RADAM — Radiologia Intervencionista da Amazônia

Acesso Vascular · Retirada de Dispositivos

Retirada de Port-a-Cath e Cateter Venoso

Técnica definida pelo dispositivo, não pelo hábito

Cateteres e dispositivos de acesso vascular devem permanecer somente enquanto forem necessários. Após o término do tratamento ou diante de determinadas complicações, pode ser indicada a retirada do Port-a-Cath, PICC, CVC, cateter tunelizado ou cateter para hemodiálise. A técnica depende do dispositivo, do tempo de implantação, da presença de cuff, das condições da pele, da veia e da suspeita de infecção ou trombose.

  • Ultrassom
  • Fluoroscopia

Esta página é informativa. A indicação de qualquer procedimento depende de avaliação médica individual.

Visão geral

Quando um cateter pode ser retirado?

A retirada é avaliada quando o dispositivo não é mais necessário ou quando surgem complicações. As situações abaixo não são equivalentes entre si e nenhuma delas indica retirada automática: a decisão depende da avaliação clínica, da necessidade futura de acesso e do tipo de cateter implantado.

Tipos de retirada

TIPOS DE RETIRADA DE CATETER

Cada dispositivo exige técnica própria. Um PICC não é retirado da mesma forma que um Port-a-Cath, e cateteres com cuff podem exigir liberação do tecido.

  • Retirada de PICC

    O cateter é removido pelo ponto de inserção no braço, com técnica controlada. A integridade do dispositivo deve ser conferida e qualquer resistência precisa ser investigada. O paciente não deve retirar sozinho.

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  • Retirada de CVC não tunelizado

    Realizada pelo ponto de entrada, exige controle do acesso e prevenção de entrada de ar. Posição do paciente e curativo dependem do local puncionado, e monitoramento pode ser necessário.

  • Retirada de cateter tunelizado

    Pode exigir pequena incisão. O cuff pode estar aderido ao tecido e precisa ser liberado de forma controlada, evitando tração excessiva.

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  • Retirada de Port-a-Cath / Portocath

    Exige acesso ao reservatório sob a pele. Reservatório e cateter precisam ser removidos, a conexão e a integridade do conjunto são verificadas e a incisão é fechada após a retirada.

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  • Retirada de Permcath

    É a retirada de um cateter tunelizado de hemodiálise. O cuff precisa ser liberado, o risco de sangramento e de entrada de ar deve ser considerado e o planejamento com a hemodiálise é necessário. Outro acesso deve estar disponível quando a diálise continuar.

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Resistência durante a retirada não deve ser vencida com força. A causa precisa ser investigada.

Finalidade

Para que pode ser utilizada

Possíveis motivos para avaliação da retirada, sempre analisados em conjunto com a equipe responsável pelo tratamento.

  • Término do tratamento
  • Ausência de necessidade clínica
  • Mudança de estratégia terapêutica
  • Dispositivo sem utilização prevista
  • Infecção em situações selecionadas
  • Exposição do dispositivo
  • Erosão da pele
  • Deslocamento
  • Mau posicionamento
  • Ruptura
  • Desconexão
  • Obstrução não recuperável
  • Dor persistente relacionada ao dispositivo
  • Trombose
  • Disfunção mecânica
  • Decisão da equipe responsável

Técnica

Como é realizado

O planejamento começa pela identificação do dispositivo implantado e pela confirmação do motivo da retirada. Após avaliação clínica, preparo estéril e anestesia local quando necessária, as fixações são liberadas e, nos cateteres tunelizados ou no Port-a-Cath, pode ser realizada incisão para liberação do cuff ou do reservatório. A retirada é controlada, a integridade do dispositivo é verificada, a ferida e o trajeto são avaliados e a hemostasia é obtida antes do fechamento ou do manejo aberto, conforme o caso. Esta descrição é informativa e não constitui tutorial de execução; nem todas as etapas se aplicam a todos os cateteres.

  • Acesso: Retirada percutânea pelo ponto de inserção ou de saída, com incisão e liberação do cuff ou do reservatório quando aplicável. Imagem pode ser utilizada em casos selecionados.
  • Anestesia: Muitos procedimentos utilizam anestesia local. Retiradas simples podem não exigir sedação; Port-a-Cath ou cateter firmemente aderido pode exigir estratégia adicional. Crianças podem necessitar de abordagem específica e a ansiedade e a complexidade prevista influenciam a decisão. Anestesia geral não é obrigatória em todos os casos.

Antes da retirada

Imagem de fluoroscopia mostrando o Port-a-Cath e seu cateter no tórax antes da retirada.
Antes da retirada, a imagem por raios X confirma a posição do reservatório e o trajeto do cateter no tórax.

Dispositivo já retirado

Port-a-Cath já retirado, com reservatório e cateter apoiados sobre campo cirúrgico azul.
Dispositivo já retirado: reservatório e cateter saem íntegros, em conjunto, ao final do procedimento.

Como funciona na RADAM

Etapas do procedimento

  1. 01

    Confirmação do dispositivo

    O tipo de cateter implantado é identificado com o cartão, o relatório ou a imagem disponível.

  2. 02

    Confirmação da indicação

    O motivo da retirada é confirmado com a equipe responsável pelo tratamento.

  3. 03

    Avaliação clínica

    Infecção, trombose, funcionamento, medicamentos e risco de sangramento são avaliados.

  4. 04

    Preparo estéril

    O campo é preparado conforme o local de entrada ou de saída do dispositivo.

  5. 05

    Anestesia local quando necessária

    A estratégia anestésica é definida conforme o dispositivo e a complexidade prevista.

  6. 06

    Liberação de fixações

    Pontos e fixações externas são liberados antes de qualquer tração.

  7. 07

    Incisão ou liberação do cuff

    Aplicável a cateteres tunelizados e ao Port-a-Cath, conforme o caso.

  8. 08

    Retirada controlada

    A remoção é feita sem tração excessiva; resistência é investigada, não vencida com força.

  9. 09

    Verificação da integridade

    Comprimento e integridade do dispositivo retirado são conferidos.

  10. 10

    Avaliação da ferida e do trajeto

    Ponto de saída, túnel e bolsa do reservatório são examinados.

  11. 11

    Hemostasia

    O controle do sangramento é obtido conforme o local e o calibre do cateter.

  12. 12

    Fechamento ou manejo aberto

    A estratégia depende das condições da ferida e da suspeita de infecção.

  13. 13

    Curativo

    O curativo adequado é aplicado e orientado.

  14. 14

    Orientações e acompanhamento

    Sinais de alerta, cuidados e retorno são orientados quando necessário.

O fluxo, a anestesia, o ambiente hospitalar e o tempo de recuperação variam conforme o procedimento e as condições do paciente.

Preparo

Como se preparar

  • Levar o cartão do dispositivo e o relatório de implantação, quando disponíveis
  • Levar a solicitação médica com o motivo da retirada
  • Informar medicamentos em uso, especialmente anticoagulantes e antiagregantes
  • Informar suspeita de infecção, febre, secreção ou dor no trajeto
  • Informar trombose prévia e dificuldades anteriores com o cateter
  • Levar exames laboratoriais e de imagem solicitados
  • Informar se a terapia ou a hemodiálise continuará após a retirada

O dispositivo não deve permanecer indefinidamente apenas porque não está causando sintomas.

Depois do procedimento

Recuperação e cuidados

Desconforto local pode ocorrer nos primeiros dias, conforme o dispositivo retirado e a necessidade de incisão. A cicatrização depende do tipo de cateter e das condições locais, sem prazo universal.

Cuidados posteriores

  • Manter o curativo conforme recomendação
  • Observar sangramento
  • Observar vermelhidão
  • Não manipular a ferida
  • Evitar esforço conforme orientação
  • Seguir as instruções para banho
  • Retornar para avaliação quando solicitado
  • Pontos podem exigir retirada posterior

Decisão clínica

Quem define a retirada?

  • Equipe responsável pelo tratamento
  • Médico que acompanha o paciente
  • Equipe de acesso vascular
  • Nefrologia nos cateteres de hemodiálise
  • Oncologia nos dispositivos utilizados para tratamento oncológico
  • Infectologia em situações selecionadas
  • A decisão considera a necessidade futura de acesso

A retirada não deve ocorrer apenas por solicitação administrativa, sem avaliação clínica.

Momento

O cateter deve ser retirado assim que o tratamento termina?

  • A ausência de necessidade favorece a avaliação para retirada
  • A possibilidade de nova terapia pode ser considerada
  • O tempo previsto até eventual reutilização influencia a decisão
  • A manutenção continua necessária enquanto o dispositivo estiver implantado
  • A permanência prolongada pode aumentar a exposição a complicações
  • A decisão deve ser compartilhada com o paciente e a equipe

Não existe prazo universal após o último tratamento.

Port-a-Cath

Retirada de Port-a-Cath ou Portocath

  • O reservatório fica sob a pele
  • A incisão geralmente é realizada sobre ou próxima à cicatriz
  • O tecido ao redor do reservatório é liberado
  • Cateter e reservatório são retirados
  • A integridade do conjunto é conferida
  • A bolsa pode precisar de limpeza
  • O fechamento depende das condições locais
  • A presença de infecção pode modificar a estratégia
  • Ferida infectada pode não receber fechamento convencional imediato

PICC

Retirada de PICC

  • O PICC possui segmento externo
  • A retirada pode parecer simples, mas deve ser controlada
  • A posição do paciente e do braço pode influenciar
  • Resistência pode ocorrer por espasmo, trombose, aderência ou outra causa
  • O cateter não deve ser tracionado com força
  • Comprimento e integridade devem ser verificados
  • Fragmento retido exige avaliação

CVC

Retirada de CVC não tunelizado

  • O cateter é retirado do local de inserção
  • Os cuidados dependem de acesso jugular, subclávio, axilar ou femoral
  • O controle de sangramento é necessário
  • A prevenção de entrada de ar faz parte da técnica
  • Curativo apropriado deve ser aplicado
  • O cateter deve ser examinado após a retirada

A página de implante de cateter venoso central não tunelizado está em elaboração editorial.

Cateter tunelizado

Retirada de cateter tunelizado

  • O cateter percorre um túnel sob a pele
  • O cuff adere progressivamente ao tecido
  • Pequena incisão pode ser necessária
  • O cuff precisa ser liberado
  • O cateter não deve ser puxado de forma brusca
  • Ponto de saída e túnel são avaliados
  • A integridade precisa ser confirmada

Hemodiálise

Retirada de Permcath

  • Permcath é termo popular para o cateter tunelizado de hemodiálise
  • Possui calibre maior
  • A retirada exige planejamento da próxima sessão de diálise
  • Deve-se confirmar se existe outro acesso funcional
  • Anticoagulação e risco de sangramento precisam ser avaliados
  • O cuff é liberado
  • Trajeto e ponto de saída são examinados
  • Suspeita de infecção modifica a abordagem

Infecção

Cateter infectado precisa ser sempre retirado?

  • Depende do tipo de dispositivo
  • A estabilidade clínica é relevante
  • Localização e extensão da infecção importam
  • O microrganismo identificado pode influenciar
  • Infecção do ponto de saída, do túnel e da corrente sanguínea não são iguais
  • A presença de complicações deve ser avaliada
  • A necessidade do acesso também é considerada
  • Determinadas situações exigem retirada rápida
  • Outras podem permitir estratégia individualizada

Febre isolada não confirma que o cateter seja a fonte da infecção.

Infecção

Infecção do ponto de saída, túnel ou reservatório

As apresentações não são equivalentes e a conduta é individualizada.

  • Ponto de saída

    Sinais possíveis
    Vermelhidão, dor e secreção próxima ao cateter externo
    Implicação
    Avaliação clínica orienta a conduta
  • Túnel

    Sinais possíveis
    Dor ou vermelhidão ao longo do trajeto, endurecimento e secreção
    Implicação
    Pode exigir retirada
  • Bolsa do Port-a-Cath

    Sinais possíveis
    Dor ou vermelhidão sobre o reservatório, secreção, exposição e alterações da pele
    Implicação
    A estratégia de fechamento pode ser modificada
  • Corrente sanguínea

    Sinais possíveis
    Febre, calafrios, instabilidade e sintomas durante a infusão
    Implicação
    Pode ocorrer sem alteração local

Investigação

É necessário fazer cultura da ponta?

  • Não é necessária em toda retirada eletiva
  • Pode ser solicitada quando há suspeita de infecção
  • A decisão depende do contexto clínico
  • O resultado deve ser interpretado junto a culturas de sangue e ao quadro clínico

A coleta não é automática em todos os procedimentos.

Trombose

Trombose e retirada do cateter

  • A trombose pode estar associada ao dispositivo
  • A retirada não é automática em todos os casos
  • A necessidade do cateter deve ser considerada
  • A anticoagulação pode influenciar momento e técnica
  • A extensão da trombose pode ser avaliada por ultrassom
  • Sintomas e risco de embolia precisam ser considerados
  • O plano deve ser individualizado

Dificuldade técnica

Cateter preso ou com retirada difícil

Possíveis causas incluem aderência, cuff firmemente incorporado, espasmo venoso, trombose, bainha de fibrina, calcificação, pinçamento, nó, fragmentação e incorporação à parede vascular.

  • Interromper tração excessiva
  • Investigar a causa
  • Utilizar imagem quando necessário
  • Técnicas endovasculares ou cirúrgicas podem ser consideradas
  • Fragmento não deve ser abandonado sem avaliação do risco

Retirada simples não pode ser prometida em todos os casos.

Complicações

Cateter quebrado ou fragmentado

  • O cateter pode romper
  • O fragmento pode permanecer no tecido
  • O fragmento pode migrar para a circulação
  • A localização precisa ser identificada
  • Radiografia, ultrassom ou fluoroscopia podem ser utilizados
  • A retirada endovascular pode ser considerada
  • Cirurgia pode ser necessária em situações selecionadas
  • O paciente não deve puxar o segmento visível

Suspeita de ruptura ou ausência de parte do cateter exige avaliação imediata.

Planejamento

Como o procedimento é planejado?

Avaliação antes da retirada

  • Tipo de dispositivo
  • Motivo da retirada
  • Tempo de implantação
  • Presença de cuff
  • Local de entrada
  • Suspeita de infecção
  • Trombose
  • Funcionamento do dispositivo
  • Anticoagulantes e antiagregantes em uso
  • Exames laboratoriais quando indicados
  • Disponibilidade de outro acesso
  • Necessidade de sedação
  • Possível necessidade de imagem

Quando disponíveis, envie o cartão do dispositivo, o relatório de implantação, exames anteriores, informações do tratamento e o histórico de complicações.

Anestesia

É necessária sedação?

  • Muitos procedimentos utilizam anestesia local
  • Retirada simples pode não exigir sedação
  • Port-a-Cath ou cateter firmemente aderido pode exigir estratégia adicional
  • Crianças podem necessitar de abordagem específica
  • Ansiedade e complexidade prevista influenciam a decisão
  • Anestesia geral não é obrigatória em todos os casos

Segurança

Anticoagulantes e risco de sangramento

  • Anticoagulantes e antiagregantes devem ser informados
  • Local e calibre do cateter influenciam o risco
  • Plaquetas e coagulação podem ser avaliadas
  • A conduta considera risco de sangramento e de trombose
  • Compressão e observação podem ser necessárias

Não suspenda medicamentos por conta própria. Não existem prazos universais de suspensão.

Fluxo assistencial RADAM

Como a solicitação é conduzida

  • Solicitação de retirada
  • Identificação do dispositivo
  • Confirmação do motivo
  • Avaliação de infecção, trombose e sangramento
  • Planejamento da técnica
  • Retirada controlada
  • Verificação da integridade
  • Curativo e orientações
  • Acompanhamento quando necessário

Segunda opinião

O cateter já pode ser retirado?

A decisão depende do término do tratamento, possibilidade de nova utilização, tipo de dispositivo e presença de infecção, trombose ou disfunção. A RADAM pode avaliar a solicitação e planejar a retirada com segurança.

Benefícios potenciais

O que o procedimento pode oferecer

  • Remoção de dispositivo sem indicação de permanência
  • Redução da exposição às complicações de um cateter não utilizado
  • Fim da necessidade de curativos e manutenção
  • Avaliação simultânea de infecção, trombose e disfunção
  • Planejamento técnico conforme o dispositivo implantado

Riscos e limitações

Riscos possíveis e limitações

Riscos possíveis

  • Dor, sangramento ou hematoma
  • Infecção e abertura da ferida
  • Cicatriz
  • Lesão venosa
  • Entrada de ar na circulação
  • Alteração do ritmo cardíaco
  • Quebra do cateter, fragmento retido ou migração de fragmento
  • Dificuldade de retirada
  • Necessidade de procedimento endovascular ou de cirurgia
  • Trombose e embolia
  • Complicações relacionadas à sedação
  • Necessidade de nova intervenção

Falta de ar, dor no peito, desmaio ou sangramento importante exigem atendimento imediato.

Transparência

Limitações do método

  • A técnica depende do dispositivo: PICC, CVC, tunelizado, Port-a-Cath e cateter de hemodiálise não são retirados da mesma forma
  • Suspeita de infecção pode modificar a estratégia e o fechamento da ferida
  • Não existe prazo universal para retirada após o término do tratamento
  • Percentuais universais de complicação não se aplicam a casos individuais
  • A retirada não deve ser indicada nem adiada automaticamente, sem avaliação clínica

Outras possibilidades

Alternativas que podem ser avaliadas

  • Manutenção do dispositivo enquanto houver indicação clínica
  • Troca do cateter, em situações selecionadas
  • Reposicionamento quando houver deslocamento e o acesso ainda for necessário
  • Recuperação da permeabilidade quando a obstrução for reversível

Segurança

Sinais de alerta após o procedimento

  • Sangramento persistente ou aumento rápido do hematoma
  • Falta de ar, dor no peito, tontura ou desmaio
  • Febre ou calafrios
  • Vermelhidão progressiva, secreção ou abertura da ferida
  • Inchaço do braço, do pescoço ou da face
  • Dor intensa ou piora rápida

Na presença de qualquer um desses sinais, entre em contato com a equipe ou procure atendimento médico.

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Equipe RADAM

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    Radiologia Intervencionista • Vascular e Endovascular

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    • Cirurgia Vascular / EndovascularRQE 3517

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  • Dr. Marcos André Filgueiras Dias — RADAM

    Dr. Marcos André Filgueiras Dias

    Radiologia Intervencionista • Vascular e Endovascular

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    Cirurgia Vascular • Angiorradiologia e Cirurgia Endovascular

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    • Angiorradiologia e Cirurgia EndovascularRQE 5409

    CRM-AM 7392

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    Dra. Ruth da Silva Pinheiro

    Radiologia Intervencionista • Vascular e Endovascular

    • Radiologista IntervencionistaRQE 5659
    • Cirurgia Vascular / EndovascularRQE 5633

    CRM-AM 8927

Dúvidas comuns

Perguntas frequentes

Para médicos

Área para médicos

Discuta o caso, encaminhe o paciente ou solicite o procedimento pelos fluxos clínicos da RADAM.

Conteúdo revisado por

  • Dr. Antônio Oliveira de Araújo

    Radiologista Intervencionista · Cirurgia Vascular / Endovascular

    Mestre em Cirurgia · Professor de Medicina

    Membro Titular do CBR–SOBRICE

    CRM-AM 6045 | RQE 5333 | RQE 3517

Última revisão clínica: 25/08/2026

Conteúdo em elaboração editorial. As informações desta página serão ampliadas após revisão clínica.

Informação responsável

Esta página é informativa e não substitui a consulta médica. A indicação, a técnica, o preparo e a recuperação dependem da avaliação individual de cada caso.

Próximo passo

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