RADAM — Radiologia Intervencionista da Amazônia

Intervenções hepatobiliares e portais

TIPS — Shunt Portossistêmico Intra-hepático

Redução da pressão portal por via endovascular, em casos selecionados

Na hipertensão portal, o sangue encontra resistência para atravessar o fígado e a pressão no sistema portal aumenta. O TIPS cria, por dentro das veias, uma comunicação entre a veia porta e uma veia hepática, mantida por um stent, que pode reduzir essa pressão. Não é um tratamento para todos os pacientes com cirrose: a indicação depende da causa, da função hepática, das complicações apresentadas e de avaliação multidisciplinar.

  • Fluoroscopia
  • Ultrassom
  • Angiografia

Esta página é informativa. A indicação de qualquer procedimento depende de avaliação médica individual.

Visão geral

O que é o TIPS?

O TIPS é uma comunicação criada dentro do fígado entre a veia porta e uma veia hepática, mantida aberta por um stent. Esse trajeto desvia parte do fluxo portal para a circulação venosa sistêmica e pode reduzir a pressão portal em situações selecionadas. A veia porta leva ao fígado o sangue que vem do intestino, do estômago, do baço e do pâncreas. Quando existe obstáculo a esse fluxo, a pressão no sistema portal se eleva. O TIPS atua sobre essa pressão e sobre parte de suas complicações, mas não corrige a doença do fígado que as originou.

Esquema do TIPS mostrando a comunicação intra-hepática entre a veia porta e a circulação venosa hepática
Esquema ilustrativo da comunicação criada pelo TIPS entre as circulações portal e venosa hepática.Fonte: Marcelino, Radiologia Brasileira, 2005.

Comparação

TRATAMENTO CLÍNICO, ENDOSCOPIA OU TIPS?

As abordagens da hipertensão portal são complementares e seguem uma sequência de cuidado. O TIPS entra em situações específicas, e não como primeira medida para todos os pacientes.

  • Tratamento clínico

    Inclui o tratamento da causa da doença hepática, medicamentos que podem reduzir a pressão portal, restrição de sódio, diuréticos na ascite e prevenção de complicações. É a base do cuidado e não é substituído pelo TIPS.

  • Endoscopia

    Permite identificar varizes, tratar sangramento ativo com ligadura elástica ou escleroterapia e programar sessões de profilaxia. Pode controlar a maior parte dos episódios de sangramento. O TIPS é considerado quando o sangramento persiste, recidiva ou em situações de alto risco selecionadas.

  • TIPS

    Cria um trajeto dentro do fígado, mantido por stent, entre a veia porta e uma veia hepática. Reduz a pressão portal de forma direta, mas desvia parte do sangue que passaria pelo fígado, o que pode favorecer encefalopatia hepática e sobrecarga cardíaca em pacientes suscetíveis.

  • Transplante hepático

    Em doença hepática avançada, é o tratamento que atua sobre o fígado doente. O TIPS pode funcionar como medida para controlar complicações enquanto o paciente é avaliado ou aguarda, quando indicado, e não substitui a avaliação de transplante.

A escolha é individual e multidisciplinar. Nenhuma dessas abordagens é superior em todos os cenários, e a estratégia pode mudar conforme a evolução clínica.

Finalidade

Para que pode ser utilizada

O objetivo do TIPS é reduzir o gradiente de pressão entre o sistema portal e a circulação sistêmica, o que pode diminuir o risco de sangramento por varizes e a formação de líquido no abdome em pacientes selecionados. É um procedimento hospitalar, indicado após avaliação clínica, laboratorial e por imagem, e discutido entre Hepatologia, Endoscopia, Cirurgia e Radiologia Intervencionista.

  • Reduzir o gradiente de pressão portossistêmico em casos selecionados
  • Contribuir para o controle do sangramento por varizes que persiste ou recidiva
  • Reduzir a formação de ascite em pacientes com ascite refratária selecionados
  • Auxiliar no controle do hidrotórax hepático em situações selecionadas
  • Restabelecer drenagem hepática em casos selecionados de síndrome de Budd-Chiari
  • Diminuir a dependência de paracenteses de repetição em parte dos casos

Técnica

Como é realizado

As etapas gerais incluem revisão clínica e laboratorial; avaliação da função hepática e renal; análise da tomografia, ressonância ou ultrassonografia com Doppler; avaliação cardíaca quando indicada; discussão multidisciplinar; punção de uma veia do pescoço, habitualmente a jugular interna direita; navegação com cateter até uma veia hepática; medida de pressões; punção dirigida do ramo da veia porta com orientação por imagem; confirmação com contraste; dilatação do trajeto intra-hepático; implante de stent, em geral recoberto; ajuste do calibre; nova medida do gradiente; embolização de varizes em casos selecionados; retirada do material e monitorização. Nem todas as etapas se aplicam a todos os casos, e não existe duração fixa.

  • Acesso: Acesso venoso transjugular, habitualmente pela veia jugular interna direita, com navegação até uma veia hepática e punção intra-hepática dirigida do sistema portal, sob orientação de fluoroscopia, ultrassonografia e angiografia.
  • Anestesia: Sedação com anestesia local ou anestesia geral, conforme a condição clínica, a complexidade anatômica e a definição da equipe assistencial.

Papel da imagem no planejamento e no procedimento

  • Ultrassonografia com Doppler

    Avalia o fígado, o calibre e a permeabilidade da veia porta, a direção do fluxo, a presença de trombose e a ascite. É também o exame habitual no acompanhamento do stent.

  • Tomografia e ressonância

    Definem a anatomia hepática e venosa, a relação entre veias hepáticas e ramos portais, a presença de trombose, colaterais, varizes e lesões hepáticas que possam alterar a estratégia.

  • Angiografia e medida de pressões

    Durante o procedimento, permite confirmar o trajeto, avaliar as varizes e medir o gradiente de pressão portossistêmico antes e depois do implante do stent.

Como funciona na RADAM

Etapas do procedimento

  1. 01

    Avaliação clínica

    Causa da hipertensão portal, função hepática e complicações apresentadas.

  2. 02

    Exames

    Laboratório, endoscopia, ultrassonografia com Doppler, tomografia ou ressonância.

  3. 03

    Avaliação cardíaca

    Quando indicada, para estimar a tolerância à mudança de fluxo.

  4. 04

    Discussão multidisciplinar

    Hepatologia, Endoscopia, Cirurgia e Radiologia Intervencionista.

  5. 05

    Procedimento

    Acesso transjugular, criação do trajeto e implante do stent, com medida de pressões.

  6. 06

    Internação e observação

    Monitorização clínica, laboratorial e neurológica.

  7. 07

    Acompanhamento

    Doppler de controle, ajuste do tratamento clínico e retornos programados.

  8. 08

    Revisão quando necessária

    Avaliação do shunt diante de recidiva de sangramento, ascite ou encefalopatia.

O fluxo, a anestesia, o ambiente hospitalar e o tempo de recuperação variam conforme o procedimento e as condições do paciente.

Preparo

Como se preparar

  • Levar tomografias, ressonâncias e ultrassonografias com Doppler
  • Apresentar laudos de endoscopia digestiva alta
  • Informar episódios prévios de sangramento
  • Informar episódios prévios de confusão mental ou encefalopatia
  • Informar paracenteses realizadas e sua frequência
  • Apresentar exames laboratoriais recentes, incluindo função hepática e renal
  • Apresentar coagulograma e hemograma
  • Informar doenças cardíacas e pulmonares
  • Apresentar avaliação cardiológica quando solicitada
  • Apresentar a lista completa de medicamentos
  • Comunicar uso de anticoagulantes e antiagregantes
  • Não suspender medicamentos por conta própria
  • Informar alergia a contraste
  • Seguir jejum conforme orientação
  • Discutir a internação e o acompanhamento posterior

O preparo é individualizado e depende da causa da hipertensão portal, da função hepática e da avaliação cardíaca. As orientações finais vêm sempre da equipe assistencial.

Depois do procedimento

Recuperação e cuidados

A evolução depende da gravidade da doença hepática, da complicação tratada e da resposta ao procedimento. A internação costuma ser necessária e tem duração variável. A ascite pode diminuir progressivamente ao longo de semanas, e o controle do sangramento depende também da endoscopia e do tratamento clínico. Não é possível prometer prazo fixo de recuperação, ausência de encefalopatia nem resolução definitiva da doença hepática.

Cuidados posteriores

  • Monitorização hospitalar após o procedimento
  • Observação do local de punção no pescoço
  • Controle da dor
  • Avaliação do estado de consciência e do comportamento
  • Controle laboratorial da função hepática e renal
  • Ajuste de diuréticos e da dieta conforme orientação
  • Ultrassonografia com Doppler de controle
  • Retornos programados com Hepatologia e Radiologia Intervencionista
  • Manutenção do tratamento da doença hepática de base

Indicações possíveis

Quando o TIPS pode ser avaliado?

  • Sangramento por varizes esofágicas ou gástricas que não é controlado pelo tratamento clínico e endoscópico
  • Recidiva de sangramento por varizes apesar da profilaxia adequada
  • Situações selecionadas de alto risco em que o TIPS pode ser considerado precocemente após o sangramento
  • Ascite refratária ao tratamento clínico, em pacientes selecionados
  • Hidrotórax hepático de difícil controle, em casos selecionados
  • Síndrome de Budd-Chiari, conforme avaliação especializada
  • Trombose de veia porta em contextos selecionados, associada ou não à recanalização
Equipe médica paramentada reunida na sala de radiologia intervencionista antes do procedimento.
Equipe da RADAM na sala de radiologia intervencionista.
Médico paramentado em primeiro plano durante procedimento de radiologia intervencionista.
Atuação da equipe durante um procedimento endovascular hepático.
Sala de radiologia intervencionista com arco de imagem, mesa e equipamentos preparados.
Estrutura da sala de radiologia intervencionista onde o TIPS é realizado.

Estar em uma dessas situações não confirma indicação. A decisão depende da função hepática, da anatomia, da avaliação cardíaca, do risco de encefalopatia e da discussão multidisciplinar.

Limites e cautelas

Situações em que o TIPS pode não ser indicado

  • Insuficiência hepática avançada, quando o desvio do sangue pode agravar a função do fígado
  • Encefalopatia hepática de difícil controle ou episódios repetidos
  • Insuficiência cardíaca, hipertensão pulmonar significativa ou doença valvar relevante
  • Infecção ativa não controlada, incluindo colangite e sepse
  • Dilatação importante das vias biliares, conforme a avaliação
  • Doença hepática policística ou anatomia hepática desfavorável
  • Múltiplas lesões hepáticas ou tumor no trajeto planejado

Algumas dessas situações são contraindicações relativas e podem ser reavaliadas depois de tratamento e otimização clínica. A definição é sempre individual.

Fisiologia

O gradiente de pressão e o calibre do shunt

O objetivo do TIPS não é abrir o maior trajeto possível, mas alcançar uma redução de pressão suficiente para tratar a complicação, mantendo passagem de sangue pelo fígado. A medida do gradiente antes e depois do implante orienta o ajuste do calibre do stent.

  • A redução excessiva da pressão pode favorecer encefalopatia hepática
  • A redução insuficiente pode não controlar o sangramento ou a ascite
  • Stents recobertos são habitualmente utilizados por manterem melhor a perviedade
  • O calibre pode ser ajustado durante o procedimento
  • Em casos selecionados, pode ser necessária redução ou revisão do shunt posteriormente
Arco de imagem e monitores posicionados junto à mesa de procedimento.
Orientação por imagem em tempo real durante o procedimento.
Bandeja estéril com cateteres, seringas e materiais preparados para o procedimento.
Materiais estéreis organizados para o procedimento endovascular.
Profissionais paramentados manipulando cateteres e dispositivos sobre a mesa estéril.
Manipulação dos cateteres e dispositivos usados no procedimento.

Não existe valor único de gradiente aplicável a todos os pacientes. A meta é definida caso a caso.

Principal efeito adverso específico

Encefalopatia hepática após o TIPS

Parte do sangue intestinal passa a chegar à circulação sistêmica sem atravessar o tecido hepático. Isso pode causar ou agravar a encefalopatia hepática, que se manifesta como alteração do sono, lentificação, desatenção, mudança de comportamento, desorientação e, em quadros graves, sonolência intensa.

  • O risco é maior em pacientes idosos, com pior função hepática ou episódios prévios
  • Muitos casos podem ser controlados com tratamento clínico
  • Fatores desencadeantes como infecção, constipação e desidratação devem ser investigados
  • Em casos selecionados, pode ser considerada redução do calibre do shunt
  • Familiares devem ser orientados a reconhecer sinais precoces

Alterações de comportamento, confusão ou sonolência após o procedimento exigem avaliação médica.

Acompanhamento

Vigilância do shunt

  • Ultrassonografia com Doppler é habitualmente usada no acompanhamento
  • O shunt pode apresentar estenose ou trombose ao longo do tempo
  • O retorno das varizes ou da ascite pode indicar disfunção do shunt
  • Angiografia com medida de pressões pode ser necessária para confirmar disfunção
  • A revisão endovascular do shunt é possível em casos selecionados
  • O acompanhamento hepatológico continua independentemente do TIPS

Não existe calendário universal de exames. A periodicidade é definida pela equipe assistencial.

Segunda opinião

O TIPS é uma possibilidade neste caso?

A avaliação considera a causa da hipertensão portal, a função hepática, a complicação apresentada, o histórico de encefalopatia, a avaliação cardíaca, a anatomia venosa e as alternativas já utilizadas. A revisão das imagens e dos exames pode ajudar a comparar tratamento clínico, endoscopia, TIPS e avaliação de transplante.

Vômito com sangue, sangue nas fezes, confusão mental importante, falta de ar intensa ou piora clínica rápida exigem atendimento hospitalar imediato. A RADAM não é um serviço de emergência.

Riscos e limitações

Riscos possíveis e limitações

Riscos possíveis

  • Dor
  • Hematoma no local de punção
  • Sangramento
  • Punção arterial inadvertida
  • Sangramento intraperitoneal
  • Lesão de via biliar
  • Fístula entre o trajeto e a via biliar
  • Arritmia durante a navegação cardíaca
  • Perfuração da cápsula hepática
  • Infecção
  • Reação ao contraste
  • Piora da função renal
  • Encefalopatia hepática nova ou agravada
  • Piora da função hepática
  • Insuficiência cardíaca por sobrecarga de volume
  • Hipertensão pulmonar agravada
  • Estenose do stent
  • Trombose do stent
  • Migração ou mau posicionamento do stent
  • Hemólise
  • Falha em atingir a redução de pressão desejada
  • Recidiva do sangramento ou da ascite
  • Necessidade de novos procedimentos
  • Eventos graves, inclusive morte, com risco dependente da gravidade clínica

Esta página é informativa e não confirma indicação de TIPS. O procedimento não trata a doença hepática de base, não substitui a avaliação de transplante e pode causar encefalopatia hepática. A RADAM não é um serviço de emergência: vômito com sangue, sangue nas fezes, confusão mental importante ou piora clínica rápida exige atendimento hospitalar imediato.

Transparência

Limitações do método

  • O TIPS reduz a pressão portal, mas não trata a doença hepática de base
  • Não substitui a avaliação de transplante hepático
  • Pode não controlar completamente o sangramento ou a ascite
  • Pode causar ou agravar encefalopatia hepática
  • O shunt pode apresentar disfunção e exigir revisão
  • A anatomia hepática ou venosa pode impedir a criação do trajeto
  • Trombose portal extensa pode dificultar ou inviabilizar o procedimento

Outras possibilidades

Alternativas que podem ser avaliadas

  • Tratamento clínico da doença hepática e da hipertensão portal
  • Ligadura elástica ou escleroterapia endoscópica das varizes
  • Medicamentos para redução da pressão portal, quando indicados
  • Restrição de sódio e diuréticos na ascite
  • Paracenteses de repetição em casos selecionados
  • Embolização de varizes ou de shunts espontâneos em situações específicas
  • Avaliação para transplante hepático

Segurança

Sinais de alerta após o procedimento

  • Vômito com sangue
  • Sangue nas fezes ou fezes escuras
  • Confusão mental, sonolência excessiva ou alteração do comportamento
  • Febre persistente ou calafrios
  • Dor abdominal intensa
  • Aumento rápido do volume abdominal
  • Falta de ar
  • Queda de pressão, palidez ou desmaio
  • Sangramento, dor ou aumento de volume no local da punção
  • Icterícia progressiva
  • Redução importante da urina

Na presença de qualquer um desses sinais, entre em contato com a equipe ou procure atendimento médico.

Linha de cuidado

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Procedimento realizado em ambiente hospitalar

Após a avaliação e a indicação, a RADAM participa do planejamento, da coordenação hospitalar e do acompanhamento do paciente.

O TIPS é um procedimento hospitalar. Depende de avaliação clínica e hepatológica, exames laboratoriais, imagens recentes, estrutura de angiografia e acompanhamento posterior. A RADAM coordena o planejamento e a jornada assistencial conforme cada caso.

Equipe RADAM

Equipe médica relacionada

  • Dr. Antônio Oliveira de Araújo — RADAM

    Dr. Antônio Oliveira de Araújo

    Radiologia Intervencionista • Vascular e Endovascular

    • Radiologista IntervencionistaRQE 5333
    • Cirurgia Vascular / EndovascularRQE 3517

    CRM-AM 6045

  • Dr. Marcos André Filgueiras Dias — RADAM

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    Radiologia Intervencionista • Vascular e Endovascular

    • Radiologista IntervencionistaRQE 6404
    • Cirurgia Vascular / EndovascularRQE 6389

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    Cirurgia Vascular • Angiorradiologia e Cirurgia Endovascular

    • Cirurgia VascularRQE 4051
    • Angiorradiologia e Cirurgia EndovascularRQE 5409

    CRM-AM 7392

  • Dra. Ruth da Silva Pinheiro — RADAM

    Dra. Ruth da Silva Pinheiro

    Radiologia Intervencionista • Vascular e Endovascular

    • Radiologista IntervencionistaRQE 5659
    • Cirurgia Vascular / EndovascularRQE 5633

    CRM-AM 8927

  • Dr. Sildomar Queiroz e Silva — RADAM

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    Neurorradiologia • Radiologia Intervencionista

    • NeurorradiologiaRQE 6537
    • Radiologista IntervencionistaRQE 6192
    • Radiologia e Diagnóstico por ImagemRQE 6191

    CRM-AM 9916

Dúvidas comuns

Perguntas frequentes

Para médicos

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Conteúdo revisado por

  • Dr. Antônio Oliveira de Araújo

    Radiologista Intervencionista · Cirurgia Vascular / Endovascular

    Mestre em Cirurgia · Professor de Medicina

    Membro Titular do CBR–SOBRICE

    CRM-AM 6045 | RQE 5333 | RQE 3517

Última revisão clínica: 02/09/2026

Conteúdo em elaboração editorial. As informações desta página serão ampliadas após revisão clínica.

Informação responsável

Esta página é informativa e não substitui a consulta médica. A indicação, a técnica, o preparo e a recuperação dependem da avaliação individual de cada caso.

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