RADAM — Radiologia Intervencionista da Amazônia

Intervenções biliares

Drenagem Biliar Percutânea

Acesso por cateter guiado por ultrassonografia e fluoroscopia

A drenagem biliar percutânea cria uma via para a saída da bile quando existe uma obstrução ou outra alteração das vias biliares. O acesso é realizado através da pele e do fígado, utilizando ultrassonografia e fluoroscopia. O procedimento pode utilizar um cateter externo, interno-externo ou, em situações selecionadas, um stent. A escolha depende da causa, da anatomia, da condição clínica e da possibilidade de tratamento endoscópico ou cirúrgico.

  • Ultrassom
  • Fluoroscopia

Esta página é informativa. A indicação de qualquer procedimento depende de avaliação médica individual.

Visão geral

O que são as vias biliares?

A bile é produzida pelo fígado e percorre pequenos ductos dentro do órgão, que se unem progressivamente em vias biliares maiores até alcançar o intestino. A vesícula biliar e as vias biliares são estruturas relacionadas, porém diferentes: a vesícula armazena bile, enquanto os ductos a conduzem. A obstrução pode ocorrer dentro do fígado, nas vias intra-hepáticas, ou fora dele, nas vias extra-hepáticas, e a localização do bloqueio influencia diretamente a estratégia de tratamento.

Modalidades

MODALIDADES DE DRENAGEM E STENT

Colangiografia, drenagem externa, drenagem interna-externa e stent são etapas ou estratégias diferentes. A configuração escolhida depende da anatomia, da causa e da possibilidade de atravessar a obstrução.

  • Colangiografia trans-hepática percutânea

    Punção de um ducto biliar através do fígado e injeção cuidadosa de contraste para visualizar a anatomia, identificar o nível da obstrução, avaliar a comunicação entre os ductos e planejar a drenagem. É a etapa de visualização, não a criação da via de saída da bile.

  • Drenagem externa

    O cateter termina nas vias biliares e a bile é direcionada para uma bolsa externa. Pode ser necessária quando não é possível atravessar a obstrução ou quando se busca descompressão inicial. Exige controle de débito e cuidados, e pode envolver perda externa de bile e líquidos. Pode ser temporária ou integrar um plano mais prolongado.

  • Drenagem interna-externa

    Quando possível, o cateter atravessa a obstrução e sua ponta pode alcançar o intestino, com orifícios acima e abaixo do bloqueio, permitindo fluxo interno e externo. Facilita etapas futuras, mas ainda exige cuidados com a porção externa. Nem todo cateter interno-externo pode ser fechado imediatamente: isso depende da posição e da permeabilidade.

  • Stent biliar

    Prótese colocada para manter a passagem através da obstrução, plástica ou metálica conforme o contexto, implantada por via endoscópica ou percutânea. Alguns stents são permanentes. Podem ocorrer obstrução, migração ou infecção. Nem toda drenagem deve terminar em stent, e stent metálico não é obrigatório em toda obstrução maligna.

A colangiografia mostra a anatomia; a drenagem cria uma via para a bile; o stent mantém um canal aberto através da obstrução. São conceitos complementares e não sinônimos.

Finalidade

Para que pode ser utilizada

A drenagem biliar percutânea pode descomprimir vias biliares bloqueadas, direcionar a bile para fora ou para o intestino, contribuir para o controle de uma infecção associada à obstrução e criar um acesso para etapas posteriores do tratamento. Não é uma primeira escolha universal: em muitas obstruções, especialmente distais, a abordagem endoscópica pode ser preferida, e em outras situações a correção cirúrgica é a estratégia adequada.

  • Criar uma via de saída para a bile em obstruções selecionadas
  • Contribuir para a descompressão em infecção associada à obstrução
  • Permitir a visualização da anatomia biliar pela colangiografia
  • Criar acesso para procedimentos adicionais quando planejados
  • Apoiar decisões conjuntas entre equipes clínica, endoscópica, oncológica e cirúrgica

Técnica

Como é realizado

As etapas gerais incluem revisão clínica; análise de tomografia, ressonância, colangiorressonância ou ultrassom; avaliação do nível da obstrução; exames laboratoriais; planejamento do ducto-alvo; antibiótico conforme protocolo clínico; anestesia local; sedação ou anestesia quando indicada; preparo estéril; punção guiada por ultrassom; colangiografia; tentativa de navegação pela obstrução quando apropriada; passagem de fio-guia; instalação de cateter externo ou interno-externo; implantação de stent quando indicada; confirmação da posição; conexão ao sistema de drenagem; fixação; curativo e monitorização. Nem todas as etapas são utilizadas em todos os pacientes e não existe duração fixa.

  • Acesso: Punção percutânea de um ducto biliar através do fígado, com trajeto planejado por imagem, seguida de colangiografia e instalação de cateter ou stent conforme o planejamento.
  • Anestesia: Anestesia local, com sedação ou anestesia quando indicada, conforme o quadro clínico e a complexidade do acesso.
Equipe de radiologia intervencionista realizando drenagem biliar percutânea orientada por imagem.
Equipe durante a realização de drenagem biliar percutânea orientada por imagem.

Ultrassonografia e fluoroscopia

  • Ultrassonografia

    Orientação em tempo real da punção, com avaliação dos ductos dilatados e das estruturas vasculares no trajeto, sem radiação ionizante. Pode ser limitada por gás, costelas, obesidade ou ductos pouco dilatados.

  • Fluoroscopia

    Permite a colangiografia, a navegação com fios e cateteres, a avaliação do nível da obstrução e a confirmação da posição final do cateter ou do stent. Utiliza radiação e contraste iodado.

Após o posicionamento do cateter

Cateter de drenagem biliar conectado a sistema coletor após posicionamento percutâneo.
Após o posicionamento, o cateter pode ser conectado a um sistema coletor para permitir a drenagem da bile.

Planejamento e confirmação por imagem

Colangiografia demonstrando as vias biliares durante procedimento percutâneo.
O uso de contraste permite visualizar as vias biliares e orientar as etapas do procedimento.

Como funciona na RADAM

Etapas do procedimento

  1. 01

    Sintomas ou alteração laboratorial

    Icterícia, coceira, dor, febre ou elevação de bilirrubina e enzimas hepáticas.

  2. 02

    Ultrassom, tomografia ou ressonância

    Avaliação inicial das vias biliares e do fígado, incluindo colangiorressonância quando indicada.

  3. 03

    Confirmação da obstrução

    Correlação entre imagem, exames laboratoriais e quadro clínico.

  4. 04

    Identificação da causa e do nível

    Diferenciação entre causas benignas e malignas e definição da altura do bloqueio.

  5. 05

    Discussão endoscópica, percutânea ou cirúrgica

    Decisão multidisciplinar sobre a via mais adequada.

  6. 06

    Definição do território a drenar

    Avaliação da comunicação entre ductos e do volume hepático funcional.

  7. 07

    Colangiografia percutânea

    Punção guiada por ultrassom e estudo contrastado das vias biliares.

  8. 08

    Drenagem externa ou interna-externa

    Configuração definida conforme a possibilidade de atravessar a obstrução.

  9. 09

    Stent quando indicado

    Implantação de prótese em casos selecionados, conforme causa e plano terapêutico.

  10. 10

    Acompanhamento clínico e laboratorial

    Débito, febre, bilirrubina, função hepática e imagem de controle.

  11. 11

    Tratamento definitivo da causa

    Continuidade do tratamento clínico, endoscópico, oncológico ou cirúrgico.

O fluxo, a anestesia, o ambiente hospitalar e o tempo de recuperação variam conforme o procedimento e as condições do paciente.

Preparo

Como se preparar

  • Levar tomografias e ressonâncias
  • Apresentar colangiorressonância quando disponível
  • Apresentar laudos
  • Levar resultados de bilirrubinas e enzimas hepáticas
  • Informar febre e calafrios
  • Informar antibióticos recentes
  • Informar cirurgias e anatomia alterada
  • Informar procedimentos endoscópicos anteriores
  • Informar próteses biliares existentes
  • Apresentar lista de medicamentos
  • Comunicar anticoagulantes e antiagregantes
  • Não suspender medicamentos por conta própria
  • Informar alergia a contraste
  • Informar doença renal
  • Realizar hemograma e exames de coagulação solicitados
  • Seguir jejum orientado
  • Discutir necessidade de internação
  • Comparecer com acompanhante quando aplicável

O preparo é individualizado. Esta página não estabelece valores laboratoriais, esquemas de antibiótico ou regras universais de suspensão de medicamentos.

Depois do procedimento

Recuperação e cuidados

A evolução depende da causa da obstrução, do território drenado, da função hepática e da condição clínica. Alguns pacientes permanecem internados e outros seguem em acompanhamento ambulatorial. Não é possível prometer alta no mesmo dia nem definir previamente a resposta laboratorial.

Cuidados posteriores

  • Monitorização clínica
  • Controle da dor
  • Observação de sangramento
  • Avaliação de febre e calafrios
  • Acompanhamento da bilirrubina
  • Verificação do débito
  • Avaliação da cor da bile
  • Cuidados com a bolsa
  • Controle do curativo
  • Reposição de líquidos quando necessária
  • Antibióticos conforme o quadro
  • Imagem de controle
  • Planejamento de troca, internalização ou stent
  • Acompanhamento da causa da obstrução

Conceito

O que é obstrução biliar?

É o bloqueio parcial ou completo da passagem da bile. Pode causar dilatação dos ductos, elevar bilirrubina e enzimas hepáticas, provocar icterícia e coceira, alterar a cor da urina e das fezes e favorecer infecção. Nem toda elevação de bilirrubina decorre de obstrução, e nem toda obstrução produz dilatação acentuada.

A causa e o nível da obstrução precisam ser esclarecidos antes da escolha do tratamento.

Investigação

Principais causas

Causas malignas

  • Colangiocarcinoma
  • Tumor hilar
  • Tumor pancreático
  • Tumor de vesícula
  • Metástases
  • Linfonodos comprometidos
  • Invasão ou compressão tumoral
  • Recorrência após tratamento oncológico
  • Causas benignas

    Cálculo; estenose inflamatória; estenose pós-operatória; estenose de anastomose biliodigestiva; complicação de transplante; pancreatite; lesão iatrogênica; fístula ou vazamento biliar; outras alterações selecionadas.

A investigação deve diferenciar obstruções benignas e malignas, pois as estratégias e o acompanhamento são diferentes.

Sinais

Sintomas e sinais

  • Pele e olhos amarelados
  • Urina escura
  • Fezes claras
  • Coceira
  • Dor abdominal
  • Febre
  • Calafrios
  • Náuseas
  • Perda de apetite
  • Alteração de exames hepáticos
  • Piora clínica em paciente oncológico

Febre, calafrios, dor, confusão ou queda de pressão associados à obstrução biliar podem indicar infecção grave e exigem avaliação urgente.

Infecção

O que é colangite?

Colangite é a infecção das vias biliares, que pode ocorrer quando existe obstrução e progredir rapidamente. Antibióticos e suporte clínico podem ser necessários, e a descompressão das vias biliares pode integrar o controle da infecção. A abordagem pode ser endoscópica, percutânea ou cirúrgica, e o grau de urgência depende da gravidade do quadro.

A RADAM não é um serviço de emergência. Diante de instabilidade clínica, o atendimento médico imediato tem prioridade sobre qualquer avaliação eletiva ou segunda opinião.

Avaliação

Quando a via percutânea pode ser considerada?

  • A drenagem endoscópica não é possível
  • A tentativa endoscópica não foi bem-sucedida
  • A anatomia foi alterada por cirurgia
  • Existe anastomose biliodigestiva
  • A obstrução é alta ou hilar
  • Ductos específicos precisam ser drenados
  • Existe infecção associada à obstrução
  • É necessário acesso para tratamento posterior
  • Existe vazamento biliar selecionado
  • É necessária preparação para outro tratamento
  • A equipe multidisciplinar considera a via percutânea mais adequada

A falha endoscópica não é requisito absoluto em todos os cenários, e a presença de um desses itens não confirma indicação.

Comparação

Endoscopia ou drenagem percutânea?

Comparação informativa entre as vias endoscópica e percutânea

  • Acesso

    Endoscopia
    Pelo tubo digestivo, até a papila
    Via percutânea
    Através da pele e do fígado, até os ductos
  • Possibilidades

    Endoscopia
    Papilotomia, remoção de cálculos, próteses
    Via percutânea
    Colangiografia, drenagem seletiva, stent
  • Anatomia alterada

    Endoscopia
    Depende do acesso endoscópico disponível
    Via percutânea
    Pode ser utilizada em anatomia cirurgicamente alterada
  • Obstruções altas

    Endoscopia
    Pode ter limitações conforme o nível
    Via percutânea
    Pode ser útil em obstruções altas ou hilares
  • Seleção de ductos

    Endoscopia
    Menor controle sobre territórios específicos
    Via percutânea
    Permite selecionar ductos específicos
  • Cateter externo

    Endoscopia
    Geralmente não deixa cateter externo
    Via percutânea
    Pode deixar cateter externo em algumas estratégias

As abordagens podem ser complementares. A escolha deve considerar anatomia, causa da obstrução, urgência, experiência da equipe e planejamento definitivo. Nenhuma das técnicas é universalmente superior.

Planejamento

Quantos segmentos precisam ser drenados?

  • Obstruções altas podem separar diferentes territórios
  • Ductos podem não se comunicar entre si
  • Um único cateter pode não drenar todo o fígado
  • A drenagem seletiva pode ser planejada
  • Mais de um acesso pode ser necessário
  • Volume hepático funcional, infecção e plano oncológico influenciam a decisão
  • Drenar “os dois lados” não é uma regra automática

A definição do território a drenar é individual e depende da anatomia e do objetivo do tratamento.

Transparência

A bilirrubina sempre diminui?

Não necessariamente. A resposta depende do funcionamento do cateter, da extensão da obstrução, do volume hepático drenado, da função do fígado, da presença de infecção, da infiltração tumoral, de doença hepática de base, da duração da obstrução, da drenagem de territórios adequados e de outras causas possíveis de elevação da bilirrubina.

Não é possível prometer redução rápida ou completa da bilirrubina.

Diagnóstico

É possível coletar material?

Nem todo procedimento inclui coleta. Resultados negativos não excluem malignidade, antibióticos podem interferir na cultura e o diagnóstico pode exigir outro método.

Conforme o caso, podem ser considerados

  • Amostra de bile para cultura
  • Citologia
  • Escovado
  • Biópsia intraductal
  • Outros métodos diagnósticos

Acompanhamento

Perda externa de bile

  • A drenagem externa pode produzir volume significativo
  • Pode contribuir para perda de líquidos e eletrólitos
  • O acompanhamento clínico pode ser necessário
  • A redução súbita do débito pode representar obstrução ou deslocamento
  • O aumento ou a variação do débito precisa ser interpretado
  • Não ingerir nem reinfundir bile sem orientação especializada

Esta página não define esquema de reposição de líquidos ou eletrólitos: a conduta é individual e médica.

Evolução

Troca, reposicionamento e internalização

  • O cateter pode obstruir
  • O cateter pode deslocar
  • Pode ser necessária troca
  • O trajeto pode amadurecer com o tempo
  • A drenagem externa pode ser convertida em interna-externa
  • Pode ser possível colocar stent posteriormente
  • O intervalo de troca depende do cateter e do quadro clínico
  • A retirada depende do tratamento definitivo e da permeabilidade

Não existe prazo universal de troca ou de permanência do cateter.

Cuidados

Cuidados com o cateter

  • Manter a fixação
  • Evitar tração
  • Manter o curativo conforme orientação
  • Não cortar nem desconectar
  • Não manipular válvulas sem orientação
  • Não fechar o cateter por conta própria
  • Manter a bolsa conforme instrução
  • Observar o débito
  • Observar vazamentos
  • Realizar lavagem apenas se prescrita
  • Não tentar desobstruir por conta própria
  • Comunicar saída parcial ou completa
  • Comparecer às revisões

Não existe protocolo universal de lavagem: as orientações vêm da equipe assistencial.

Diferenciação

Não é colecistostomia nem drenagem de biloma

  • Colecistostomia

    Drena a vesícula biliar, e não os ductos biliares. É utilizada em contextos clínicos distintos, como a colecistite em pacientes selecionados.

  • Drenagem de biloma

    Trata um acúmulo de bile fora das vias biliares, geralmente por vazamento. Pode ser complementar, porém não substitui a descompressão dos ductos.

  • Colangiografia

    É a etapa de visualização das vias biliares com contraste. Não equivale, por si só, à criação de uma via de drenagem.

Segunda opinião

Qual é a melhor via para tratar esta obstrução biliar?

A decisão depende do nível da obstrução, da comunicação entre os ductos, da causa, da anatomia cirúrgica e da possibilidade de acesso endoscópico. A revisão das imagens pode ajudar a planejar drenagem, stent ou outra estratégia.

Febre, calafrios, confusão ou queda de pressão associados à icterícia exigem atendimento médico urgente.

Riscos e limitações

Riscos possíveis e limitações

Riscos possíveis

  • Dor
  • Hematoma
  • Sangramento
  • Hemobilia
  • Lesão vascular
  • Lesão de órgão próximo
  • Transgressão pleural
  • Pneumotórax
  • Bile no espaço pleural
  • Vazamento biliar
  • Biloma
  • Peritonite biliar
  • Infecção
  • Colangite
  • Bacteremia
  • Sepse
  • Pancreatite em situações relacionadas à manipulação distal
  • Reação ao contraste
  • Alteração da função renal
  • Obstrução do cateter
  • Deslocamento do cateter
  • Saída acidental
  • Drenagem insuficiente
  • Lesão de ducto
  • Necessidade de novo acesso
  • Necessidade de cirurgia
  • Eventos graves, inclusive morte, embora o risco dependa do quadro clínico

Esta página é informativa e não confirma indicação de drenagem biliar percutânea. A via percutânea não é primeira escolha universal, não substitui automaticamente a endoscopia ou a cirurgia e não garante redução da bilirrubina. Drenagem biliar e colecistostomia são procedimentos diferentes. A RADAM não é um serviço de emergência: febre, calafrios, confusão ou queda de pressão exigem atendimento médico imediato.

Transparência

Limitações do método

  • A drenagem trata a obstrução biliar e não necessariamente a doença que a causou
  • A redução da bilirrubina não é garantida
  • Um único cateter pode não drenar todo o fígado
  • Cateteres podem obstruir, deslocar ou exigir troca
  • A coleta de material pode não confirmar o diagnóstico

Outras possibilidades

Alternativas que podem ser avaliadas

  • Drenagem endoscópica, incluindo colocação de prótese quando possível
  • Abordagem cirúrgica, conforme a causa e a anatomia
  • Tratamento clínico e suporte, incluindo antibióticos quando indicados
  • Acompanhamento clínico e por imagem em situações selecionadas
  • Tratamento oncológico direcionado à causa, quando aplicável

Segurança

Sinais de alerta após o procedimento

  • Febre
  • Calafrios
  • Confusão
  • Queda de pressão
  • Piora da dor
  • Falta de ar
  • Sangramento
  • Bile com sangue em quantidade relevante
  • Vazamento intenso ao redor do cateter
  • Parada súbita da drenagem associada a sintomas
  • Saída parcial ou completa do cateter
  • Pele progressivamente mais amarelada
  • Redução importante da urina
  • Vômitos persistentes

Na presença de qualquer um desses sinais, entre em contato com a equipe ou procure atendimento médico.

Relação clínica

Situações clínicas relacionadas

Obstrução biliar, icterícia obstrutiva, colangite, colangiocarcinoma, tumor hilar, câncer de pâncreas, estenose biliar, vazamento biliar e biloma podem motivar a avaliação. A presença nesta lista não significa indicação de drenagem.

Procedimento realizado em ambiente hospitalar

Após a avaliação e a indicação, a RADAM participa do planejamento, da coordenação hospitalar e do acompanhamento do paciente.

A drenagem biliar percutânea depende de avaliação clínica, exames laboratoriais, imagens recentes e estrutura adequada para realização, observação e acompanhamento do cateter. A RADAM coordena o planejamento e a jornada assistencial conforme cada caso.

Equipe RADAM

Equipe médica relacionada

  • Dr. Antônio Oliveira de Araújo — RADAM

    Dr. Antônio Oliveira de Araújo

    Radiologia Intervencionista • Vascular e Endovascular

    • Radiologista IntervencionistaRQE 5333
    • Cirurgia Vascular / EndovascularRQE 3517

    CRM-AM 6045

  • Dr. Marcos André Filgueiras Dias — RADAM

    Dr. Marcos André Filgueiras Dias

    Radiologia Intervencionista • Vascular e Endovascular

    • Radiologista IntervencionistaRQE 6404
    • Cirurgia Vascular / EndovascularRQE 6389

    CRM-AM 7381

  • Dra. Ruth da Silva Pinheiro — RADAM

    Dra. Ruth da Silva Pinheiro

    Radiologia Intervencionista • Vascular e Endovascular

    • Radiologista IntervencionistaRQE 5659
    • Cirurgia Vascular / EndovascularRQE 5633

    CRM-AM 8927

  • Dr. Sildomar Queiroz e Silva — RADAM

    Dr. Sildomar Queiroz e Silva

    Neurorradiologia • Radiologia Intervencionista

    • NeurorradiologiaRQE 6537
    • Radiologista IntervencionistaRQE 6192
    • Radiologia e Diagnóstico por ImagemRQE 6191

    CRM-AM 9916

Dúvidas comuns

Perguntas frequentes

Para médicos

Área para médicos

Discuta o caso, encaminhe o paciente ou solicite o procedimento pelos fluxos clínicos da RADAM.

Conteúdo revisado por

  • Dr. Antônio Oliveira de Araújo

    Radiologista Intervencionista · Cirurgia Vascular / Endovascular

    Mestre em Cirurgia · Professor de Medicina

    Membro Titular do CBR–SOBRICE

    CRM-AM 6045 | RQE 5333 | RQE 3517

Última revisão clínica: 27/08/2026

Conteúdo em elaboração editorial. As informações desta página serão ampliadas após revisão clínica.

Informação responsável

Esta página é informativa e não substitui a consulta médica. A indicação, a técnica, o preparo e a recuperação dependem da avaliação individual de cada caso.

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Envie as tomografias, ressonâncias, colangiorressonância, laudos e exames laboratoriais. A equipe poderá avaliar o nível da obstrução e comparar as possibilidades endoscópica, percutânea e cirúrgica. Febre, calafrios, confusão, queda de pressão ou piora rápida exigem atendimento urgente.

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