Intervenções hepatobiliares e portais
Embolização de Veia Porta Pré-operatória
Preparação do fígado antes de determinadas cirurgias hepáticas
A embolização portal é um procedimento realizado antes de determinadas cirurgias hepáticas para estimular o crescimento da parte do fígado que permanecerá após a operação. Sua indicação depende do planejamento cirúrgico, da qualidade do fígado e da capacidade estimada do remanescente hepático.
- Ultrassom
- Fluoroscopia
- Angiografia
Esta página é informativa. A indicação de qualquer procedimento depende de avaliação médica individual.
Visão geral
O que é a embolização portal?
A veia porta distribui para o fígado o sangue que vem do intestino, do estômago, do baço e do pâncreas. Em uma hepatectomia, parte do fígado pode precisar ser retirada, e o segmento que permanece é chamado de fígado remanescente futuro. Antes de certas cirurgias, esse remanescente pode ser considerado insuficiente. A embolização fecha, por dentro dos vasos, ramos portais que alimentam a parte planejada para ressecção. O fluxo portal é então redirecionado para o lado que permanecerá, o que estimula seu crescimento e sua adaptação. O objetivo é aumentar a segurança da cirurgia planejada — a embolização não é a cirurgia e não substitui o tratamento da doença de base.
Diferenças
EMBOLIZAÇÃO PORTAL NÃO É TIPS, TACE, Y-90 NEM EMBOLIZAÇÃO TUMORAL
Procedimentos hepáticos guiados por imagem têm objetivos distintos. A embolização portal é uma estratégia de preparação cirúrgica.
Embolização portal
Fecha seletivamente ramos da veia porta para estimular o crescimento da parte do fígado que permanecerá após a cirurgia. Não trata diretamente o tumor.
TIPS
Cria uma comunicação entre a veia porta e uma veia hepática para reduzir a pressão portal na hipertensão portal. Objetivo e indicação completamente diferentes.
Ver páginaQuimioembolização (TACE)
Trata tumores hepáticos por via arterial, combinando quimioterápico e agente embólico. A embolização portal prepara determinados pacientes para cirurgia.
Ver páginaRadioembolização com Y-90
Terapia intra-arterial com microesferas radioativas dirigida ao tumor. A embolização portal é uma estratégia de regeneração pré-operatória.
Ver páginaEmbolização tumoral
Procura tratar ou reduzir a vascularização de uma lesão. A embolização portal atua sobre ramos portais do lado que será retirado, não sobre o tumor.
Ver páginaLigadura portal
É uma abordagem cirúrgica do ramo portal. A embolização portal é normalmente realizada por acesso percutâneo guiado por imagem.
Nenhuma dessas abordagens substitui a outra. A escolha depende do diagnóstico, do plano cirúrgico e da avaliação multidisciplinar.
Finalidade
Para que pode ser utilizada
A finalidade é pré-operatória: preparar o fígado que ficará, para que a ressecção planejada possa ser realizada com maior margem de segurança. Ela integra um plano cirúrgico previamente definido e não é um tratamento isolado.
- Redirecionar o fluxo portal para o segmento hepático que permanecerá
- Estimular o crescimento e a adaptação do fígado remanescente futuro
- Reduzir o risco de insuficiência hepática após ressecções extensas, em casos selecionados
- Tornar tecnicamente possível uma hepatectomia antes considerada arriscada, em parte dos casos
- Contribuir para o planejamento cirúrgico multidisciplinar
Técnica
Como é realizado
As etapas gerais incluem internação e preparação; anestesia ou sedação conforme o caso; punção percutânea guiada por ultrassonografia; acesso a um ramo da veia porta; portografia para mapear a anatomia; navegação até os ramos planejados; embolização seletiva desses ramos; confirmação da redistribuição do fluxo; retirada dos cateteres; fechamento ou embolização do trajeto de punção; monitorização e exames de controle. Nem todas as etapas se aplicam a todos os casos, não existe duração fixa e nenhuma via de acesso é universalmente superior.
- Acesso: Habitualmente acesso percutâneo trans-hepático a um ramo da veia porta, guiado por ultrassonografia e fluoroscopia. A via é definida pela anatomia, pelos segmentos planejados para ressecção e pela estratégia da equipe.
- Anestesia: Sedação com anestesia local ou anestesia geral, conforme a condição clínica, a complexidade anatômica e a definição da equipe assistencial.
Papel da imagem no planejamento e no procedimento
Tomografia e ressonância
Definem a anatomia portal, os segmentos que serão retirados e permitem calcular o volume do fígado remanescente futuro, além de avaliar a doença de base.
Ultrassonografia
Orienta a punção do ramo portal, avalia o parênquima hepático e é utilizada também no acompanhamento.
Portografia e fluoroscopia
Durante o procedimento, mapeiam a anatomia portal, orientam a embolização seletiva e confirmam a redistribuição do fluxo.
Como funciona na RADAM
Etapas do procedimento
01
Diagnóstico hepático ou biliar
Definição da doença de base e da sua extensão.
02
Avaliação de possibilidade cirúrgica
Análise pela equipe de cirurgia hepatobiliopancreática.
03
Planejamento da hepatectomia
Definição dos segmentos a ressecar.
04
Cálculo do fígado remanescente
Volumetria por tomografia ou ressonância e avaliação funcional quando indicada.
05
Remanescente insuficiente
Identificação de risco de insuficiência hepática após a ressecção.
06
Discussão multidisciplinar
Cirurgia, Oncologia, Hepatologia e Radiologia Intervencionista.
07
Embolização portal
Procedimento percutâneo guiado por imagem, com embolização seletiva dos ramos planejados.
08
Avaliação do crescimento e da função
Exames de controle e novo cálculo do remanescente.
09
Nova análise cirúrgica
Revisão do plano conforme a resposta hepática e a evolução da doença.
10
Cirurgia quando ainda indicada
Realizada apenas quando continua indicada e considerada segura.
O fluxo, a anestesia, o ambiente hospitalar e o tempo de recuperação variam conforme o procedimento e as condições do paciente.
Preparo
Como se preparar
- Levar tomografias e ressonâncias
- Apresentar laudos
- Levar o plano cirúrgico, quando disponível
- Informar tratamentos oncológicos realizados
- Informar quimioterapia recente
- Apresentar a relação de medicamentos
- Comunicar uso de anticoagulantes e antiagregantes
- Não suspender medicamentos por conta própria
- Informar alergia a contraste
- Informar doença renal
- Realizar os exames laboratoriais solicitados
- Seguir a orientação de jejum
- Comparecer com acompanhante
- Comunicar febre ou infecção recente
O preparo é individualizado e depende do plano cirúrgico, da função hepática e dos tratamentos já realizados. As orientações finais vêm sempre da equipe assistencial.
Depois do procedimento
Recuperação e cuidados
A evolução depende da doença de base, da função hepática e da resposta regenerativa. O tempo de internação é variável e não é possível prometer alta precoce nem definir prazo universal até a cirurgia. Os exames de controle e a reavaliação do remanescente orientam a decisão seguinte.
Cuidados posteriores
- Observação clínica
- Controle da dor
- Acompanhamento do local de punção
- Exames laboratoriais
- Vigilância para sangramento
- Avaliação da função hepática
- Tomografia ou ressonância de controle
- Novo cálculo do fígado remanescente
- Acompanhamento oncológico e cirúrgico
- Definição do próximo passo pela equipe responsável
Conceito central
O que é o fígado remanescente futuro?
É a parte do fígado que permanecerá no organismo depois da cirurgia planejada. Para que a ressecção seja considerada segura, esse remanescente precisa ter volume e função suficientes — e somente o tamanho não determina a segurança.
- A qualidade do tecido hepático também importa
- Quimioterapia prévia, esteatose, fibrose, cirrose e doenças associadas podem influenciar
- Exames de imagem permitem calcular o volume do remanescente
- Avaliações funcionais podem ser utilizadas em situações selecionadas
- O planejamento é individual e revisto ao longo do tratamento
Nenhum percentual isolado de volume define indicação. Esta página não calcula indicação nem substitui a avaliação da equipe cirúrgica.
Planejamento
Quando pode ser considerada?
A embolização portal pode integrar o planejamento cirúrgico em situações como as descritas abaixo.
Situações relacionadas podem incluir
- Está prevista uma hepatectomia extensa
- O fígado remanescente parece pequeno ou funcionalmente insuficiente
- Há tumores que exigem retirada de grande parte do fígado
- Existe necessidade de ampliar a segurança da cirurgia
- A equipe considera que o crescimento do remanescente pode tornar a ressecção possível
- O paciente possui condições clínicas para seguir na estratégia cirúrgica
Metástases hepáticas, colangiocarcinoma, tumores primários do fígado, alguns tumores biliares e outras doenças que exigem ressecção hepática extensa podem motivar a avaliação. Nenhum desses diagnósticos precisa, por si só, de embolização portal.
Decisão
Quem define a indicação?
- Cirurgia hepatobiliopancreática
- Oncologia
- Hepatologia
- Radiologia diagnóstica
- Radiologia intervencionista
- Anestesiologia
- Outras especialidades, conforme o caso
A embolização portal deve fazer parte de um plano cirúrgico previamente definido. Ela não deve ser realizada de forma isolada, sem uma estratégia para a doença de base.
Esclarecimento
A embolização trata o tumor?
Não diretamente. O objetivo principal é preparar o fígado para a cirurgia.
- O tumor continua precisando de tratamento específico
- O tratamento pode incluir cirurgia, quimioterapia, ablação ou terapias intra-arteriais
- A estratégia depende do tipo e da extensão da doença
- Crescimento do fígado não significa controle do tumor
- A doença pode mudar durante o intervalo de planejamento
A embolização portal não é um tratamento oncológico definitivo.
Etapas do planejamento
Como o planejamento é feito?
- Confirmação da indicação cirúrgica
- Revisão da doença de base
- Tomografia ou ressonância
- Avaliação da anatomia portal
- Identificação dos segmentos que serão retirados
- Cálculo do remanescente hepático
- Avaliação da qualidade e da função hepáticas
- Revisão de quimioterapia anterior
- Análise de exames laboratoriais
- Discussão multidisciplinar
- Definição dos ramos portais a embolizar
- Planejamento do acesso
A lista de exames é individual. Não existe protocolo universal obrigatório.
Materiais
Quais materiais podem ser utilizados?
- Partículas
- Agentes líquidos
- Plugs
- Molas
- Combinações de materiais
A escolha depende da anatomia, da extensão planejada e da experiência da equipe.
Evolução
O que acontece depois?
- Pode ocorrer crescimento progressivo do remanescente
- Exames de imagem avaliam a resposta
- O volume pode ser novamente calculado
- A função hepática pode ser reavaliada
- O momento da cirurgia depende da resposta e do quadro oncológico
- O crescimento não é igual em todos os pacientes
- Alguns pacientes não atingem crescimento suficiente
- A cirurgia pode ser adiada, modificada ou cancelada
- A progressão da doença também pode alterar o planejamento
Não existe intervalo universal entre a embolização e a cirurgia. A embolização não promete cirurgia.
Modalidades avançadas
Embolização portal e privação venosa hepática
- A embolização portal bloqueia seletivamente ramos da veia porta
- A privação venosa hepática combina tratamento portal e venoso hepático
- A embolização de duas veias pode estimular crescimento mais rápido ou mais intenso em determinados contextos
- São estratégias diferentes, com critérios próprios
- Evidências e critérios continuam evoluindo
- A escolha depende do planejamento cirúrgico e da experiência do centro
Também descritas como embolização venosa dupla, double vein embolization (DVE) e liver venous deprivation (LVD). A técnica combinada não é universalmente superior.
Comparação
É igual ao ALPPS?
Não. O ALPPS é uma estratégia cirúrgica realizada em etapas.
- O ALPPS envolve divisão do fígado e interrupção portal em ato cirúrgico
- A embolização portal é realizada pela radiologia intervencionista, por acesso percutâneo
- As estratégias possuem riscos, tempos e critérios diferentes
- A decisão precisa ser multidisciplinar
Nenhuma das abordagens é apresentada aqui como superior à outra.
Limites
O procedimento garante a cirurgia?
Não.
- A resposta regenerativa varia entre pacientes
- A doença pode progredir
- Novas alterações podem ser encontradas
- A condição clínica pode mudar
- A função hepática pode permanecer insuficiente
- A estratégia cirúrgica pode ser revista
- A decisão final cabe à equipe responsável pela cirurgia
A embolização portal cria uma oportunidade de preparação hepática, mas não confirma automaticamente que a cirurgia será possível.
Segunda opinião
A embolização portal pode ampliar a segurança da cirurgia?
A revisão das imagens pode ajudar a avaliar a anatomia vascular, o volume do fígado remanescente e a relação da doença com a cirurgia planejada. A decisão precisa estar integrada à equipe cirúrgica e oncológica.
A RADAM não oferece embolização portal sem planejamento cirúrgico confirmado.
Riscos e limitações
Riscos possíveis e limitações
Riscos possíveis
- Dor
- Febre
- Náuseas
- Hematoma
- Sangramento
- Hemorragia intra-abdominal
- Infecção
- Reação ao contraste
- Alteração da função renal
- Lesão de estruturas próximas
- Punção pleural, conforme o trajeto
- Trombose portal não planejada
- Extensão da trombose para ramos que deveriam ser preservados
- Migração do material embólico
- Hipertensão portal transitória ou agravada
- Alteração da função hepática
- Crescimento insuficiente do remanescente
- Necessidade de outro procedimento
- Impossibilidade de realizar a cirurgia planejada
- Complicações graves e morte
Esta página é informativa e não confirma indicação de embolização portal. O procedimento não trata diretamente o tumor e não garante a realização da cirurgia. O envio dos exames não confirma indicação de embolização nem garante realização da cirurgia.
Transparência
Limitações do método
- Não trata diretamente o tumor
- Não substitui o tratamento oncológico nem a cirurgia
- O crescimento do remanescente pode ser insuficiente
- A doença pode progredir durante o intervalo de preparação
- Anatomia portal desfavorável pode limitar a embolização seletiva
- Não garante que a hepatectomia será realizada
Outras possibilidades
Alternativas que podem ser avaliadas
- Cirurgia em etapas, conforme a estratégia da equipe
- Ligadura portal cirúrgica
- Privação venosa hepática, em centros e contextos selecionados
- Tratamento oncológico sistêmico ou locorregional, quando a ressecção não é possível
- Manutenção do acompanhamento com reavaliação periódica
Segurança
Sinais de alerta após o procedimento
- Dor intensa ou progressiva
- Desmaio
- Tontura importante
- Falta de ar
- Febre persistente
- Calafrios
- Aumento rápido do abdome
- Vômitos persistentes
- Pele ou olhos amarelados
- Confusão ou sonolência incomum
- Sangramento no local da punção
- Piora rápida do estado geral
Na presença de qualquer um desses sinais, entre em contato com a equipe ou procure atendimento médico.
Relação clínica
Situações clínicas relacionadas
Metástases hepáticas, câncer colorretal metastático, colangiocarcinoma, carcinoma hepatocelular, tumores primários e secundários do fígado e tumores das vias biliares podem motivar a avaliação de uma hepatectomia extensa. A presença nesta lista não significa indicação de embolização portal.
Tumores e nódulos no fígado
Nódulo, lesão ou tumor identificado no fígado, geralmente durante exames de imagem. Pode ser benigno ou exigir investigação complementar.
Ver condiçãoMetástases hepáticas
Lesões secundárias no fígado, originadas de um tumor de outro órgão.
Ver condiçãoCarcinoma hepatocelular
Tumor primário mais frequente do fígado, que pode surgir em pacientes com doença hepática crônica.
Ver condiçãoObstrução das vias biliares
Bloqueio parcial ou completo dos canais que levam a bile do fígado até o intestino. Pode ter causas benignas ou malignas e provocar icterícia, coceira, urina escura e fezes mais claras.
Ver condição
Linha de cuidado
Conteúdos relacionados
Outras intervenções hepáticas e biliares já publicadas. O TIPS aparece apenas para diferenciação.
Quimioembolização Hepática
Tratamento por cateteres que leva o medicamento diretamente às artérias relacionadas ao tumor do fígado e reduz seletivamente sua circulação.
Ver procedimentoRadioembolização com Ítrio-90
Tratamento por cateter em que microesferas com material radioativo são levadas até o território do tumor no fígado.
Ver procedimentoQuimioterapia Intra-Arterial Hepática
Tratamento por cateter que leva o medicamento diretamente pela circulação arterial do fígado, dentro de um plano oncológico integrado.
Ver procedimentoAblação Percutânea de Tumor do Fígado
Tratamento em que uma agulha-aplicador é posicionada dentro do tumor do fígado, com orientação por imagem, para destruir o tecido-alvo com calor ou frio, sem cortes cirúrgicos.
Ver procedimentoBiópsia do fígado
Procedimento guiado por imagem que permite retirar uma pequena amostra do fígado para ajudar no diagnóstico de diferentes alterações.
Ver procedimentoDrenagem Biliar Percutânea
Quando a passagem da bile está bloqueada ou alterada, pode ser possível criar uma via de saída para a bile através da pele e do fígado, com orientação por imagem. O procedimento pode utilizar um cateter externo, interno-externo ou, em situações selecionadas, um stent. A escolha depende da causa, da anatomia, da condição clínica e da possibilidade de tratamento endoscópico ou cirúrgico.
Ver procedimentoEmbolização Tumoral
Tratamento por cateter que reduz seletivamente a circulação que alimenta um tumor, com objetivo terapêutico, pré-operatório ou de alívio de sintomas.
Ver procedimentoTIPS — Shunt Portossistêmico Intra-hepático
Quando a pressão do sangue que passa pelo fígado fica muito alta, podem surgir complicações como sangramento por varizes e acúmulo de líquido no abdome. O TIPS cria, por dentro das veias, um caminho alternativo mantido por um stent, o que pode reduzir essa pressão. A indicação depende da causa, da função do fígado e da avaliação de uma equipe multidisciplinar.
Ver procedimento
Procedimento realizado em ambiente hospitalar
Após a avaliação e a indicação, a RADAM participa do planejamento, da coordenação hospitalar e do acompanhamento do paciente.
A embolização portal é um procedimento hospitalar, integrado a um plano cirúrgico previamente definido. Depende de imagens recentes, cálculo do fígado remanescente, avaliação da função hepática e discussão multidisciplinar.
Equipe RADAM
Equipe médica relacionada

Dr. Antônio Oliveira de Araújo
Radiologia Intervencionista • Vascular e Endovascular
- Radiologista IntervencionistaRQE 5333
- Cirurgia Vascular / EndovascularRQE 3517
CRM-AM 6045

Dr. Marcos André Filgueiras Dias
Radiologia Intervencionista • Vascular e Endovascular
- Radiologista IntervencionistaRQE 6404
- Cirurgia Vascular / EndovascularRQE 6389
CRM-AM 7381

Dra. Ruth da Silva Pinheiro
Radiologia Intervencionista • Vascular e Endovascular
- Radiologista IntervencionistaRQE 5659
- Cirurgia Vascular / EndovascularRQE 5633
CRM-AM 8927

Dr. Sildomar Queiroz e Silva
Neurorradiologia • Radiologia Intervencionista
- NeurorradiologiaRQE 6537
- Radiologista IntervencionistaRQE 6192
- Radiologia e Diagnóstico por ImagemRQE 6191
CRM-AM 9916
Dúvidas comuns
Perguntas frequentes
Para médicos
Área para médicos
Discuta o caso, encaminhe o paciente ou solicite o procedimento pelos fluxos clínicos da RADAM.
Conteúdo revisado por
Dr. Antônio Oliveira de Araújo
Radiologista Intervencionista · Cirurgia Vascular / Endovascular
Mestre em Cirurgia · Professor de Medicina
Membro Titular do CBR–SOBRICE
CRM-AM 6045 | RQE 5333 | RQE 3517
Conteúdo em elaboração editorial. As informações desta página serão ampliadas após revisão clínica.
Referências selecionadas
- Bilhim T, Böning G, Guiu B, Luz JH, Denys A. CIRSE Standards of Practice on Portal Vein Embolization and Double Vein Embolization/Liver Venous Deprivation. Cardiovascular and Interventional Radiology. 2024.CIRSE — Standards of Practice
- Sivakumar I, et al. A Review of Portal Vein Embolization Prior to Hepatic Resection. 2024.Revisão da literatura
- Soykan EA, et al. Predictive Factors for Hypertrophy of the Future Liver Remnant After Portal Vein Embolization: A Systematic Review. 2021.Revisão sistemática
Informação responsável
Esta página é informativa e não substitui a consulta médica. A indicação, a técnica, o preparo e a recuperação dependem da avaliação individual de cada caso.
Próximo passo
Existe necessidade de preparar o fígado antes da cirurgia?
Envie as tomografias, ressonâncias e informações sobre o planejamento cirúrgico. A avaliação poderá considerar a anatomia portal, o volume do fígado remanescente e a integração da embolização ao tratamento da doença de base. A indicação depende de planejamento multidisciplinar e não confirma automaticamente a realização da cirurgia.
Nenhum documento é enviado nesta etapa do protótipo. A equipe orienta o envio seguro após o contato.

