Diagnóstico Neurovascular
Angiografia medular
Estudo vascular por cateter da medula, das meninges e da coluna
A angiografia medular, também chamada de arteriografia medular ou angiografia espinhal, é um exame invasivo realizado por cateter para estudar detalhadamente as artérias e veias relacionadas à medula, às meninges e à coluna. Com auxílio de raios X em tempo real e contraste, o médico avalia vasos muito pequenos e identifica alterações como fístulas arteriovenosas, malformações vasculares e padrões anormais de circulação. O exame pode ser indicado quando outros métodos apontam ou não conseguem esclarecer uma possível doença vascular medular.
- Angiografia
- Fluoroscopia
O cateter percorre os vasos sanguíneos. Ele não é introduzido dentro da medula.
Esta página é informativa. A indicação de qualquer procedimento depende de avaliação médica individual.
Visão geral
O que é angiografia medular?
A angiografia medular é um exame vascular invasivo realizado por cateter, com fluoroscopia e contraste, que produz imagens das artérias, dos capilares e das veias relacionadas à medula e às estruturas próximas. Permite analisar vasos pequenos e padrões de drenagem venosa, podendo utilizar técnicas de subtração digital. Também é chamada de arteriografia medular ou angiografia espinhal. Não é o mesmo que ressonância da coluna e não é o mesmo que mielografia: o exame não consiste em introduzir um cateter dentro da medula. Pode ser necessária para confirmar, localizar e caracterizar uma alteração vascular.
Indicações
PRINCIPAIS INDICAÇÕES
As situações abaixo não são equivalentes entre si e nenhuma delas indica angiografia de forma automática.
Fístula arteriovenosa dural espinhal
Comunicação anormal entre uma artéria e uma veia próxima à dura-máter. Pode provocar congestão venosa da medula e estar associada a fraqueza progressiva, alteração da marcha, dormência e disfunções urinária ou intestinal. A angiografia busca localizar a fístula e definir sua anatomia.
Malformação arteriovenosa medular
Conjunto anormal de vasos relacionado à medula ou às estruturas próximas, que pode apresentar múltiplas artérias alimentadoras. Pode estar associado a sangramento, dor ou déficit neurológico. A angiografia ajuda a caracterizar o padrão vascular.
Outras malformações vasculares espinhais
Alterações perimedulares, fístulas epidurais, comunicações arteriovenosas selecionadas e lesões vasculares congênitas ou adquiridas.
Tumores hipervasculares
Avaliação da vascularização de tumores selecionados da coluna ou das estruturas adjacentes, identificação de vasos relacionados à irrigação medular, planejamento pré-operatório e eventual planejamento de embolização, quando indicada.
Mielopatia de possível origem vascular
Alterações progressivas da força ou da sensibilidade, dificuldade para caminhar, distúrbios esfincterianos e achados de congestão venosa ou vasos anormais na ressonância, investigados após correlação clínica e radiológica.
Hemorragia ou suspeita de lesão vascular
Sangramento medular ou subaracnóideo espinhal selecionado, com suspeita de malformação ou fístula, investigado conforme os achados clínicos e de imagem.
Controle após tratamento
Avaliação do resultado após cirurgia ou tratamento endovascular, pesquisa de fluxo residual ou recorrente e planejamento de nova abordagem, quando necessária.
A indicação depende da história clínica, do exame neurológico e da revisão das imagens. Dor isolada na coluna, sem suspeita vascular, geralmente não é motivo suficiente para angiografia medular.
Finalidade
Para que pode ser utilizada
Os vasos relacionados à medula são pequenos, apresentam variações anatômicas, podem originar-se em diferentes níveis da coluna e possuem relações delicadas com a irrigação medular. Por isso podem não ser totalmente caracterizados em exames não invasivos e exigem avaliação detalhada antes de determinadas decisões terapêuticas.
- Existe uma comunicação anormal entre artéria e veia?
- Em qual nível da coluna está localizada?
- Quais artérias alimentam a alteração?
- Como ocorre a drenagem venosa?
- Existe participação de uma artéria que também irriga a medula?
- O tratamento endovascular é tecnicamente possível?
- Há elementos importantes para planejamento cirúrgico?
- Persiste circulação anormal após tratamento?
Técnica
Como é realizado
O estudo começa pela avaliação clínica e pela revisão dos exames anteriores, com conferência de medicamentos, função renal, coagulação e alergias, e definição da estratégia anestésica. Após preparo estéril e anestesia local no local da punção, é introduzida uma bainha vascular e os cateteres são conduzidos pelas artérias sob orientação por raios X, com cateterização seletiva das artérias relacionadas aos diferentes níveis da coluna. O contraste é injetado de forma controlada, as imagens angiográficas são adquiridas e as fases arterial, capilar e venosa são analisadas; vasos adicionais podem ser estudados quando necessário. Ao final, os cateteres são retirados, a hemostasia é obtida, o curativo é aplicado e o paciente permanece em observação clínica e neurológica. O número de vasos estudados e o tempo do exame variam conforme a suspeita, os achados anteriores e a anatomia de cada paciente.
- Acesso: O acesso femoral é realizado por uma artéria na região da virilha e o acesso radial por uma artéria no punho. A escolha depende da anatomia, da extensão do estudo, do histórico vascular e da estratégia da equipe; nem todos os casos podem ser realizados por qualquer acesso, e o acesso pode ser modificado quando necessário. Ambos exigem cuidados específicos após o exame.
- Anestesia: O local da punção recebe anestesia local. Sedação pode ser utilizada em casos selecionados e algumas situações podem exigir anestesia geral. A escolha depende do estado clínico, da idade, da capacidade de permanecer imóvel e da complexidade prevista, já que movimentos podem prejudicar a qualidade das imagens. O paciente pode perceber calor passageiro durante a injeção do contraste e deve comunicar desconfortos à equipe, que acompanha o exame com monitorização. Não é possível prometer um procedimento completamente indolor.
Como funciona na RADAM
Etapas do procedimento
01
Envio dos exames
Ressonâncias, tomografias, angiografias e laudos são enviados para avaliação, preferencialmente com arquivos digitais completos.
02
Triagem clínica
A história, os sintomas e o exame neurológico descrito são organizados para análise especializada.
03
Revisão das imagens
As imagens são revisadas em busca de sinais de congestão venosa, vasos anormais ou outras alterações relevantes.
04
Avaliação especializada
A hipótese de doença vascular medular é discutida com a equipe e, quando necessário, com outras especialidades.
05
Confirmação da indicação
Define-se se a angiografia medular acrescentaria informações relevantes ao diagnóstico ou ao planejamento.
06
Planejamento angiográfico
São definidos acesso vascular, estratégia anestésica, territórios a estudar e cuidados de segurança.
07
Angiografia medular
O estudo seletivo é realizado com injeções controladas de contraste e análise das fases arterial, capilar e venosa.
08
Observação
O paciente permanece em observação clínica e neurológica, com controle do local da punção.
09
Análise dos resultados
Os achados são integrados aos exames anteriores e ao quadro clínico.
10
Definição dos próximos passos
Acompanhamento, complementação diagnóstica ou tratamento são discutidos com o paciente e a equipe assistente.
O fluxo, a anestesia, o ambiente hospitalar e o tempo de recuperação variam conforme o procedimento e as condições do paciente.
Preparo
Como se preparar
- Levar ressonâncias, tomografias, angiografias e laudos
- Preferir exames completos, incluindo arquivos digitais
- Informar todos os medicamentos em uso
- Comunicar uso de anticoagulantes e antiagregantes
- Não suspender medicamentos por conta própria
- Informar alergias ou reações anteriores a contraste
- Informar doença renal
- Informar diabetes
- Informar possibilidade de gravidez
- Realizar os exames laboratoriais solicitados
- Seguir corretamente a orientação de jejum
- Comparecer com acompanhante quando solicitado
- Comunicar dificuldade de permanecer imóvel
- Informar procedimentos vasculares anteriores
- Apresentar histórico de cirurgias ou tratamentos da coluna
A angiografia medular não é necessária em todos os pacientes com suspeita de doença vascular medular. A indicação é sempre individual.
Depois do procedimento
Recuperação e cuidados
Cuidados posteriores
- Observação clínica após o exame
- Monitoramento neurológico
- Controle do local da punção
- Avaliação da circulação do membro utilizado
- Repouso conforme o acesso e o método de hemostasia
- Hidratação quando apropriada
- Retorno gradual à alimentação
- Controle de dor ou náusea
- Alta no mesmo dia ou permanência hospitalar conforme o caso
- Instruções individualizadas
- Disponibilização e discussão do resultado
Investigação
Sintomas que podem levar à investigação
A angiografia medular não é solicitada apenas com base em sintomas, mas pode integrar a investigação quando houver:
- Fraqueza progressiva nas pernas
- Dificuldade para caminhar
- Alterações de sensibilidade
- Dormência ou formigamento
- Dor nas costas associada a sinais neurológicos
- Perda de equilíbrio
- Alteração do controle urinário ou intestinal
- Disfunção sexual associada a mielopatia
- Piora neurológica progressiva
- Hemorragia medular
- Vasos anormais identificados em ressonância
- Suspeita clínica e radiológica de fístula ou malformação vascular
Esses sinais podem ter diversas causas. A angiografia medular é considerada quando a avaliação especializada identifica suspeita de alteração vascular.
Técnica
Por que podem ser necessárias várias injeções?
- A irrigação da medula pode receber contribuições de diferentes níveis
- Os vasos segmentares estão distribuídos ao longo da coluna
- A alteração nem sempre está exatamente no nível sugerido pela ressonância
- Pode ser necessário avaliar os dois lados
- Vasos cervicais, torácicos, lombares ou sacrais podem participar
- O estudo seletivo busca identificar com precisão a origem da alteração
- Cada injeção avalia um território específico
- O exame deve equilibrar detalhamento diagnóstico e segurança
Não existe um número universal de injeções ou de artérias estudadas.
Diagnóstico e tratamento
O exame já é um tratamento?
A angiografia medular tem finalidade principalmente diagnóstica: mapeia artérias, veias e comunicações anormais e ajuda a definir possibilidades terapêuticas, sem significar que a lesão será tratada no mesmo momento. O tratamento endovascular pode utilizar microcateteres e agentes embólicos para fechar uma comunicação vascular anormal, possui planejamento, riscos e consentimento próprios e depende da anatomia e da segurança para a irrigação medular.
Em situações previamente planejadas, a angiografia e o tratamento podem ocorrer na mesma internação ou sessão. Isso não deve ser presumido e exige indicação e consentimento específicos.
Nomenclatura
Angiografia medular ou arteriografia medular?
- Os dois termos são utilizados como sinônimos
- “Angiografia medular” é o termo principal desta página
- “Arteriografia medular” enfatiza o estudo arterial por cateter
- “Angiografia espinhal” também pode ser utilizada
- Na prática clínica, as expressões podem se referir ao mesmo exame
- A nomenclatura do pedido pode variar entre especialistas
Angiografia medular, arteriografia medular e angiografia espinhal são denominações equivalentes no contexto do estudo vascular invasivo da medula e da coluna.
Comparação
Diferença entre os exames
Os exames são complementares. A escolha depende da hipótese diagnóstica e da informação necessária para decidir o tratamento.
| Exame | O que avalia | Limites e relação com a angiografia |
|---|---|---|
| Ressonância da coluna e da medula | Medula, discos, vértebras, canal e tecidos, sem radiação ionizante; pode sugerir congestão, edema, hemorragia ou vasos anormais | Geralmente integra a investigação inicial e não substitui necessariamente o detalhamento vascular por cateter |
| Angiorressonância | Vasos sem cateter arterial; pode ajudar a localizar uma possível alteração e orientar o planejamento | Possui limitações para vasos muito pequenos e padrões complexos |
| Angiotomografia | Tomografia com contraste administrado por uma veia, demonstrando vasos e alterações anatômicas | Não envolve navegação de cateter arterial e pode não oferecer o mesmo detalhamento seletivo |
| Mielografia | Canal vertebral e estruturas relacionadas ao espaço do líquido ao redor da medula e das raízes, geralmente com contraste intratecal | Não é um exame das artérias e veias medulares e não é equivalente à angiografia medular |
| Angiografia medular | Cateter dentro das artérias, com injeções seletivas e avaliação das fases arterial e venosa | Oferece detalhamento dinâmico da circulação e pode ser necessária para planejamento cirúrgico ou endovascular |
Ressonância da coluna e da medula
- O que avalia
- Medula, discos, vértebras, canal e tecidos, sem radiação ionizante; pode sugerir congestão, edema, hemorragia ou vasos anormais
- Limites e relação com a angiografia
- Geralmente integra a investigação inicial e não substitui necessariamente o detalhamento vascular por cateter
Angiorressonância
- O que avalia
- Vasos sem cateter arterial; pode ajudar a localizar uma possível alteração e orientar o planejamento
- Limites e relação com a angiografia
- Possui limitações para vasos muito pequenos e padrões complexos
Angiotomografia
- O que avalia
- Tomografia com contraste administrado por uma veia, demonstrando vasos e alterações anatômicas
- Limites e relação com a angiografia
- Não envolve navegação de cateter arterial e pode não oferecer o mesmo detalhamento seletivo
Mielografia
- O que avalia
- Canal vertebral e estruturas relacionadas ao espaço do líquido ao redor da medula e das raízes, geralmente com contraste intratecal
- Limites e relação com a angiografia
- Não é um exame das artérias e veias medulares e não é equivalente à angiografia medular
Angiografia medular
- O que avalia
- Cateter dentro das artérias, com injeções seletivas e avaliação das fases arterial e venosa
- Limites e relação com a angiografia
- Oferece detalhamento dinâmico da circulação e pode ser necessária para planejamento cirúrgico ou endovascular
Achados
O que a angiografia pode mostrar?
- Localização de uma fístula
- Artéria ou artérias alimentadoras
- Nidus de uma malformação
- Padrão e velocidade do fluxo
- Veias de drenagem
- Congestão venosa
- Aneurismas associados
- Relação com artérias que irrigam a medula
- Vascularização de tumores selecionados
- Circulação residual após tratamento
- Variações anatômicas relevantes
- Ausência de alteração vascular demonstrável no estudo realizado
Em alguns casos, mesmo uma angiografia tecnicamente adequada pode não demonstrar a causa dos sintomas. A interpretação deve ser integrada aos demais exames.
Anatomia
Artérias importantes para a irrigação medular
Do ponto de vista conceitual, o estudo pode envolver a artéria espinhal anterior, as artérias espinhais posteriores, as artérias radiculomedulares e a artéria radiculomedular magna, conhecida como artéria de Adamkiewicz. A origem, o nível e o lado dessas artérias variam entre pacientes.
- A medula recebe irrigação de artérias longitudinais e de contribuições segmentares
- Determinadas artérias segmentares reforçam o fluxo para a medula
- A origem e a anatomia variam entre pacientes
- Algumas artérias podem estar próximas ou relacionadas à lesão
- Identificar esses vasos é essencial para planejar um tratamento seguro
- Preservar a irrigação normal da medula é prioridade
Segurança
Contraste e função renal
- O exame geralmente utiliza contraste iodado
- A quantidade depende da extensão e dos achados do estudo
- A função renal pode precisar ser avaliada
- Reações anteriores ao contraste devem ser informadas
- Hidratação pode ser orientada conforme o caso
- Alergias, comorbidades e medicamentos influenciam o planejamento
- Protocolos preventivos podem ser considerados quando indicados
- A equipe deve avaliar individualmente risco e benefício
Não é possível garantir ausência de reação ao contraste. Nunca utilize medicamentos por conta própria antes do exame.
Segurança
Como a segurança é planejada?
- Revisão das imagens antes do procedimento
- Avaliação clínica e neurológica
- Exames laboratoriais
- Conhecimento da anatomia vascular
- Cateterização seletiva
- Injeção controlada de contraste
- Monitorização clínica
- Atenção aos vasos que irrigam a medula
- Redução de movimentação durante as aquisições
- Controle rigoroso do acesso vascular
- Observação após o exame
- Equipe habilitada para reconhecer e tratar complicações
A indicação deve considerar o benefício diagnóstico esperado, os riscos do procedimento e as consequências de não esclarecer uma possível doença vascular medular.
Emergência
Quando os sintomas exigem emergência?
Fraqueza súbita ou rapidamente progressiva, perda de sensibilidade, incapacidade de caminhar, perda recente do controle urinário ou intestinal ou dor intensa associada a déficit neurológico precisam de avaliação imediata em serviço de urgência.
Déficit neurológico súbito é uma emergência. Não aguarde resposta por WhatsApp, formulário ou consulta eletiva. Esta página não substitui avaliação emergencial.
Depois do exame
Possíveis caminhos após o resultado
- Acompanhamento clínico e por imagem
- Complementação diagnóstica
- Tratamento endovascular
- Tratamento neurocirúrgico
- Abordagem combinada
- Avaliação multidisciplinar
- Controle angiográfico futuro
- Investigação de outra causa quando a angiografia não demonstrar alteração
O resultado da angiografia não determina isoladamente o tratamento. A decisão considera sintomas, evolução, anatomia vascular, riscos e alternativas.
Segunda opinião
Existe indicação de angiografia medular no seu caso?
A decisão depende dos sintomas, do exame neurológico, dos achados da ressonância e da suspeita de uma alteração vascular. A equipe pode revisar os exames e discutir se a angiografia medular acrescentaria informações relevantes para o diagnóstico ou planejamento do tratamento.
Riscos e limitações
Riscos possíveis e limitações
Riscos possíveis
- Dor ou desconforto no local da punção
- Hematoma
- Sangramento
- Pseudoaneurisma
- Lesão, espasmo ou dissecção arterial
- Trombose
- Embolia
- Reação ao contraste
- Alteração da função renal
- Infecção
- Náusea
- Queda de pressão
- Reação aos medicamentos ou à sedação
- Déficit neurológico transitório ou permanente
- Redução da irrigação da medula
- Fraqueza ou alteração sensitiva
- AVC em situações relacionadas à navegação por vasos cervicais
- Necessidade de outro procedimento
- Complicações graves, incapacidade permanente ou morte, embora incomuns
O envio dos exames não confirma automaticamente a necessidade de angiografia medular. A indicação depende da avaliação clínica, do exame neurológico, da revisão das imagens e da análise individual de riscos e benefícios, além de equipe habilitada e estrutura hospitalar compatível.
Transparência
Limitações do método
- Não é exame de rotina para dor isolada na coluna
- Não substitui a ressonância da coluna e da medula
- Não é equivalente à mielografia
- Pode não demonstrar a causa dos sintomas mesmo quando tecnicamente adequada
- Não determina isoladamente o tratamento
Outras possibilidades
Alternativas que podem ser avaliadas
- Ressonância da coluna e da medula
- Angiorressonância
- Angiotomografia
- Investigação clínica e neurológica complementar
- Acompanhamento por imagem quando indicado
Segurança
Sinais de alerta após o procedimento
- Fraqueza nova ou progressiva
- Dificuldade para caminhar
- Perda ou alteração importante da sensibilidade
- Perda do controle urinário ou intestinal
- Dor intensa ou progressiva nas costas
- Dificuldade para falar
- Alteração da visão
- Assimetria facial
- Confusão
- Dor de cabeça súbita e intensa
- Sangramento persistente no local da punção
- Aumento rápido de hematoma
- Membro frio, pálido, doloroso ou dormente
- Falta de ar
- Desmaio
- Febre persistente
- Redução importante da urina
- Piora relevante do estado geral
Na presença de qualquer um desses sinais, entre em contato com a equipe ou procure atendimento médico.
Relação clínica
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Malformação vascular
Alteração congênita de artérias, veias ou vasos linfáticos, com dor ou aumento de volume.
Ver condiçãoProblemas vasculares
Página de orientação sobre doenças das artérias e das veias — obstruções, tromboses, varizes pélvicas e aneurismas — para ajudar a identificar qual caminho de investigação e tratamento faz sentido para cada situação.
Ver condiçãoTumor ósseo
Alteração encontrada no osso, que pode ser benigna, um tumor ósseo primário ou uma metástase de câncer originado em outro órgão.
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Linha de cuidado
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Neurointervenção
Reúne procedimentos realizados por cateter, com imagens em tempo real, para tratar doenças dos vasos do cérebro e do pescoço.
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Estudo angiográfico diagnóstico dos vasos cerebrais e cervicais, realizado por cateter.
Ver procedimentoTratamento da fístula arteriovenosa dural
Tratamento endovascular transarterial, transvenoso ou combinado da comunicação arteriovenosa localizada na dura-máter, conforme o padrão de drenagem venosa.
Ver procedimentoTratamento da malformação arteriovenosa cerebral
Avaliação e tratamento da MAV cerebral: acompanhamento, embolização endovascular, microcirurgia, radiocirurgia ou estratégia combinada.
Ver procedimentoEmbolização Tumoral
Tratamento por cateter que reduz seletivamente a circulação que alimenta um tumor, com objetivo terapêutico, pré-operatório ou de alívio de sintomas.
Ver procedimento
Procedimento realizado em ambiente hospitalar
Após a avaliação e a indicação, a RADAM participa do planejamento, da coordenação hospitalar e do acompanhamento do paciente.
O exame depende de equipe habilitada em neurorradiologia intervencionista, sala de angiografia e estrutura para monitoramento clínico e neurológico.
Equipe RADAM
Equipe médica relacionada

Dr. Sildomar Queiroz e Silva
Neurorradiologia • Radiologia Intervencionista
- NeurorradiologiaRQE 6537
- Radiologista IntervencionistaRQE 6192
- Radiologia e Diagnóstico por ImagemRQE 6191
CRM-AM 9916
Dúvidas comuns
Perguntas frequentes
Para médicos
Área para médicos
Discuta o caso, encaminhe o paciente ou solicite o procedimento pelos fluxos clínicos da RADAM.
Conteúdo revisado por
Dr. Antônio Oliveira de Araújo
Radiologista Intervencionista · Cirurgia Vascular / Endovascular
Mestre em Cirurgia · Professor de Medicina
Membro Titular do CBR–SOBRICE
CRM-AM 6045 | RQE 5333 | RQE 3517
Última revisão clínica: 25/08/2026
Conteúdo em elaboração editorial. As informações desta página serão ampliadas após revisão clínica.
Informação responsável
Esta página é informativa e não substitui a consulta médica. A indicação, a técnica, o preparo e a recuperação dependem da avaliação individual de cada caso.
Próximo passo
Precisa investigar uma possível alteração vascular da medula?
Envie a ressonância, os laudos e os exames anteriores para avaliação. A equipe analisará os achados, a hipótese diagnóstica e a necessidade de um estudo vascular por cateter.
Nenhum documento é enviado nesta etapa do protótipo. A equipe orienta o envio seguro após o contato.

