RADAM — Radiologia Intervencionista da Amazônia

Saúde do Homem · Tratamento Minimamente Invasivo

Embolização da Próstata

Tratamento por cateteres que reduz seletivamente a circulação da próstata aumentada, sem instrumentos pela uretra.

A embolização das artérias prostáticas é um tratamento minimamente invasivo para homens com sintomas urinários relacionados ao aumento benigno da próstata. Por meio de cateteres, o radiologista intervencionista reduz seletivamente a circulação que alimenta a próstata, favorecendo a diminuição de seu volume e a melhora progressiva dos sintomas. A indicação exige avaliação individualizada e integração entre o urologista e o radiologista intervencionista.

  • Fluoroscopia
  • Angiografia

Esta página é informativa. A indicação de qualquer procedimento depende de avaliação médica individual.

Visão geral

O que é o aumento benigno da próstata?

A próstata fica abaixo da bexiga e envolve parte da uretra, o canal por onde a urina sai. Com o envelhecimento, ela pode aumentar de volume — condição chamada de hiperplasia prostática benigna, ou HPB, que não é câncer. Esse aumento pode comprimir a uretra e dificultar o esvaziamento da bexiga. O tamanho da próstata, isoladamente, não determina a intensidade dos sintomas: sintomas semelhantes podem ter outras causas e nem todo aumento prostático precisa de tratamento.

Sintomas da próstata aumentada

Sintomas da próstata aumentada

Os sintomas urinários relacionados ao aumento da próstata costumam ser organizados em grupos, que ajudam a compreender o quadro e a planejar a avaliação.

  • Sintomas de esvaziamento

    Jato urinário fraco, demora para iniciar a micção, necessidade de fazer força, interrupção do jato, gotejamento ao terminar e sensação de esvaziamento incompleto.

  • Sintomas de armazenamento

    Aumento da frequência urinária, urgência para urinar, acordar várias vezes à noite, dificuldade para adiar a micção e episódios de perda urinária relacionados à urgência.

  • Complicações possíveis

    Retenção urinária, necessidade de sonda, infecções urinárias recorrentes, cálculos na bexiga, sangramento urinário e, em situações selecionadas, comprometimento da bexiga ou dos rins.

Esses sintomas também podem ocorrer por alterações da bexiga, estreitamento da uretra, infecção, medicamentos, doenças neurológicas e outras condições. A presença de sintomas urinários não confirma automaticamente que a próstata seja a única causa.

Finalidade

Para que pode ser utilizada

A embolização da próstata, também chamada de embolização das artérias prostáticas, é realizada por um radiologista intervencionista. Começa por uma pequena punção arterial; cateteres são conduzidos até a circulação pélvica e microcateteres permitem alcançar as artérias prostáticas. Partículas são liberadas de forma controlada, promovendo redução seletiva da circulação prostática. A próstata tende a reduzir progressivamente e a compressão sobre a uretra pode diminuir, mas a melhora dos sintomas não é necessariamente imediata.

  • A embolização não retira a próstata e não utiliza instrumentos introduzidos pela uretra.
  • A resposta é individual e não pode ser prometida como cura ou resultado imediato.
  • A necessidade de tratamento futuro não pode ser descartada.

Técnica

Como é realizado

O procedimento é planejado a partir da avaliação urológica e clínica, da revisão dos sintomas e dos tratamentos anteriores, da avaliação da próstata, da bexiga e do trato urinário e da análise dos exames de imagem e laboratoriais. Não existe duração fixa. O acesso pelo punho ou pela virilha é escolhido conforme a anatomia e o planejamento vascular, e nem toda anatomia arterial permite embolização bilateral.

  • Acesso: Punção de uma artéria no punho ou na virilha, definida conforme a anatomia, o planejamento vascular e a experiência da equipe.
  • Anestesia: Geralmente são utilizadas anestesia local e sedação; a necessidade de outra estratégia depende do paciente e do serviço.
Equipe de Radiologia Intervencionista realizando embolização prostática em sala de hemodinâmica.
Equipe de Radiologia Intervencionista durante a embolização prostática em sala de hemodinâmica.
Radiologista intervencionista durante etapa técnica da embolização prostática.
Registro de uma etapa da embolização prostática realizada em ambiente especializado.

Tecnologias de orientação por imagem

  • Angiografia

    Mapeia a circulação pélvica, identifica as artérias prostáticas e confere o resultado no controle final.

  • Fluoroscopia

    Imagem em tempo real que orienta a navegação dos cateteres e microcateteres até os ramos prostáticos.

Imagem durante o procedimento

Controle angiográfico durante o procedimento

A angiografia permite identificar os vasos responsáveis pela irrigação da próstata e orientar o posicionamento seletivo do microcateter. Após a administração controlada do material embólico, novas imagens são obtidas para avaliar a redução do fluxo sanguíneo no território tratado. Os achados podem variar entre pacientes.

Artéria prostática direita

Angiografia da artéria prostática direita antes da embolização.
Antes da embolizaçãoImagem angiográfica do lado direito obtida antes da embolização.
Controle angiográfico da artéria prostática direita após a embolização.
Após a embolizaçãoControle angiográfico do lado direito realizado após a embolização.

Artéria prostática esquerda

Angiografia da artéria prostática esquerda antes da embolização.
Antes da embolizaçãoImagem angiográfica do lado esquerdo obtida antes da embolização.
Controle angiográfico da artéria prostática esquerda após a embolização.
Após a embolizaçãoControle angiográfico do lado esquerdo realizado após a embolização.

Toque ou clique em uma imagem para ampliar.

Como funciona na RADAM

Etapas do procedimento

  1. 1

    Avaliação urológica e clínica

    Integração entre urologista e radiologista intervencionista.

  2. 2

    Revisão dos sintomas

    Análise da intensidade e dos tratamentos anteriores.

  3. 3

    Avaliação do trato urinário

    Estudo da próstata, da bexiga e do esvaziamento vesical.

  4. 4

    Análise de exames

    Revisão dos exames de imagem e laboratoriais.

  5. 5

    Escolha do acesso arterial

    Definição individualizada do sítio de punção.

  6. 6

    Punção no punho ou na virilha

    Acesso arterial com anestesia local.

  7. 7

    Introdução dos cateteres

    Progressão sob orientação por imagem.

  8. 8

    Angiografia pélvica

    Mapeamento da circulação da pelve.

  9. 9

    Identificação das artérias prostáticas

    Reconhecimento dos ramos que nutrem a próstata.

  10. 10

    Navegação com microcateter

    Progressão seletiva até o território planejado.

  11. 11

    Proteção de territórios não planejados

    Estratégias específicas, quando necessárias.

  12. 12

    Liberação seletiva das partículas

    Aplicação controlada do material embólico.

  13. 13

    Controle angiográfico final

    Verificação do resultado imediato por imagem.

  14. 14

    Retirada dos cateteres e hemostasia

    Cuidados no local da punção.

  15. 15

    Observação clínica

    Acompanhamento da micção, da dor e da punção.

O fluxo, a anestesia, o ambiente hospitalar e o tempo de recuperação variam conforme o procedimento e as condições do paciente.

Preparo

Como se preparar

  • Levar ultrassonografias, ressonâncias e laudos já realizados.
  • Apresentar a avaliação urológica e o histórico de tratamentos anteriores.
  • Levar resultados de PSA, função renal, exame de urina e testes de coagulação solicitados.
  • Informar todos os medicamentos em uso.
  • Comunicar uso de anticoagulantes e antiagregantes.
  • Informar alergia a contraste.
  • Informar uso de sonda vesical ou episódios de retenção urinária.
  • Seguir o jejum orientado pela equipe.
  • Comparecer com acompanhante.

Não suspenda medicamentos por conta própria. As orientações definitivas são fornecidas após a avaliação individual.

Depois do procedimento

Recuperação e cuidados

Após o procedimento são realizadas observação clínica, acompanhamento do local da punção, controle da circulação do membro, hidratação conforme indicação, controle da dor e avaliação da micção. A alta pode ocorrer no mesmo dia ou após internação, conforme a evolução, sem prazo fixo. O uso de medicamentos pode ser temporário e o retorno às atividades é progressivo e individualizado, com acompanhamento conjunto do urologista e do radiologista intervencionista.

Cuidados posteriores

  • Observação clínica conforme a evolução.
  • Acompanhamento do local da punção e da circulação do membro.
  • Hidratação conforme orientação da equipe.
  • Controle da dor e dos sintomas urinários.
  • Avaliação da micção e, quando aplicável, planejamento da retirada da sonda.
  • Retomada progressiva das atividades.
  • Retornos com urologista e radiologista intervencionista.

Indicação

Quem pode ser avaliado?

Situações em que a embolização pode ser considerada

  • Sintomas urinários atribuídos à HPB.
  • Impacto relevante na qualidade de vida.
  • Resposta insuficiente ou efeitos adversos aos medicamentos.
  • Próstata aumentada.
  • Desejo de avaliar alternativa minimamente invasiva.
  • Risco cirúrgico aumentado.
  • Uso de anticoagulantes ou condições clínicas que exijam planejamento especial.
  • Retenção urinária relacionada à obstrução prostática.
  • Necessidade de sonda, em casos selecionados.
  • Próstata muito volumosa, conforme avaliação individual.
  • Preocupação com efeitos sexuais de determinadas cirurgias.

O tamanho da próstata é importante, mas não deve ser utilizado isoladamente para indicar ou excluir a embolização.

Avaliação

Avaliação antes da embolização

A decisão depende de avaliação integrada entre a urologia e a radiologia intervencionista. Os itens abaixo podem ser considerados conforme o caso — nem todos são obrigatórios em todos os pacientes.

  • Consulta com urologista.
  • Histórico clínico e intensidade dos sintomas.
  • Questionário urinário, como o IPSS, quando utilizado.
  • Avaliação da qualidade de vida.
  • Exame físico e toque retal, conforme indicação.
  • PSA.
  • Função renal, exame de urina e cultura, quando necessária.
  • Ultrassonografia e medida do resíduo pós-miccional.
  • Avaliação do fluxo urinário.
  • Ressonância ou outros exames de imagem, quando indicados.
  • Avaliação da bexiga.
  • Investigação de câncer de próstata quando houver suspeita.
  • Revisão de anticoagulantes e antiagregantes.

Diferenciação

HPB não é câncer de próstata

  • Hiperplasia prostática benigna e câncer de próstata são condições diferentes.
  • As duas condições podem coexistir.
  • A embolização para HPB não substitui a investigação do câncer.
  • PSA alterado, toque suspeito ou imagem suspeita exigem avaliação urológica.
  • A redução dos sintomas não exclui malignidade.
  • A embolização não deve atrasar investigação oncológica necessária.
  • Esta página não apresenta a técnica como tratamento curativo do câncer de próstata.

Antes da embolização, é necessário avaliar se os sintomas são benignos e se existe indicação de investigar câncer de próstata.

Limites da indicação

Quando a embolização pode não ser a melhor opção?

A indicação pode ser limitada em algumas situações. A lista abaixo é educativa e não representa contraindicações absolutas universais.

  • Sintomas leves ou sem impacto relevante.
  • Sintomas cuja causa principal não seja a próstata.
  • Suspeita de câncer ainda não esclarecida.
  • Infecção urinária ativa.
  • Obstrução uretral por outra causa.
  • Alterações importantes da bexiga.
  • Insuficiência renal que exija planejamento específico.
  • Alergia grave ao contraste sem estratégia adequada.
  • Alterações da coagulação não corrigidas.
  • Anatomia arterial desfavorável.
  • Aterosclerose pélvica importante.
  • Necessidade de resultado desobstrutivo mais imediato.
  • Situação em que outra técnica ofereça benefício superior.

Comparação

Embolização ou cirurgia?

Não existe um procedimento universalmente superior. A escolha deve considerar anatomia, intensidade dos sintomas, condição da bexiga, saúde geral, expectativas e prioridades do paciente.

  • Embolização prostática

    Acesso por cateter, sem incisão na próstata e sem instrumentos pela uretra. Preserva a próstata, com melhora progressiva e menor agressão anatômica. Pode ter menor efeito desobstrutivo que algumas técnicas cirúrgicas e pode exigir novo tratamento.

  • Tratamentos transuretrais ou cirúrgicos

    Acessam ou removem tecido prostático e podem produzir desobstrução mais direta. Incluem diferentes técnicas, com resultados e riscos variáveis, que podem envolver sangramento, internação, alteração ejaculatória ou outras complicações. Algumas técnicas são mais adequadas conforme anatomia e volume prostático.

Saúde sexual

Função sexual e ejaculação

  • A embolização não envolve ressecção da próstata pela uretra.
  • Tende a apresentar menor incidência de ejaculação retrógrada que diversas cirurgias transuretrais.
  • Muitos pacientes preservam a função erétil e a ejaculação.
  • Isso não representa garantia individual.
  • Alterações de ereção, ejaculação, volume ejaculado ou desconforto podem ocorrer.
  • Função sexual prévia, idade, doenças vasculares e medicamentos influenciam o resultado.
  • Expectativas devem ser discutidas antes do tratamento.

Retenção urinária

Retenção urinária e uso de sonda

  • Alguns pacientes procuram tratamento por retenção urinária.
  • É necessário confirmar que a obstrução prostática contribui para o quadro.
  • A função da bexiga influencia a possibilidade de urinar sem sonda.
  • A melhora após a embolização pode ser progressiva.
  • A retirada da sonda deve ser planejada e podem ser necessários testes de micção.
  • Não existe garantia de retirada definitiva da sonda.
  • Bexiga com contratilidade reduzida pode limitar o resultado.

Conforto

Anestesia e controle do desconforto

  • Geralmente são utilizadas anestesia local e sedação.
  • A necessidade de outras estratégias depende do paciente.
  • Pode haver desconforto pélvico, ardência urinária ou sensação de pressão.
  • Medicamentos podem ser utilizados para dor, náusea e sintomas urinários.
  • O procedimento não é apresentado como indolor.

Depois do procedimento

Sintomas após a embolização

Podem ocorrer temporariamente

  • Ardência para urinar.
  • Aumento da frequência urinária.
  • Urgência.
  • Desconforto pélvico.
  • Sangue na urina.
  • Sangue no sêmen.
  • Cansaço.
  • Febre baixa.
  • Náusea.
  • Dificuldade temporária para urinar.

A intensidade e a duração variam. Retenção urinária, febre persistente ou piora progressiva exigem avaliação.

Evolução

Quando começa a melhora?

  • A redução da circulação prostática ocorre durante o procedimento.
  • A diminuição do volume é progressiva.
  • A melhora urinária pode ocorrer ao longo de semanas ou meses.
  • Diferentes sintomas podem melhorar em momentos diferentes.
  • Medicamentos não devem ser suspensos sem orientação.
  • A resposta deve ser acompanhada.
  • Alguns pacientes apresentam melhora parcial.
  • Pode existir necessidade de novo tratamento.

Acompanhamento

Como o resultado é avaliado?

  • Intensidade dos sintomas.
  • Frequência urinária e episódios de urgência.
  • Número de vezes que o paciente acorda à noite.
  • Força do jato e sensação de esvaziamento.
  • Qualidade de vida.
  • IPSS, quando utilizado.
  • Fluxo urinário e resíduo pós-miccional.
  • Redução do volume da próstata.
  • Retirada de sonda, quando esse for o objetivo.
  • Necessidade de medicamentos ou de novo tratamento.

O resultado clínico é mais importante do que a redução isolada do volume prostático.

Fluxo assistencial RADAM

Como a RADAM organiza a jornada

  • Envio dos exames.
  • Avaliação urológica e intervencionista.
  • Confirmação da causa dos sintomas.
  • Estudo da anatomia prostática e vascular.
  • Planejamento.
  • Embolização.
  • Observação.
  • Acompanhamento conjunto.
  • Reavaliação dos sintomas e resultados.

O envio dos exames não confirma automaticamente a indicação.

Expertise profissional

Quem realiza a embolização prostática na RADAM

A embolização das artérias prostáticas exige domínio de anatomia arterial pélvica, microcateterismo seletivo e interpretação de imagem. Na RADAM, o procedimento é conduzido por médico com atuação declarada em Radiologia Intervencionista e em Cirurgia Vascular e Endovascular.

Dr. Antônio Oliveira de Araújo — RADAM

Dr. Antônio Oliveira de Araújo

Radiologista Intervencionista · Cirurgia Vascular / Endovascular

Mestre em Cirurgia · Professor de Medicina

Membro Titular do CBR–SOBRICE

CRM-AM 6045 | RQE 5333 | RQE 3517

  • Radiologia Intervencionista — atuação em embolizações terapêuticas guiadas por imagem
  • Cirurgia Vascular e Endovascular — experiência em cateterismo arterial seletivo
  • Mestre em Cirurgia
  • Professor de Medicina
  • Membro Titular do CBR–SOBRICE
  • Curso de Aperfeiçoamento em Embolização Prostática pelo GEEP — Grupo de Estudos em Embolização Prostática, de São Paulo/SP e Recife/PE, sob coordenação do Prof. Dr. Joaquim Mota Leal Filho, coautor da publicação pioneira sobre a utilização da embolização prostática no tratamento da hiperplasia prostática benigna.

Esta página não promete resultado, taxa de sucesso ou superioridade em relação a outros tratamentos. A indicação é sempre individual e discutida com a avaliação urológica.

Segunda opinião

A embolização pode ser uma opção para tratar a próstata aumentada?

A indicação depende da intensidade e da causa dos sintomas, tamanho e anatomia da próstata, condição da bexiga, exames, tratamentos anteriores, saúde geral e expectativas do paciente. A RADAM pode revisar o caso em integração com a avaliação urológica.

Benefícios potenciais

O que o procedimento pode oferecer

  • Possibilidade de melhora progressiva dos sintomas urinários.
  • Preservação da próstata, sem incisão prostática e sem instrumentos pela uretra.
  • Alternativa avaliável em pacientes com risco cirúrgico aumentado.
  • Menor incidência de ejaculação retrógrada que diversas cirurgias transuretrais, sem garantia individual.

Riscos e limitações

Riscos possíveis e limitações

Riscos possíveis

  • Dor ou desconforto.
  • Hematoma ou sangramento no acesso.
  • Lesão arterial.
  • Trombose.
  • Reação ao contraste.
  • Alteração da função renal.
  • Infecção urinária.
  • Retenção urinária temporária.
  • Sangue na urina ou no sêmen.
  • Embolização de território não planejado.
  • Isquemia da bexiga, reto, pênis ou outras estruturas pélvicas.
  • Alteração da função sexual ou ejaculatória.
  • Melhora insuficiente dos sintomas.
  • Persistência ou recorrência dos sintomas.
  • Necessidade de nova embolização.
  • Necessidade posterior de tratamento urológico.

Urgências não devem aguardar resposta por WhatsApp ou formulário. Nenhum resultado, taxa de sucesso ou estrutura hospitalar é prometido nesta página.

Transparência

Limitações do método

  • Não é indicada para todos os homens com próstata aumentada.
  • Ser minimamente invasiva não elimina riscos.
  • Pode ter efeito desobstrutivo menor que algumas técnicas cirúrgicas.
  • Não trata câncer de próstata e não substitui sua investigação.
  • Nenhum percentual universal de sucesso é apresentado nesta página.

Outras possibilidades

Alternativas que podem ser avaliadas

  • Acompanhamento clínico, quando os sintomas são leves.
  • Tratamento medicamentoso, conforme indicação urológica.
  • Técnicas transuretrais, conforme anatomia e volume prostático.
  • Cirurgias abertas ou minimamente invasivas, em casos selecionados.
  • A comparação entre as opções deve ser feita com a equipe assistente.

Segurança

Sinais de alerta após o procedimento

  • Incapacidade de urinar.
  • Febre persistente.
  • Dor intensa ou progressiva.
  • Sangramento urinário importante.
  • Presença de coágulos com dificuldade para urinar.
  • Piora importante da ardência urinária.
  • Redução significativa do volume de urina.
  • Sangramento persistente na punção.
  • Aumento rápido do hematoma.
  • Membro frio, pálido, doloroso ou dormente.
  • Falta de ar.
  • Desmaio.
  • Alteração de cor, dor intensa ou lesão na região genital.
  • Piora relevante do estado geral.

Na presença de qualquer um desses sinais, entre em contato com a equipe ou procure atendimento médico.

Relação clínica

Em quais situações pode ser avaliada?

Relação informativa entre a embolização prostática e situações clínicas frequentes. A indicação depende sempre de avaliação individual e integração com a avaliação urológica.

Procedimento realizado em ambiente hospitalar

Após a avaliação e a indicação, a RADAM participa do planejamento, da coordenação hospitalar e do acompanhamento do paciente.

A embolização prostática depende de avaliação urológica e clínica, exames laboratoriais e de imagem, sala de angiografia e estrutura para observação posterior. A RADAM coordena o planejamento e a jornada assistencial conforme cada caso.

Equipe RADAM

Equipe médica relacionada

  • Dr. Antônio Oliveira de Araújo — RADAM

    Dr. Antônio Oliveira de Araújo

    Radiologia Intervencionista • Vascular e Endovascular

    • Radiologista IntervencionistaRQE 5333
    • Cirurgia Vascular / EndovascularRQE 3517

    CRM-AM 6045

  • Dr. Marcos André Filgueiras Dias — RADAM

    Dr. Marcos André Filgueiras Dias

    Radiologia Intervencionista • Vascular e Endovascular

    • Radiologista IntervencionistaRQE 6404
    • Cirurgia Vascular / EndovascularRQE 6389

    CRM-AM 7381

  • Dra. Ruth da Silva Pinheiro — RADAM

    Dra. Ruth da Silva Pinheiro

    Radiologia Intervencionista • Vascular e Endovascular

    • Radiologista IntervencionistaRQE 5659
    • Cirurgia Vascular / EndovascularRQE 5633

    CRM-AM 8927

  • Dr. Sildomar Queiroz e Silva — RADAM

    Dr. Sildomar Queiroz e Silva

    Neurorradiologia • Radiologia Intervencionista

    • NeurorradiologiaRQE 6537
    • Radiologista IntervencionistaRQE 6192
    • Radiologia e Diagnóstico por ImagemRQE 6191

    CRM-AM 9916

Dúvidas comuns

Perguntas frequentes

Para médicos

Área para médicos

Discuta o caso, encaminhe o paciente ou solicite o procedimento pelos fluxos clínicos da RADAM.

Conteúdo revisado por

  • Dr. Antônio Oliveira de Araújo

    Radiologista Intervencionista · Cirurgia Vascular / Endovascular

    Mestre em Cirurgia · Professor de Medicina

    Membro Titular do CBR–SOBRICE

    CRM-AM 6045 | RQE 5333 | RQE 3517

Última revisão clínica: 23/08/2026

Conteúdo em elaboração editorial. As informações desta página serão ampliadas após revisão clínica.

Informação responsável

Esta página é informativa e não substitui a consulta médica. A indicação, a técnica, o preparo e a recuperação dependem da avaliação individual de cada caso.

Próximo passo

Quer saber se a embolização da próstata pode ser indicada?

Envie os exames para avaliação. A equipe RADAM analisará os sintomas, a anatomia prostática, a circulação pélvica e as alternativas disponíveis em conjunto com a avaliação urológica.

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