RADAM — Radiologia Intervencionista da Amazônia

Drenagem do sistema urinário

Nefrostomia Percutânea

Cateter guiado por ultrassonografia e fluoroscopia

A nefrostomia percutânea cria uma via de drenagem diretamente para o sistema coletor do rim. Um cateter é introduzido através da pele com orientação por ultrassonografia e fluoroscopia. O procedimento pode ser utilizado para aliviar determinadas obstruções, controlar infecção em um sistema urinário obstruído, desviar temporariamente a urina ou criar acesso para outros tratamentos.

  • Ultrassom
  • Fluoroscopia

Esta página é informativa. A indicação de qualquer procedimento depende de avaliação médica individual.

Visão geral

Como a urina sai do rim?

A urina é produzida nos rins, reúne-se nos cálices e na pelve renal, segue pelo ureter e chega à bexiga. Uma obstrução pode ocorrer em diferentes níveis desse caminho. Quando o fluxo é interrompido, a pressão dentro do sistema pode aumentar e dilatar cálices, pelve e ureter. A duração e a intensidade da obstrução influenciam o comportamento do rim e a possibilidade de recuperação.

Comparação

NEFROSTOMIA OU STENT DUPLO J?

As duas estratégias drenam o sistema urinário por caminhos diferentes. Podem ser alternativas ou etapas do mesmo tratamento.

  • Nefrostomia percutânea

    Acessa diretamente o rim pela pele, e a urina drena para uma bolsa externa. Pode ser utilizada em obstrução infectada e pode ser possível mesmo quando o ureter não é atravessável. Exige cuidados externos com o cateter e permite acesso anterógrado para outros procedimentos.

  • Stent ureteral duplo J

    Fica internamente entre o rim e a bexiga. Geralmente é colocado por via endoscópica retrógrada, mas também pode ser implantado por via anterógrada. Quando funciona internamente, não utiliza bolsa externa, porém pode causar sintomas urinários e pode falhar em obstruções complexas.

  • Cateter nefroureteral

    Começa no rim e atravessa parte ou todo o ureter, podendo alcançar a bexiga ou outro segmento urinário. Permite drenagem interna e externa em determinadas configurações, mantém componente externo e exige acompanhamento e trocas. Não é um stent duplo J totalmente interno.

Nenhuma das opções é universalmente superior: a escolha depende da anatomia, da causa da obstrução, da presença de infecção e dos objetivos do tratamento.

Finalidade

Para que pode ser utilizada

A nefrostomia percutânea drena a urina retida no sistema coletor renal e reduz a pressão em situações selecionadas. Ela não trata a causa da obstrução: cálculos, estenoses e tumores podem continuar exigindo tratamento próprio. A indicação depende do contexto clínico, da função renal, da presença de infecção e da possibilidade de drenagem por via retrógrada.

  • Descomprimir um sistema coletor obstruído em casos selecionados
  • Contribuir para o controle de infecção associada à obstrução
  • Desviar temporariamente a urina em vazamentos e lesões ureterais
  • Permitir coleta de urina do sistema renal para análise quando indicada
  • Criar acesso planejado para tratamentos urológicos posteriores

Técnica

Como é realizado

As etapas gerais incluem revisão clínica; análise de ultrassom e tomografia; avaliação da função renal; revisão de exames laboratoriais; definição do rim e do cálice-alvo; antibióticos conforme o quadro; anestesia local; sedação ou anestesia quando indicada; posicionamento; preparo estéril; punção guiada por ultrassom; confirmação do sistema coletor; pielografia cuidadosa quando indicada; passagem de fio-guia; dilatação do trajeto; instalação do cateter; confirmação da drenagem; conexão à bolsa; fixação; curativo e monitorização. Nem todas as etapas são obrigatórias em todos os casos e não existe duração fixa.

  • Acesso: Punção percutânea do sistema coletor renal guiada por ultrassonografia, com navegação e confirmação por fluoroscopia e posicionamento de cateter de drenagem.
  • Anestesia: Anestesia local, com sedação ou anestesia quando indicada, conforme a condição clínica e o objetivo do procedimento.

Vias de acesso ao trato urinário

  • Via anterógrada

    Começa pelo acesso percutâneo ao rim e segue do rim em direção ao ureter e à bexiga. Pode permitir a passagem de cateter nefroureteral ou a implantação de stent, quando apropriada à anatomia.

  • Via retrógrada

    É realizada pelo trato urinário inferior, normalmente por cistoscopia, acessando o ureter a partir da bexiga. Geralmente é conduzida pela Urologia e costuma ser a via do stent duplo J.

  • Ultrassonografia e fluoroscopia

    A ultrassonografia orienta a punção em tempo real, sem radiação. A fluoroscopia auxilia a navegação com fio-guia, a confirmação da posição do cateter e a pielografia quando indicada.

Como funciona na RADAM

Etapas do procedimento

  1. 01

    Sintomas ou achado de imagem

    Dor, febre, redução da urina ou hidronefrose identificada em exame.

  2. 02

    Investigação da causa

    Ultrassom, tomografia e avaliação do nível e da natureza da obstrução.

  3. 03

    Avaliação da função renal

    Exames laboratoriais, função relativa e presença de rim único.

  4. 04

    Avaliação de infecção

    Pesquisa de pielonefrite obstrutiva, pionefrose ou sepse urinária.

  5. 05

    Discussão multidisciplinar

    Urologia, Radiologia Intervencionista e equipe assistencial definem a via de drenagem.

  6. 06

    Descompressão quando indicada

    Stent ureteral ou nefrostomia percutânea conforme anatomia e estabilidade clínica.

  7. 07

    Monitorização

    Débito, aspecto da urina, função renal, temperatura e resposta clínica.

  8. 08

    Tratamento da causa

    Cálculo, estenose, tumor ou lesão ureteral seguem plano específico.

  9. 09

    Acompanhamento do cateter

    Curativo, fixação e trocas conforme o dispositivo e a evolução.

  10. 10

    Internalização, manutenção ou retirada

    Decisão individualizada, com avaliação contrastada quando indicada.

O fluxo, a anestesia, o ambiente hospitalar e o tempo de recuperação variam conforme o procedimento e as condições do paciente.

Preparo

Como se preparar

  • Levar ultrassom, tomografia e outros exames
  • Apresentar laudos
  • Informar dor, febre e redução da urina
  • Informar rim único
  • Informar doença renal
  • Informar uso de antibióticos
  • Informar cirurgias urológicas
  • Informar stents ou cateteres existentes
  • Apresentar lista de medicamentos
  • Comunicar anticoagulantes e antiagregantes
  • Não suspender medicamentos por conta própria
  • Informar alergia a contraste
  • Informar possibilidade de gravidez
  • Realizar hemograma, função renal e exames de coagulação solicitados
  • Seguir jejum individualizado
  • Discutir a necessidade de internação
  • Comparecer com acompanhante quando orientado

O preparo é individualizado. Esta página não estabelece valores laboratoriais, protocolos universais de suspensão de medicamentos nem esquema de antibiótico.

Depois do procedimento

Recuperação e cuidados

A evolução depende da causa da obstrução, da função renal, da presença de infecção e das comorbidades. Alguns pacientes permanecem internados para observação e tratamento; outros seguem em acompanhamento ambulatorial com o cateter. Não é possível prometer alta no mesmo dia nem definir previamente o tempo de permanência do cateter.

Cuidados posteriores

  • Monitorização clínica
  • Controle da dor
  • Observação de sangramento
  • Acompanhamento da temperatura
  • Avaliação do débito da drenagem
  • Observação da cor da urina
  • Controle da função renal
  • Antibióticos conforme o quadro
  • Reposição de líquidos quando necessária
  • Curativo
  • Manutenção da bolsa
  • Imagem de controle quando indicada
  • Planejamento urológico
  • Decisão sobre troca, internalização ou retirada

Conceito

O que é hidronefrose?

  • Dilatação do sistema coletor renal identificada por imagem
  • Pode decorrer de obstrução ao fluxo da urina
  • Pode ocorrer sem obstrução ativa
  • O grau da dilatação não define sozinho a gravidade
  • Alguns pacientes não apresentam sintomas
  • Outros podem apresentar dor, infecção ou alteração da função renal
  • A comparação com exames anteriores pode ser importante
  • A investigação deve esclarecer a causa
Imagem de fluoroscopia mostrando o sistema coletor renal dilatado e o cateter de nefrostomia posicionado.
Com contraste, a imagem mostra o sistema coletor do rim dilatado e o cateter posicionado para drenagem.

Hidronefrose é um achado de imagem. A necessidade de nefrostomia depende do contexto clínico e funcional.

Etiologia

Principais causas de obstrução

  • Causas benignas

    Cálculos, estenoses ureterais, fibrose retroperitoneal, complicações pós-operatórias, alterações de anastomoses, compressão inflamatória, coágulos, alterações congênitas e disfunções selecionadas do trato urinário.

  • Causas malignas

    Tumor de bexiga, tumor de próstata, tumores ginecológicos, tumores colorretais, tumores retroperitoneais, linfonodos comprometidos, invasão ou compressão ureteral e recorrência tumoral.

  • Outras situações

    Lesão ureteral, fístula urinária, vazamento de urina, urinoma, necessidade de desvio urinário e preparação de acesso para procedimento urológico.

A identificação da causa orienta o tratamento definitivo: a drenagem, quando indicada, é uma etapa e não a solução da causa.

Indicação

Quando a nefrostomia pode ser considerada?

  • Obstrução associada à infecção
  • Pielonefrite obstrutiva
  • Pionefrose
  • Sepse urinária com obstrução
  • Piora da função renal
  • Obstrução bilateral
  • Obstrução em rim único
  • Dor persistente em situações selecionadas
  • Impossibilidade de colocar stent por via retrógrada
  • Anatomia cirurgicamente alterada
  • Obstrução maligna
  • Vazamento urinário
  • Desvio temporário da urina
  • Acesso para tratamento de cálculos
  • Planejamento urológico
Imagem de fluoroscopia com fio-guia percorrendo o sistema coletor renal em direção ao ureter.
O fio-guia é conduzido pelo sistema coletor sob visualização por fluoroscopia, etapa que antecede o posicionamento do cateter.

A indicação não se baseia apenas no diâmetro da pelve renal ou no grau da hidronefrose. A decisão considera causa, duração, função renal, infecção e alternativas.

Urgência

Obstrução associada à infecção

  • Urina infectada retida sob pressão pode evoluir rapidamente
  • Antibióticos podem ser insuficientes sem descompressão
  • A drenagem pode ser realizada por nefrostomia ou stent ureteral
  • A escolha depende da anatomia, da estabilidade clínica e da disponibilidade
  • Suporte clínico e antibióticos continuam necessários
  • Pode haver risco de bacteremia e sepse durante a manipulação

Febre, calafrios, confusão, queda de pressão ou piora clínica associados à obstrução urinária exigem atendimento urgente.

Prognóstico

A função renal sempre se recupera?

Não é possível garantir. A recuperação depende da duração e da intensidade da obstrução, da função renal anterior, da presença de infecção, de a obstrução ser unilateral ou bilateral, da existência de rim único, de doença renal de base, da extensão tumoral, da idade biológica e das comorbidades, da rapidez do controle e do funcionamento do outro rim.

A drenagem reduz a pressão e permite avaliar a resposta, mas não reverte necessariamente uma lesão renal já estabelecida.

Decisão

Um ou dois rins precisam ser drenados?

  • Nem toda obstrução bilateral exige dois cateteres
  • Em algumas situações pode ser suficiente drenar um rim funcional
  • A infecção pode exigir drenagem de um território específico
  • A função relativa dos rins importa
  • Anatomia e extensão tumoral influenciam a decisão
  • A resposta após a primeira drenagem pode orientar a seguinte
  • Dois acessos podem ser necessários
  • A decisão considera benefício, desconforto e objetivo clínico

Não existe regra universal para drenagem bilateral.

Contexto oncológico

Obstrução maligna e objetivos do cuidado

  • A drenagem pode melhorar a função renal em alguns pacientes
  • Pode permitir tratamento oncológico selecionado
  • Pode contribuir para o controle de infecção
  • Pode aliviar sintomas
  • Pode não alterar a evolução do tumor
  • Cateteres exigem manutenção
  • A qualidade de vida precisa ser considerada
  • Expectativa clínica e possibilidade de tratamento devem integrar a decisão
  • A decisão pode envolver paciente, família, Oncologia, Urologia e cuidados paliativos

A drenagem não é obrigatória em toda obstrução maligna: a indicação é individualizada e compartilhada.

Acesso

Nefrostomia para acesso urológico

  • Tratamento percutâneo de cálculos
  • Procedimentos no sistema coletor
  • Dilatação de estenoses
  • Implantação anterógrada de stent
  • Avaliação de vazamentos
  • Outras intervenções urológicas

Nesse contexto, a finalidade não é apenas drenar urina, mas criar uma via planejada para outro procedimento.

Imagem

O que é pielografia?

  • É o estudo do sistema coletor com contraste
  • Pode mostrar cálices, pelve e ureter
  • Pode identificar o nível da obstrução
  • Pode verificar vazamentos
  • Pode auxiliar a navegação com fio-guia e cateter
  • A quantidade de contraste deve ser controlada
  • Em infecção obstrutiva, a manipulação precisa ser cuidadosa

Pielografia não é sinônimo de nefrostomia: é um estudo por imagem que pode acompanhar o procedimento quando indicado.

Análise

A urina pode ser enviada para cultura?

  • A urina pode ser coletada diretamente do sistema renal
  • A cultura pode ajudar na escolha do antibiótico
  • Antibióticos prévios podem interferir no resultado
  • Cultura negativa não exclui infecção
  • As amostras devem ser coletadas de forma adequada pela equipe
  • Urina antiga da bolsa não deve embasar inferências inadequadas

Esta página não fornece instruções domiciliares de coleta: a orientação vem da equipe assistencial.

Evolução

Sangue na urina

  • Pequena quantidade pode ocorrer inicialmente
  • A evolução deve ser compatível com o quadro clínico
  • Sangramento intenso ou persistente exige avaliação
  • Coágulos podem obstruir o cateter
  • Queda de pressão, tontura ou piora da dor são sinais de alerta
  • O cateter não deve ser manipulado por conta própria

Sangramento importante não é considerado esperado e exige avaliação médica imediata.

Cuidados

Cuidados com o cateter

  • Manter a fixação
  • Evitar tração
  • Manter o curativo
  • Manter a bolsa abaixo do nível do rim quando orientado
  • Não cortar
  • Não desconectar
  • Não fechar sem orientação
  • Observar volume e aspecto da drenagem
  • Realizar lavagem somente se prescrita
  • Não tentar desobstruir o cateter
  • Comunicar vazamento
  • Comunicar redução súbita do débito associada a sintomas
  • Comunicar saída parcial ou completa
  • Cumprir os retornos programados
Equipe paramentada em sala de procedimento durante nefrostomia percutânea, com material estéril e aparelho de imagem.
A nefrostomia é realizada em sala equipada, com material estéril e orientação por imagem em tempo real.

Não existe volume ou frequência universal de lavagem: as orientações vêm da equipe assistencial.

Acompanhamento

Troca, internalização e retirada

  • O cateter pode obstruir
  • Pode incrustar
  • Pode deslocar
  • Trocas periódicas podem ser necessárias
  • O intervalo depende do dispositivo e do quadro clínico
  • A nefrostomia pode ser convertida em cateter nefroureteral
  • Em casos selecionados pode ser possível implantar stent interno
  • A retirada depende da resolução ou do tratamento da obstrução
  • Pode ser necessária avaliação contrastada antes da retirada

Não existe prazo único nem intervalo universal de troca.

Fluxo eletivo

Obstrução estabilizada

  • Hidronefrose ou suspeita de obstrução
  • Investigação da causa
  • Avaliação da função renal
  • Análise dos sintomas
  • Discussão entre Urologia e Radiologia Intervencionista
  • Stent ureteral ou nefrostomia quando indicado
  • Tratamento da causa
  • Internalização, manutenção ou retirada

O achado de hidronefrose não confirma automaticamente indicação de nefrostomia.

Fluxo urgente

Infecção obstrutiva

  • Febre ou sepse com obstrução
  • Atendimento hospitalar urgente
  • Antibióticos e suporte clínico
  • Confirmação por imagem
  • Descompressão por stent ureteral ou nefrostomia
  • Coleta de urina quando indicada
  • Monitorização
  • Tratamento posterior da causa

A RADAM não é um serviço de emergência: nesse cenário, o atendimento hospitalar imediato é prioritário.

Segunda opinião

Existe indicação de nefrostomia?

A decisão depende da causa e duração da obstrução, da função renal, da presença de infecção e da possibilidade de colocação de stent ureteral. A revisão dos exames pode ajudar a definir a melhor via de drenagem.

Febre, calafrios, confusão, queda de pressão ou redução importante da urina associados à obstrução exigem atendimento urgente.

Riscos e limitações

Riscos possíveis e limitações

Riscos possíveis

  • Dor
  • Hematoma
  • Sangramento
  • Hematúria
  • Necessidade de transfusão
  • Lesão vascular
  • Pseudoaneurisma
  • Fístula arteriovenosa
  • Infecção
  • Bacteremia
  • Sepse
  • Piora transitória da resposta inflamatória
  • Lesão de órgão próximo
  • Lesão intestinal
  • Lesão hepática ou esplênica, conforme o trajeto
  • Transgressão pleural
  • Pneumotórax
  • Vazamento de urina
  • Urinoma
  • Obstrução do cateter
  • Incrustação
  • Deslocamento
  • Saída acidental
  • Drenagem inadequada
  • Perda do acesso
  • Necessidade de novo procedimento
  • Necessidade de cirurgia
  • Reação ao contraste
  • Eventos graves, inclusive morte, embora o risco dependa do quadro clínico

Esta página é informativa e não confirma indicação de nefrostomia percutânea. Nem toda hidronefrose exige drenagem e nem toda obstrução urinária precisa de acesso percutâneo. A nefrostomia não trata a causa da obstrução, não é apresentada como tratamento definitivo e não garante recuperação da função renal. A RADAM não é um serviço de emergência: febre, calafrios, confusão, queda de pressão ou redução importante da urina exigem atendimento médico imediato.

Transparência

Limitações do método

  • A drenagem não trata a causa da obstrução
  • A recuperação da função renal não pode ser garantida
  • O cateter pode obstruir, incrustar, deslocar ou exigir troca
  • A drenagem externa exige cuidados e acompanhamento contínuos
  • Em obstruções complexas pode não ser possível atravessar o ureter
  • A cultura da urina pode não identificar o microrganismo

Outras possibilidades

Alternativas que podem ser avaliadas

  • Stent ureteral duplo J por via retrógrada, quando possível
  • Stent ou cateter nefroureteral por via anterógrada em casos selecionados
  • Tratamento urológico da causa, como tratamento do cálculo ou correção de estenose
  • Tratamento clínico e acompanhamento por imagem em situações selecionadas
  • Cirurgia urológica quando indicada

Segurança

Sinais de alerta após o procedimento

  • Febre
  • Calafrios
  • Confusão
  • Queda de pressão
  • Piora da dor
  • Falta de ar
  • Sangramento intenso
  • Urina persistentemente muito sanguinolenta
  • Coágulos na drenagem
  • Redução súbita do débito associada a sintomas
  • Vazamento intenso ao redor do cateter
  • Vermelhidão progressiva
  • Secreção ao redor do cateter
  • Saída parcial ou completa do cateter
  • Redução importante da urina
  • Piora clínica rápida

Na presença de qualquer um desses sinais, entre em contato com a equipe ou procure atendimento médico.

Relação clínica

Situações clínicas relacionadas

Hidronefrose, obstrução ureteral, pielonefrite obstrutiva, pionefrose, cálculo ureteral, estenose ureteral, obstrução maligna, urinoma e fístula urinária podem motivar a avaliação. A presença nesta lista não significa indicação de nefrostomia.

Linha de cuidado

Conteúdos relacionados

Páginas já publicadas na linha de drenagens percutâneas e na biópsia renal guiada por imagem.

Procedimento realizado em ambiente hospitalar

Após a avaliação e a indicação, a RADAM participa do planejamento, da coordenação hospitalar e do acompanhamento do paciente.

A nefrostomia percutânea depende de avaliação clínica e urológica, exames laboratoriais, imagens recentes e estrutura adequada para realização, observação e acompanhamento do cateter. A RADAM coordena o planejamento e a jornada assistencial conforme cada caso.

Equipe RADAM

Equipe médica relacionada

  • Dr. Antônio Oliveira de Araújo — RADAM

    Dr. Antônio Oliveira de Araújo

    Radiologia Intervencionista • Vascular e Endovascular

    • Radiologista IntervencionistaRQE 5333
    • Cirurgia Vascular / EndovascularRQE 3517

    CRM-AM 6045

  • Dr. Marcos André Filgueiras Dias — RADAM

    Dr. Marcos André Filgueiras Dias

    Radiologia Intervencionista • Vascular e Endovascular

    • Radiologista IntervencionistaRQE 6404
    • Cirurgia Vascular / EndovascularRQE 6389

    CRM-AM 7381

  • Dra. Ruth da Silva Pinheiro — RADAM

    Dra. Ruth da Silva Pinheiro

    Radiologia Intervencionista • Vascular e Endovascular

    • Radiologista IntervencionistaRQE 5659
    • Cirurgia Vascular / EndovascularRQE 5633

    CRM-AM 8927

  • Dr. Sildomar Queiroz e Silva — RADAM

    Dr. Sildomar Queiroz e Silva

    Neurorradiologia • Radiologia Intervencionista

    • NeurorradiologiaRQE 6537
    • Radiologista IntervencionistaRQE 6192
    • Radiologia e Diagnóstico por ImagemRQE 6191

    CRM-AM 9916

Dúvidas comuns

Perguntas frequentes

Para médicos

Área para médicos

Discuta o caso, encaminhe o paciente ou solicite o procedimento pelos fluxos clínicos da RADAM.

Conteúdo revisado por

  • Dr. Antônio Oliveira de Araújo

    Radiologista Intervencionista · Cirurgia Vascular / Endovascular

    Mestre em Cirurgia · Professor de Medicina

    Membro Titular do CBR–SOBRICE

    CRM-AM 6045 | RQE 5333 | RQE 3517

Última revisão clínica: 27/08/2026

Conteúdo em elaboração editorial. As informações desta página serão ampliadas após revisão clínica.

Informação responsável

Esta página é informativa e não substitui a consulta médica. A indicação, a técnica, o preparo e a recuperação dependem da avaliação individual de cada caso.

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