Saúde Vascular · Revascularização dos Membros
Angioplastia Arterial Periférica
Tratamento por cateter para abrir artérias estreitadas ou obstruídas e melhorar a circulação dos membros.
A angioplastia arterial periférica é um tratamento minimamente invasivo utilizado para abrir artérias estreitadas ou obstruídas e melhorar a circulação dos membros. Por meio de cateteres, fios-guia e balões, o radiologista intervencionista atravessa e trata o segmento comprometido. Em casos selecionados, podem ser utilizados stents ou outras tecnologias complementares. A indicação depende dos sintomas, extensão da doença, risco cardiovascular, anatomia e resposta ao tratamento clínico.
- Angiografia
- Fluoroscopia
- Ultrassom
Dor súbita intensa, palidez, frieza, perda de força ou sensibilidade em um membro pode indicar isquemia aguda. Procure imediatamente um serviço de emergência. Não aguarde resposta por WhatsApp ou formulário.
Esta página é informativa. A indicação de qualquer procedimento depende de avaliação médica individual.
Visão geral
O que é doença arterial periférica
A doença arterial periférica ocorre quando as artérias que levam sangue aos membros ficam estreitadas ou obstruídas. A aterosclerose é uma causa frequente: placas se acumulam na parede do vaso e podem reduzir o fluxo sanguíneo. Acomete principalmente os membros inferiores e pode ser assintomática por longos períodos. Em outros casos, provoca dor ao caminhar e, com a progressão, pode evoluir para dor em repouso, feridas que não cicatrizam ou gangrena. A doença também está associada a maior risco cardiovascular global, e o tratamento do membro não substitui a prevenção de infarto e AVC.
Territórios
Territórios da angioplastia periférica
Segmentos arteriais que podem ser avaliados e tratados, conforme a anatomia e a gravidade do quadro.
Artérias ilíacas
Localizadas na pelve, conduzem o sangue em direção aos membros. Obstruções podem causar sintomas nas nádegas, coxas ou pernas.
Artérias femorais e poplíteas
Percorrem a coxa e a região do joelho. São territórios frequentemente afetados pela aterosclerose.
Artérias abaixo do joelho
Incluem as artérias tibiais e a fibular. Possuem papel importante na circulação do pé e na cicatrização de feridas.
Artérias do pé
Em casos selecionados, vasos abaixo do tornozelo podem ser avaliados dentro de estratégias avançadas de preservação do membro.
Cada território possui calibre, mobilidade, anatomia e risco de reestenose próprios. A estratégia não é igual para todas as artérias.
Finalidade
Para que pode ser utilizada
A angioplastia pode ser considerada quando os sintomas limitam a vida do paciente ou quando a circulação insuficiente ameaça a integridade do membro, sempre após avaliação clínica e de imagem.
- Claudicação que limita atividades e qualidade de vida
- Resposta insuficiente ao tratamento clínico e ao exercício estruturado
- Dor isquêmica em repouso
- Feridas relacionadas à falta de circulação
- Perda tecidual
- Isquemia crônica ameaçadora do membro
- Obstrução relevante em anatomia tratável
- Necessidade de melhorar a perfusão para favorecer a cicatrização
- Falha ou reestenose após tratamento anterior
- Determinadas situações de isquemia aguda, dentro de estratégia específica
Técnica
Como é realizado
O procedimento é realizado em sala de angiografia, com orientação de imagem em tempo real. Após a revisão dos exames e a definição do objetivo da revascularização, escolhe-se o acesso arterial e realiza-se a punção. Fios-guia e cateteres são introduzidos e a angiografia mapeia o território. O estreitamento ou a obstrução é atravessado e dilatado com balão. O resultado é avaliado e, quando necessário, utiliza-se stent ou tecnologia complementar. Ao final, o fluxo é controlado, os dispositivos são retirados e realiza-se a hemostasia, seguida de observação. A duração varia conforme o território e a complexidade e não é fixa.
- Acesso: Acesso femoral, radial em situações selecionadas, contralateral, anterógrado, retrógrado distal ou combinações em casos complexos
- Anestesia: Geralmente anestesia local com sedação; casos complexos podem exigir outra estratégia anestésica
Balões e tecnologias
Balão convencional
Dilata o segmento estreitado ou obstruído para restaurar o espaço interno da artéria.
Balão farmacológico
Libera medicamento na parede do vaso com o objetivo de reduzir reestenose em indicações selecionadas.
Balões especiais
Podem possuir estruturas destinadas a modificar placas resistentes ou calcificadas.
Aterectomia
Utiliza dispositivos para modificar ou remover parte da placa. É considerada tecnologia complementar, e não um procedimento isolado.
Litotripsia intravascular
Utiliza energia para modificar o cálcio da parede arterial e facilitar a expansão do vaso. Tecnologia condicionada à disponibilidade.
Como o tratamento é realizado

Dilatação e stent na artéria

Avaliação das artérias por angiografia


Como funciona na RADAM
Etapas do procedimento
01
Envio dos exames
Os exames de imagem e laudos vasculares são enviados para revisão inicial da equipe.
02
Avaliação vascular
História clínica, sintomas e exame vascular orientam a investigação.
03
Definição da gravidade
Classificação do quadro entre claudicação, isquemia crônica ameaçadora ou urgência.
04
Tratamento clínico e controle de risco
Fatores de risco, medicamentos e exercício estruturado são revistos com a equipe assistente.
05
Estudo anatômico
Doppler, angiotomografia, angiorressonância ou angiografia detalham os segmentos comprometidos.
06
Decisão multidisciplinar
A estratégia é discutida entre as equipes envolvidas, considerando alternativas endovasculares e cirúrgicas.
07
Angioplastia
Quando indicada, a revascularização é realizada por cateter em ambiente hospitalar compatível.
08
Avaliação do fluxo
O resultado é avaliado durante e após o procedimento.
09
Acompanhamento e cuidados do membro
Cuidados com feridas, medicamentos e reavaliações periódicas fazem parte do tratamento.
O fluxo, a anestesia, o ambiente hospitalar e o tempo de recuperação variam conforme o procedimento e as condições do paciente.
Preparo
Como se preparar
- Levar exames de imagem e laudos vasculares já realizados
- Informar todos os medicamentos em uso, especialmente antitrombóticos
- Informar histórico de alergia a contraste e doença renal
- Seguir a orientação de jejum fornecida pela equipe
- Manter o controle da glicemia e da pressão conforme a orientação médica
- Comparecer acompanhado quando houver previsão de sedação
- Levar registro fotográfico ou informações sobre feridas em acompanhamento
Quando os sintomas melhoram adequadamente com tratamento clínico e exercício, a revascularização pode não ser necessária.
Depois do procedimento
Recuperação e cuidados
Após o procedimento há período de observação, com controle do local da punção, avaliação dos pulsos, da temperatura e da cor do membro e monitorização clínica. A mobilização depende do tipo de acesso utilizado. A alta ou a internação são definidas conforme a evolução, e o acompanhamento posterior pode incluir Doppler ou outros exames.
Cuidados posteriores
- Observação clínica e controle do local da punção
- Avaliação dos pulsos, da temperatura e da cor do membro
- Reavaliação da função renal quando indicado
- Orientação sobre os medicamentos após o procedimento
- Mobilização conforme o acesso utilizado
- Alta ou internação conforme a evolução
- Continuidade dos cuidados com feridas
- Acompanhamento com Doppler ou outros exames
Sintomas
Quais sintomas pode causar
As manifestações variam e nem todos os pacientes apresentam claudicação típica. Alguns quadros são silenciosos ou têm apresentação atípica.
Claudicação
Dor, cansaço ou peso durante a caminhada, com melhora no repouso. Pode afetar panturrilha, coxa ou nádega, e a distância de caminhada pode diminuir progressivamente.
Isquemia crônica ameaçadora do membro
Dor no pé em repouso, que piora ao elevar a perna, feridas que não cicatrizam, necrose ou gangrena, com risco de perda tecidual. Exige avaliação rápida.
Isquemia aguda
Dor súbita, palidez, frieza, perda de pulso, formigamento ou dormência, fraqueza ou paralisia. É uma emergência vascular.
Apresentação atípica
Fraqueza, dificuldade para caminhar, redução da velocidade da marcha, um pé mais frio, alteração da cor, crescimento reduzido de pelos ou unhas e sintomas mascarados por neuropatia.
A doença arterial periférica não é apenas um problema da perna. Ela também indica aumento do risco cardiovascular global.
Fatores de risco
Quem tem maior risco
- Tabagismo
- Diabetes
- Hipertensão
- Colesterol elevado
- Doença renal
- Idade
- Histórico de doença cardiovascular
- Sedentarismo
- Doença arterial em outros territórios
- Histórico familiar
- Feridas nos pés
- Tratamentos vasculares anteriores
Esta lista é informativa e não constitui diagnóstico. A avaliação depende de consulta médica e exames.
Base do tratamento
O tratamento clínico continua sendo essencial
Independentemente da realização de angioplastia, o cuidado clínico permanece central no controle da doença arterial periférica.
O tratamento pode incluir
- Interrupção do tabagismo
- Controle do diabetes
- Controle da pressão arterial
- Redução do colesterol
- Medicamentos antitrombóticos, quando indicados
- Exercício estruturado
- Alimentação adequada
- Cuidados preventivos com os pés
- Acompanhamento cardiovascular
A angioplastia trata determinados estreitamentos e obstruções, mas não elimina a aterosclerose nem substitui o controle dos fatores de risco. Esta página não fornece prescrições nem doses.
Planejamento
Avaliação antes do procedimento
A avaliação é individualizada. Nenhum exame é obrigatório para todos os pacientes.
- História clínica e exame vascular
- Palpação dos pulsos
- Índice tornozelo-braquial
- Pressão dos dedos e índice dedo-braquial
- Avaliação da perfusão
- Ultrassonografia com Doppler
- Angiotomografia
- Angiorressonância
- Angiografia
- Função renal, hemograma e coagulação
- Avaliação cardíaca
- Revisão de medicamentos e histórico de alergia ao contraste
- Avaliação das feridas e classificação da gravidade do membro
Passo a passo
Etapas técnicas do procedimento
- 1. Revisão dos exames
- 2. Definição do objetivo da revascularização
- 3. Escolha do acesso arterial
- 4. Punção da artéria
- 5. Introdução de fios-guia e cateteres
- 6. Angiografia
- 7. Travessia do estreitamento ou obstrução
- 8. Dilatação com balão
- 9. Avaliação do resultado
- 10. Uso de stent ou tecnologia complementar, quando necessário
- 11. Controle do fluxo
- 12. Retirada dos dispositivos
- 13. Hemostasia e observação
Vias de acesso
Acessos possíveis
- Acesso femoral
- Acesso radial em situações selecionadas
- Acesso pelo membro contralateral
- Acesso anterógrado
- Acesso retrógrado distal
- Combinações de acessos em casos complexos
A escolha depende do território, da anatomia e da segurança do caso. Nenhum acesso é universalmente superior.
Dispositivos
Quando é utilizado stent
- Pode ser planejado desde o início
- Pode ser necessário diante de resultado inadequado do balão
- Pode tratar retração elástica do vaso
- Pode estabilizar uma dissecção
- Pode ser utilizado em determinados territórios
- Existem stents metálicos e revestidos
- Nem toda angioplastia exige stent
- O território abaixo do joelho possui considerações específicas
- O stent permanece implantado e exige acompanhamento
O stent não é uma evolução obrigatória da angioplastia. A decisão é técnica e individual.
Comparação educativa
Angioplastia, stent, aterectomia e trombectomia
Angioplastia
Abre a artéria por dilatação com balão.
Stent
Fornece suporte interno para ajudar a manter o vaso aberto.
Aterectomia
Modifica ou remove parte da placa antes ou durante a revascularização.
Trombectomia
Remove um coágulo que esteja bloqueando o fluxo.
As técnicas podem ser utilizadas isoladamente ou combinadas. A escolha depende de o bloqueio ser causado por placa, cálcio, trombo ou uma combinação desses elementos.
Segurança
Contraste e função renal
- A angiografia geralmente utiliza contraste iodado
- A função renal deve ser avaliada antes do procedimento
- Diabetes, desidratação e doença renal influenciam o risco
- O volume de contraste deve ser planejado
- Hidratação pode ser necessária
- A angiografia com dióxido de carbono pode ser considerada em territórios e pacientes selecionados
- O CO₂ possui limitações e não substitui universalmente o contraste iodado
Não é possível prometer procedimento sem contraste. A estratégia depende do território tratado e da avaliação individual.
Alternativas
Angioplastia ou cirurgia de revascularização
Tratamento endovascular
Realizado por cateter, com menor incisão. Pode permitir recuperação menos invasiva e ser repetido, mas pode apresentar reestenose. O resultado depende da anatomia.
Cirurgia
Utiliza ponte (bypass) ou reconstrução aberta. Pode oferecer maior durabilidade em determinadas anatomias, exige condições clínicas e enxertos adequados e possui riscos e recuperação próprios.
Tratamento híbrido
Combina cirurgia e técnicas endovasculares. Pode ser apropriado para doença em múltiplos níveis.
A decisão deve considerar gravidade, anatomia, risco cirúrgico, expectativa de durabilidade, disponibilidade de veia e preferências do paciente.
Cuidado multidisciplinar
Pé diabético e feridas
O diabetes pode causar neuropatia, infecção e doença arterial de forma combinada. A angioplastia trata o componente arterial e não trata isoladamente a infecção ou a neuropatia.
- Restaurar o fluxo pode contribuir para a cicatrização
- Os cuidados com a ferida continuam necessários
- O controle glicêmico é essencial
- Pode ser necessário desbridamento ou cirurgia
- A preservação do membro exige equipe multidisciplinar
Não há como prometer que a revascularização evitará uma amputação. O objetivo é oferecer a melhor chance dentro de um cuidado integrado.
Emergência
Isquemia aguda
- Pode ocorrer por trombose ou embolia
- É uma emergência vascular
- O tratamento pode envolver trombectomia, trombólise, angioplastia, stent ou cirurgia
- Perda de força ou de sensibilidade indica maior gravidade
- A angioplastia isolada pode não resolver o trombo
Suspeita de isquemia aguda não deve aguardar consulta eletiva, WhatsApp ou formulário: procure um serviço de emergência.
Conforto
Anestesia e desconforto
- Geralmente utiliza anestesia local e sedação
- Casos complexos podem exigir outra estratégia anestésica
- Pode haver desconforto no local da punção
- A insuflação do balão pode causar dor temporária
- O controle analgésico é individualizado
Nenhum procedimento pode ser prometido como indolor.
Após a alta
Medicamentos após a angioplastia
- Podem ser utilizados antiagregantes
- Alguns pacientes necessitam de anticoagulantes
- Estatinas e o controle cardiovascular permanecem essenciais
- O esquema depende do dispositivo utilizado e do risco individual
- Medicamentos não devem ser suspensos por conta própria
Não existe esquema universal. Esta página não indica medicamentos nem doses.
Acompanhamento
Como o resultado é avaliado
- Melhora da distância de caminhada
- Redução da dor
- Melhora da dor em repouso
- Cicatrização de feridas
- Perfusão do pé
- Pulsos
- Índice tornozelo-braquial
- Doppler
- Permeabilidade do segmento tratado
- Ausência de reestenose
- Preservação funcional do membro
- Necessidade de nova intervenção
Uma angiografia tecnicamente satisfatória não garante, isoladamente, cicatrização ou preservação do membro.
Evolução
Reestenose
- A artéria pode estreitar novamente
- O risco depende do território e da extensão da doença
- Diabetes, doença renal e tabagismo influenciam o resultado
- Calcificação e doença difusa dificultam resultados duradouros
- Os sintomas podem retornar
- O acompanhamento ajuda a identificar problemas mais cedo
- Nova angioplastia ou cirurgia pode ser necessária
Navegação clínica
Continue explorando
Benefícios potenciais
O que o procedimento pode oferecer
- Possível melhora da circulação do membro tratado
- Possível redução da dor ao caminhar e da dor em repouso
- Apoio à cicatrização de feridas relacionadas à isquemia
- Contribuição para estratégias de preservação funcional do membro
- Alternativa minimamente invasiva em pacientes selecionados
- Possibilidade de repetição do tratamento em casos selecionados
Riscos e limitações
Riscos possíveis e limitações
Riscos possíveis
- Hematoma
- Sangramento
- Pseudoaneurisma no local do acesso
- Lesão arterial
- Dissecção
- Perfuração
- Trombose
- Embolização distal
- Piora da circulação do membro
- Reação ao contraste
- Alteração da função renal
- Infecção
- Reestenose
- Oclusão do stent
- Necessidade de cirurgia de emergência
- Perda tecidual
- Amputação
- Complicações cardiovasculares
- Complicações graves, incluindo risco de morte
Os riscos variam conforme o território tratado, a gravidade da isquemia, as condições clínicas e a anatomia. Não utilizamos percentuais universais de sucesso ou de complicação.
Transparência
Limitações do método
- Não elimina a aterosclerose nem o risco cardiovascular global
- Depende de anatomia tratável e de doença passível de travessia
- Calcificação extensa e doença difusa podem limitar o resultado
- Reestenose e nova obstrução podem ocorrer
- Não trata infecção, neuropatia ou pressão sobre a ferida
- Não garante cicatrização nem preservação do membro
- Tecnologias complementares dependem de disponibilidade e de indicação
Outras possibilidades
Alternativas que podem ser avaliadas
- Tratamento clínico e controle de fatores de risco
- Programa de exercício estruturado
- Cirurgia de revascularização (ponte/bypass)
- Tratamento híbrido, combinando cirurgia e técnicas endovasculares
- Trombectomia ou trombólise em quadros com trombo
- Cuidados de ferida e acompanhamento multidisciplinar
- Amputação, apenas como possível consequência ou alternativa em casos avançados, avaliada por equipe assistente
Segurança
Sinais de alerta após o procedimento
- Dor súbita ou progressiva no membro
- Membro frio
- Palidez ou coloração azulada
- Perda de força
- Dormência
- Ausência de sensibilidade
- Sangramento persistente no local da punção
- Aumento rápido do hematoma
- Falta de ar
- Dor no peito
- Febre persistente
- Redução importante do volume de urina
- Piora da ferida ou necrose
Na presença de qualquer um desses sinais, entre em contato com a equipe ou procure atendimento médico.
Relação clínica
Situações clínicas relacionadas
Quadros em que a angioplastia arterial periférica pode ser avaliada após análise individual. O envio dos exames não confirma automaticamente a indicação.
Obstrução ou estenose arterial
Redução ou interrupção do fluxo em uma artéria, com dor, feridas ou dificuldade para caminhar.
Ver condiçãoTrombose arterial
Formação de coágulo em uma artéria, com redução aguda do fluxo sanguíneo.
Ver condiçãoProblemas vasculares
Página de orientação sobre doenças das artérias e das veias — obstruções, tromboses, varizes pélvicas e aneurismas — para ajudar a identificar qual caminho de investigação e tratamento faz sentido para cada situação.
Ver condição
Linha de cuidado
Procedimentos relacionados
Outras técnicas do núcleo de Saúde Vascular que podem compor a estratégia de revascularização.
Arteriografia de Membro Inferior
A arteriografia de membro inferior estuda as artérias das pernas e dos pés com contraste e imagens em tempo real. Pode mostrar pontos de estreitamento, segmentos obstruídos, circulação colateral e o fluxo até o pé, auxiliando o planejamento de tratamentos endovasculares quando indicados.
Ver procedimentoSaúde Vascular
Reúne os procedimentos minimamente invasivos usados para tratar artérias e veias por meio de cateteres, com orientação de imagem em tempo real.
Ver procedimentoTratamento Endovascular do Pé Diabético
Quando falta circulação no pé, a angioplastia pode abrir artérias estreitadas ou obstruídas e melhorar o fluxo de sangue. É apenas uma parte do tratamento, que também exige controle do diabetes, combate à infecção, cuidados da ferida e retirada da pressão sobre o pé.
Ver procedimentoTrombectomia Arterial Periférica
Quando um coágulo bloqueia de repente a circulação de um braço ou de uma perna, dispositivos conduzidos por cateter podem aspirar ou retirar o trombo e restaurar o fluxo. A isquemia aguda do membro é uma emergência e exige atendimento hospitalar imediato.
Ver procedimentoTrombólise Arterial por Cateter
Quando um coágulo bloqueia uma artéria, um cateter pode ser posicionado dentro do trombo para administrar o medicamento que o dissolve, com monitoramento hospitalar durante a infusão. Sinais de isquemia aguda exigem atendimento imediato em serviço de urgência.
Ver procedimento
Procedimento realizado em ambiente hospitalar
Após a avaliação e a indicação, a RADAM participa do planejamento, da coordenação hospitalar e do acompanhamento do paciente.
A angioplastia arterial periférica depende de avaliação prévia, exames de imagem, equipe habilitada e estrutura hospitalar compatível com sala de angiografia.
Equipe RADAM
Equipe médica relacionada

Dr. Antônio Oliveira de Araújo
Radiologia Intervencionista • Vascular e Endovascular
- Radiologista IntervencionistaRQE 5333
- Cirurgia Vascular / EndovascularRQE 3517
CRM-AM 6045

Dr. Marcos André Filgueiras Dias
Radiologia Intervencionista • Vascular e Endovascular
- Radiologista IntervencionistaRQE 6404
- Cirurgia Vascular / EndovascularRQE 6389
CRM-AM 7381

Dr. Paulo Inácio Alves Ramos Diniz
Cirurgia Vascular • Angiorradiologia e Cirurgia Endovascular
- Cirurgia VascularRQE 4051
- Angiorradiologia e Cirurgia EndovascularRQE 5409
CRM-AM 7392

Dra. Ruth da Silva Pinheiro
Radiologia Intervencionista • Vascular e Endovascular
- Radiologista IntervencionistaRQE 5659
- Cirurgia Vascular / EndovascularRQE 5633
CRM-AM 8927
Dúvidas comuns
Perguntas frequentes
Para médicos
Área para médicos
Discuta o caso, encaminhe o paciente ou solicite o procedimento pelos fluxos clínicos da RADAM.
Conteúdo revisado por
Dr. Antônio Oliveira de Araújo
Radiologista Intervencionista · Cirurgia Vascular / Endovascular
Mestre em Cirurgia · Professor de Medicina
Membro Titular do CBR–SOBRICE
CRM-AM 6045 | RQE 5333 | RQE 3517
Última revisão clínica: 23/08/2026
Conteúdo em elaboração editorial. As informações desta página serão ampliadas após revisão clínica.
Referências selecionadas
- Diretrizes internacionais sobre manejo da doença arterial periférica e da isquemia crônica ameaçadora do membro
- Documentos de consenso sobre revascularização endovascular dos membros inferiores
Informação responsável
Esta página é informativa e não substitui a consulta médica. A indicação, a técnica, o preparo e a recuperação dependem da avaliação individual de cada caso.
Próximo passo
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Envie os exames para avaliação. A equipe RADAM analisará a circulação, a gravidade dos sintomas, a anatomia vascular e as opções de revascularização. Dor súbita, frieza, palidez, perda de força ou sensibilidade exigem atendimento emergencial.
Nenhum documento é enviado nesta etapa do protótipo. A equipe orienta o envio seguro após o contato.

