Intervenções hepatobiliares e portais
TIPS — Shunt Portossistêmico Intra-hepático
Redução da pressão portal por via endovascular, em casos selecionados
Na hipertensão portal, o sangue encontra resistência para atravessar o fígado e a pressão no sistema portal aumenta. O TIPS cria, por dentro das veias, uma comunicação entre a veia porta e uma veia hepática, mantida por um stent, que pode reduzir essa pressão. Não é um tratamento para todos os pacientes com cirrose: a indicação depende da causa, da função hepática, das complicações apresentadas e de avaliação multidisciplinar.
- Fluoroscopia
- Ultrassom
- Angiografia
Esta página é informativa. A indicação de qualquer procedimento depende de avaliação médica individual.
Visão geral
O que é o TIPS?
O TIPS é uma comunicação criada dentro do fígado entre a veia porta e uma veia hepática, mantida aberta por um stent. Esse trajeto desvia parte do fluxo portal para a circulação venosa sistêmica e pode reduzir a pressão portal em situações selecionadas. A veia porta leva ao fígado o sangue que vem do intestino, do estômago, do baço e do pâncreas. Quando existe obstáculo a esse fluxo, a pressão no sistema portal se eleva. O TIPS atua sobre essa pressão e sobre parte de suas complicações, mas não corrige a doença do fígado que as originou.

Comparação
TRATAMENTO CLÍNICO, ENDOSCOPIA OU TIPS?
As abordagens da hipertensão portal são complementares e seguem uma sequência de cuidado. O TIPS entra em situações específicas, e não como primeira medida para todos os pacientes.
Tratamento clínico
Inclui o tratamento da causa da doença hepática, medicamentos que podem reduzir a pressão portal, restrição de sódio, diuréticos na ascite e prevenção de complicações. É a base do cuidado e não é substituído pelo TIPS.
Endoscopia
Permite identificar varizes, tratar sangramento ativo com ligadura elástica ou escleroterapia e programar sessões de profilaxia. Pode controlar a maior parte dos episódios de sangramento. O TIPS é considerado quando o sangramento persiste, recidiva ou em situações de alto risco selecionadas.
TIPS
Cria um trajeto dentro do fígado, mantido por stent, entre a veia porta e uma veia hepática. Reduz a pressão portal de forma direta, mas desvia parte do sangue que passaria pelo fígado, o que pode favorecer encefalopatia hepática e sobrecarga cardíaca em pacientes suscetíveis.
Transplante hepático
Em doença hepática avançada, é o tratamento que atua sobre o fígado doente. O TIPS pode funcionar como medida para controlar complicações enquanto o paciente é avaliado ou aguarda, quando indicado, e não substitui a avaliação de transplante.
A escolha é individual e multidisciplinar. Nenhuma dessas abordagens é superior em todos os cenários, e a estratégia pode mudar conforme a evolução clínica.
Finalidade
Para que pode ser utilizada
O objetivo do TIPS é reduzir o gradiente de pressão entre o sistema portal e a circulação sistêmica, o que pode diminuir o risco de sangramento por varizes e a formação de líquido no abdome em pacientes selecionados. É um procedimento hospitalar, indicado após avaliação clínica, laboratorial e por imagem, e discutido entre Hepatologia, Endoscopia, Cirurgia e Radiologia Intervencionista.
- Reduzir o gradiente de pressão portossistêmico em casos selecionados
- Contribuir para o controle do sangramento por varizes que persiste ou recidiva
- Reduzir a formação de ascite em pacientes com ascite refratária selecionados
- Auxiliar no controle do hidrotórax hepático em situações selecionadas
- Restabelecer drenagem hepática em casos selecionados de síndrome de Budd-Chiari
- Diminuir a dependência de paracenteses de repetição em parte dos casos
Técnica
Como é realizado
As etapas gerais incluem revisão clínica e laboratorial; avaliação da função hepática e renal; análise da tomografia, ressonância ou ultrassonografia com Doppler; avaliação cardíaca quando indicada; discussão multidisciplinar; punção de uma veia do pescoço, habitualmente a jugular interna direita; navegação com cateter até uma veia hepática; medida de pressões; punção dirigida do ramo da veia porta com orientação por imagem; confirmação com contraste; dilatação do trajeto intra-hepático; implante de stent, em geral recoberto; ajuste do calibre; nova medida do gradiente; embolização de varizes em casos selecionados; retirada do material e monitorização. Nem todas as etapas se aplicam a todos os casos, e não existe duração fixa.
- Acesso: Acesso venoso transjugular, habitualmente pela veia jugular interna direita, com navegação até uma veia hepática e punção intra-hepática dirigida do sistema portal, sob orientação de fluoroscopia, ultrassonografia e angiografia.
- Anestesia: Sedação com anestesia local ou anestesia geral, conforme a condição clínica, a complexidade anatômica e a definição da equipe assistencial.
Papel da imagem no planejamento e no procedimento
Ultrassonografia com Doppler
Avalia o fígado, o calibre e a permeabilidade da veia porta, a direção do fluxo, a presença de trombose e a ascite. É também o exame habitual no acompanhamento do stent.
Tomografia e ressonância
Definem a anatomia hepática e venosa, a relação entre veias hepáticas e ramos portais, a presença de trombose, colaterais, varizes e lesões hepáticas que possam alterar a estratégia.
Angiografia e medida de pressões
Durante o procedimento, permite confirmar o trajeto, avaliar as varizes e medir o gradiente de pressão portossistêmico antes e depois do implante do stent.
Como funciona na RADAM
Etapas do procedimento
01
Avaliação clínica
Causa da hipertensão portal, função hepática e complicações apresentadas.
02
Exames
Laboratório, endoscopia, ultrassonografia com Doppler, tomografia ou ressonância.
03
Avaliação cardíaca
Quando indicada, para estimar a tolerância à mudança de fluxo.
04
Discussão multidisciplinar
Hepatologia, Endoscopia, Cirurgia e Radiologia Intervencionista.
05
Procedimento
Acesso transjugular, criação do trajeto e implante do stent, com medida de pressões.
06
Internação e observação
Monitorização clínica, laboratorial e neurológica.
07
Acompanhamento
Doppler de controle, ajuste do tratamento clínico e retornos programados.
08
Revisão quando necessária
Avaliação do shunt diante de recidiva de sangramento, ascite ou encefalopatia.
O fluxo, a anestesia, o ambiente hospitalar e o tempo de recuperação variam conforme o procedimento e as condições do paciente.
Preparo
Como se preparar
- Levar tomografias, ressonâncias e ultrassonografias com Doppler
- Apresentar laudos de endoscopia digestiva alta
- Informar episódios prévios de sangramento
- Informar episódios prévios de confusão mental ou encefalopatia
- Informar paracenteses realizadas e sua frequência
- Apresentar exames laboratoriais recentes, incluindo função hepática e renal
- Apresentar coagulograma e hemograma
- Informar doenças cardíacas e pulmonares
- Apresentar avaliação cardiológica quando solicitada
- Apresentar a lista completa de medicamentos
- Comunicar uso de anticoagulantes e antiagregantes
- Não suspender medicamentos por conta própria
- Informar alergia a contraste
- Seguir jejum conforme orientação
- Discutir a internação e o acompanhamento posterior
O preparo é individualizado e depende da causa da hipertensão portal, da função hepática e da avaliação cardíaca. As orientações finais vêm sempre da equipe assistencial.
Depois do procedimento
Recuperação e cuidados
A evolução depende da gravidade da doença hepática, da complicação tratada e da resposta ao procedimento. A internação costuma ser necessária e tem duração variável. A ascite pode diminuir progressivamente ao longo de semanas, e o controle do sangramento depende também da endoscopia e do tratamento clínico. Não é possível prometer prazo fixo de recuperação, ausência de encefalopatia nem resolução definitiva da doença hepática.
Cuidados posteriores
- Monitorização hospitalar após o procedimento
- Observação do local de punção no pescoço
- Controle da dor
- Avaliação do estado de consciência e do comportamento
- Controle laboratorial da função hepática e renal
- Ajuste de diuréticos e da dieta conforme orientação
- Ultrassonografia com Doppler de controle
- Retornos programados com Hepatologia e Radiologia Intervencionista
- Manutenção do tratamento da doença hepática de base
Indicações possíveis
Quando o TIPS pode ser avaliado?
- Sangramento por varizes esofágicas ou gástricas que não é controlado pelo tratamento clínico e endoscópico
- Recidiva de sangramento por varizes apesar da profilaxia adequada
- Situações selecionadas de alto risco em que o TIPS pode ser considerado precocemente após o sangramento
- Ascite refratária ao tratamento clínico, em pacientes selecionados
- Hidrotórax hepático de difícil controle, em casos selecionados
- Síndrome de Budd-Chiari, conforme avaliação especializada
- Trombose de veia porta em contextos selecionados, associada ou não à recanalização



Estar em uma dessas situações não confirma indicação. A decisão depende da função hepática, da anatomia, da avaliação cardíaca, do risco de encefalopatia e da discussão multidisciplinar.
Limites e cautelas
Situações em que o TIPS pode não ser indicado
- Insuficiência hepática avançada, quando o desvio do sangue pode agravar a função do fígado
- Encefalopatia hepática de difícil controle ou episódios repetidos
- Insuficiência cardíaca, hipertensão pulmonar significativa ou doença valvar relevante
- Infecção ativa não controlada, incluindo colangite e sepse
- Dilatação importante das vias biliares, conforme a avaliação
- Doença hepática policística ou anatomia hepática desfavorável
- Múltiplas lesões hepáticas ou tumor no trajeto planejado
Algumas dessas situações são contraindicações relativas e podem ser reavaliadas depois de tratamento e otimização clínica. A definição é sempre individual.
Fisiologia
O gradiente de pressão e o calibre do shunt
O objetivo do TIPS não é abrir o maior trajeto possível, mas alcançar uma redução de pressão suficiente para tratar a complicação, mantendo passagem de sangue pelo fígado. A medida do gradiente antes e depois do implante orienta o ajuste do calibre do stent.
- A redução excessiva da pressão pode favorecer encefalopatia hepática
- A redução insuficiente pode não controlar o sangramento ou a ascite
- Stents recobertos são habitualmente utilizados por manterem melhor a perviedade
- O calibre pode ser ajustado durante o procedimento
- Em casos selecionados, pode ser necessária redução ou revisão do shunt posteriormente



Não existe valor único de gradiente aplicável a todos os pacientes. A meta é definida caso a caso.
Principal efeito adverso específico
Encefalopatia hepática após o TIPS
Parte do sangue intestinal passa a chegar à circulação sistêmica sem atravessar o tecido hepático. Isso pode causar ou agravar a encefalopatia hepática, que se manifesta como alteração do sono, lentificação, desatenção, mudança de comportamento, desorientação e, em quadros graves, sonolência intensa.
- O risco é maior em pacientes idosos, com pior função hepática ou episódios prévios
- Muitos casos podem ser controlados com tratamento clínico
- Fatores desencadeantes como infecção, constipação e desidratação devem ser investigados
- Em casos selecionados, pode ser considerada redução do calibre do shunt
- Familiares devem ser orientados a reconhecer sinais precoces
Alterações de comportamento, confusão ou sonolência após o procedimento exigem avaliação médica.
Acompanhamento
Vigilância do shunt
- Ultrassonografia com Doppler é habitualmente usada no acompanhamento
- O shunt pode apresentar estenose ou trombose ao longo do tempo
- O retorno das varizes ou da ascite pode indicar disfunção do shunt
- Angiografia com medida de pressões pode ser necessária para confirmar disfunção
- A revisão endovascular do shunt é possível em casos selecionados
- O acompanhamento hepatológico continua independentemente do TIPS
Não existe calendário universal de exames. A periodicidade é definida pela equipe assistencial.
Segunda opinião
O TIPS é uma possibilidade neste caso?
A avaliação considera a causa da hipertensão portal, a função hepática, a complicação apresentada, o histórico de encefalopatia, a avaliação cardíaca, a anatomia venosa e as alternativas já utilizadas. A revisão das imagens e dos exames pode ajudar a comparar tratamento clínico, endoscopia, TIPS e avaliação de transplante.
Vômito com sangue, sangue nas fezes, confusão mental importante, falta de ar intensa ou piora clínica rápida exigem atendimento hospitalar imediato. A RADAM não é um serviço de emergência.
Riscos e limitações
Riscos possíveis e limitações
Riscos possíveis
- Dor
- Hematoma no local de punção
- Sangramento
- Punção arterial inadvertida
- Sangramento intraperitoneal
- Lesão de via biliar
- Fístula entre o trajeto e a via biliar
- Arritmia durante a navegação cardíaca
- Perfuração da cápsula hepática
- Infecção
- Reação ao contraste
- Piora da função renal
- Encefalopatia hepática nova ou agravada
- Piora da função hepática
- Insuficiência cardíaca por sobrecarga de volume
- Hipertensão pulmonar agravada
- Estenose do stent
- Trombose do stent
- Migração ou mau posicionamento do stent
- Hemólise
- Falha em atingir a redução de pressão desejada
- Recidiva do sangramento ou da ascite
- Necessidade de novos procedimentos
- Eventos graves, inclusive morte, com risco dependente da gravidade clínica
Esta página é informativa e não confirma indicação de TIPS. O procedimento não trata a doença hepática de base, não substitui a avaliação de transplante e pode causar encefalopatia hepática. A RADAM não é um serviço de emergência: vômito com sangue, sangue nas fezes, confusão mental importante ou piora clínica rápida exige atendimento hospitalar imediato.
Transparência
Limitações do método
- O TIPS reduz a pressão portal, mas não trata a doença hepática de base
- Não substitui a avaliação de transplante hepático
- Pode não controlar completamente o sangramento ou a ascite
- Pode causar ou agravar encefalopatia hepática
- O shunt pode apresentar disfunção e exigir revisão
- A anatomia hepática ou venosa pode impedir a criação do trajeto
- Trombose portal extensa pode dificultar ou inviabilizar o procedimento
Outras possibilidades
Alternativas que podem ser avaliadas
- Tratamento clínico da doença hepática e da hipertensão portal
- Ligadura elástica ou escleroterapia endoscópica das varizes
- Medicamentos para redução da pressão portal, quando indicados
- Restrição de sódio e diuréticos na ascite
- Paracenteses de repetição em casos selecionados
- Embolização de varizes ou de shunts espontâneos em situações específicas
- Avaliação para transplante hepático
Segurança
Sinais de alerta após o procedimento
- Vômito com sangue
- Sangue nas fezes ou fezes escuras
- Confusão mental, sonolência excessiva ou alteração do comportamento
- Febre persistente ou calafrios
- Dor abdominal intensa
- Aumento rápido do volume abdominal
- Falta de ar
- Queda de pressão, palidez ou desmaio
- Sangramento, dor ou aumento de volume no local da punção
- Icterícia progressiva
- Redução importante da urina
Na presença de qualquer um desses sinais, entre em contato com a equipe ou procure atendimento médico.
Relação clínica
Situações clínicas relacionadas
Hipertensão portal, varizes esofágicas e gástricas, ascite refratária, hidrotórax hepático, síndrome de Budd-Chiari e trombose de veia porta podem motivar a avaliação. A presença nesta lista não significa indicação de TIPS.
Hipertensão portal
Aumento da pressão no sistema da veia porta, que leva ao fígado o sangue dos órgãos abdominais. Pode provocar varizes, ascite e aumento do baço, e tem causas variadas — a cirrose é uma delas, mas não a única.
Ver condiçãoVarizes de esôfago
Veias dilatadas na parede do esôfago, que geralmente se formam por causa do aumento da pressão na circulação do fígado. Como podem sangrar, exigem acompanhamento e tratamento preventivo conforme o risco de cada paciente.
Ver condiçãoTrombose da veia porta
Formação de um coágulo dentro da veia porta, que leva ao fígado o sangue do intestino, do estômago, do baço e do pâncreas. Pode ser recente ou crônica, ocorrer com ou sem cirrose e exige avaliação individualizada da causa, da extensão e das complicações.
Ver condiçãoAscite
Acúmulo anormal de líquido dentro do abdome. Não é uma doença única: pode estar relacionada à cirrose e à hipertensão portal, a doenças tumorais, cardíacas, renais, pancreáticas e a outras causas, exigindo investigação individualizada.
Ver condiçãoSíndrome de Budd–Chiari
Obstrução das veias que drenam o fígado, identificada em exames de imagem.
Ver condição
Linha de cuidado
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Drenagem Biliar Percutânea
Quando a passagem da bile está bloqueada ou alterada, pode ser possível criar uma via de saída para a bile através da pele e do fígado, com orientação por imagem. O procedimento pode utilizar um cateter externo, interno-externo ou, em situações selecionadas, um stent. A escolha depende da causa, da anatomia, da condição clínica e da possibilidade de tratamento endoscópico ou cirúrgico.
Ver procedimentoColecistostomia Percutânea
Quando a vesícula está inflamada ou infeccionada e a cirurgia imediata não é possível ou não é considerada segura, pode ser possível drenar a vesícula com um cateter colocado através da pele, com orientação por imagem. A drenagem pode ser temporária e não elimina automaticamente a necessidade de tratamento definitivo.
Ver procedimentoBiópsia do fígado
Procedimento guiado por imagem que permite retirar uma pequena amostra do fígado para ajudar no diagnóstico de diferentes alterações.
Ver procedimentoQuimioembolização Hepática
Tratamento por cateteres que leva o medicamento diretamente às artérias relacionadas ao tumor do fígado e reduz seletivamente sua circulação.
Ver procedimentoEmbolização de Hemorragias
Tratamento realizado por cateteres para localizar e fechar seletivamente os vasos responsáveis por um sangramento, preservando o máximo possível dos tecidos vizinhos.
Ver procedimento
Procedimento realizado em ambiente hospitalar
Após a avaliação e a indicação, a RADAM participa do planejamento, da coordenação hospitalar e do acompanhamento do paciente.
O TIPS é um procedimento hospitalar. Depende de avaliação clínica e hepatológica, exames laboratoriais, imagens recentes, estrutura de angiografia e acompanhamento posterior. A RADAM coordena o planejamento e a jornada assistencial conforme cada caso.
Equipe RADAM
Equipe médica relacionada

Dr. Antônio Oliveira de Araújo
Radiologia Intervencionista • Vascular e Endovascular
- Radiologista IntervencionistaRQE 5333
- Cirurgia Vascular / EndovascularRQE 3517
CRM-AM 6045

Dr. Marcos André Filgueiras Dias
Radiologia Intervencionista • Vascular e Endovascular
- Radiologista IntervencionistaRQE 6404
- Cirurgia Vascular / EndovascularRQE 6389
CRM-AM 7381

Dr. Paulo Inácio Alves Ramos Diniz
Cirurgia Vascular • Angiorradiologia e Cirurgia Endovascular
- Cirurgia VascularRQE 4051
- Angiorradiologia e Cirurgia EndovascularRQE 5409
CRM-AM 7392

Dra. Ruth da Silva Pinheiro
Radiologia Intervencionista • Vascular e Endovascular
- Radiologista IntervencionistaRQE 5659
- Cirurgia Vascular / EndovascularRQE 5633
CRM-AM 8927

Dr. Sildomar Queiroz e Silva
Neurorradiologia • Radiologia Intervencionista
- NeurorradiologiaRQE 6537
- Radiologista IntervencionistaRQE 6192
- Radiologia e Diagnóstico por ImagemRQE 6191
CRM-AM 9916
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Perguntas frequentes
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Discuta o caso, encaminhe o paciente ou solicite o procedimento pelos fluxos clínicos da RADAM.
Conteúdo revisado por
Dr. Antônio Oliveira de Araújo
Radiologista Intervencionista · Cirurgia Vascular / Endovascular
Mestre em Cirurgia · Professor de Medicina
Membro Titular do CBR–SOBRICE
CRM-AM 6045 | RQE 5333 | RQE 3517
Última revisão clínica: 02/09/2026
Conteúdo em elaboração editorial. As informações desta página serão ampliadas após revisão clínica.
Referências selecionadas
- de Franchis R, Bosch J, Garcia-Tsao G, et al. Baveno VII — Renewing consensus in portal hypertension. Journal of Hepatology. 2022. Confirmar volume, páginas, DOI e URL oficial na revisão editorial.Baveno VII / Journal of Hepatology
- American Association for the Study of Liver Diseases. Practice Guidance on Portal Hypertensive Bleeding and Ascites in Cirrhosis. Confirmar a versão vigente, volume, páginas e URL na revisão editorial.American Association for the Study of Liver Diseases
- European Association for the Study of the Liver. EASL Clinical Practice Guidelines for the management of patients with decompensated cirrhosis. Journal of Hepatology. Confirmar a versão vigente e a URL oficial na revisão editorial.European Association for the Study of the Liver
- Society of Interventional Radiology e CIRSE. Documentos de posicionamento e diretrizes sobre TIPS (transjugular intrahepatic portosystemic shunt). Confirmar títulos, anos e URLs oficiais na revisão editorial.Society of Interventional Radiology / CIRSE
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