RADAM — Radiologia Intervencionista da Amazônia

Oncologia Intervencionista

Oncologia Intervencionista

Tratamentos do tumor realizados por agulhas e cateteres, com orientação por imagem, integrados à equipe oncológica.

A oncologia intervencionista reúne procedimentos minimamente invasivos dirigidos ao tumor: ablações percutâneas, tratamentos administrados pelas artérias que nutrem a lesão e embolizações tumorais. Cada técnica possui objetivo, indicação e riscos próprios, definidos em avaliação individual e discussão multidisciplinar.

  • Ultrassom
  • Tomografia
  • Angiografia
  • Fluoroscopia

Esta página é informativa. A indicação de qualquer procedimento depende de avaliação médica individual.

Visão geral

O que é oncologia intervencionista

A oncologia intervencionista é a área da Radiologia Intervencionista dedicada ao diagnóstico e ao tratamento locorregional do câncer. Com orientação por ultrassom, tomografia, fluoroscopia e angiografia, o tratamento é dirigido ao tumor ou ao território vascular que o alimenta, buscando preservar o tecido saudável. Não substitui automaticamente cirurgia, radioterapia ou terapia sistêmica: em geral atua de forma integrada ao plano oncológico definido em conjunto com o médico assistente.

Tratamentos intra-arteriais e embolização tumoral

Tratamentos intra-arteriais e embolização tumoral

Procedimentos realizados pelas artérias relacionadas ao tumor. Cada um possui objetivo e planejamento próprios; a escolha depende do tumor, da anatomia arterial, da função do órgão e da estratégia oncológica.

  • Embolização tumoral

    Redução seletiva da circulação de um tumor, podendo ter finalidade terapêutica, pré-operatória ou paliativa.

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  • Quimioembolização hepática

    Combina administração intra-arterial de medicamento e redução seletiva do fluxo tumoral.

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  • Radioembolização com Ítrio-90

    Administra microesferas radioativas nas artérias relacionadas ao tumor para promover radiação interna seletiva.

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  • Quimioterapia intra-arterial hepática

    Administra medicamentos diretamente na circulação arterial do fígado, geralmente preservando o fluxo arterial.

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A comparação entre as técnicas é conceitual e educativa. A definição depende de avaliação individual e de discussão multidisciplinar.

Finalidade

Para que pode ser utilizada

Os procedimentos oncológicos intervencionistas podem ter finalidade diagnóstica, de controle local da doença, de alívio de sintomas ou de preparação para outros tratamentos. Nenhuma dessas finalidades é equivalente às demais.

  • Confirmação diagnóstica por biópsia guiada por imagem.
  • Controle local de tumores selecionados por ablação percutânea.
  • Tratamento locorregional por via arterial, em casos selecionados.
  • Redução da vascularização do tumor antes de cirurgia.
  • Alívio de sintomas como dor e sangramento relacionados ao tumor.
  • Suporte ao tratamento oncológico, como acessos venosos e drenagens.

Técnica

Como é realizado

O planejamento começa pela revisão dos exames de imagem, do diagnóstico e da condição clínica. Nos procedimentos percutâneos, agulhas ou aplicadores são posicionados na lesão com orientação por ultrassom ou tomografia. Nos procedimentos intra-arteriais, cateteres e microcateteres são conduzidos pelas artérias até o território do tumor, com angiografia de mapeamento antes da administração do tratamento. Ao final, o resultado imediato é conferido por imagem e o paciente permanece em observação pelo período orientado pela equipe.

Tecnologias de orientação por imagem

  • Ultrassonografia

    Imagem em tempo real para punções e posicionamento de agulhas em lesões acessíveis.

  • Tomografia

    Planejamento preciso do trajeto e controle do posicionamento em lesões profundas.

  • Angiografia

    Mapeia a circulação relacionada ao tumor e orienta os tratamentos intra-arteriais.

Planejamento angiográfico

Embolização em tumores de partes moles

A embolização também pode ser avaliada em tumores de partes moles, de acordo com a vascularização, a localização, os sintomas e o planejamento multidisciplinar.

Angiografia da região glútea utilizada no planejamento de embolização seletiva de tumor de partes moles.
Angiografia para avaliação da vascularização de tumor de partes moles e planejamento de embolização seletiva.

A imagem corresponde a um estudo angiográfico da região glútea utilizado no planejamento do tratamento endovascular. Ela não permite concluir diagnóstico, natureza da lesão ou resultado terapêutico, que dependem da avaliação clínica, dos exames complementares e da discussão multidisciplinar de cada caso.

Saiba mais sobre embolização tumoral, Oncologia Intervencionista e sobre o Dr. Antônio Araújo.

Conteúdo específico

Procedimentos do núcleo de Oncologia Intervencionista

Cada procedimento possui indicação, planejamento e riscos próprios, definidos em avaliação individual e discussão multidisciplinar.

Preparo

Como se preparar

  • Levar tomografias, ressonâncias, ultrassons, PET-CT e angiografias já realizadas.
  • Apresentar laudos, biópsias e relatórios oncológicos anteriores.
  • Informar todos os medicamentos em uso.
  • Comunicar uso de anticoagulantes e antiagregantes.
  • Informar alergia a contraste e doença renal.
  • Realizar os exames laboratoriais solicitados.
  • Seguir o jejum orientado pela equipe.
  • Comparecer com acompanhante.

Não suspenda medicamentos por conta própria. As orientações definitivas são fornecidas após a avaliação individual do caso.

Depois do procedimento

Recuperação e cuidados

A recuperação depende do procedimento realizado, do órgão tratado, da anestesia utilizada e da condição clínica. Alguns tratamentos permitem retorno rápido às atividades habituais; outros exigem internação e período maior de observação.

Cuidados posteriores

  • Observação clínica pelo período orientado pela equipe.
  • Controle da dor conforme o planejamento analgésico.
  • Monitoramento do local da punção ou do acesso vascular.
  • Atenção à função renal e hepática, quando aplicável.
  • Alta ou internação conforme o procedimento e a evolução.
  • Acompanhamento clínico e por exames de imagem.

Como o núcleo se organiza

Linhas de tratamento oncológico intervencionista

  • Ablações percutâneas

    Destruição controlada da lesão por calor ou frio, com aplicadores posicionados por imagem.

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  • Tratamentos intra-arteriais

    Administração de medicamento, microesferas radioativas ou material embólico pelas artérias do tumor.

  • Diagnóstico por biópsia

    Confirmação histológica e coleta de material para análise molecular, quando indicada.

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Decisão compartilhada

Como a indicação é definida

  • Diagnóstico e tipo de tumor.
  • Distribuição da doença e número de lesões.
  • Função do órgão tratado e condição clínica geral.
  • Anatomia vascular e viabilidade técnica.
  • Tratamentos já realizados e plano oncológico em curso.
  • Alternativas disponíveis e preferências do paciente.

Nenhum tratamento é indicado apenas pelo nome do tumor. A definição é multidisciplinar e individual.

Fluxo assistencial RADAM

Como a RADAM organiza a jornada oncológica

  • Envio dos exames e do diagnóstico.
  • Avaliação especializada do caso.
  • Discussão multidisciplinar.
  • Definição do objetivo do tratamento.
  • Planejamento técnico e por imagem.
  • Realização do procedimento.
  • Observação e acompanhamento.
  • Reavaliação dos resultados por imagem.

O envio dos exames não confirma automaticamente a indicação de nenhum procedimento.

Controle da dor

Dor relacionada ao câncer

O controle da dor faz parte do cuidado oncológico. Em determinados quadros de dor visceral do abdome superior, a equipe pode avaliar procedimentos percutâneos dirigidos aos nervos, sempre em diálogo com quem acompanha o tratamento.

Segunda opinião

Existe alguma possibilidade minimamente invasiva para o seu caso?

A equipe RADAM pode revisar os exames e discutir com o paciente ou com o médico assistente se algum tratamento guiado por imagem pode ser considerado.

Riscos e limitações

Riscos possíveis e limitações

Riscos possíveis

  • Dor.
  • Febre e mal-estar temporários.
  • Hematoma ou sangramento no local do acesso.
  • Reação ao contraste.
  • Alteração da função renal ou hepática.
  • Infecção.
  • Lesão de estruturas próximas ao tumor.
  • Tratamento de território não planejado.
  • Doença residual ou recorrência.
  • Necessidade de novo procedimento.

Urgências não devem aguardar resposta por WhatsApp ou formulário. Nenhum resultado, protocolo, dose ou estrutura hospitalar é prometido nesta página.

Transparência

Limitações do método

  • Não substitui automaticamente cirurgia, radioterapia ou terapia sistêmica.
  • Não é indicada para todos os tumores nem para todos os pacientes.
  • Depende de estrutura hospitalar e de equipe habilitada.
  • Resultados variam conforme o tumor, a extensão da doença e a condição clínica.

Outras possibilidades

Alternativas que podem ser avaliadas

  • Cirurgia oncológica, quando indicada.
  • Radioterapia, conforme o caso.
  • Terapia sistêmica definida pela oncologia.
  • Cuidados de suporte e controle de sintomas.
  • Essas opções podem ser alternativas ou complementares aos procedimentos intervencionistas.

Segurança

Sinais de alerta após o procedimento

  • Dor intensa ou progressiva.
  • Febre persistente.
  • Sangramento persistente na punção.
  • Falta de ar.
  • Confusão ou alteração neurológica.
  • Redução importante da urina.
  • Piora importante do estado geral.

Na presença de qualquer um desses sinais, entre em contato com a equipe ou procure atendimento médico.

Procedimento realizado em ambiente hospitalar

Após a avaliação e a indicação, a RADAM participa do planejamento, da coordenação hospitalar e do acompanhamento do paciente.

Os tratamentos oncológicos intervencionistas dependem de discussão multidisciplinar, avaliação clínica e laboratorial e estrutura hospitalar compatível, confirmadas caso a caso.

Equipe RADAM

Equipe médica relacionada

  • Dr. Antônio Oliveira de Araújo — RADAM

    Dr. Antônio Oliveira de Araújo

    Radiologia Intervencionista • Vascular e Endovascular

    • Radiologista IntervencionistaRQE 5333
    • Cirurgia Vascular / EndovascularRQE 3517

    CRM-AM 6045

  • Dr. Marcos André Filgueiras Dias — RADAM

    Dr. Marcos André Filgueiras Dias

    Radiologia Intervencionista • Vascular e Endovascular

    • Radiologista IntervencionistaRQE 6404
    • Cirurgia Vascular / EndovascularRQE 6389

    CRM-AM 7381

  • Dra. Ruth da Silva Pinheiro — RADAM

    Dra. Ruth da Silva Pinheiro

    Radiologia Intervencionista • Vascular e Endovascular

    • Radiologista IntervencionistaRQE 5659
    • Cirurgia Vascular / EndovascularRQE 5633

    CRM-AM 8927

  • Dr. Sildomar Queiroz e Silva — RADAM

    Dr. Sildomar Queiroz e Silva

    Neurorradiologia • Radiologia Intervencionista

    • NeurorradiologiaRQE 6537
    • Radiologista IntervencionistaRQE 6192
    • Radiologia e Diagnóstico por ImagemRQE 6191

    CRM-AM 9916

Dúvidas comuns

Perguntas frequentes

Para médicos

Área para médicos

Discuta o caso, encaminhe o paciente ou solicite o procedimento pelos fluxos clínicos da RADAM.

Conteúdo revisado por

  • Dr. Antônio Oliveira de Araújo

    Radiologista Intervencionista · Cirurgia Vascular / Endovascular

    Mestre em Cirurgia · Professor de Medicina

    Membro Titular do CBR–SOBRICE

    CRM-AM 6045 | RQE 5333 | RQE 3517

Última revisão clínica: 23/08/2026

Conteúdo em elaboração editorial. As informações desta página serão ampliadas após revisão clínica.

Informação responsável

Esta página é informativa e não substitui a consulta médica. A indicação, a técnica, o preparo e a recuperação dependem da avaliação individual de cada caso.

Próximo passo

Quer saber se existe um tratamento guiado por imagem para o seu caso?

Envie os exames para avaliação. A equipe analisará o diagnóstico, a extensão da doença, a função do órgão e a estratégia oncológica em curso.

Nenhum documento é enviado nesta etapa do protótipo. A equipe orienta o envio seguro após o contato.