RADAM — Radiologia Intervencionista da Amazônia

Saúde Vascular · Intervenções Venosas

Tratamento endovascular da trombose venosa

Trombólise dirigida, trombectomia mecânica, angioplastia e stent venoso em pacientes selecionados com trombose venosa profunda.

A trombose venosa profunda ocorre quando um coágulo se forma em uma veia profunda, geralmente nos membros inferiores. A anticoagulação é o tratamento fundamental na maioria dos casos, mas determinados pacientes com trombose extensa, sintomas importantes ou risco de comprometimento do membro podem ser avaliados para remoção do trombo por cateter. O tratamento endovascular pode utilizar trombólise dirigida, trombectomia mecânica, angioplastia e, quando existe uma obstrução venosa relevante, implantação de stent.

  • Angiografia
  • Fluoroscopia
  • Ultrassom

Esta página é informativa. A indicação de qualquer procedimento depende de avaliação médica individual.

Visão geral

O que é trombose venosa profunda?

A trombose venosa profunda é a formação de um coágulo em uma veia profunda, mais frequentemente nos membros inferiores. Pode comprometer veias da panturrilha, da coxa, da pelve ou a veia cava inferior, dificultando o retorno do sangue ao coração. Pode causar dor, edema, sensação de peso e alteração da coloração do membro, embora não se apresente da mesma forma em todos os pacientes. Parte do coágulo pode se desprender e migrar para os pulmões. A extensão e a localização do trombo influenciam diretamente o risco e as opções de tratamento. Trombose venosa profunda não é a mesma coisa que variz nem trombose venosa superficial.

Tipos de tratamento

Tipos de tratamento endovascular

Técnicas que podem ser utilizadas, isoladamente ou em combinação, no tratamento endovascular da trombose venosa.

  • Trombólise dirigida por cateter

    Administra o medicamento diretamente no trombo, buscando dissolver o coágulo progressivamente. Pode exigir um período de infusão, necessita monitoramento hospitalar e apresenta risco de sangramento.

  • Trombectomia mecânica

    Utiliza dispositivo para fragmentar, capturar ou aspirar o trombo, buscando reduzir rapidamente a carga de coágulo. Pode evitar ou diminuir o uso de trombolítico em situações selecionadas, mas não elimina todos os riscos.

  • Trombólise farmacomecânica

    Combina ação mecânica e medicamento trombolítico e pode ser utilizada para acelerar a remoção do coágulo. Técnica e disponibilidade dependem do caso e dos recursos existentes.

  • Angioplastia venosa

    Utiliza balão para dilatar um estreitamento venoso. Geralmente é realizada após a redução da carga de trombo e não é utilizada indiscriminadamente em todas as tromboses.

  • Stent venoso

    Mantém aberta uma veia com obstrução ou compressão relevante, sendo considerado principalmente em lesões ilíacas. Permanece implantado e exige acompanhamento após o procedimento.

    Ver página

Uma ou mais técnicas podem ser utilizadas no mesmo tratamento. A escolha depende do caso, da anatomia e dos recursos disponíveis.

Finalidade

Para que pode ser utilizada

O objetivo do tratamento endovascular é reduzir a carga de trombo e restabelecer o fluxo venoso em pacientes selecionados, aliviando sintomas e tratando obstruções associadas, sem substituir automaticamente a anticoagulação.

  • Reduzir a carga de trombo em tromboses extensas selecionadas
  • Restabelecer o retorno venoso do membro comprometido
  • Aliviar dor, edema e limitação funcional importantes
  • Tratar compressões ou estreitamentos venosos identificados
  • Reduzir o risco de comprometimento circulatório grave do membro

Técnica

Como é realizado

O tratamento é realizado por dentro das veias, com punção guiada por imagem e uso de contraste (flebografia) para mapear os segmentos comprometidos. Após a remoção ou dissolução do trombo, o fluxo é reavaliado e pesquisadas compressões ou estreitamentos residuais, que podem ser tratados com angioplastia e, quando indicado, stent. Não existe duração fixa, número obrigatório de sessões, tipo único de anestesia ou protocolo medicamentoso padronizado.

  • Acesso: O acesso pode ser realizado por diferentes veias, como a veia poplítea (atrás do joelho), a veia femoral ou a veia jugular, e outras vias podem ser necessárias conforme a anatomia. A punção costuma ser guiada por ultrassom e a escolha depende da localização do trombo e da estratégia planejada. Mais de um acesso pode ser necessário, e nenhuma via é sempre superior às demais.
  • Anestesia: Alguns procedimentos utilizam anestesia local e sedação; outros podem necessitar de estratégia anestésica diferente. Quando há trombólise prolongada, o monitoramento hospitalar é necessário: sinais vitais e estado neurológico podem ser avaliados, o local da punção é observado, exames laboratoriais podem ser repetidos e dor, edema e circulação do membro são reavaliados, de modo que sangramentos sejam identificados rapidamente. Não há unidade de internação obrigatória, frequência fixa de exames, valores laboratoriais universais nem duração predefinida do monitoramento.

Como funciona na RADAM

Etapas do procedimento

  1. 01

    Avaliação clínica e exames

    Avaliação clínica e análise dos exames de imagem disponíveis.

  2. 02

    Localização do trombo

    Confirmação da localização e da extensão do trombo.

  3. 03

    Risco de sangramento

    Avaliação do risco de sangramento antes de qualquer decisão sobre trombolítico.

  4. 04

    Estratégia de anticoagulação

    Definição da estratégia de anticoagulação, que costuma permanecer necessária.

  5. 05

    Escolha do acesso

    Escolha do acesso venoso mais adequado à anatomia e ao segmento comprometido.

  6. 06

    Punção guiada

    Punção venosa guiada por imagem, geralmente por ultrassom.

  7. 07

    Flebografia

    Flebografia para mapear as veias e o território obstruído.

  8. 08

    Navegação

    Passagem cuidadosa de fios e cateteres pelos segmentos venosos.

  9. 09

    Remoção do trombo

    Trombólise, trombectomia ou combinação de técnicas, conforme o caso.

  10. 10

    Avaliação do fluxo

    Avaliação do fluxo venoso após a redução da carga de trombo.

  11. 11

    Pesquisa de obstruções

    Pesquisa de compressões ou estreitamentos residuais.

  12. 12

    Angioplastia e stent

    Angioplastia e stent venoso, quando existe obstrução clinicamente relevante.

  13. 13

    Encerramento

    Retirada dos cateteres e controle do local da punção.

  14. 14

    Observação

    Observação clínica e acompanhamento após o procedimento.

O fluxo, a anestesia, o ambiente hospitalar e o tempo de recuperação variam conforme o procedimento e as condições do paciente.

Preparo

Como se preparar

  • Levar ultrassons, tomografias e ressonâncias disponíveis
  • Apresentar laudos anteriores
  • Informar quando os sintomas começaram
  • Relatar episódios anteriores de trombose
  • Informar uso de anticoagulantes e antiagregantes
  • Comunicar sangramentos anteriores
  • Informar cirurgias, internações ou traumas recentes
  • Informar gravidez ou pós-parto
  • Relatar câncer e tratamentos em andamento
  • Informar alergia a contraste
  • Informar doença renal
  • Realizar os exames laboratoriais solicitados
  • Seguir a orientação de jejum
  • Não suspender medicamentos por conta própria

Medicamentos anticoagulantes não devem ser iniciados, suspensos ou modificados sem orientação médica.

Depois do procedimento

Recuperação e cuidados

A recuperação depende da extensão da trombose, da técnica utilizada e da resposta clínica. Não existe esquema fixo de anticoagulação após o procedimento: a estratégia é definida individualmente pela equipe assistente.

Cuidados posteriores

  • Observação clínica após o procedimento
  • Avaliação do acesso venoso puncionado
  • Monitoramento de sangramentos
  • Retomada ou ajuste da anticoagulação conforme orientação médica
  • Mobilização conforme orientação da equipe
  • Eventual uso de compressão, quando indicada
  • Acompanhamento com ultrassom
  • Avaliação do stent, quando implantado
  • Investigação dos fatores relacionados à trombose
  • Medidas de prevenção de recorrência

O que é trombose iliofemoral?

A trombose iliofemoral compromete as veias ilíacas e/ou a veia femoral comum. Costuma produzir edema mais extenso do membro, com dor e limitação funcional importantes, e pode estar associada à compressão da veia ilíaca. Possui maior carga de trombo do que as tromboses distais e pode aumentar o risco de sequelas venosas crônicas. É um dos principais cenários considerados para tratamento endovascular em pacientes selecionados.

  • Relaciona-se conceitualmente com a síndrome de May–Thurner
  • Relaciona-se com a síndrome de Cockett
  • Pode envolver a discussão de stent de veia ilíaca
  • Pode evoluir para síndrome pós-trombótica

Anticoagulação é o principal tratamento?

Sim. A anticoagulação é a base do tratamento da maioria das tromboses venosas profundas: impede o crescimento do coágulo, reduz o risco de novos eventos e permite que o organismo reorganize ou reabsorva o trombo ao longo do tempo. O tipo e a duração do medicamento dependem do contexto clínico e o risco de sangramento deve ser avaliado. Procedimentos por cateter não eliminam automaticamente a necessidade de anticoagulação.

Tratamento endovascular não é necessário para toda trombose venosa profunda. Medicamentos não devem ser iniciados, suspensos ou modificados sem orientação médica.

Quando o tratamento endovascular pode ser considerado?

Critérios conceituais

  • Trombose iliofemoral aguda e extensa
  • Sintomas intensos
  • Edema importante
  • Limitação funcional significativa
  • Piora apesar do tratamento inicial
  • Risco de comprometimento circulatório do membro
  • Flegmasia
  • Paciente com boa capacidade funcional
  • Expectativa clínica compatível com o benefício do tratamento
  • Baixo risco de sangramento
  • Anatomia favorável
  • Sintomas de início relativamente recente
  • Obstrução venosa estrutural associada

A decisão depende da combinação entre extensão do trombo, duração dos sintomas, intensidade clínica, risco de sangramento e possibilidade de benefício.

Quando a intervenção pode não ser indicada?

Há situações em que o benefício pode ser limitado ou o risco elevado:

  • Trombose restrita a segmentos distais
  • Sintomas leves ou controlados
  • Trombo antigo e organizado
  • Alto risco de sangramento
  • Sangramento ativo
  • Determinadas hemorragias ou eventos neurológicos recentes
  • Cirurgia ou trauma importantes recentes
  • Doenças clínicas graves
  • Expectativa de benefício funcional reduzida
  • Impossibilidade de manter anticoagulação quando necessária
  • Ausência de estrutura adequada para monitoramento
  • Anatomia desfavorável

Esta lista não é absoluta nem completa. A indicação deve ser individualizada e discutida entre as equipes envolvidas.

Comparação

Trombólise ou trombectomia venosa?

  • Trombólise dirigida por cateter

    Utiliza medicamento para dissolver o trombo e pode alcançar coágulos distribuídos em vários segmentos. Geralmente exige tempo de infusão e possui risco de sangramento relacionado ao trombolítico.

  • Trombectomia mecânica

    Busca remover ou aspirar o coágulo e pode proporcionar redução mais rápida da carga trombótica, reduzindo a exposição ao trombolítico em alguns casos. Pode causar lesão venosa, embolização ou perda de sangue e não garante remoção completa.

A escolha depende da extensão e idade do trombo, gravidade dos sintomas, risco de sangramento, anatomia e tecnologias disponíveis.

Quando pode ser necessário um stent?

Após a remoção do trombo, pode ser identificada compressão da veia ilíaca, síndrome de May–Thurner ou Cockett, estreitamento residual importante, obstrução venosa crônica, lesão cicatricial ou alteração anatômica que dificulte o fluxo. Nesses casos, o stent pode sustentar a veia aberta, melhorar o fluxo de retorno, reduzir a obstrução residual e tratar uma compressão estrutural.

  • Nem toda trombose precisa de stent
  • O stent não é utilizado apenas porque houve trombose
  • A decisão depende da relevância clínica da obstrução
  • O implante exige acompanhamento
  • Reestenose e nova trombose podem ocorrer

May–Thurner ou Cockett

A compressão de uma veia ilíaca por estruturas vizinhas — classicamente a veia ilíaca comum esquerda — pode dificultar o retorno venoso e favorecer trombose iliofemoral. Nem toda compressão anatômica produz sintomas, e o diagnóstico não deve ser feito apenas pela presença de uma compressão incidental. Após a remoção do trombo, angioplastia e stent podem ser considerados quando a obstrução for clinicamente relevante — o stent não é tratamento obrigatório.

Urgência

O que é flegmasia?

A flegmasia é uma forma grave de trombose venosa extensa, que pode comprometer intensamente a drenagem do membro, produzindo edema maciço, dor e alteração de coloração. Pode evoluir com comprometimento arterial secundário e causar lesão tecidual, choque e risco de perda do membro. Exige avaliação vascular emergencial e a remoção urgente do trombo pode ser necessária.

Sinais de alerta

  • Inchaço súbito e muito intenso
  • Coloração azulada ou arroxeada
  • Dor progressiva
  • Tensão do membro
  • Dormência
  • Fraqueza
  • Frieza
  • Diminuição dos pulsos
  • Piora do estado geral

Suspeita de flegmasia não deve aguardar consulta eletiva. Procure imediatamente um serviço de urgência.

Trombose venosa e embolia pulmonar

Parte do trombo pode se desprender e alcançar as artérias pulmonares, situação chamada de embolia pulmonar. Falta de ar, dor torácica, desmaio, palpitação ou tosse com sangue são sinais de alerta e exigem atendimento emergencial. A embolia pulmonar possui estratificação de gravidade e tratamentos próprios. Esta página trata principalmente da trombose venosa dos membros e do território iliocaval: o tratamento do membro não substitui a avaliação pulmonar quando necessária, e a trombectomia venosa periférica não é apresentada aqui como tratamento direto da embolia pulmonar.

O filtro de veia cava é sempre necessário?

Não. O filtro não é utilizado rotineiramente em toda trombose. Sua função é reduzir a passagem de coágulos para os pulmões e pode ser considerado em situações específicas, como parte da avaliação quando há contraindicação à anticoagulação. Procedimentos endovasculares não exigem automaticamente filtro. Quando temporário, deve existir planejamento de acompanhamento e possível retirada. Filtros também possuem riscos e complicações.

O que é síndrome pós-trombótica?

Após uma trombose, podem permanecer obstrução venosa, dano nas válvulas das veias, refluxo venoso, edema persistente, peso ou dor no membro, alterações da pele, varizes secundárias e, em casos avançados, feridas venosas.

  • Remover o trombo precocemente pode ser considerado com o objetivo de preservar o fluxo em pacientes selecionados
  • Não existe garantia de prevenção da síndrome pós-trombótica
  • Pacientes tratados apenas com anticoagulação também precisam de acompanhamento
  • Sintomas crônicos podem exigir investigação específica

O tratamento da síndrome pós-trombótica é tema de uma página específica em preparação.

Como saber se o tratamento funcionou?

A avaliação pode considerar

  • Redução da dor
  • Diminuição do edema
  • Melhora da coloração
  • Recuperação da mobilidade
  • Restabelecimento do fluxo na flebografia
  • Ultrassom Doppler
  • Permeabilidade das veias tratadas
  • Funcionamento do stent, quando implantado
  • Ausência de nova trombose
  • Evolução dos sintomas no acompanhamento

Sucesso técnico não garante desaparecimento imediato ou completo do edema.

Investigação da causa

Podem ser avaliados

  • Cirurgia ou internação recente
  • Imobilização
  • Viagens prolongadas
  • Trauma
  • Gravidez e pós-parto
  • Uso de hormônios
  • Câncer
  • Episódio anterior de trombose
  • Histórico familiar
  • Compressão venosa
  • Cateteres venosos
  • Doenças inflamatórias
  • Fatores trombofílicos em situações selecionadas
  • Trombose sem fator desencadeante aparente

Nem todo paciente precisa de investigação extensa de trombofilia ou câncer. A avaliação deve ser orientada pelo contexto clínico.

Fluxo assistencial

Como a RADAM avalia um caso de trombose venosa

Envio dos exames ou avaliação hospitalar → confirmação da trombose → análise da extensão e duração → avaliação do risco de sangramento → definição entre anticoagulação isolada ou intervenção → flebografia → remoção do trombo → avaliação de obstrução residual → angioplastia ou stent, quando indicados → anticoagulação e acompanhamento.

O envio dos exames não confirma automaticamente a indicação do procedimento.

Segunda opinião

A trombose venosa precisa de tratamento por cateter?

A maioria das tromboses é tratada inicialmente com anticoagulação. A intervenção pode ser considerada em pacientes selecionados, especialmente diante de trombose iliofemoral extensa, sintomas importantes ou comprometimento grave do membro. A RADAM pode revisar os exames e discutir a estratégia com o paciente ou médico responsável.

Quadros com falta de ar, dor no peito, desmaio ou comprometimento intenso do membro precisam de atendimento emergencial.

Benefícios potenciais

O que o procedimento pode oferecer

  • Possível redução da carga de trombo em casos selecionados
  • Possível melhora da dor, do edema e da função do membro
  • Tratamento de compressões ou estreitamentos venosos identificados
  • Possível preservação do fluxo venoso em pacientes selecionados

Riscos e limitações

Riscos possíveis e limitações

Riscos possíveis

  • Sangramento no local do acesso
  • Hematoma
  • Sangramento em outras regiões
  • Hemorragia intracraniana relacionada ao trombolítico
  • Lesão, perfuração ou dissecção venosa
  • Embolia pulmonar
  • Persistência de trombo
  • Nova trombose
  • Reação ao contraste
  • Alteração da função renal
  • Infecção
  • Perda sanguínea associada a determinados dispositivos
  • Migração ou posicionamento inadequado de dispositivo
  • Oclusão ou reestenose do stent
  • Necessidade de novo procedimento
  • Necessidade de cirurgia
  • Ausência de melhora completa dos sintomas
  • Complicações graves e risco de morte

A escolha do tratamento deve equilibrar o benefício da remoção do trombo com os riscos de sangramento e das intervenções venosas. A RADAM não possui pronto atendimento, emergência própria, plantão vascular permanente nem atendimento 24 horas: falta de ar, dor no peito, desmaio ou comprometimento intenso do membro exigem atendimento emergencial imediato.

Transparência

Limitações do método

  • Não existe garantia de remoção completa do trombo
  • O edema pode permanecer parcialmente mesmo após a reabertura da veia
  • A prevenção da síndrome pós-trombótica não pode ser garantida
  • O tratamento não elimina completamente o risco de embolia pulmonar
  • A anticoagulação costuma permanecer necessária após o procedimento

Outras possibilidades

Alternativas que podem ser avaliadas

  • Anticoagulação isolada, base do tratamento na maioria dos casos
  • Medidas clínicas e de compressão, quando indicadas
  • Trombectomia venosa cirúrgica em situações específicas
  • Acompanhamento clínico com reavaliação por imagem

Segurança

Sinais de alerta após o procedimento

  • Inchaço súbito e intenso do membro
  • Coloração azulada ou arroxeada
  • Dor progressiva ou tensão importante do membro
  • Dormência, fraqueza ou frieza do membro
  • Falta de ar ou dor no peito
  • Desmaio ou tosse com sangue
  • Sangramento ativo ou hematoma crescente no local da punção

Na presença de qualquer um desses sinais, entre em contato com a equipe ou procure atendimento médico.

Procedimento realizado em ambiente hospitalar

Após a avaliação e a indicação, a RADAM participa do planejamento, da coordenação hospitalar e do acompanhamento do paciente.

O tratamento endovascular da trombose venosa depende de avaliação presencial, análise do risco de sangramento, equipe habilitada e estrutura hospitalar com sala de angiografia e monitoramento. A RADAM não declara atendimento 24 horas.

Equipe RADAM

Equipe médica relacionada

  • Dr. Antônio Oliveira de Araújo — RADAM

    Dr. Antônio Oliveira de Araújo

    Radiologia Intervencionista • Vascular e Endovascular

    • Radiologista IntervencionistaRQE 5333
    • Cirurgia Vascular / EndovascularRQE 3517

    CRM-AM 6045

  • Dr. Marcos André Filgueiras Dias — RADAM

    Dr. Marcos André Filgueiras Dias

    Radiologia Intervencionista • Vascular e Endovascular

    • Radiologista IntervencionistaRQE 6404
    • Cirurgia Vascular / EndovascularRQE 6389

    CRM-AM 7381

  • Dr. Paulo Inácio Alves Ramos Diniz — RADAM

    Dr. Paulo Inácio Alves Ramos Diniz

    Cirurgia Vascular • Angiorradiologia e Cirurgia Endovascular

    • Cirurgia VascularRQE 4051
    • Angiorradiologia e Cirurgia EndovascularRQE 5409

    CRM-AM 7392

  • Dra. Ruth da Silva Pinheiro — RADAM

    Dra. Ruth da Silva Pinheiro

    Radiologia Intervencionista • Vascular e Endovascular

    • Radiologista IntervencionistaRQE 5659
    • Cirurgia Vascular / EndovascularRQE 5633

    CRM-AM 8927

Dúvidas comuns

Perguntas frequentes

Para médicos

Área para médicos

Discuta o caso, encaminhe o paciente ou solicite o procedimento pelos fluxos clínicos da RADAM.

Conteúdo revisado por

  • Dr. Antônio Oliveira de Araújo

    Radiologista Intervencionista · Cirurgia Vascular / Endovascular

    Mestre em Cirurgia · Professor de Medicina

    Membro Titular do CBR–SOBRICE

    CRM-AM 6045 | RQE 5333 | RQE 3517

Última revisão clínica: 24/08/2026

Conteúdo em elaboração editorial. As informações desta página serão ampliadas após revisão clínica.

Referências selecionadas

  • Diretrizes e documentos de consenso sobre diagnóstico e tratamento do tromboembolismo venoso
  • Revisões sobre trombólise dirigida por cateter, trombectomia mecânica e recanalização venosa na trombose iliofemoral
  • Literatura sobre compressão ilíaca (May–Thurner/Cockett), stent venoso e síndrome pós-trombótica

Informação responsável

Esta página é informativa e não substitui a consulta médica. A indicação, a técnica, o preparo e a recuperação dependem da avaliação individual de cada caso.

Próximo passo

Quer saber se uma trombose venosa pode ser tratada por cateter?

Envie os exames para avaliação. A equipe RADAM analisará a localização e extensão da trombose, o tempo de evolução, a intensidade dos sintomas, o risco de sangramento e a presença de obstruções venosas associadas. Falta de ar, dor no peito, desmaio ou comprometimento intenso do membro exigem atendimento emergencial.

Nenhum documento é enviado nesta etapa do protótipo. A equipe orienta o envio seguro após o contato.