RADAM — Radiologia Intervencionista da Amazônia

Saúde da Mulher · Tratamento Minimamente Invasivo

Embolização de Miomas Uterinos

Tratamento por cateteres que reduz o fluxo sanguíneo dos miomas, sem retirar o útero.

A embolização das artérias uterinas é um procedimento realizado por cateter para reduzir o fluxo sanguíneo que alimenta os miomas. Com isso, os nódulos tendem a diminuir e os sintomas podem melhorar ao longo do acompanhamento. A indicação é individualizada e deve considerar os sintomas, os exames de imagem, as características dos miomas, as alternativas disponíveis e os planos reprodutivos da paciente.

  • Fluoroscopia
  • Angiografia

Esta página é informativa. A indicação de qualquer procedimento depende de avaliação médica individual.

Visão geral

O que é a embolização de miomas?

O procedimento é realizado por meio de um pequeno acesso vascular. Cateteres guiados por imagem são conduzidos até as artérias uterinas e, por eles, partículas próprias para embolização são administradas de forma controlada, reduzindo seletivamente a irrigação dos miomas. A presença de miomas não significa, por si só, que a embolização esteja indicada: a decisão depende dos sintomas, dos exames e das características clínicas de cada paciente.

Tipos de miomas

Tipos de miomas

Os miomas podem ser classificados de acordo com sua localização em relação às camadas e à cavidade do útero. Essa localização influencia os sintomas e ajuda a definir as possibilidades de tratamento.

  • Mioma intramural

    Desenvolve-se na parede muscular do útero. Pode causar aumento do volume uterino, sangramento, cólicas e sensação de pressão, especialmente quando é volumoso ou múltiplo.

  • Mioma submucoso

    Projeta-se em direção à cavidade uterina. Mesmo quando pequeno, pode estar associado a sangramento menstrual intenso, anemia e alterações reprodutivas.

  • Mioma subseroso

    Cresce em direção à superfície externa do útero. Pode causar aumento abdominal ou sintomas de compressão sobre a bexiga, intestino e outras estruturas próximas.

  • Mioma pediculado

    Liga-se ao útero por uma base estreita ou pedículo e pode se projetar para a cavidade uterina ou para a parte externa do útero. Sua anatomia exige avaliação específica antes da escolha do tratamento.

Uma mesma paciente pode apresentar diferentes tipos de miomas. A classificação isolada não confirma nem exclui a indicação de embolização. A decisão considera localização, tamanho, quantidade, vascularização, sintomas, exames e planos reprodutivos.

Finalidade

Para que pode ser utilizada

A embolização de miomas, também conhecida como embolização das artérias uterinas, é realizada por um radiologista intervencionista. Por uma pequena punção arterial, um cateter é conduzido até as artérias uterinas; a angiografia identifica a vascularização e partículas são liberadas seletivamente. Com a redução do fluxo sanguíneo, os miomas tendem a sofrer redução de volume e a melhora dos sintomas costuma ser progressiva. O útero é preservado, embora sua circulação seja temporariamente modificada pelo tratamento.

  • A embolização trata os miomas pela circulação sanguínea, sem incisões cirúrgicas no útero.
  • Não é possível prometer o desaparecimento completo de todos os miomas.
  • A resposta é individual e não é igual para todas as pacientes.

Técnica

Como é realizado

Após a avaliação e o planejamento, realiza-se um pequeno acesso arterial, cuja localização depende do caso. Cateteres são conduzidos até as artérias uterinas, o posicionamento é confirmado por angiografia e as partículas são administradas de forma controlada. O fluxo é reavaliado por imagem, o acesso é retirado e inicia-se a recuperação e o acompanhamento.

  • Acesso: Punção de uma artéria no punho ou na virilha, definida conforme a anatomia, o planejamento vascular e a experiência da equipe.
  • Anestesia: Geralmente são utilizadas anestesia local e sedação, mas a estratégia anestésica depende da paciente e do serviço; em alguns casos pode ser necessária abordagem anestésica diferente.

Tecnologias de orientação por imagem

  • Angiografia

    Identifica as artérias uterinas e a vascularização dos miomas, e confere o resultado ao final do procedimento.

  • Fluoroscopia

    Imagem em tempo real que orienta a navegação dos cateteres e microcateteres.

Como funciona na RADAM

Etapas do procedimento

  1. 1

    Avaliação clínica e ginecológica

    Revisão do quadro, do histórico e dos tratamentos anteriores.

  2. 2

    Revisão dos exames de imagem

    Análise do ultrassom ou da ressonância magnética já realizados.

  3. 3

    Correlação dos sintomas

    Confirmação de que os sintomas são compatíveis com os miomas.

  4. 4

    Exames laboratoriais e preparo

    Avaliação laboratorial e orientações individualizadas.

  5. 5

    Punção arterial

    Acesso por uma artéria do punho ou da virilha.

  6. 6

    Introdução dos cateteres

    Progressão dos cateteres sob orientação por imagem.

  7. 7

    Angiografia das artérias uterinas

    Mapeamento da circulação do útero e dos miomas.

  8. 8

    Navegação seletiva

    Progressão até os ramos que nutrem os miomas.

  9. 9

    Liberação controlada das partículas

    Aplicação do material embólico de forma dirigida.

  10. 10

    Tratamento dos territórios indicados

    Abordagem dos territórios definidos no planejamento.

  11. 11

    Controle angiográfico final

    Verificação do resultado imediato por imagem.

  12. 12

    Retirada do cateter e hemostasia

    Remoção do material e cuidados no local da punção.

  13. 13

    Observação e controle da dor

    Período de observação com planejamento analgésico.

O fluxo, a anestesia, o ambiente hospitalar e o tempo de recuperação variam conforme o procedimento e as condições do paciente.

Preparo

Como se preparar

  • Levar ultrassonografias, ressonâncias e laudos já realizados.
  • Apresentar a avaliação ginecológica e o histórico de tratamentos anteriores.
  • Realizar hemograma, avaliação da função renal e testes de coagulação solicitados.
  • Informar todos os medicamentos em uso.
  • Comunicar uso de anticoagulantes e antiagregantes.
  • Informar alergia a contraste.
  • Informar possibilidade de gestação.
  • Seguir o jejum orientado pela equipe.
  • Comparecer com acompanhante.

Não suspenda medicamentos por conta própria. As orientações definitivas são fornecidas após a avaliação individual.

Depois do procedimento

Recuperação e cuidados

O período de observação varia e a alta pode ocorrer no mesmo dia ou após internação, conforme a evolução. Pode haver cansaço nos primeiros dias. A melhora do sangramento costuma aparecer nos ciclos seguintes, e os sintomas compressivos podem melhorar à medida que os miomas diminuem — a redução de volume ocorre ao longo do tempo. O retorno ao trabalho e às atividades é individualizado, sem prazo fixo.

Cuidados posteriores

  • Período de observação conforme a evolução.
  • Controle da dor e da náusea segundo o planejamento analgésico.
  • Monitoramento do local da punção.
  • Acompanhamento clínico após a alta.
  • Retomada progressiva da atividade física.
  • Reavaliação por imagem, quando indicada.

Procedimento por imagem

Etapas da embolização uterina

As imagens e os vídeos mostram etapas diferentes do procedimento: preparação do material, orientação angiográfica, atuação da equipe e administração controlada das partículas.

Radiologista intervencionista preparando as partículas utilizadas na embolização uterina
Preparação das partículas utilizadas na embolização.
Equipe médica realizando embolização das artérias uterinas com orientação por imagem
Equipe durante embolização das artérias uterinas.
Equipe avaliando imagem angiográfica durante embolização das artérias uterinas
Controle angiográfico durante a embolização dos miomas.
Cateterismo seletivo da artéria uterina guiado por imagem.
Preparo controlado das partículas utilizadas na embolização.

Sintomas

Sangramento

  • Menstruação intensa.
  • Períodos menstruais prolongados.
  • Presença de coágulos.
  • Sangramento entre os ciclos, quando aplicável.
  • Anemia relacionada à perda de sangue.

Sintomas

Dor e desconforto

  • Cólicas intensas.
  • Dor ou pressão pélvica.
  • Sensação de peso no baixo ventre.
  • Dor lombar associada à compressão.

Sintomas

Sintomas compressivos

  • Aumento do volume abdominal.
  • Vontade frequente de urinar.
  • Dificuldade para esvaziar a bexiga.
  • Constipação.
  • Desconforto durante relações sexuais.

Sintomas

Impacto geral

  • Cansaço relacionado à anemia.
  • Restrição de atividades.
  • Faltas ao trabalho.
  • Impacto emocional e na qualidade de vida.

Esses sintomas também podem ocorrer em outras condições ginecológicas. O diagnóstico precisa ser confirmado.

Indicação

Quem pode ser avaliada?

Situações em que a embolização pode ser considerada

  • Sangramento menstrual intenso relacionado a miomas.
  • Anemia secundária ao sangramento.
  • Cólicas ou dor pélvica.
  • Sensação de peso ou pressão.
  • Sintomas urinários ou intestinais por compressão.
  • Aumento do volume uterino.
  • Impacto relevante na qualidade de vida.
  • Desejo de preservar o útero.
  • Contraindicação ou preferência de evitar determinada cirurgia.
  • Persistência de sintomas após tratamento clínico.
  • Miomas recorrentes após tratamento anterior.

A decisão não depende apenas do tamanho do mioma. Sintomas, localização, anatomia uterina, idade, planos reprodutivos e alternativas disponíveis também devem ser considerados.

Antes do procedimento

Avaliação antes da embolização

  • Consulta clínica.
  • Avaliação ginecológica.
  • Confirmação da relação entre sintomas e miomas.
  • Ultrassonografia.
  • Ressonância magnética, quando indicada.
  • Hemograma.
  • Avaliação da função renal.
  • Testes de coagulação.
  • Investigação de anemia.
  • Revisão dos medicamentos em uso.
  • Avaliação de possibilidade de gestação.
  • Exclusão de infecção.
  • Investigação do endométrio ou do colo uterino, quando clinicamente indicada.

Nem toda paciente precisa de ressonância magnética ou de biópsia endometrial. A definição dos exames é individual.

Limites da indicação

Quando a embolização pode não ser indicada?

  • Gestação.
  • Infecção pélvica ativa.
  • Suspeita de malignidade ainda não esclarecida.
  • Sintomas não relacionados aos miomas.
  • Alterações importantes da coagulação não corrigidas.
  • Alergia grave ao contraste sem estratégia adequada.
  • Comprometimento renal relevante, conforme avaliação.
  • Anatomia vascular desfavorável.
  • Desejo reprodutivo que exija discussão específica.
  • Determinados miomas pediculados ou intracavitários, conforme anatomia.
  • Situações em que outro tratamento ofereça melhor relação entre benefício e risco.

A lista não é absoluta. Cada item exige avaliação individualizada.

Informação essencial

Fertilidade e desejo de gestação

A embolização preserva anatomicamente o útero, mas preservação do útero não significa garantia de fertilidade ou de gravidez futura. Quando existe desejo de gestação, a escolha entre embolização, miomectomia e outras alternativas deve ser discutida individualmente com ginecologia e radiologia intervencionista.

  • Existem relatos de gestações após embolização.
  • Os efeitos sobre fertilidade e gestação precisam ser discutidos individualmente.
  • Idade, reserva ovariana, localização dos miomas e histórico reprodutivo influenciam a decisão.
  • Para mulheres que desejam engravidar, a miomectomia pode ser considerada em determinadas situações.
  • Embolização, miomectomia e outras alternativas devem ser comparadas com a equipe assistente.
  • Não existe garantia de gravidez após qualquer tratamento.

Se existe desejo de gestação futura, essa informação deve ser discutida antes do procedimento.

Decisão compartilhada

Embolização ou cirurgia?

  • Embolização

    Tratamento endovascular que não retira o útero e não exige incisão uterina. Pode atuar sobre múltiplos miomas simultaneamente, com recuperação geralmente menos invasiva. Pode haver persistência ou recorrência de sintomas, e existem considerações específicas sobre fertilidade.

  • Miomectomia

    Retira os miomas selecionados e preserva o útero. Pode ser aberta, laparoscópica, robótica ou histeroscópica, e a adequação depende da localização e da quantidade. Envolve riscos cirúrgicos e novos miomas podem surgir.

  • Histerectomia

    Retira o útero e elimina a possibilidade de recorrência de miomas uterinos, impossibilitando futuras gestações. Possui diferentes vias cirúrgicas e pode ser apropriada para determinadas pacientes.

A melhor estratégia é aquela definida para o caso concreto, após avaliação adequada e discussão das opções. A escolha considera características dos miomas, intensidade dos sintomas, idade, desejo reprodutivo, tratamentos anteriores, riscos cirúrgicos, preferência informada, experiência das equipes e disponibilidade das alternativas.

Diagnóstico diferencial

Embolização e adenomiose

  • Adenomiose não é o mesmo que mioma.
  • Ambas podem causar sangramento e dor.
  • As duas condições podem coexistir.
  • A presença de adenomiose pode modificar sintomas e resultados.
  • A embolização pode ser considerada em situações selecionadas.
  • A avaliação deve diferenciar as condições antes de definir o tratamento.

A adenomiose não deve ser incluída automaticamente como indicação equivalente à dos miomas.

Durante e após

Anestesia e controle da dor

  • Geralmente são utilizadas anestesia local e sedação.
  • A estratégia anestésica depende da paciente e do serviço.
  • A embolização provoca resposta inflamatória nos miomas.
  • Cólicas podem ser intensas nas primeiras horas.
  • O planejamento analgésico começa antes ou durante o procedimento.
  • Podem ser utilizados medicamentos para dor, náusea e inflamação.
  • Algumas pacientes necessitam observação prolongada ou internação.

Não é possível prometer procedimento ou recuperação sem dor.

Após o procedimento

Síndrome pós-embolização

Podem ocorrer temporariamente:

  • Cólicas.
  • Dor pélvica.
  • Náusea.
  • Cansaço.
  • Febre baixa.
  • Redução do apetite.
  • Mal-estar.
  • Pequeno sangramento ou corrimento vaginal.

Esses sintomas costumam ser acompanhados e tratados, mas febre persistente, secreção com odor forte ou piora progressiva precisam de avaliação.

Resultados

Resultados e acompanhamento

  • Redução do sangramento.
  • Melhora da anemia.
  • Redução da dor.
  • Diminuição da pressão pélvica.
  • Melhora de sintomas urinários ou intestinais.
  • Impacto na qualidade de vida.
  • Redução do volume dos miomas.
  • Avaliação por ultrassom ou ressonância, quando indicada.

O principal objetivo é controlar os sintomas. A redução observada nas imagens nem sempre corresponde exatamente à intensidade da melhora clínica.

Ciclo menstrual

Menstruação e função ovariana

  • O ciclo pode sofrer alterações temporárias.
  • Algumas mulheres apresentam irregularidade menstrual.
  • Pode ocorrer interrupção permanente da menstruação.
  • Esse risco é influenciado pela idade e pela reserva ovariana.
  • Mulheres próximas à menopausa exigem aconselhamento específico.
  • Alterações menstruais devem ser acompanhadas.

Fluxo assistencial RADAM

Como a RADAM organiza a jornada

  • Envio dos exames.
  • Avaliação especializada.
  • Integração com a avaliação ginecológica.
  • Definição dos objetivos do tratamento.
  • Planejamento vascular.
  • Embolização.
  • Controle da dor e observação.
  • Alta orientada.
  • Acompanhamento clínico e por imagem.

O envio dos exames não confirma automaticamente a indicação do procedimento.

Segunda opinião

A embolização pode ser uma alternativa para tratar seus miomas?

A indicação depende dos sintomas, localização e quantidade dos miomas, exames, idade, saúde geral, tratamentos anteriores e planos reprodutivos. A RADAM pode revisar o caso e discutir as opções em conjunto com a paciente e seu ginecologista.

Riscos e limitações

Riscos possíveis e limitações

Riscos possíveis

  • Dor e cólicas.
  • Náusea.
  • Hematoma ou sangramento na punção.
  • Reação ao contraste.
  • Alteração da função renal.
  • Infecção uterina ou pélvica.
  • Eliminação vaginal de tecido do mioma.
  • Alteração menstrual.
  • Comprometimento da função ovariana.
  • Insuficiência ovariana ou menopausa antecipada em alguns casos.
  • Embolização de território não planejado.
  • Lesão vascular.
  • Trombose.
  • Persistência ou recorrência dos sintomas.
  • Necessidade de novo procedimento.
  • Necessidade posterior de cirurgia.
  • Complicações graves, embora incomuns.

Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui consulta médica. A indicação da embolização depende de avaliação individualizada e da discussão das alternativas disponíveis.

Transparência

Limitações do método

  • Não é indicada para todas as mulheres com miomas.
  • Não substitui automaticamente a miomectomia ou a histerectomia.
  • Ser minimamente invasiva não elimina riscos.
  • Os resultados variam conforme sintomas, anatomia e características dos miomas.

Outras possibilidades

Alternativas que podem ser avaliadas

  • Acompanhamento clínico, quando os sintomas são leves.
  • Tratamento medicamentoso, conforme indicação ginecológica.
  • Miomectomia, em casos selecionados.
  • Histerectomia, para determinadas pacientes.
  • A comparação entre as opções deve ser feita com a equipe assistente.

Segurança

Sinais de alerta após o procedimento

  • Febre persistente.
  • Dor intensa ou progressiva.
  • Sangramento vaginal muito intenso.
  • Secreção vaginal com odor forte.
  • Desmaio ou tontura importante.
  • Falta de ar.
  • Vômitos persistentes.
  • Dificuldade importante para urinar.
  • Sangramento ou aumento do hematoma na punção.
  • Membro frio, pálido, doloroso ou dormente.
  • Piora relevante do estado geral.

Na presença de qualquer um desses sinais, entre em contato com a equipe ou procure atendimento médico.

Procedimento realizado em ambiente hospitalar

Após a avaliação e a indicação, a RADAM participa do planejamento, da coordenação hospitalar e do acompanhamento do paciente.

A embolização de miomas depende de avaliação clínica e ginecológica, exames laboratoriais, sala de angiografia e estrutura para observação e controle da dor. A RADAM coordena o planejamento e a jornada assistencial conforme cada caso.

Equipe RADAM

Equipe médica relacionada

  • Dr. Antônio Oliveira de Araújo — RADAM

    Dr. Antônio Oliveira de Araújo

    Radiologia Intervencionista • Vascular e Endovascular

    • Radiologista IntervencionistaRQE 5333
    • Cirurgia Vascular / EndovascularRQE 3517

    CRM-AM 6045

  • Dr. Marcos André Filgueiras Dias — RADAM

    Dr. Marcos André Filgueiras Dias

    Radiologia Intervencionista • Vascular e Endovascular

    • Radiologista IntervencionistaRQE 6404
    • Cirurgia Vascular / EndovascularRQE 6389

    CRM-AM 7381

  • Dr. Paulo Inácio Alves Ramos Diniz — RADAM

    Dr. Paulo Inácio Alves Ramos Diniz

    Cirurgia Vascular • Angiorradiologia e Cirurgia Endovascular

    • Cirurgia VascularRQE 4051
    • Angiorradiologia e Cirurgia EndovascularRQE 5409

    CRM-AM 7392

  • Dra. Ruth da Silva Pinheiro — RADAM

    Dra. Ruth da Silva Pinheiro

    Radiologia Intervencionista • Vascular e Endovascular

    • Radiologista IntervencionistaRQE 5659
    • Cirurgia Vascular / EndovascularRQE 5633

    CRM-AM 8927

  • Dr. Sildomar Queiroz e Silva — RADAM

    Dr. Sildomar Queiroz e Silva

    Neurorradiologia • Radiologia Intervencionista

    • NeurorradiologiaRQE 6537
    • Radiologista IntervencionistaRQE 6192
    • Radiologia e Diagnóstico por ImagemRQE 6191

    CRM-AM 9916

Dúvidas comuns

Perguntas frequentes

Para médicos

Área para médicos

Discuta o caso, encaminhe o paciente ou solicite o procedimento pelos fluxos clínicos da RADAM.

Conteúdo revisado por

  • Dr. Antônio Oliveira de Araújo

    Radiologista Intervencionista · Cirurgia Vascular / Endovascular

    Mestre em Cirurgia · Professor de Medicina

    Membro Titular do CBR–SOBRICE

    CRM-AM 6045 | RQE 5333 | RQE 3517

Última revisão clínica: 23/08/2026

Conteúdo em elaboração editorial. As informações desta página serão ampliadas após revisão clínica.

Informação responsável

Esta página é informativa e não substitui a consulta médica. A indicação, a técnica, o preparo e a recuperação dependem da avaliação individual de cada caso.

Próximo passo

Quer saber se seus miomas podem ser tratados por embolização?

Envie os exames para avaliação. A equipe RADAM analisará os sintomas, a anatomia uterina, a vascularização dos miomas e as alternativas terapêuticas disponíveis.

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