Diagnóstico com precisão
Biópsias guiadas por imagem
Precisão para investigar alterações em diferentes órgãos por meio de pequenos acessos guiados por ultrassom ou tomografia.
Procedimento minimamente invasivo, realizado com orientação de imagem em tempo real, que permite obter amostras de tecido com precisão e menor agressão ao corpo.
- Ultrassom
- Tomografia
Esta página é informativa. A indicação de qualquer procedimento depende de avaliação médica individual.
Visão geral
O que é biópsias guiadas por imagem
A biópsia guiada por imagem é um procedimento utilizado para retirar pequenas amostras de tecido. O material é encaminhado para análise anatomopatológica, que auxilia na definição do diagnóstico e no planejamento do tratamento.
Finalidade
Para que pode ser utilizada
A biópsia guiada por imagem pode ser utilizada quando a investigação de uma alteração depende da análise do tecido. A necessidade do procedimento é definida caso a caso: não toda lesão identificada em exames de imagem necessita de biópsia.
- Investigação de tumores e nódulos.
- Diferenciação entre alterações benignas e malignas.
- Confirmação diagnóstica.
- Definição do tipo histológico.
- Obtenção de material para testes complementares.
- Planejamento terapêutico.
Técnica
Como é realizado
O radiologista intervencionista analisa os exames, define o trajeto mais seguro e posiciona a agulha utilizando ultrassom ou tomografia. A técnica escolhida depende da localização, profundidade e características da alteração.
- Acesso: Acesso percutâneo, por punção com agulha, sem necessidade de incisão cirúrgica ampla.
- Anestesia: Habitualmente anestesia local. Sedação pode ser utilizada em casos selecionados, conforme o órgão investigado e as condições clínicas do paciente.


Tecnologias de orientação
Ultrassom
Permite visualização em tempo real e pode ser utilizado em lesões acessíveis por essa modalidade.
Tomografia
Auxilia no planejamento de trajetos para lesões profundas ou com visualização limitada ao ultrassom.
Orientação em tempo real com ultrassom

Como a amostra é coletada
Imagem clínica
Com a área selecionada já definida pelo ultrassom, a agulha percorre um trajeto planejado até o tecido-alvo e retira pequenos fragmentos para análise laboratorial.

Conteúdo específico
Tipos de biópsia guiada por imagem
Cada órgão exige planejamento próprio de acesso, orientação por imagem e cuidados posteriores.
Biópsia do fígado
Procedimento guiado por imagem que permite retirar uma pequena amostra do fígado para ajudar no diagnóstico de diferentes alterações.
Ver detalhesBiópsia do rim
Procedimento guiado por imagem que permite retirar uma pequena amostra do rim para investigar uma lesão ou determinadas alterações do órgão.
Ver detalhesBiópsia do pulmão
Procedimento guiado por tomografia que retira uma pequena amostra de um nódulo ou de outra alteração do pulmão para análise laboratorial.
Ver detalhesBiópsia do pâncreas
Procedimento que retira uma pequena amostra de uma lesão do pâncreas para análise laboratorial, com trajeto planejado por tomografia ou ultrassonografia.
Ver detalhesBiópsia de Linfonodo Guiada por Imagem
Procedimento que retira células ou pequenos fragmentos de um linfonodo aumentado ou de características indeterminadas, com orientação por ultrassonografia ou tomografia.
Ver detalhesBiópsia Óssea Guiada por Imagem
Procedimento que retira uma pequena amostra de uma alteração localizada no osso, com trajeto planejado por tomografia para investigar tumores, infecções e outras doenças ósseas.
Ver detalhesBiópsia de Tumor ou Lesão Expansiva
Coleta de amostra de tumores, massas ou lesões expansivas profundas do tórax, abdome, retroperitônio ou pelve, com trajeto planejado por tomografia ou ultrassonografia.
Ver detalhesBiópsia de massa abdominal
Punção guiada por imagem de massas abdominais para definição diagnóstica.
Biópsia de partes moles
Coleta de material de nódulos ou massas de partes moles guiada por imagem.
Biópsia de Próstata
Coleta de pequenos fragmentos da próstata para análise laboratorial, com orientação por ultrassonografia e planejamento apoiado na ressonância multiparamétrica.
Ver detalhesBiópsia de Mama
Coleta de células ou pequenos fragmentos de um nódulo ou de outra alteração da mama, com orientação por imagem em tempo real.
Ver detalhesPAAF de Tireoide
Punção com agulha fina que retira células de um nódulo da tireoide para análise, com o nódulo visualizado em tempo real pelo ultrassom.
Ver detalhes
Como funciona na RADAM
Etapas do procedimento
1
Avaliação dos exames
A equipe analisa a indicação, a localização da lesão e o melhor método de orientação.
2
Planejamento
São avaliados o trajeto, o preparo, os medicamentos em uso e os exames laboratoriais necessários.
3
Procedimento
A coleta é realizada com orientação por imagem e técnica adequada ao local investigado.
4
Acompanhamento
O paciente recebe orientações posteriores e o material segue para análise anatomopatológica.
O fluxo, a anestesia, o ambiente hospitalar e o tempo de recuperação variam conforme o procedimento e as condições do paciente.
Preparo
Como se preparar
- Apresentar exames de imagem anteriores.
- Informar todos os medicamentos em uso.
- Comunicar uso de anticoagulantes ou antiagregantes.
- Realizar exames laboratoriais quando solicitados.
- Seguir a orientação individual sobre jejum.
- Comparecer com acompanhante quando orientado.
Não suspenda medicamentos por conta própria. As orientações definitivas serão fornecidas após a avaliação do seu caso.
Depois do procedimento
Recuperação e cuidados
A maioria das biópsias exige um período de observação após o procedimento. O tempo de permanência, as restrições e o retorno às atividades dependem do órgão biopsiado, da técnica utilizada e das condições clínicas.
Cuidados posteriores
- Permanecer em observação pelo período orientado pela equipe.
- Seguir as recomendações individuais de repouso e retorno às atividades.
- Manter contato com a equipe caso surjam sintomas novos.
Benefícios potenciais
O que o procedimento pode oferecer
- Coleta dirigida por imagem, com trajeto planejado.
- Procedimento percutâneo, sem incisão cirúrgica ampla.
- Possibilidade de investigação diagnóstica em regime ambulatorial em casos selecionados.
Riscos e limitações
Riscos possíveis e limitações
Riscos possíveis
- Dor ou desconforto.
- Pequeno sangramento.
- Hematoma.
- Infecção.
- Lesão de estruturas próximas.
- Riscos específicos conforme o órgão investigado.
Os riscos específicos variam conforme o órgão investigado e são detalhados nas páginas de cada tipo de biópsia e na avaliação individual.
Transparência
Limitações do método
- Nem toda alteração identificada em exames de imagem necessita de biópsia.
- Em alguns casos a amostra pode ser insuficiente e o procedimento precisa ser repetido ou complementado por outro método.
- O resultado anatomopatológico depende da análise laboratorial e não possui prazo fixo.
Outras possibilidades
Alternativas que podem ser avaliadas
- Acompanhamento por imagem em casos selecionados.
- Biópsia cirúrgica ou endoscópica, conforme a localização.
- Outros métodos diagnósticos definidos pelo médico assistente.
Segurança
Sinais de alerta após o procedimento
- Dor intensa ou progressiva.
- Sangramento persistente no local da punção.
- Febre.
- Falta de ar após biópsias torácicas.
- Qualquer sintoma novo e inesperado após o procedimento.
Na presença de qualquer um desses sinais, entre em contato com a equipe ou procure atendimento médico.
Relação clínica
Em quais situações pode ser avaliado?
Situações clínicas em que este procedimento pode ser considerado após avaliação médica.
Necessidade de biópsia
Foi indicada uma biópsia para confirmar o diagnóstico.
Equipe RADAM
Equipe médica relacionada

Dr. Antônio Oliveira de Araújo
Radiologia Intervencionista • Vascular e Endovascular
- Radiologista IntervencionistaRQE 5333
- Cirurgia Vascular / EndovascularRQE 3517
CRM-AM 6045

Dr. Marcos André Filgueiras Dias
Radiologia Intervencionista • Vascular e Endovascular
- Radiologista IntervencionistaRQE 6404
- Cirurgia Vascular / EndovascularRQE 6389
CRM-AM 7381

Dra. Ruth da Silva Pinheiro
Radiologia Intervencionista • Vascular e Endovascular
- Radiologista IntervencionistaRQE 5659
- Cirurgia Vascular / EndovascularRQE 5633
CRM-AM 8927

Dr. Sildomar Queiroz e Silva
Neurorradiologia • Radiologia Intervencionista
- NeurorradiologiaRQE 6537
- Radiologista IntervencionistaRQE 6192
- Radiologia e Diagnóstico por ImagemRQE 6191
CRM-AM 9916
Dúvidas comuns
Perguntas frequentes
Para médicos
Área para médicos
Discuta o caso, encaminhe o paciente ou solicite o procedimento pelos fluxos clínicos da RADAM.
Conteúdo revisado por
Dr. Antônio Oliveira de Araújo
Radiologista Intervencionista · Cirurgia Vascular / Endovascular
Mestre em Cirurgia · Professor de Medicina
Membro Titular do CBR–SOBRICE
CRM-AM 6045 | RQE 5333 | RQE 3517
Última revisão clínica: 22/08/2026
Conteúdo em elaboração editorial. As informações desta página serão ampliadas após revisão clínica.
Referências selecionadas
- Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem — orientações sobre procedimentos guiados por imagemCBR
- Sociedade Brasileira de Radiologia Intervencionista e Cirurgia Endovascular — informações ao pacienteSOBRICE
Informação responsável
Esta página é informativa e não substitui a consulta médica. A indicação, a técnica, o preparo e a recuperação dependem da avaliação individual de cada caso.
Próximo passo
Recebeu uma solicitação de biópsia?
Envie o pedido médico e seus exames de imagem para que a equipe RADAM avalie o procedimento e organize as próximas etapas.
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