões externas
  • Pode permanecer enquanto houver indicação clínica
  • Exige curativo e manutenção

O PICC entra pelo braço, mas não é um acesso periférico comum: sua ponta fica no sistema venoso central.

Avaliação

Quando o PICC pode ser considerado

  • Tratamento de duração intermediária ou prolongada
  • Necessidade de acesso venoso central
  • Medicamentos inadequados para pequenas veias periféricas
  • Infusões repetidas
  • Dificuldade de acesso periférico
  • Possibilidade de cuidados regulares com o dispositivo
  • Necessidade de evitar punções frequentes
  • Paciente clinicamente adequado
  • Rede venosa do braço compatível

A indicação deve considerar o tratamento completo, e não apenas a dificuldade da punção do dia.

Transparência

Quando pode não ser a melhor opção

Nenhum dos itens abaixo representa contraindicação absoluta sem avaliação individual, mas cada um pode indicar que outro acesso seja mais adequado.

  • Tratamento muito curto
  • Necessidade de fluxo muito elevado
  • Veias do braço inadequadas
  • Trombose no membro
  • Infecção ou lesão no local de punção
  • Obstrução venosa central
  • Alto risco de trombose
  • Dificuldade para manter curativo
  • Necessidade futura de fístula para hemodiálise
  • Doença renal avançada
  • Anatomia desfavorável
  • Indicação possivelmente mais adequada para Port-a-Cath, cateter venoso central ou cateter tunelizado

Comparação

PICC, Midline ou cateter periférico?

  • Cateter periférico curto

    Permanece em veia periférica e é destinado geralmente a terapias de menor duração. Possui limitações para determinados medicamentos.

  • Midline

    Entra por uma veia do braço e possui comprimento intermediário, mas sua ponta não chega ao sistema venoso central. Não deve ser chamado de PICC.

  • PICC

    Entra por uma veia do braço, percorre um trajeto maior e sua ponta fica no sistema venoso central, podendo receber terapias compatíveis com acesso central.

A diferença não é apenas o comprimento visível, mas principalmente a posição final da ponta.

Comparação

PICC ou Port-a-Cath?

Comparação geral entre PICC e Port-a-Cath

  • Segmento externo

    PICC
    Sim
    Port-a-Cath
    Não, quando não acessado
  • Entrada

    PICC
    Veia do braço
    Port-a-Cath
    Veia central com reservatório sob a pele
  • Curativo contínuo

    PICC
    Sim
    Port-a-Cath
    Não após cicatrização, quando não acessado
  • Uso

    PICC
    Contínuo ou frequente
    Port-a-Cath
    Frequentemente intermitente e prolongado
  • Punção para cada uso

    PICC
    Não
    Port-a-Cath
    Sim, no reservatório
  • Manutenção

    PICC
    Regular
    Port-a-Cath
    Necessária conforme uso e protocolo

Um não é universalmente melhor que o outro. A escolha depende da terapia, duração, frequência e rotina do paciente.

Planejamento

Qual veia pode ser utilizada

  • As veias do braço são avaliadas por ultrassom
  • A veia basílica pode ser considerada
  • As veias braquiais podem ser avaliadas
  • A veia cefálica pode ser utilizada em situações selecionadas
  • O calibre da veia é importante
  • Profundidade e trajeto influenciam a escolha
  • A relação entre o calibre do cateter e o da veia deve ser considerada
  • Trombose ou alterações prévias podem impedir determinado acesso
  • A escolha é individualizada, sem veia obrigatória

Dispositivo

Quantos lúmens o PICC deve ter

  • O PICC pode possuir um ou mais lúmens
  • O número depende das terapias previstas
  • Medicamentos incompatíveis podem exigir vias distintas
  • Maior número de lúmens pode aumentar o calibre do cateter
  • Calibre maior pode influenciar o risco de trombose
  • Deve-se utilizar a configuração necessária ao tratamento
  • Mais lúmens não significa dispositivo melhor

O planejamento busca utilizar o menor calibre e o número de lúmens compatíveis com a terapia prescrita.

Posicionamento

Como a ponta do PICC é posicionada

  • O cateter percorre as veias do braço e do tórax
  • A ponta precisa chegar a uma posição venosa central adequada
  • A posição pode ser confirmada por diferentes métodos
  • A fluoroscopia pode ser utilizada
  • Métodos eletrocardiográficos podem ser considerados
  • A radiografia pode ser utilizada conforme a técnica
  • Anatomia e alterações venosas podem dificultar a progressão
  • Reposicionamento pode ser necessário

Preservação venosa

Pacientes com doença renal

  • As veias dos braços podem ser necessárias para uma futura fístula
  • O PICC pode causar trombose ou estenose venosa
  • Doença renal avançada exige avaliação cuidadosa
  • Histórico de hemodiálise deve ser informado
  • A expectativa de progressão renal deve ser considerada
  • Alternativas de acesso podem ser mais adequadas
  • A decisão pode envolver nefrologia e equipe vascular
  • O dispositivo não deve ser implantado de forma automática apenas pela facilidade técnica

Preservar as veias dos braços pode ser fundamental para o futuro acesso de hemodiálise.

Continuidade do tratamento

O PICC pode ser usado em casa?

  • Algumas terapias podem continuar fora do hospital
  • Depende do tratamento e da estrutura assistencial disponível
  • Paciente e cuidador precisam receber orientação
  • A manipulação deve ser feita por equipe treinada
  • Os curativos precisam ser programados
  • Sinais de complicação devem ser conhecidos
  • Atendimento domiciliar não é adequado em todos os casos

Cuidados

Cuidados com o curativo

  • Manter o curativo limpo e protegido
  • Não retirar sem orientação
  • Evitar molhar conforme instrução recebida
  • Não aplicar produtos caseiros
  • Observar vermelhidão e secreção
  • Manter as conexões protegidas
  • Seguir o protocolo da equipe para a troca
  • Curativo solto, úmido ou sujo precisa ser avaliado

Não existe intervalo universal de troca de curativo.

Rotina

Cuidados no dia a dia

  • Não puxar o cateter
  • Evitar manipulação desnecessária
  • Proteger o segmento externo
  • Não utilizar tesouras próximas ao dispositivo
  • Não tentar reposicionar o cateter
  • Não forçar infusão
  • Evitar atividades com risco de tração
  • Seguir a orientação para banho e exercícios
  • Informar a presença do dispositivo antes de outros procedimentos
  • Manter a identificação do PICC

Manutenção

Como é feita a manutenção

  • As conexões precisam de desinfecção
  • O funcionamento deve ser verificado
  • Os curativos devem seguir o protocolo assistencial
  • A permeabilidade deve ser mantida
  • A frequência depende do dispositivo, do uso e da instituição
  • A manutenção deve ser realizada por equipe treinada

Não existe cronograma universal de manutenção. Solução, volume e concentração são definidos pelo protocolo da equipe responsável.

Exames de imagem

PICC e contraste de tomografia

  • Somente modelos específicos permitem injeção sob alta pressão
  • A documentação do dispositivo precisa ser consultada
  • Não presumir compatibilidade
  • Calibre e modelo influenciam a utilização
  • Fluxo e pressão dependem do fabricante
  • Uso inadequado pode romper ou deslocar o dispositivo

Nem todo PICC pode ser utilizado em injetora de contraste.

Exames de imagem

PICC e ressonância magnética

  • A compatibilidade depende do modelo implantado
  • A documentação do dispositivo deve ser consultada
  • O paciente deve informar a presença do cateter
  • Condições específicas de exame podem existir

Não existe compatibilidade universal com ressonância magnética.

Disfunção

O que fazer se o PICC não funcionar

Possíveis causas

  • Dobra do cateter
  • Pinçamento
  • Mau posicionamento
  • Migração
  • Trombo
  • Bainha de fibrina
  • Precipitação de medicamento
  • Conexão fechada
  • Ruptura

Não force a infusão: interrompa a utilização e solicite avaliação. Exames podem ser necessários e reposicionamento, troca ou retirada podem ser considerados.

Sinais de alerta

Sinais que podem indicar infecção

  • Febre
  • Calafrios
  • Vermelhidão
  • Calor local
  • Dor progressiva
  • Secreção
  • Mau cheiro
  • Abertura da pele
  • Mal-estar durante a infusão

Febre não confirma isoladamente infecção do PICC, mas precisa ser investigada.

Sinais de alerta

Sinais que podem indicar trombose

  • Inchaço do braço
  • Dor
  • Sensação de peso
  • Mudança de coloração
  • Veias mais aparentes
  • Edema no ombro, pescoço ou face
  • Dificuldade nova de funcionamento do cateter

Falta de ar ou dor no peito exigem avaliação imediata.

Deslocamento

O PICC pode sair do lugar?

  • Tração pode deslocar o cateter
  • Movimentação do segmento externo pode ser percebida
  • A ponta pode migrar
  • O comprimento externo deve ser observado pela equipe
  • O paciente não deve empurrar o cateter de volta
  • Reposicionamento ou troca pode ser necessário
  • Dispositivo deslocado não deve ser utilizado sem avaliação

Retirada

Quando o PICC deve ser retirado

  • Término do tratamento
  • Ausência de necessidade de acesso central
  • Infecção em situações selecionadas
  • Trombose
  • Obstrução não recuperável
  • Ruptura
  • Deslocamento
  • Mau posicionamento
  • Extravasamento
  • Complicação local
  • Mudança da estratégia terapêutica

O PICC deve permanecer apenas enquanto houver indicação clínica. A página específica de retirada de cateter venoso está em elaboração editorial.

Retirada

Como é feita a retirada

  • Geralmente realizada por profissional treinado
  • Exige confirmação da indicação
  • O curativo é removido
  • O cateter é retirado de forma controlada
  • A integridade do dispositivo deve ser verificada
  • O local recebe curativo
  • Resistência ou suspeita de aderência exige avaliação

O paciente não deve retirar o PICC sozinho.

Segunda opinião

PICC é o acesso mais adequado para o tratamento?

A escolha depende da duração, medicamentos, frequência de uso, condições das veias, necessidade de lúmens e risco de trombose. Pacientes com doença renal exigem planejamento especial para preservar futuros acessos de hemodiálise.

Benefícios potenciais

O que o procedimento pode oferecer

  • Acesso venoso central obtido por punção de veia do braço
  • Punção guiada por ultrassom, sem incisão cirúrgica
  • Redução de punções repetidas em veias periféricas
  • Possibilidade de terapias compatíveis com acesso central
  • Continuidade do tratamento fora do hospital em situações selecionadas

Riscos e limitações

Riscos possíveis e limitações

Riscos possíveis

  • Durante ou após a implantação: sangramento, hematoma ou punção arterial
  • Irritação ou lesão nervosa
  • Alteração do ritmo cardíaco durante a passagem do cateter
  • Dificuldade de progressão ou mau posicionamento
  • Embolização do fio ou de fragmento em situação excepcional
  • Durante a utilização: infecção, trombose, flebite ou obstrução
  • Bainha de fibrina, migração ou deslocamento
  • Ruptura, vazamento ou extravasamento
  • Dermatite relacionada ao curativo e sangramento no local
  • Necessidade de troca ou retirada do dispositivo

Falta de ar, dor no peito, sangramento importante, febre alta ou inchaço rápido do braço exigem atendimento imediato. O PICC deve permanecer apenas enquanto houver indicação clínica. Esta página é informativa e não substitui avaliação médica individual.

Transparência

Limitações do método

  • A indicação depende do tratamento completo e da avaliação individual
  • As condições das veias do braço podem impedir o implante
  • Doença renal avançada exige planejamento para preservar veias
  • Compatibilidade com injeção de contraste e com ressonância depende do modelo
  • Não existe tempo fixo de permanência nem cronograma universal de manutenção
  • Percentuais universais de complicação não se aplicam a casos individuais

Outras possibilidades

Alternativas que podem ser avaliadas

  • Port-a-Cath — cateter venoso central totalmente implantável
  • Cateter venoso central de curta permanência
  • Cateter venoso tunelizado
  • Manutenção de acesso periférico, quando o tratamento permitir

Segurança

Sinais de alerta após o procedimento

  • Febre ou calafrios, especialmente durante a infusão
  • Vermelhidão, calor, dor crescente ou secreção no local de saída
  • Inchaço, dor ou mudança de coloração do braço
  • Edema de ombro, pescoço ou face
  • Dificuldade de infusão, vazamento ou deslocamento do cateter
  • Falta de ar ou dor no peito, que exigem avaliação imediata

Na presença de qualquer um desses sinais, entre em contato com a equipe ou procure atendimento médico.

Equipe RADAM

Equipe médica relacionada

  • Dr. Antônio Oliveira de Araújo — RADAM

    Dr. Antônio Oliveira de Araújo

    Radiologia Intervencionista • Vascular e Endovascular

    • Radiologista IntervencionistaRQE 5333
    • Cirurgia Vascular / EndovascularRQE 3517

    CRM-AM 6045

  • Dr. Marcos André Filgueiras Dias — RADAM

    Dr. Marcos André Filgueiras Dias

    Radiologia Intervencionista • Vascular e Endovascular

    • Radiologista IntervencionistaRQE 6404
    • Cirurgia Vascular / EndovascularRQE 6389

    CRM-AM 7381

  • Dr. Paulo Inácio Alves Ramos Diniz — RADAM

    Dr. Paulo Inácio Alves Ramos Diniz

    Cirurgia Vascular • Angiorradiologia e Cirurgia Endovascular

    • Cirurgia VascularRQE 4051
    • Angiorradiologia e Cirurgia EndovascularRQE 5409

    CRM-AM 7392

  • Dra. Ruth da Silva Pinheiro — RADAM

    Dra. Ruth da Silva Pinheiro

    Radiologia Intervencionista • Vascular e Endovascular

    • Radiologista IntervencionistaRQE 5659
    • Cirurgia Vascular / EndovascularRQE 5633

    CRM-AM 8927

Dúvidas comuns

Perguntas frequentes

Para médicos

Área para médicos

Discuta o caso, encaminhe o paciente ou solicite o procedimento pelos fluxos clínicos da RADAM.

Conteúdo revisado por

  • Dr. Antônio Oliveira de Araújo

    Radiologista Intervencionista · Cirurgia Vascular / Endovascular

    Mestre em Cirurgia · Professor de Medicina

    Membro Titular do CBR–SOBRICE

    CRM-AM 6045 | RQE 5333 | RQE 3517

Última revisão clínica: 24/08/2026

Conteúdo em elaboração editorial. As informações desta página serão ampliadas após revisão clínica.

Informação responsável

Esta página é informativa e não substitui a consulta médica. A indicação, a técnica, o preparo e a recuperação dependem da avaliação individual de cada caso.

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Envie a solicitação e as informações do tratamento. A equipe RADAM avaliará a duração da terapia, os medicamentos, as condições das veias e o dispositivo mais adequado.

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