RADAM — Radiologia Intervencionista da Amazônia

Saúde Vascular · Intervenções Venosas

Stent de veia ilíaca

Reconstrução endovascular de veias ilíacas comprimidas ou obstruídas, em pacientes selecionados com sintomas relacionados à obstrução.

O stent de veia ilíaca é um tratamento endovascular utilizado para manter aberta uma veia estreitada ou obstruída na pelve. Pode ser considerado quando a obstrução dificulta o retorno do sangue e está relacionada a sintomas como inchaço persistente, dor, sensação de peso, alterações da pele ou complicações após uma trombose venosa profunda. Uma das possíveis causas é a síndrome de May–Thurner, também conhecida como síndrome de Cockett, na qual a veia ilíaca sofre compressão por estruturas vizinhas.

  • Angiografia
  • Fluoroscopia
  • Ultrassom

Esta página é informativa. A indicação de qualquer procedimento depende de avaliação médica individual.

Visão geral

O que são as veias ilíacas?

As veias ilíacas são grandes veias localizadas na pelve. Elas recebem o sangue proveniente dos membros inferiores e unem-se para formar a veia cava inferior, que conduz o sangue de volta ao coração. Para que o retorno venoso funcione bem, esses segmentos precisam manter fluxo adequado. Compressões por estruturas vizinhas, cicatrizes deixadas por tromboses anteriores ou coágulos podem dificultar essa passagem, e a obstrução pode afetar um ou ambos os membros inferiores. A artéria ilíaca direita cruza a veia ilíaca comum esquerda na pelve — relação anatômica que explica por que o lado esquerdo é o mais frequentemente comprometido.

Tipos de obstrução

Obstrução não trombótica ou pós-trombótica?

As duas situações clínicas principais tratadas com stent de veia ilíaca, com comportamentos e complexidades diferentes.

  • Obstrução venosa não trombótica

    Causada principalmente por compressão anatômica, podendo estar relacionada à síndrome de May–Thurner. Não exige episódio anterior de trombose e a veia pode apresentar estreitamento focal. O tratamento depende da presença de sintomas relevantes.

  • Obstrução venosa pós-trombótica

    Ocorre após trombose venosa profunda, que pode deixar cicatrizes, estreitamentos ou oclusões. Frequentemente apresenta doença mais extensa, pode comprometer válvulas e múltiplos segmentos e pode exigir recanalização antes do stent. Resultados e acompanhamento podem ser diferentes.

Obstruções pós-trombóticas costumam ser tecnicamente mais complexas do que compressões não trombóticas.

Finalidade

Para que pode ser utilizada

O objetivo é restabelecer o fluxo venoso de saída da pelve em pacientes selecionados, quando existe obstrução ilíaca relacionada a sintomas relevantes, sem prometer resolução completa de todos os sintomas.

  • Manter aberta uma veia ilíaca comprimida ou obstruída
  • Melhorar o retorno venoso do membro comprometido
  • Reduzir edema, dor e sensação de peso relacionados à obstrução
  • Tratar obstrução que contribuiu para trombose iliofemoral
  • Auxiliar no tratamento de alterações cutâneas e úlceras venosas relacionadas à obstrução proximal

Técnica

Como é realizado

O procedimento é realizado por dentro das veias. Após punção venosa guiada por imagem, fios e cateteres são conduzidos até o segmento comprometido e a flebografia mapeia a obstrução e a circulação colateral. A lesão é atravessada, avaliada e dilatada com balão; quando indicado, o stent é posicionado, expandido e ajustado, com controle do fluxo ao final. Não existe duração fixa, tipo único de anestesia, número obrigatório de stents nem necessidade universal de internação.

  • Acesso: O acesso é venoso e a punção pode ser feita em diferentes locais, incluindo as veias femoral, poplítea ou jugular. A escolha depende da localização e da extensão da obstrução, o acesso costuma ser guiado por ultrassom e mais de um acesso pode ser necessário em reconstruções complexas. Na maioria dos casos não é realizada incisão cirúrgica extensa.
  • Anestesia: Alguns procedimentos utilizam anestesia local e sedação; outros podem necessitar de estratégia anestésica diferente, conforme a extensão da reconstrução venosa e as condições clínicas. A definição é individual e não existe protocolo único.

Como funciona na RADAM

Etapas do procedimento

  1. 01

    Avaliação clínica e dos exames

    Correlação entre sintomas, história de trombose e exames de imagem disponíveis.

  2. 02

    Planejamento venoso

    Planejamento da reconstrução venosa, incluindo extensão da obstrução e fluxo de entrada e saída.

  3. 03

    Tratamento antitrombótico

    Definição da estratégia antitrombótica antes, durante e após o procedimento.

  4. 04

    Punção guiada

    Punção de uma veia guiada por imagem, geralmente por ultrassom.

  5. 05

    Navegação

    Introdução de fios e cateteres até o segmento comprometido.

  6. 06

    Flebografia

    Flebografia para mapear a obstrução e a circulação colateral.

  7. 07

    Travessia da lesão

    Travessia cuidadosa do estreitamento ou da oclusão.

  8. 08

    Avaliação complementar

    Avaliação complementar da lesão, quando indicada, incluindo ultrassom intravascular em casos selecionados.

  9. 09

    Angioplastia com balão

    Dilatação do segmento estreitado com balão.

  10. 10

    Posicionamento do stent

    Posicionamento do stent no segmento planejado.

  11. 11

    Expansão e ajuste

    Expansão e ajuste do stent conforme a anatomia venosa.

  12. 12

    Controle do fluxo

    Controle do fluxo venoso após o implante.

  13. 13

    Encerramento

    Retirada dos cateteres e controle do local da punção.

  14. 14

    Observação e acompanhamento

    Observação clínica e definição do acompanhamento de longo prazo.

O fluxo, a anestesia, o ambiente hospitalar e o tempo de recuperação variam conforme o procedimento e as condições do paciente.

Preparo

Como se preparar

  • Levar ultrassons, tomografias e ressonâncias disponíveis
  • Apresentar laudos e exames anteriores
  • Informar episódios anteriores de trombose
  • Informar uso de anticoagulantes e antiagregantes
  • Relatar sangramentos anteriores
  • Informar alergia a contraste
  • Comunicar doença renal
  • Informar gravidez ou possibilidade de gravidez
  • Apresentar a lista de medicamentos em uso
  • Realizar os exames laboratoriais solicitados
  • Seguir a orientação de jejum
  • Comparecer com acompanhante quando orientado

Não suspender medicamentos por conta própria: anticoagulantes e antiagregantes só devem ser ajustados com orientação médica.

Depois do procedimento

Recuperação e cuidados

A recuperação depende da extensão da reconstrução venosa, da causa da obstrução e da resposta clínica. A melhora do inchaço e dos sintomas pode ser progressiva, e o acompanhamento de longo prazo faz parte do tratamento.

Cuidados posteriores

  • Observação do local da punção
  • Avaliação do membro tratado
  • Controle da dor
  • Mobilização conforme orientação da equipe
  • Retomada ou ajuste dos medicamentos conforme orientação médica
  • Acompanhamento clínico programado
  • Ultrassom ou outro exame de controle
  • Avaliação da permeabilidade do stent
  • Controle dos fatores relacionados à trombose
  • Uso de compressão quando indicado

O que é May–Thurner ou Cockett?

É uma forma de compressão da veia ilíaca. Classicamente envolve a veia ilíaca comum esquerda, quando a artéria ilíaca direita cruza e pode comprimir a veia contra a coluna vertebral. Essa compressão pode dificultar o retorno venoso, favorecer trombose venosa iliofemoral e causar sintomas crônicos mesmo sem trombose. Existem variações anatômicas além da apresentação clássica.

  • Compressões podem ser encontradas incidentalmente em exames
  • Pessoas sem sintomas geralmente não precisam de intervenção
  • O diagnóstico depende da correlação entre sintomas, exames e repercussão sobre o fluxo
  • A intensidade da compressão em um exame isolado não deve determinar automaticamente o implante de stent

Nem toda compressão da veia ilíaca é uma síndrome de May–Thurner clinicamente relevante.

May–Thurner e Cockett são a mesma coisa?

Os dois termos são frequentemente utilizados para descrever a síndrome de compressão da veia ilíaca. “May–Thurner” é o nome mais difundido internacionalmente e “Cockett” também é utilizado na prática vascular. Ambos se referem ao mesmo conceito clínico geral, ainda que possam existir variações da anatomia clássica.

Quais sintomas podem estar relacionados?

  • Inchaço persistente de uma perna
  • Peso ou cansaço no membro
  • Dor ou pressão na pelve ou na perna
  • Piora após permanecer muito tempo em pé
  • Varizes secundárias
  • Circulação venosa colateral
  • Alterações de cor ou textura da pele
  • Dificuldade para caminhar em casos selecionados
  • Úlcera venosa
  • Episódios de trombose venosa profunda
  • Sintomas de síndrome pós-trombótica

Esses sintomas também podem ter outras causas. A presença de edema ou dor não confirma isoladamente uma obstrução da veia ilíaca.

Quando o stent pode ser considerado?

O implante de stent venoso pode ser avaliado quando a obstrução ilíaca se relaciona com sintomas e impacto funcional relevantes.

  • Sintomas moderados ou intensos
  • Impacto funcional relevante
  • Edema persistente
  • Obstrução venosa ilíaca significativa
  • Síndrome de May–Thurner sintomática
  • Trombose iliofemoral associada a compressão
  • Síndrome pós-trombótica
  • Oclusão venosa crônica
  • Alterações cutâneas
  • Úlcera venosa relacionada à obstrução proximal
  • Circulação colateral importante
  • Falha ou benefício insuficiente do tratamento conservador
  • Anatomia adequada para reconstrução endovascular

A indicação deve considerar a intensidade dos sintomas, os exames, as alternativas terapêuticas e a expectativa de benefício.

Quando o stent pode não ser indicado?

  • Compressão descoberta por acaso, sem sintomas
  • Sintomas leves e controlados
  • Dor ou edema sem relação demonstrada com a obstrução
  • Trombose aguda ainda não tratada
  • Ausência de fluxo adequado de entrada para sustentar o stent
  • Anatomia desfavorável
  • Alto risco clínico
  • Impossibilidade de manter acompanhamento
  • Contraindicação relevante ao tratamento antitrombótico
  • Infecção ativa
  • Ausência de expectativa de benefício funcional

Não existem critérios absolutos ou percentuais universais: a decisão é individual.

Como o diagnóstico é feito?

A investigação combina avaliação clínica e exames de imagem, escolhidos conforme o caso.

  • Ultrassom Doppler

    Avalia trombose e fluxo nos membros e identifica alterações indiretas de obstrução proximal. Pode ter limitações para visualizar toda a pelve.

  • Angiotomografia venosa

    Mostra a anatomia pélvica, avalia compressões e circulação colateral e pode identificar trombose e outras causas.

  • Angiorressonância venosa

    Alternativa para avaliação anatômica em casos selecionados, dependendo da indicação e das condições clínicas.

  • Flebografia

    Utiliza contraste para visualizar as veias, pode ser realizada durante o procedimento e avalia circulação colateral e passagem do fluxo.

  • Ultrassom intravascular — IVUS

    Produz imagens de dentro da veia, pode ajudar a avaliar extensão e gravidade da lesão e auxilia na escolha do diâmetro e do posicionamento do stent. Sua utilização depende da indicação e da disponibilidade.

Nenhum exame isolado deve substituir a correlação com os sintomas.

Por onde o stent é colocado?

O procedimento é realizado por acesso venoso, com punção guiada por imagem. Podem ser utilizadas as veias femoral, poplítea ou jugular, e a escolha depende da localização e da extensão da obstrução. Em reconstruções complexas, mais de um acesso pode ser necessário. Na maioria dos casos não é realizada incisão cirúrgica extensa.

Angioplastia venosa é suficiente?

O balão dilata a área estreitada, mas compressões ilíacas podem retornar após a retirada do balão, porque a força exercida por estruturas vizinhas pode persistir. O stent funciona como suporte interno da veia e, em lesões ilíacas relevantes, a angioplastia isolada pode não produzir sustentação adequada. A necessidade do stent depende da anatomia e da resposta observada durante o procedimento — não toda angioplastia venosa exige stent.

O stent fica no organismo?

Sim. O stent é um implante permanente que funciona como estrutura de sustentação e é progressivamente incorporado à parede venosa. Não é retirado rotineiramente e precisa permanecer aberto para manter o benefício, o que exige acompanhamento clínico e por imagem. Uma eventual falha pode exigir novo procedimento.

E se houver trombose aguda?

O stent não deve ser simplesmente implantado sobre grande quantidade de trombo. Pode ser necessário reduzir ou remover o coágulo primeiro, com trombólise, trombectomia ou técnicas combinadas. Após a recuperação do fluxo, avalia-se a presença de compressão ou estreitamento: o stent pode tratar a obstrução que contribuiu para a trombose, mas nem todo paciente com trombose iliofemoral precisará de stent.

Stent e síndrome pós-trombótica

Uma trombose anterior pode deixar a veia estreitada ou obstruída, e o sangue passa a utilizar vias colaterais. Podem surgir edema, peso, dor, alterações da pele e úlceras. A recanalização e o stent podem melhorar o fluxo em pacientes selecionados, mas o procedimento não corrige necessariamente todas as válvulas venosas danificadas: sintomas distais podem persistir e tratamento complementar pode continuar necessário. Não existe garantia de resolução completa.

A página específica sobre tratamento da síndrome pós-trombótica está em preparação e será publicada após revisão clínica.

Medicamentos após o stent

Pode ser necessário tratamento anticoagulante, e antiagregantes podem ser considerados em determinados protocolos. A estratégia depende da causa da obstrução, do histórico de trombose e do risco de sangramento. Duração e combinação de medicamentos são individualizadas e não existe esquema único: os medicamentos não devem ser suspensos por conta própria.

Como saber se o stent funcionou?

  • Melhora do fluxo na flebografia
  • Redução da circulação colateral
  • Permeabilidade do stent
  • Melhora do edema
  • Redução da dor ou do peso no membro
  • Melhora funcional
  • Cicatrização de úlceras, quando aplicável
  • Ultrassom Doppler de controle
  • Tomografia ou ressonância em casos selecionados
  • Ausência de nova trombose

Sucesso técnico não significa necessariamente desaparecimento imediato ou completo de todos os sintomas.

O stent pode fechar?

Sim. Pode ocorrer trombose ou reestenose, e o risco varia conforme a causa da obstrução: a doença pós-trombótica pode apresentar maior complexidade. Fluxo inadequado de entrada pode prejudicar a permeabilidade e a interrupção inadequada dos medicamentos pode aumentar os riscos. Nova trombose pode ocorrer mesmo com tratamento. Algumas falhas são assintomáticas; outras provocam retorno de edema e dor, e a reintervenção pode ser necessária.

Procure avaliação diante de

  • Retorno súbito do inchaço
  • Piora da dor
  • Alteração da coloração do membro
  • Surgimento de novos sintomas

Fluxo assistencial

Como a RADAM avalia uma obstrução da veia ilíaca

Envio dos exames → avaliação especializada → correlação entre sintomas e obstrução → planejamento venoso → flebografia → angioplastia → implantação do stent, quando indicada → controle do fluxo → tratamento antitrombótico → acompanhamento da permeabilidade.

O envio dos exames não confirma automaticamente a indicação de stent.

Segunda opinião

Uma obstrução da veia ilíaca precisa de stent?

A decisão depende da intensidade dos sintomas, da presença de trombose anterior, do grau de obstrução, da circulação colateral e do impacto funcional. Uma compressão identificada em exame não significa, isoladamente, que o stent seja necessário.

Benefícios potenciais

O que o procedimento pode oferecer

  • Possível melhora do retorno venoso em pacientes selecionados
  • Possível redução do edema, da dor e da sensação de peso
  • Tratamento de compressão ou estreitamento venoso relevante
  • Possível auxílio na cicatrização de úlceras venosas relacionadas à obstrução proximal
  • Tratamento da obstrução que contribuiu para trombose iliofemoral

Riscos e limitações

Riscos possíveis e limitações

Riscos possíveis

  • Dor ou hematoma no local do acesso
  • Sangramento
  • Lesão ou perfuração venosa
  • Trombose do stent
  • Reestenose
  • Posicionamento inadequado do stent
  • Migração do stent
  • Extensão para segmento não planejado
  • Comprometimento de veias adjacentes
  • Embolia pulmonar
  • Reação ao contraste
  • Alteração da função renal
  • Infecção
  • Persistência dos sintomas
  • Necessidade de novo procedimento
  • Dificuldade para futuras intervenções
  • Complicações graves e risco de morte

A seleção adequada do paciente, o planejamento do fluxo de entrada e saída e o acompanhamento são fundamentais para a durabilidade do tratamento. A RADAM não possui pronto atendimento, emergência própria, plantão vascular permanente nem atendimento 24 horas: urgências não devem aguardar resposta por WhatsApp ou formulário.

Transparência

Limitações do método

  • O stent não trata todas as causas de edema ou dor nas pernas
  • Não existe garantia de resolução completa dos sintomas
  • Válvulas venosas danificadas por trombose anterior não são corrigidas pelo stent
  • O implante exige acompanhamento clínico e por imagem de longo prazo
  • Tratamento antitrombótico pode continuar necessário após o procedimento

Outras possibilidades

Alternativas que podem ser avaliadas

  • Medidas clínicas e compressão elástica, quando indicadas
  • Tratamento antitrombótico isolado em pacientes selecionados
  • Tratamento das varizes e da insuficiência venosa superficial associada
  • Remoção do trombo antes de considerar o stent, na trombose aguda
  • Acompanhamento clínico com reavaliação por imagem

Segurança

Sinais de alerta após o procedimento

  • Inchaço súbito ou progressivo do membro
  • Dor intensa
  • Coloração azulada do membro
  • Sangramento persistente no local da punção
  • Aumento rápido do hematoma
  • Febre persistente
  • Falta de ar
  • Dor no peito
  • Tosse com sangue
  • Desmaio
  • Palpitação intensa
  • Piora importante do estado geral

Na presença de qualquer um desses sinais, entre em contato com a equipe ou procure atendimento médico.

Procedimento realizado em ambiente hospitalar

Após a avaliação e a indicação, a RADAM participa do planejamento, da coordenação hospitalar e do acompanhamento do paciente.

O implante de stent em veia ilíaca depende de avaliação presencial, correlação entre sintomas e exames, equipe habilitada e estrutura hospitalar com sala de angiografia. A RADAM não declara atendimento 24 horas.

Equipe RADAM

Equipe médica relacionada

  • Dr. Antônio Oliveira de Araújo — RADAM

    Dr. Antônio Oliveira de Araújo

    Radiologia Intervencionista • Vascular e Endovascular

    • Radiologista IntervencionistaRQE 5333
    • Cirurgia Vascular / EndovascularRQE 3517

    CRM-AM 6045

  • Dr. Marcos André Filgueiras Dias — RADAM

    Dr. Marcos André Filgueiras Dias

    Radiologia Intervencionista • Vascular e Endovascular

    • Radiologista IntervencionistaRQE 6404
    • Cirurgia Vascular / EndovascularRQE 6389

    CRM-AM 7381

  • Dr. Paulo Inácio Alves Ramos Diniz — RADAM

    Dr. Paulo Inácio Alves Ramos Diniz

    Cirurgia Vascular • Angiorradiologia e Cirurgia Endovascular

    • Cirurgia VascularRQE 4051
    • Angiorradiologia e Cirurgia EndovascularRQE 5409

    CRM-AM 7392

  • Dra. Ruth da Silva Pinheiro — RADAM

    Dra. Ruth da Silva Pinheiro

    Radiologia Intervencionista • Vascular e Endovascular

    • Radiologista IntervencionistaRQE 5659
    • Cirurgia Vascular / EndovascularRQE 5633

    CRM-AM 8927

Dúvidas comuns

Perguntas frequentes

Para médicos

Área para médicos

Discuta o caso, encaminhe o paciente ou solicite o procedimento pelos fluxos clínicos da RADAM.

Conteúdo revisado por

  • Dr. Antônio Oliveira de Araújo

    Radiologista Intervencionista · Cirurgia Vascular / Endovascular

    Mestre em Cirurgia · Professor de Medicina

    Membro Titular do CBR–SOBRICE

    CRM-AM 6045 | RQE 5333 | RQE 3517

Última revisão clínica: 24/08/2026

Conteúdo em elaboração editorial. As informações desta página serão ampliadas após revisão clínica.

Referências selecionadas

  • Literatura sobre compressão da veia ilíaca (May–Thurner/Cockett), diagnóstico e seleção de pacientes
  • Diretrizes e documentos de consenso sobre intervenção venosa profunda e stent ilíaco
  • Revisões sobre recanalização venosa e stent na síndrome pós-trombótica, permeabilidade e acompanhamento

Informação responsável

Esta página é informativa e não substitui a consulta médica. A indicação, a técnica, o preparo e a recuperação dependem da avaliação individual de cada caso.

Próximo passo

Quer saber se uma obstrução da veia ilíaca precisa de stent?

Envie os exames para avaliação. A equipe RADAM analisará os sintomas, a anatomia venosa, o histórico de trombose e a repercussão da obstrução sobre o fluxo antes de discutir as opções de tratamento.

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