Saúde Vascular · Aneurismas da Aorta
Tratamento Endovascular do Aneurisma da Aorta Torácica
TEVAR — endoprótese torácica para aneurismas selecionados da aorta torácica descendente.
O aneurisma da aorta torácica é uma dilatação anormal da maior artéria do organismo em seu trajeto pelo tórax. Quando existe indicação e anatomia adequada, o segmento doente da aorta descendente pode ser tratado com uma endoprótese introduzida por cateter. Esse tratamento é conhecido como TEVAR e busca excluir o aneurisma da circulação, mantendo o sangue dentro da endoprótese e reduzindo a pressão sobre a parede enfraquecida da aorta.
- Angiografia
- Fluoroscopia
- Tomografia
Dor súbita e intensa no peito ou nas costas, desmaio, falta de ar, palidez, queda de pressão ou alteração neurológica podem indicar uma emergência da aorta. Esses sintomas exigem atendimento emergencial e não devem aguardar resposta por WhatsApp ou formulário.
Esta página é informativa. A indicação de qualquer procedimento depende de avaliação médica individual.
Visão geral
O que é aneurisma da aorta torácica?
É a dilatação de um segmento da aorta no tórax. Pode envolver regiões diferentes — aorta ascendente, arco aórtico, aorta torácica descendente ou a transição toracoabdominal — e frequentemente cresce de forma silenciosa. Muitos pacientes não apresentam sintomas e o achado surge incidentalmente em exames realizados por outro motivo. O risco depende da localização, do diâmetro, do crescimento documentado e da causa; a ruptura é uma complicação grave. Aneurismas da aorta ascendente, arco e aorta descendente não possuem necessariamente o mesmo tratamento.
Tipos
Quais são os tipos?
A localização do aneurisma ao longo da aorta define a estratégia possível. A TEVAR convencional é utilizada principalmente na aorta torácica descendente.
Aneurisma da aorta ascendente
Localizado próximo ao coração, pode envolver a raiz da aorta e a válvula aórtica. Frequentemente possui indicação cirúrgica e não deve ser apresentado como território da TEVAR convencional.
Aneurisma do arco aórtico
Situa-se próximo às artérias que levam sangue ao cérebro e aos braços. Pode exigir cirurgia, técnica híbrida ou endoprótese ramificada, e o tratamento depende de planejamento especializado.
Aneurisma da aorta descendente
Localizado após o arco, é o principal território tratado pela TEVAR convencional. A viabilidade depende de áreas adequadas para fixação e vedação da endoprótese.
Aneurisma toracoabdominal
Atravessa o tórax e o abdome e pode envolver artérias dos rins, intestinos e fígado. Exige estratégia diferente, com planejamento específico. Página própria em elaboração editorial.
A TEVAR não é tratamento universal para aneurismas da aorta ascendente, da raiz aórtica, de todo o arco ou toracoabdominais. Essas anatomias podem exigir cirurgia aberta, técnicas híbridas, endopróteses ramificadas ou fenestradas e planejamento em centros especializados.
Finalidade
Para que pode ser utilizada
Quando existe indicação, o objetivo é excluir o segmento doente da circulação, reduzindo a pressão sobre a parede enfraquecida da aorta, com o menor risco possível para a circulação do cérebro, dos braços, da medula espinhal e dos órgãos abdominais.
- Excluir o aneurisma da circulação em pacientes com indicação e anatomia adequada
- Reduzir a pressão sobre a parede aórtica enfraquecida
- Preservar a circulação de ramos importantes conforme o planejamento
- Oferecer alternativa menos invasiva à cirurgia aberta em casos selecionados
- Definir acompanhamento por imagem quando o tratamento não estiver indicado
Técnica
Como é realizado
O procedimento é planejado pela angiotomografia e realizado por acesso arterial, geralmente pelas artérias femorais. Sob fluoroscopia e angiografia, a endoprótese é conduzida pelo sistema arterial até a aorta torácica e liberada de forma controlada no segmento doente, criando uma nova passagem para o sangue. Tratamentos complementares podem ser necessários e o acesso é fechado por punção ou por exposição cirúrgica da artéria. Não existe duração fixa, anestesia universal, número definido de componentes nem tempo padrão de internação.
- Acesso: O acesso costuma ser arterial femoral, por punção ou exposição cirúrgica, escolhido conforme o calibre, a calcificação e a tortuosidade das artérias ilíacas e femorais.
- Anestesia: A escolha do método anestésico é individualizada e considera a complexidade do caso, a necessidade de monitoramento neurológico e as condições clínicas. Não é possível prometer um método anestésico único para todos os pacientes.
Como funciona na RADAM
Etapas do procedimento
01
Planejamento pela angiotomografia
Análise detalhada da aorta, do aneurisma e dos ramos.
02
Avaliação clínica
Avaliação cardiológica, pulmonar, renal e vascular.
03
Definição dos locais de fixação
Escolha das zonas proximal e distal de vedação.
04
Avaliação das artérias de acesso
Estudo do calibre, calcificação e tortuosidade.
05
Punção ou exposição femoral
Obtenção do acesso arterial planejado.
06
Introdução de fios e cateteres
Navegação do material sob fluoroscopia.
07
Angiografia da aorta
Estudo angiográfico do segmento e dos ramos.
08
Posicionamento da endoprótese
Alinhamento do dispositivo com as zonas planejadas.
09
Liberação controlada
Abertura progressiva da endoprótese.
10
Avaliação da exclusão
Verificação da exclusão do aneurisma e do fluxo.
11
Tratamentos complementares
Componentes adicionais ou correções quando necessários.
12
Fechamento do acesso
Hemostasia por punção ou reparo cirúrgico.
13
Monitoramento pós-operatório
Vigilância circulatória e neurológica.
O fluxo, a anestesia, o ambiente hospitalar e o tempo de recuperação variam conforme o procedimento e as condições do paciente.
Preparo
Como se preparar
- Levar tomografias e exames anteriores
- Apresentar exames antigos para comparação do crescimento
- Informar cirurgias prévias da aorta
- Comunicar doenças cardíacas e pulmonares
- Informar doença renal
- Relatar alergia a contraste
- Informar anticoagulantes e antiagregantes
- Apresentar a lista completa de medicamentos
- Realizar a avaliação laboratorial solicitada
- Seguir a orientação de jejum
Não suspender medicamentos por conta própria: ajustes de anticoagulantes e antiagregantes exigem orientação médica.
O que é a aorta torácica?
- A aorta sai do coração e distribui sangue para todo o organismo
- Forma inicialmente a aorta ascendente
- Continua pelo arco aórtico
- Do arco originam-se artérias para o cérebro e os membros superiores
- A artéria subclávia esquerda nasce próxima ao início da aorta descendente
- Segue então como aorta torácica descendente, ao longo do tórax
- Atravessa o diafragma
- Continua como aorta abdominal, originando ramos para os órgãos e as pernas
Essa sequência — aorta ascendente, arco, artéria subclávia esquerda, aorta descendente, diafragma e aorta abdominal — orienta diretamente o planejamento do tratamento.
Aneurisma verdadeiro ou pseudoaneurisma?
São situações diferentes, com causas, comportamento e critérios de tratamento distintos.
Aneurisma verdadeiro
Envolve as camadas da parede aórtica, pode estar associado a alterações degenerativas e pode crescer progressivamente ao longo do tempo.
Pseudoaneurisma da aorta
Representa uma ruptura contida da parede. Pode ocorrer após trauma, cirurgia ou procedimento prévio, infecção ou lesão da parede, e possui comportamento e urgência diferentes.
Pseudoaneurismas não devem ser avaliados apenas pelos mesmos limites utilizados para aneurismas degenerativos.
Quais são os fatores associados?
Possíveis associações
- Idade
- Hipertensão
- Tabagismo
- Aterosclerose
- Histórico familiar
- Aneurisma em outro segmento arterial
- Doenças genéticas da aorta
- Alterações do tecido conjuntivo
- Válvula aórtica bicúspide em determinados contextos
- Dissecção prévia
- Trauma
- Inflamação ou infecção
A presença de um fator associado não estabelece relação causal automática.
Quais são os sintomas?
- Muitos aneurismas são assintomáticos
- Dor no peito
- Dor entre as escápulas
- Dor nas costas
- Tosse
- Falta de ar
- Rouquidão
- Dificuldade para engolir em situações selecionadas
- Sintomas súbitos podem indicar complicação
Os sintomas não são específicos e não permitem autodiagnóstico: a avaliação depende de exame médico e de imagem.
Quando o tratamento pode ser considerado?
Fatores avaliados
- Sintomas relacionados ao aneurisma
- Crescimento documentado
- Diâmetro
- Localização
- Formato
- Pseudoaneurisma
- Ruptura ou ameaça de ruptura
- Dissecção associada
- Doença genética da aorta
- Idade
- Condições clínicas gerais
- Risco da cirurgia aberta
- Expectativa de vida
- Anatomia disponível para fixação da endoprótese
O diâmetro é importante, mas não deve ser analisado isoladamente. Limites podem variar conforme causa, localização, sexo, crescimento e características individuais.
Quando o acompanhamento pode ser indicado?
O acompanhamento pode utilizar angiotomografia, angiorressonância, comparação seriada do diâmetro, avaliação clínica e controle da pressão arterial. Não existe intervalo de exames aplicável a todos os pacientes.
Situações possíveis
- Aneurisma sem sintomas
- Dimensões abaixo do limite de intervenção definido individualmente
- Ausência de crescimento preocupante
- Risco elevado para tratamento
- Anatomia complexa
- Possibilidade de realizar exames periódicos
- Controle dos fatores de risco
O que é TEVAR?
- Significa reparo endovascular da aorta torácica
- Utiliza uma endoprótese
- Combina estrutura metálica e revestimento
- É introduzida por uma artéria
- Percorre o sistema arterial até a aorta torácica
- É aberta dentro do segmento doente
- Cria uma nova passagem para o sangue
- Reduz o fluxo e a pressão dentro do aneurisma
- Não remove fisicamente o aneurisma
A endoprótese trata o fluxo dentro da aorta, mas o aneurisma permanece no organismo e precisa ser acompanhado.
O que são as zonas de fixação?
- A endoprótese precisa apoiar-se em segmentos relativamente adequados da aorta
- Existe uma zona proximal, antes do aneurisma
- Existe uma zona distal, após o aneurisma
- Calcificação e trombo podem interferir na vedação
- A tortuosidade influencia o apoio e a selagem
- A proximidade de ramos importantes modifica a estratégia
- A ausência de áreas adequadas pode impedir a TEVAR convencional
Artéria subclávia esquerda
- Nasce próxima ao início da aorta descendente
- Pode estar junto à área necessária para fixação da endoprótese
- Em alguns casos, a endoprótese pode precisar cobrir sua origem
- A cobertura pode alterar a circulação do braço
- Pode influenciar a circulação cerebral
- Pode influenciar a perfusão da medula espinhal
- A revascularização pode ser considerada
- A decisão depende da anatomia e dos riscos individuais
A cobertura da artéria subclávia esquerda não é etapa obrigatória da TEVAR: é uma possibilidade que depende do planejamento.
TEVAR convencional, híbrida ou complexa
TEVAR convencional
Utilizada quando existem áreas adequadas de fixação e o tratamento não envolve diretamente ramos essenciais.
Tratamento híbrido
Combina revascularização cirúrgica de ramos com a endoprótese, podendo ampliar a área disponível para fixação.
Endopróteses ramificadas ou fenestradas
Possuem soluções para manter o fluxo em ramos importantes, exigem planejamento e experiência e não são indicadas em todos os casos.
A disponibilidade de dispositivos específicos precisa ser confirmada caso a caso: a RADAM não declara disponibilidade permanente de tecnologias específicas.
Acesso pelas artérias ilíacas e femorais
- A endoprótese possui calibre maior que cateteres convencionais
- As artérias femorais e ilíacas precisam ser avaliadas
- Estreitamentos, calcificação e tortuosidade podem dificultar a passagem
- Angioplastia ou outras estratégias podem ser necessárias
- O acesso cirúrgico pode ser necessário
- Anatomia inadequada pode impedir a técnica convencional
Risco específico
Isquemia da medula espinhal
- Artérias que irrigam a medula relacionam-se à aorta
- A cobertura extensa da aorta pode reduzir essa circulação
- Pode ocorrer fraqueza ou paralisia
- O risco depende da extensão tratada
- Cirurgias anteriores da aorta influenciam o risco
- A cobertura da artéria subclávia pode ser relevante
- Pressão arterial e circulação colateral fazem parte do planejamento
- A drenagem de líquido cerebrospinal pode ser considerada em situações selecionadas
- O monitoramento neurológico é fundamental
A isquemia medular é um risco real, que não deve ser minimizado. Nenhuma estratégia garante prevenção absoluta.
O que é endoleak?
Endoleak é a persistência de fluxo fora da endoprótese e dentro do aneurisma.
Mecanismos possíveis
- Falha de vedação nas extremidades da endoprótese
- Fluxo retrógrado por ramos da aorta
- Defeito ou separação de componentes
- Vazamento pelo material do dispositivo
- Pressão persistente no aneurisma sem vazamento claramente visível
Como a conduta é definida
Alguns endoleaks exigem tratamento e outros podem ser acompanhados. O crescimento do saco aneurismático influencia a decisão, e classificação e conduta dependem dos exames de imagem.
Após o procedimento
- Monitoramento circulatório
- Controle da pressão arterial
- Avaliação neurológica
- Avaliação dos pulsos
- Controle do local de acesso
- Acompanhamento da função renal
- Controle da dor
- Mobilização orientada
- Alta conforme a evolução
- Exames de controle
- Acompanhamento de longo prazo
Não é possível prometer alta precoce nem tempo fixo de internação.
TEVAR ou cirurgia aberta?
TEVAR
Menos invasiva e realizada por acesso arterial. Depende de anatomia adequada, exige acompanhamento por imagem e pode necessitar de reintervenção.
Cirurgia aberta
Substitui diretamente o segmento da aorta e exige abordagem torácica, com recuperação diferente. Pode ser necessária em pacientes jovens, doenças genéticas ou anatomias inadequadas, e possui riscos próprios.
A escolha deve considerar anatomia, idade, causa do aneurisma, durabilidade esperada e risco clínico.
Acompanhamento após a TEVAR
- A endoprótese exige vigilância permanente
- Avaliar a presença de endoleaks
- Medir o saco aneurismático
- Verificar a posição e a integridade do dispositivo
- Acompanhar ramos e circulação
- Avaliar sintomas
- A tomografia é frequentemente utilizada
- Ressonância ou outras técnicas podem ser consideradas
- A frequência depende do resultado e do protocolo
O acompanhamento deve continuar mesmo na ausência de sintomas.
Fluxo assistencial
Como a RADAM avalia um aneurisma da aorta torácica
Envio dos exames → classificação do segmento aórtico → avaliação do crescimento e do risco → estudo das zonas de fixação → avaliação dos acessos → discussão endovascular ou cirúrgica → TEVAR quando indicada → monitoramento → acompanhamento permanente.
O envio dos exames não confirma automaticamente indicação ou possibilidade técnica de TEVAR.
Segunda opinião
Um aneurisma da aorta torácica pode ser tratado por endoprótese?
A possibilidade de TEVAR depende da localização, extensão, diâmetro, crescimento, zonas de fixação, artérias de acesso e relação com os ramos da aorta. A RADAM pode revisar os exames e discutir as alternativas endovascular, híbrida ou cirúrgica.
Benefícios potenciais
O que o procedimento pode oferecer
- Exclusão do aneurisma da circulação em pacientes com indicação e anatomia adequada
- Redução da pressão sobre a parede aórtica enfraquecida
- Acesso arterial, sem necessidade de abordagem torácica aberta
- Alternativa à cirurgia aberta em pacientes selecionados
- Planejamento individualizado das zonas de fixação e dos ramos
Riscos e limitações
Riscos possíveis e limitações
Riscos possíveis
- Sangramento
- Hematoma
- Lesão das artérias de acesso
- Dissecção ou ruptura da aorta
- Endoleak
- Migração da endoprótese
- Trombose
- Embolização
- Acidente vascular cerebral
- Isquemia do braço
- Isquemia da medula espinhal
- Fraqueza ou paralisia
- Isquemia intestinal
- Comprometimento renal
- Reação ao contraste
- Infecção
- Necessidade de novo procedimento
- Conversão para cirurgia
- Ruptura posterior
- Complicações graves e risco de morte
A TEVAR é indicada a pacientes selecionados, após avaliação do segmento aórtico envolvido, das zonas de fixação, dos acessos e do risco clínico. A RADAM não possui pronto atendimento, emergência própria nem atendimento 24 horas: suspeita de emergência da aorta exige atendimento hospitalar imediato e não deve aguardar resposta por WhatsApp ou formulário.
Transparência
Limitações do método
- Não existe limite universal de diâmetro que indique tratamento
- A TEVAR convencional não é indicada para todos os segmentos da aorta
- Aneurismas da aorta ascendente, da raiz e do arco frequentemente exigem outra estratégia
- Aneurismas toracoabdominais exigem planejamento específico
- A ausência de zonas adequadas de fixação pode impedir a técnica
- A endoprótese não remove o aneurisma e exige acompanhamento permanente
- A disponibilidade de dispositivos específicos depende de confirmação
Outras possibilidades
Alternativas que podem ser avaliadas
- Acompanhamento por imagem e controle dos fatores de risco em casos selecionados
- Cirurgia aberta da aorta torácica
- Tratamento híbrido com revascularização de ramos
- Endopróteses ramificadas ou fenestradas em centros especializados
Segurança
Sinais de alerta após o procedimento
- Dor intensa no peito ou nas costas
- Desmaio
- Falta de ar
- Fraqueza súbita nas pernas
- Alteração da fala ou da consciência
- Dor abdominal intensa
- Perna fria ou dolorosa
- Sangramento no local do acesso
- Febre persistente
- Piora importante do estado geral
Na presença de qualquer um desses sinais, entre em contato com a equipe ou procure atendimento médico.
Relação clínica
Condições relacionadas
Situações clínicas em que este procedimento pode ser considerado após avaliação médica.
Aneurisma da aorta torácica
Dilatação anormal da aorta em seu trajeto pelo tórax, frequentemente descoberta em exames de imagem. Pertence ao grupo das doenças da aorta.
Ver condiçãoAneurisma
Dilatação anormal de uma artéria que precisa ser avaliada conforme sua localização, dimensões, evolução e risco de complicações.
Ver condiçãoProblemas vasculares
Página de orientação sobre doenças das artérias e das veias — obstruções, tromboses, varizes pélvicas e aneurismas — para ajudar a identificar qual caminho de investigação e tratamento faz sentido para cada situação.
Ver condição
Linha de cuidado
Procedimentos relacionados
Saúde Vascular
Reúne os procedimentos minimamente invasivos usados para tratar artérias e veias por meio de cateteres, com orientação de imagem em tempo real.
Ver procedimentoEmbolização de aneurisma da artéria esplênica
O aneurisma da artéria esplênica é uma dilatação da artéria que leva sangue ao baço e muitas vezes é descoberto por acaso em exames de imagem. Quando existe indicação, o tratamento pode ser feito por cateter, com embolização ou técnicas que buscam preservar o fluxo. Nem todo aneurisma precisa de tratamento imediato: parte dos casos pode ser acompanhada por imagem.
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Ver procedimentoAngioplastia Arterial Periférica
Tratamento minimamente invasivo, feito por cateteres, que pode abrir artérias estreitadas ou obstruídas dos membros e melhorar a circulação em casos selecionados.
Ver procedimento
Procedimento realizado em ambiente hospitalar
Após a avaliação e a indicação, a RADAM participa do planejamento, da coordenação hospitalar e do acompanhamento do paciente.
A TEVAR depende de avaliação presencial, análise detalhada da anatomia aórtica e dos acessos, equipe habilitada, disponibilidade confirmada de dispositivos e estrutura hospitalar com sala de angiografia. A RADAM não declara atendimento 24 horas.
Equipe RADAM
Equipe médica relacionada

Dr. Antônio Oliveira de Araújo
Radiologia Intervencionista • Vascular e Endovascular
- Radiologista IntervencionistaRQE 5333
- Cirurgia Vascular / EndovascularRQE 3517
CRM-AM 6045

Dr. Marcos André Filgueiras Dias
Radiologia Intervencionista • Vascular e Endovascular
- Radiologista IntervencionistaRQE 6404
- Cirurgia Vascular / EndovascularRQE 6389
CRM-AM 7381

Dr. Paulo Inácio Alves Ramos Diniz
Cirurgia Vascular • Angiorradiologia e Cirurgia Endovascular
- Cirurgia VascularRQE 4051
- Angiorradiologia e Cirurgia EndovascularRQE 5409
CRM-AM 7392

Dra. Ruth da Silva Pinheiro
Radiologia Intervencionista • Vascular e Endovascular
- Radiologista IntervencionistaRQE 5659
- Cirurgia Vascular / EndovascularRQE 5633
CRM-AM 8927
Dúvidas comuns
Perguntas frequentes
Para médicos
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Discuta o caso, encaminhe o paciente ou solicite o procedimento pelos fluxos clínicos da RADAM.
Conteúdo revisado por
Dr. Antônio Oliveira de Araújo
Radiologista Intervencionista · Cirurgia Vascular / Endovascular
Mestre em Cirurgia · Professor de Medicina
Membro Titular do CBR–SOBRICE
CRM-AM 6045 | RQE 5333 | RQE 3517
Última revisão clínica: 24/08/2026
Conteúdo em elaboração editorial. As informações desta página serão ampliadas após revisão clínica.
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