RADAM — Radiologia Intervencionista da Amazônia

Controle Minimamente Invasivo de Sangramentos

Embolização de Hemorragias

A embolização é um tratamento realizado por cateteres para localizar e fechar seletivamente vasos responsáveis por um sangramento.

Pode ser utilizada em hemorragias relacionadas a trauma, cirurgias, parto, doenças digestivas, alterações vasculares, tumores e outras situações selecionadas. A decisão depende da gravidade, da origem do sangramento, da estabilidade do paciente, dos exames disponíveis e das alternativas de tratamento.

  • Angiografia
  • Fluoroscopia
  • Tomografia

Esta página é informativa. A indicação de qualquer procedimento depende de avaliação médica individual.

Visão geral

O que é embolização de hemorragias?

A embolização de hemorragias é um tratamento endovascular. Geralmente utiliza acesso arterial e, em situações específicas, pode envolver o sistema venoso. Cateteres são guiados até o território suspeito e a angiografia procura sinais de sangramento; microcateteres permitem maior seletividade. Materiais de oclusão são então utilizados para reduzir ou interromper o fluxo no vaso responsável. O objetivo é controlar o sangramento e preservar o máximo possível dos tecidos, podendo evitar ou complementar uma cirurgia. A embolização não substitui estabilização clínica, transfusão, endoscopia ou o tratamento da causa do sangramento.

Hemorragias que podem ser avaliadas

Hemorragias que podem ser avaliadas

Cada origem de sangramento tem território vascular, estratégia e risco próprios. A avaliação é sempre individual e integrada às equipes responsáveis.

  • Hemorragia digestiva

    Pode envolver estômago, duodeno, intestino delgado, cólon ou reto. Endoscopia, tomografia e angiografia podem ter papéis complementares.

  • Hemorragia por trauma

    Pode ocorrer em pelve, baço, fígado, rins, músculos, retroperitônio ou outros territórios. O tratamento depende da estabilidade e das lesões associadas.

  • Hemorragia obstétrica e ginecológica

    Inclui sangramento pós-parto, após cirurgia ou relacionado a determinadas doenças ginecológicas. Exige integração imediata com obstetrícia ou ginecologia.

  • Hemorragia pós-operatória ou iatrogênica

    Pode ocorrer após cirurgia, biópsia, drenagem, punção, endoscopia ou outro procedimento médico.

  • Hemorragia urinária

    Pode ter origem renal, ureteral, vesical, prostática ou em lesões vasculares relacionadas ao sistema urinário.

  • Hemorragia pulmonar e hemoptise

    Pode exigir embolização das artérias brônquicas ou de outros vasos. Deve possuir planejamento e avaliação próprios.

  • Hemorragia relacionada a tumores

    Tumores podem sangrar espontaneamente ou após tratamentos. A embolização pode ter objetivo hemostático e se relaciona com a Oncologia Intervencionista.

  • Sangramento vascular

    Pode estar associado a aneurismas, pseudoaneurismas, malformações, fístulas ou ruptura de vasos.

O mecanismo e o risco da embolização variam conforme o órgão e o vaso tratado.

Finalidade

Para que pode ser utilizada

A embolização pode ser considerada quando existe sangramento identificado e território vascular tratável por cateter, sempre em decisão conjunta com as equipes assistentes. A ausência de sangramento visível durante a angiografia não exclui completamente hemorragia intermitente.

  • Há sangramento ativo identificado.
  • Exames sugerem o território responsável.
  • O sangramento persiste ou reaparece.
  • O tratamento conservador foi insuficiente.
  • A endoscopia não controlou ou não alcançou o sangramento.
  • A cirurgia apresenta risco elevado.
  • Existe pseudoaneurisma.
  • Há sangramento após cirurgia ou procedimento.
  • Existe hemorragia traumática.
  • A equipe multidisciplinar considera o tratamento endovascular apropriado.

Técnica

Como é realizado

O procedimento começa pela avaliação da gravidade e do território suspeito e pela revisão dos exames. Após a escolha do acesso vascular e a punção arterial, geralmente no punho ou na virilha, os cateteres são introduzidos e a angiografia do território é realizada. Com navegação seletiva ou superseletiva, o vaso ou a alteração responsável é identificado, o material é escolhido e a embolização é realizada, seguida de controle angiográfico, retirada dos cateteres, hemostasia da punção e monitoramento clínico. A duração depende da origem do sangramento, da anatomia e da condição clínica, e não é apresentada como fixa.

  • Acesso: Punção arterial, geralmente no punho ou na virilha; em situações específicas pode ser utilizado acesso venoso.
  • Anestesia: Habitualmente anestesia local com sedação, quando a condição clínica permite. Em pacientes graves, a estratégia é definida junto às equipes de anestesia e terapia intensiva. O procedimento não é apresentado como indolor.
Equipe de radiologia intervencionista durante embolização para controle de hematúria em sala de hemodinâmica.
Equipe durante procedimento endovascular para controle de sangramento urinário.

Como o sangramento é localizado

  • Tomografia com contraste

    Pode mostrar extravasamento, identificar hematomas e demonstrar pseudoaneurismas, auxiliando no planejamento. Não deve atrasar o tratamento em pacientes instáveis quando outra estratégia for necessária.

  • Endoscopia

    Importante nas hemorragias digestivas, pode diagnosticar e tratar, além de fornecer marcação ou informação anatômica. Não alcança todas as fontes de sangramento.

  • Ultrassonografia

    Pode identificar coleções, hematomas ou alterações vasculares, com limitações conforme o território avaliado.

  • Angiografia

    Mostra os vasos em tempo real e pode identificar extravasamento, pseudoaneurisma ou alteração vascular, permitindo diagnóstico e tratamento na mesma sessão. Pode ser negativa quando o sangramento é intermitente.

Conteúdo específico

Conteúdos específicos sobre hemorragias

Páginas dedicadas a cenários de sangramento com investigação, técnica e riscos próprios.

Como funciona na RADAM

Etapas do procedimento

  1. 1

    Avaliação da gravidade

    Análise da condição clínica e do território suspeito.

  2. 2

    Revisão dos exames

    Tomografia, endoscopia, laboratório e imagens anteriores.

  3. 3

    Escolha do acesso vascular

    Definição individualizada conforme anatomia e urgência.

  4. 4

    Punção arterial

    Geralmente no punho ou na virilha, com anestesia local.

  5. 5

    Introdução dos cateteres

    Progressão sob orientação por imagem.

  6. 6

    Angiografia do território

    Mapeamento dos vasos em tempo real.

  7. 7

    Navegação seletiva ou superseletiva

    Aproximação do ponto de sangramento com microcateteres.

  8. 8

    Identificação do vaso ou da alteração

    Reconhecimento do extravasamento ou pseudoaneurisma.

  9. 9

    Escolha do material

    Seleção conforme território, fluxo e objetivo.

  10. 10

    Embolização

    Oclusão controlada do vaso responsável.

  11. 11

    Controle angiográfico

    Verificação do resultado imediato por imagem.

  12. 12

    Retirada dos cateteres

    Cuidados no local da punção.

  13. 13

    Hemostasia da punção

    Compressão ou dispositivo de fechamento.

  14. 14

    Monitoramento clínico

    Observação hemodinâmica e laboratorial.

O fluxo, a anestesia, o ambiente hospitalar e o tempo de recuperação variam conforme o procedimento e as condições do paciente.

Depois do procedimento

Recuperação e cuidados

A recuperação depende da gravidade da hemorragia, do órgão tratado e das condições clínicas associadas. Parte dos pacientes permanece internada para monitoramento, e casos graves podem necessitar de terapia intensiva. Não existe tempo de recuperação único.

Cuidados posteriores

  • Monitoramento hemodinâmico.
  • Controle da hemoglobina.
  • Avaliação do local da punção.
  • Acompanhamento do órgão tratado.
  • Controle da dor.
  • Avaliação da função renal.
  • Correção de coagulopatia.
  • Tratamento da causa do sangramento.
  • Internação ou terapia intensiva conforme a gravidade.
  • Exames adicionais quando necessários.
  • Acompanhamento multidisciplinar.

Mecanismo

Sangramento arterial ou venoso?

Reconhecer o mecanismo do sangramento é o que define se a embolização é a estratégia adequada.

  • Sangramento arterial

    Pode apresentar fluxo rápido, formar pseudoaneurisma e ser identificado como extravasamento de contraste. É frequentemente tratado por embolização arterial seletiva.

  • Sangramento venoso

    Pode estar relacionado a lesões de veias, hipertensão venosa ou varizes. Nem sempre é tratado pela mesma via e pode exigir compressão, stent, técnicas transvenosas, cirurgia ou outras estratégias.

Nem toda hemorragia é arterial e nem todo sangramento pode ser tratado por embolização convencional.

Prioridade clínica

Estabilização vem primeiro

Antes e durante a decisão sobre embolização, várias medidas podem ser necessárias simultaneamente.

Medidas que podem ocorrer em paralelo

  • Avaliação de vias aéreas e respiração.
  • Acesso venoso.
  • Reposição de líquidos.
  • Transfusão.
  • Correção de coagulopatia.
  • Controle de anticoagulantes.
  • Exames laboratoriais.
  • Endoscopia.
  • Cirurgia.
  • Tratamento da causa.
  • Terapia intensiva.

A embolização faz parte de um fluxo de emergência e não deve atrasar medidas essenciais de estabilização.

Estratégia

Embolização direcionada ou baseada no território suspeito

A embolização direcionada é realizada quando a angiografia identifica o vaso ou a alteração responsável pelo sangramento. Em situações selecionadas, a embolização baseada no território suspeito pode ser considerada mesmo sem extravasamento visível, apoiada em tomografia, endoscopia, marcações, anatomia e comportamento clínico — sempre com planejamento, e nunca como tratamento improvisado.

A decisão de embolizar sem sangramento angiograficamente visível exige avaliação criteriosa do benefício e do risco de isquemia.

Seletividade

O que significa embolização superseletiva?

Pontos essenciais

  • O microcateter é conduzido para ramos próximos ao ponto de sangramento.
  • Busca limitar a extensão do tratamento.
  • Procura preservar tecidos não envolvidos.
  • Nem toda anatomia permite acesso superseletivo.
  • A instabilidade clínica pode influenciar a estratégia.
  • A circulação colateral pode manter o sangramento.
  • A seletividade reduz riscos, mas não elimina complicações.

Materiais

Materiais que podem ser utilizados

A escolha depende do território, do fluxo, da anatomia e do objetivo do tratamento. A disponibilidade de cada material depende da estrutura hospitalar e do contexto de cada caso.

  • Coils

    Espirais metálicas utilizadas para oclusão precisa de vasos e tratamento de pseudoaneurismas.

  • Materiais temporários

    Podem promover oclusão por um período, sendo utilizados quando a estratégia permite recanalização posterior.

  • Partículas

    Podem alcançar vasos menores e são selecionadas conforme o território e o objetivo.

  • Agentes líquidos

    Produzem oclusão rápida e podem ser úteis em anatomias ou condições específicas. Exigem experiência e controle rigoroso.

  • Plugues vasculares

    Podem ser utilizados para ocluir vasos de maior calibre em situações selecionadas.

  • Técnicas combinadas

    Diferentes materiais podem ser associados conforme o fluxo, a coagulopatia, a anatomia e o risco de recanalização.

Esta página não descreve preparo técnico, diluições ou instruções operacionais, nem afirma disponibilidade permanente de todos os materiais.

Situação específica

Embolização de hemorragia digestiva

Nos sangramentos do trato gastrointestinal, cateteres e microcateteres podem ser conduzidos por um acesso arterial até a circulação relacionada ao local suspeito. A angiografia estuda seletivamente esses vasos e, quando indicado, materiais embolizantes interrompem o fluxo no segmento planejado. A conduta é definida junto às equipes de emergência, gastroenterologia, endoscopia, cirurgia e terapia intensiva.

  • Embolização de hemorragia digestiva

    Tratamento endovascular para controle de sangramentos gastrointestinais em casos selecionados. A página específica detalha investigação, angiografia, cateterização seletiva, micromolas, benefícios, limitações e riscos.

A indicação da embolização depende da origem do sangramento, da anatomia vascular, da estabilidade clínica e da avaliação integrada das equipes envolvidas. Ela não substitui automaticamente a endoscopia ou a cirurgia.

Situação específica

Trauma

O que considerar

  • Pode ocorrer sangramento abdominal, pélvico ou retroperitoneal.
  • Múltiplas lesões podem coexistir.
  • A embolização pode tratar baço, fígado, rins, pelve e outros territórios.
  • Cirurgia e embolização podem ser complementares.
  • Instabilidade hemodinâmica exige decisão rápida.
  • Lesões de órgãos e de vasos possuem estratégias diferentes.

A embolização não é apresentada como substituta universal da cirurgia. Uma página específica sobre embolização no trauma está prevista.

Situação específica

Hemorragia pós-parto

O que considerar

  • É uma emergência obstétrica.
  • Pode exigir medicamentos, transfusão, balões, cirurgia e outras medidas.
  • A embolização das artérias uterinas pode ser considerada.
  • Busca controlar o sangramento e preservar o útero quando possível.
  • A preservação uterina não garante fertilidade futura.
  • Instabilidade e disponibilidade local influenciam a decisão.

Medidas obstétricas essenciais não devem ser atrasadas. Uma página específica sobre embolização de hemorragia pós-parto está prevista.

Situação específica

Hemorragia após procedimentos

Contextos possíveis

  • Após biópsia.
  • Após drenagem.
  • Após cirurgia.
  • Após endoscopia.
  • Após punção vascular.
  • Após intervenção renal, hepática ou biliar.
  • Pode estar associada a extravasamento ou pseudoaneurisma.
  • O procedimento original e a anatomia precisam ser revisados.
  • A equipe responsável deve participar da decisão.

Situação específica

Hemoptise

O que considerar

  • Significa eliminação de sangue pelas vias respiratórias.
  • Pode ter diferentes causas.
  • Exige estabilização respiratória.
  • As artérias brônquicas são fontes frequentes, mas não exclusivas.
  • A embolização possui riscos específicos.

Uma página específica sobre embolização das artérias brônquicas está prevista e concentrará o conteúdo detalhado.

Transparência

O sangramento pode voltar?

Por que pode haver ressangramento

  • A embolização controla o vaso tratado, mas a causa pode persistir.
  • A circulação colateral pode recrutar novos vasos.
  • Material temporário pode recanalizar.
  • Coagulopatia pode dificultar o controle.
  • Múltiplos focos de sangramento podem existir.
  • Doença tumoral ou inflamatória pode provocar novo sangramento.
  • Nova embolização, endoscopia ou cirurgia pode ser necessária.

O controle angiográfico imediato não é apresentado como garantia definitiva de ausência de novo sangramento.

Fluxo assistencial

Do reconhecimento da hemorragia à reavaliação

Etapas do fluxo

  • Reconhecimento da hemorragia.
  • Estabilização.
  • Exames e localização.
  • Discussão multidisciplinar.
  • Angiografia.
  • Embolização.
  • Controle angiográfico.
  • Monitoramento.
  • Tratamento da causa.
  • Reavaliação.

Em emergências, o paciente deve ser direcionado a um hospital com capacidade para estabilização e tratamento. O envio de exames pela jornada digital não substitui atendimento de urgência.

Segunda opinião

Existe uma estratégia endovascular para controlar o sangramento?

Em casos estáveis ou para planejamento, a RADAM pode revisar os exames e discutir a anatomia, a origem do sangramento e as possibilidades de embolização com a equipe assistente. Esta via é destinada a planejamento de casos não emergenciais, análise de sangramentos recorrentes, pseudoaneurismas, planejamento preventivo, revisão após tratamentos anteriores e discussão entre médicos.

Casos com sangramento ativo ou instabilidade devem procurar atendimento emergencial imediato.

Benefícios potenciais

O que o procedimento pode oferecer

  • Possibilidade de controlar o sangramento por via minimamente invasiva.
  • Diagnóstico e tratamento podem ocorrer na mesma sessão angiográfica.
  • A navegação superseletiva busca preservar tecidos não envolvidos.
  • Pode evitar, complementar ou anteceder uma cirurgia, conforme o caso.
  • Permite tratar territórios de difícil acesso cirúrgico em situações selecionadas.

Riscos e limitações

Riscos possíveis e limitações

Riscos possíveis

  • Hematoma ou sangramento no acesso.
  • Lesão arterial.
  • Trombose.
  • Reação ao contraste.
  • Alteração da função renal.
  • Embolização não planejada.
  • Isquemia.
  • Necrose de tecido.
  • Lesão do órgão tratado.
  • Infecção.
  • Dor.
  • Febre.
  • Recanalização.
  • Persistência ou recorrência do sangramento.
  • Necessidade de nova embolização.
  • Necessidade de cirurgia.
  • Complicações graves, inclusive risco de morte.

Sangramento ativo, instabilidade ou piora rápida exigem atendimento imediato em serviço de urgência. As jornadas digitais da RADAM não são canais de emergência e a RADAM não se apresenta como serviço de atendimento 24 horas. Nenhum resultado, taxa de sucesso ou disponibilidade permanente de material é prometido nesta página.

Transparência

Limitações do método

  • A angiografia pode ser negativa quando o sangramento é intermitente.
  • Nem toda anatomia permite navegação superseletiva.
  • A circulação colateral pode manter ou reativar o sangramento.
  • A embolização trata o vaso, não a causa da hemorragia.
  • Sangramentos venosos podem exigir estratégias diferentes.
  • A disponibilidade de materiais e de estrutura hospitalar influencia a estratégia.
  • Nenhum percentual universal de sucesso é apresentado.

Outras possibilidades

Alternativas que podem ser avaliadas

  • Tratamento clínico e suporte transfusional.
  • Endoscopia diagnóstica e terapêutica.
  • Cirurgia.
  • Compressão, balões ou dispositivos específicos conforme o território.
  • Stent ou técnicas transvenosas em sangramentos de mecanismo venoso.
  • Tratamento da doença de base, incluindo terapia oncológica quando aplicável.

Segurança

Sinais de alerta após o procedimento

  • Novo sangramento.
  • Fezes negras ou com sangue.
  • Vômito com sangue.
  • Tosse com sangue.
  • Sangue importante na urina.
  • Sangramento vaginal intenso.
  • Desmaio.
  • Tontura importante.
  • Fraqueza progressiva.
  • Palidez.
  • Falta de ar.
  • Dor intensa.
  • Febre persistente.
  • Redução da urina.
  • Sangramento no local da punção.
  • Membro frio, pálido ou dormente.

Na presença de qualquer um desses sinais, entre em contato com a equipe ou procure atendimento médico.

Linha de cuidado

Procedimentos relacionados

Conteúdos da mesma linha de cuidado, incluindo angiografia, embolizações, oncologia intervencionista e procedimentos que podem se relacionar ao controle de sangramentos.

Procedimento realizado em ambiente hospitalar

Após a avaliação e a indicação, a RADAM participa do planejamento, da coordenação hospitalar e do acompanhamento do paciente.

A embolização de hemorragias depende de estabilização clínica, exames de localização, sala de angiografia, suporte transfusional e integração com as equipes de urgência e com as especialidades responsáveis pela causa do sangramento. A RADAM coordena o planejamento e a jornada assistencial conforme cada caso e não se apresenta como serviço de emergência disponível 24 horas.

Equipe RADAM

Equipe médica relacionada

  • Dr. Antônio Oliveira de Araújo — RADAM

    Dr. Antônio Oliveira de Araújo

    Radiologia Intervencionista • Vascular e Endovascular

    • Radiologista IntervencionistaRQE 5333
    • Cirurgia Vascular / EndovascularRQE 3517

    CRM-AM 6045

  • Dr. Marcos André Filgueiras Dias — RADAM

    Dr. Marcos André Filgueiras Dias

    Radiologia Intervencionista • Vascular e Endovascular

    • Radiologista IntervencionistaRQE 6404
    • Cirurgia Vascular / EndovascularRQE 6389

    CRM-AM 7381

  • Dr. Paulo Inácio Alves Ramos Diniz — RADAM

    Dr. Paulo Inácio Alves Ramos Diniz

    Cirurgia Vascular • Angiorradiologia e Cirurgia Endovascular

    • Cirurgia VascularRQE 4051
    • Angiorradiologia e Cirurgia EndovascularRQE 5409

    CRM-AM 7392

  • Dra. Ruth da Silva Pinheiro — RADAM

    Dra. Ruth da Silva Pinheiro

    Radiologia Intervencionista • Vascular e Endovascular

    • Radiologista IntervencionistaRQE 5659
    • Cirurgia Vascular / EndovascularRQE 5633

    CRM-AM 8927

  • Dr. Sildomar Queiroz e Silva — RADAM

    Dr. Sildomar Queiroz e Silva

    Neurorradiologia • Radiologia Intervencionista

    • NeurorradiologiaRQE 6537
    • Radiologista IntervencionistaRQE 6192
    • Radiologia e Diagnóstico por ImagemRQE 6191

    CRM-AM 9916

Dúvidas comuns

Perguntas frequentes

Para médicos

Área para médicos

Discuta o caso, encaminhe o paciente ou solicite o procedimento pelos fluxos clínicos da RADAM.

Conteúdo revisado por

  • Dr. Antônio Oliveira de Araújo

    Radiologista Intervencionista · Cirurgia Vascular / Endovascular

    Mestre em Cirurgia · Professor de Medicina

    Membro Titular do CBR–SOBRICE

    CRM-AM 6045 | RQE 5333 | RQE 3517

Última revisão clínica: 23/08/2026

Conteúdo em elaboração editorial. As informações desta página serão ampliadas após revisão clínica.

Informação responsável

Esta página é informativa e não substitui a consulta médica. A indicação, a técnica, o preparo e a recuperação dependem da avaliação individual de cada caso.

Próximo passo

Precisa discutir uma estratégia para controle de sangramento?

Em casos estáveis ou para planejamento médico, envie os exames para avaliação. A equipe RADAM analisará o território vascular, a causa provável e as possibilidades de tratamento endovascular. Em situações de emergência, procure imediatamente um hospital. Não aguarde atendimento digital.

Nenhum documento é enviado nesta etapa do protótipo. A equipe orienta o envio seguro após o contato.