Diagnóstico Neurovascular · Endocrinologia
Cateterismo bilateral dos seios petrosos inferiores
Amostragem venosa comparativa de ACTH na investigação do hipercortisolismo ACTH-dependente
O cateterismo bilateral dos seios petrosos inferiores, também chamado de amostragem venosa dos seios petrosos ou CBSSPI, é um procedimento diagnóstico especializado. Por meio de cateteres conduzidos pelo sistema venoso sob orientação por imagem, a equipe coleta sangue de veias que drenam a região da hipófise, nos dois lados, e também de uma veia periférica, para comparar as concentrações de ACTH. O exame é considerado em situações selecionadas, quando a avaliação clínica, laboratorial e de imagem não esclarece de maneira suficiente a origem da produção do hormônio.
- Angiografia
- Fluoroscopia
É um exame de investigação, não um tratamento. A indicação parte da avaliação endocrinológica e nenhum resultado isolado define diagnóstico.
Esta página é informativa. A indicação de qualquer procedimento depende de avaliação médica individual.
Visão geral
O que é o cateterismo dos seios petrosos inferiores?
Os seios petrosos inferiores são veias da base do crânio que recebem sangue proveniente da região onde está a hipófise. O cateterismo bilateral desses seios é um exame realizado por cateter, com imagens em tempo real, no qual são coletadas amostras de sangue venoso próximas à hipófise, nos dois lados, e uma amostra de sangue de veia periférica. As amostras são enviadas ao laboratório para dosagem de ACTH e a comparação entre os valores auxilia a distinguir uma produção hormonal de origem hipofisária de uma produção fora da hipófise. Também é descrito como amostragem dos seios petrosos inferiores, amostragem venosa dos seios petrosos, cateterismo bilateral dos seios petrosos, CBSSPI ou, pela sigla internacional, IPSS. Não é um exame de imagem da hipófise e não substitui a ressonância magnética nem a avaliação endocrinológica: é uma etapa complementar da investigação do hipercortisolismo ACTH-dependente.

Quando pode ser indicado
QUANDO PODE SER INDICADO
As situações abaixo são exemplos discutidos na prática clínica e nenhuma delas indica o exame de forma automática.
Hipercortisolismo ACTH-dependente
Quando a avaliação endocrinológica já confirmou excesso de cortisol dependente de ACTH e ainda resta dúvida sobre a origem da produção do hormônio.
Ressonância da hipófise sem lesão evidente
Quando a ressonância não mostra lesão, mostra uma alteração muito pequena ou revela um achado de significado indeterminado.
Discordância entre exames
Quando testes laboratoriais, testes dinâmicos e imagem apontam para direções diferentes e a investigação precisa de um dado adicional.
Suspeita de produção fora da hipófise
Quando existe suspeita de fonte ectópica de ACTH e a origem não pôde ser esclarecida pelos métodos anteriores.
Apoio ao planejamento
Em casos selecionados, pode contribuir com informações para a discussão cirúrgica conduzida pela equipe assistente.
Hipercortisolismo persistente ou recorrente
Quando o quadro persiste ou retorna após tratamento e a equipe reavalia a origem hormonal.
A decisão de realizar o exame é sempre compartilhada entre endocrinologia e equipe de neurointervenção, considerando o benefício esperado, os riscos e as alternativas disponíveis.
Finalidade
Para que pode ser utilizada
O objetivo é comparar a concentração de ACTH no sangue venoso coletado perto da hipófise com a de uma amostra periférica, oferecendo à equipe assistente uma informação adicional sobre a provável origem do hormônio. É um exame de investigação da síndrome de Cushing ACTH-dependente, utilizado em casos selecionados e sempre interpretado junto com o restante da avaliação.
- A produção de ACTH parece originar-se na hipófise ou fora dela?
- Existe diferença relevante entre o sangue próximo à hipófise e o sangue periférico?
- Os valores se alteram após estímulo hormonal, quando ele é utilizado?
- Existe alguma assimetria entre os lados que possa contribuir com o planejamento?
- As amostras foram tecnicamente adequadas para interpretação?
- A investigação reúne elementos suficientes para a decisão da equipe assistente?
Técnica
Como é realizado
O procedimento começa pela revisão da indicação, dos exames laboratoriais e de imagem, dos medicamentos em uso e do protocolo de coleta combinado com a endocrinologia e o laboratório. Após preparo estéril e anestesia local, o acesso ao sistema venoso é obtido por punção, frequentemente pelas veias femorais, na região da virilha, ou pelas veias jugulares, conforme o planejamento e a anatomia. Os cateteres são conduzidos sob orientação por imagem, com o auxílio de contraste, até os seios petrosos inferiores, e a posição é conferida pelas imagens obtidas durante o exame. Em seguida são realizadas coletas simultâneas ou coordenadas de sangue nos dois lados e em uma veia periférica, em tempos definidos pelo protocolo. Em alguns protocolos pode ser empregado estímulo hormonal antes de parte das coletas. Os tubos são identificados, organizados na sequência prevista e enviados ao laboratório para dosagem de ACTH. Ao final, os cateteres são retirados, é feita a hemostasia dos locais de punção e o paciente permanece em observação clínica. O tempo total e o número de amostras variam conforme o protocolo, a anatomia venosa e a evolução do exame.
- Acesso: O acesso venoso costuma ser realizado pelas veias femorais, na virilha, e pode ser feito pelas veias jugulares, no pescoço, quando o planejamento ou a anatomia assim indicarem. Frequentemente são utilizados dois acessos, porque as coletas ocorrem nos dois lados. A escolha depende da anatomia venosa, do histórico do paciente e da estratégia da equipe, e pode ser modificada durante o exame.
- Anestesia: O local da punção recebe anestesia local. Sedação pode ser utilizada em casos selecionados e, em situações específicas, pode ser necessária anestesia geral. Como as dosagens hormonais podem ser influenciadas por medicamentos e pelo estresse do procedimento, a estratégia anestésica é combinada previamente entre as equipes. Não é possível prometer um exame completamente indolor.
Como funciona na RADAM
Etapas do procedimento
01
Avaliação da indicação
A equipe revisa o pedido, os exames hormonais, a imagem da hipófise e o protocolo definido pela endocrinologia.
02
Planejamento conjunto
Acesso venoso, estratégia anestésica, uso ou não de estímulo hormonal e logística laboratorial são combinados antes do exame.
03
Realização do exame
Os cateteres são conduzidos sob orientação por imagem até os seios petrosos inferiores e as coletas seguem a sequência prevista.
04
Processamento das amostras
Os tubos identificados são enviados ao laboratório para dosagem de ACTH, com cuidados de transporte e processamento.
05
Observação e alta
O paciente permanece em observação clínica, com controle dos locais de punção, e recebe orientações por escrito.
06
Retorno à equipe assistente
O resultado é interpretado pela endocrinologia, junto com o restante da investigação, para a definição da conduta.
O fluxo, a anestesia, o ambiente hospitalar e o tempo de recuperação variam conforme o procedimento e as condições do paciente.
Preparo
Como se preparar
- Levar exames laboratoriais, testes hormonais e laudos anteriores
- Levar ressonância da hipófise e outros exames de imagem, com arquivos digitais
- Trazer o pedido e o protocolo definidos pela endocrinologia
- Informar todos os medicamentos em uso, incluindo hormônios
- Comunicar uso de anticoagulantes e antiagregantes
- Não suspender medicamentos por conta própria
- Informar alergias ou reações anteriores a contraste
- Informar doença renal e diabetes
- Informar possibilidade de gravidez
- Seguir corretamente a orientação de jejum
- Informar cateterismos, tromboses ou cirurgias venosas anteriores
- Comparecer com acompanhante quando solicitado
O exame não é uma etapa inicial e não é necessário em todos os pacientes com cortisol elevado. A indicação depende de avaliação endocrinológica individual.
Depois do procedimento
Recuperação e cuidados
A recuperação imediata costuma ser em ambiente monitorizado, com atenção aos locais de punção. O tempo de permanência depende do acesso utilizado, da estratégia anestésica e da evolução clínica. O resultado das dosagens hormonais não sai no momento do exame: depende do processamento laboratorial e da interpretação conjunta com a endocrinologia.
Cuidados posteriores
- Observação clínica após o exame
- Controle dos locais de punção
- Avaliação da circulação do membro utilizado
- Repouso conforme orientação da equipe
- Hidratação conforme orientação médica
- Retomada gradual das atividades, conforme liberação
- Retorno à endocrinologia com o resultado das dosagens
Coleta
Como as amostras são coletadas
As coletas seguem um protocolo definido antes do exame, combinado entre a endocrinologia, a equipe de neurointervenção e o laboratório. A organização da sequência é parte essencial do exame.
- Amostras dos dois seios petrosos inferiores, direito e esquerdo
- Amostra de sangue de veia periférica, para comparação
- Coletas simultâneas ou coordenadas, em tempos definidos
- Identificação de cada tubo conforme o ponto e o momento da coleta
- Coletas antes e após estímulo hormonal, quando o protocolo o prevê
- Envio imediato ao laboratório, com cuidados de transporte e processamento

Erros de identificação, atraso no processamento ou posicionamento inadequado do cateter podem inviabilizar a interpretação. Por isso o exame exige protocolo previamente combinado.
Protocolo
Uso de estímulo hormonal
Alguns protocolos utilizam um agente de estímulo hormonal por via venosa antes de parte das coletas, com o objetivo de tornar a comparação entre as amostras mais informativa. O uso não é universal: depende do protocolo do serviço, da disponibilidade do agente, das condições clínicas do paciente e da decisão da equipe assistente. Quando empregado, as coletas seguem tempos específicos e o paciente é monitorizado durante o exame. A ausência de estímulo não invalida o exame, mas pode alterar a forma de interpretação dos resultados.
A escolha do protocolo, com ou sem estímulo, é médica e definida caso a caso em conjunto com a endocrinologia.
Orientação por imagem
Por que o exame é guiado por imagem
As veias da base do crânio são pequenas e apresentam variações anatômicas entre as pessoas e mesmo entre os dois lados de um mesmo paciente. As imagens obtidas durante o exame, com auxílio de contraste, permitem conferir o trajeto e a posição dos cateteres antes das coletas, o que é determinante para a qualidade das amostras.

Registro obtido durante o exame na sala de angiografia da equipe RADAM, em Manaus.
Resultados
Resultados e interpretação
As dosagens de ACTH das amostras coletadas perto da hipófise são comparadas com as da amostra periférica e, quando aplicável, com os valores obtidos após estímulo. Uma diferença relevante entre esses valores pode favorecer a hipótese de produção hipofisária, enquanto valores semelhantes podem apontar para outra origem. Diferenças entre os lados são analisadas com cautela e não devem ser tratadas como localização definitiva de uma lesão. A interpretação depende do contexto clínico, do protocolo adotado, da anatomia venosa e da qualidade técnica das amostras, e é sempre realizada pelo médico assistente em conjunto com a investigação completa.
Nenhum resultado isolado confirma ou exclui a doença de Cushing. O exame acrescenta informação a uma investigação conduzida pela endocrinologia.
Equipe
Que especialistas participam da investigação
O exame só faz sentido dentro de uma investigação organizada. A indicação e a interpretação partem da endocrinologia; a realização técnica é conduzida pela equipe de neurointervenção e radiologia intervencionista; o laboratório garante o processamento correto das amostras. Neurocirurgia, radiologia diagnóstica, anestesiologia, enfermagem e, quando necessário, oncologia podem integrar a discussão do caso.
- Endocrinologia: indicação, protocolo e interpretação dos resultados
- Neurointervenção e radiologia intervencionista: realização do exame
- Laboratório: coleta, transporte e processamento das amostras
- Anestesiologia e enfermagem: conforto, monitorização e segurança
- Neurocirurgia: discussão terapêutica em casos selecionados
Manaus e região
Onde o exame é realizado
A RADAM atua em Manaus, no Amazonas, atendendo pacientes da capital, do interior do estado e de outras localidades da Região Norte, encaminhados por seus médicos assistentes. O exame depende de sala de angiografia, equipe habilitada e integração com laboratório e endocrinologia, e é agendado após avaliação da indicação e do protocolo de coleta.
Condição relacionada
Síndrome de Cushing e doença de Cushing
A síndrome de Cushing reúne as manifestações do excesso prolongado de cortisol. Quando esse excesso depende do ACTH e o hormônio é produzido por um adenoma da hipófise, fala-se em doença de Cushing. O diagnóstico, a diferenciação entre as possíveis origens e a conduta são conduzidos pela endocrinologia; o cateterismo dos seios petrosos inferiores pode ser uma etapa dessa investigação em casos selecionados. A RADAM não realiza o acompanhamento endocrinológico nem o tratamento hormonal.
Sintomas como ganho de peso, alterações da pele, pressão alta, fraqueza muscular ou alterações do humor têm muitas causas possíveis e não indicam, por si, a necessidade deste exame.
Conteúdos relacionados
Procedimentos e conteúdos relacionados
Outros exames e procedimentos por cateter realizados pela equipe, úteis para entender o contexto do diagnóstico neurovascular e das amostragens venosas seletivas.
Benefícios potenciais
O que o procedimento pode oferecer
- Fornece informação hormonal obtida próxima à hipófise, difícil de obter por outros métodos
- Compara os dois lados e uma amostra periférica em um mesmo protocolo
- Pode ajudar a diferenciar produção hipofisária de produção fora da hipófise
- Pode contribuir com a discussão terapêutica em casos selecionados
- Evita, em parte dos casos, decisões baseadas apenas em achados inconclusivos
- É realizado por punção venosa, sem incisão cirúrgica
Riscos e limitações
Riscos possíveis e limitações
Riscos possíveis
- Dor, desconforto ou hematoma no local da punção
- Sangramento no local de acesso
- Reação ao contraste iodado, incluindo reações alérgicas
- Infecção relacionada à punção
- Trombose venosa
- Dificuldade técnica associada a variações anatômicas das veias
- Necessidade de mudar o acesso ou interromper o exame
- Amostras tecnicamente inadequadas, exigindo reavaliação
- Exposição à radiação inerente aos exames guiados por imagem
- Complicações neurológicas ou vasculares raras, incluindo eventos relacionados à circulação venosa da base do crânio
A indicação, o preparo, o protocolo de coleta e a interpretação dos resultados dependem de avaliação médica individual e de integração multidisciplinar. Esta página é informativa e não substitui a consulta com o médico assistente.
Transparência
Limitações do método
- Não é um exame de imagem da hipófise e não substitui a ressonância magnética
- Não confirma sozinho a doença de Cushing
- Não localiza com precisão uma lesão nem garante identificação do lado acometido
- O resultado pode ser inconclusivo, sobretudo quando há variações anatômicas
- A interpretação depende do protocolo utilizado e da qualidade técnica das amostras
- Não é indicado para todos os pacientes com cortisol elevado
- Não substitui o acompanhamento endocrinológico
Outras possibilidades
Alternativas que podem ser avaliadas
- Continuidade da investigação clínica e laboratorial pela endocrinologia
- Testes hormonais dinâmicos, conforme protocolo do médico assistente
- Ressonância magnética da hipófise e outros exames de imagem
- Exames dirigidos à pesquisa de fonte ectópica de ACTH, quando indicados
- Reavaliação ao longo do tempo, quando a equipe considerar adequado
Segurança
Sinais de alerta após o procedimento
- Sangramento persistente no local da punção
- Aumento rápido de hematoma
- Dor intensa ou progressiva no local de acesso
- Membro frio, pálido, dolorido, inchado ou dormente
- Febre persistente
- Dor de cabeça intensa e diferente do habitual
- Alteração da fala, da força, da visão ou do nível de consciência
- Falta de ar ou dor no peito
- Piora relevante do estado geral
Na presença de qualquer um desses sinais, entre em contato com a equipe ou procure atendimento médico.
Linha de cuidado
Procedimentos relacionados
Outros procedimentos por cateter da mesma linha de cuidado. A indicação de cada um é individual.
Neurointervenção
Reúne procedimentos realizados por cateter, com imagens em tempo real, para tratar doenças dos vasos do cérebro e do pescoço.
Ver procedimentoArteriografia cerebral
Estudo angiográfico diagnóstico dos vasos cerebrais e cervicais, realizado por cateter.
Ver procedimentoAngiografia medular
Exame invasivo feito por cateter e contraste para estudar em detalhe os vasos da medula e da coluna, quando existe suspeita de fístula ou malformação vascular.
Ver procedimentoAcesso Vascular
O acesso vascular é a via criada para administrar medicamentos, quimioterapia, antibióticos, nutrição e outras terapias diretamente na circulação, além de permitir a realização de hemodiálise. A escolha do dispositivo depende do tratamento, da duração prevista, da frequência de uso e das condições das veias.
Ver procedimento
Procedimento realizado em ambiente hospitalar
Após a avaliação e a indicação, a RADAM participa do planejamento, da coordenação hospitalar e do acompanhamento do paciente.
O exame depende de equipe habilitada em neurorradiologia intervencionista, sala de angiografia, suporte laboratorial preparado para o transporte e o processamento das amostras e integração com a endocrinologia.
Equipe RADAM
Equipe médica relacionada

Dr. Antônio Oliveira de Araújo
Radiologia Intervencionista • Vascular e Endovascular
- Radiologista IntervencionistaRQE 5333
- Cirurgia Vascular / EndovascularRQE 3517
CRM-AM 6045

Dr. Marcos André Filgueiras Dias
Radiologia Intervencionista • Vascular e Endovascular
- Radiologista IntervencionistaRQE 6404
- Cirurgia Vascular / EndovascularRQE 6389
CRM-AM 7381

Dra. Ruth da Silva Pinheiro
Radiologia Intervencionista • Vascular e Endovascular
- Radiologista IntervencionistaRQE 5659
- Cirurgia Vascular / EndovascularRQE 5633
CRM-AM 8927

Dr. Sildomar Queiroz e Silva
Neurorradiologia • Radiologia Intervencionista
- NeurorradiologiaRQE 6537
- Radiologista IntervencionistaRQE 6192
- Radiologia e Diagnóstico por ImagemRQE 6191
CRM-AM 9916
Dúvidas comuns
Perguntas frequentes
Para médicos
Área para médicos
Discuta o caso, encaminhe o paciente ou solicite o procedimento pelos fluxos clínicos da RADAM.
Conteúdo revisado por
Dr. Antônio Oliveira de Araújo
Radiologista Intervencionista · Cirurgia Vascular / Endovascular
Mestre em Cirurgia · Professor de Medicina
Membro Titular do CBR–SOBRICE
CRM-AM 6045 | RQE 5333 | RQE 3517
Última revisão clínica: 12/09/2026
Conteúdo em elaboração editorial. As informações desta página serão ampliadas após revisão clínica.
Referências selecionadas
- Diretrizes e documentos de consenso sobre diagnóstico diferencial da síndrome de Cushing ACTH-dependente
- Revisões sobre amostragem dos seios petrosos inferiores: técnica, protocolos de estímulo, acurácia e limitações
- Literatura técnica sobre acesso venoso, variações anatômicas dos seios petrosos e segurança do procedimento
Informação responsável
Esta página é informativa e não substitui a consulta médica. A indicação, a técnica, o preparo e a recuperação dependem da avaliação individual de cada caso.
Próximo passo
Recebeu uma indicação ou quer avaliar outra possibilidade?
Envie seus exames para revisão da equipe RADAM. A Segunda Opinião ajuda a verificar se existe indicação para um procedimento minimamente invasivo.
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