RADAM — Radiologia Intervencionista da Amazônia

Intervenções hepatobiliares e portais

Tratamento Endovascular da Síndrome de Budd–Chiari

Estratégias por cateter para a obstrução da saída venosa do fígado

A síndrome de Budd–Chiari ocorre quando a saída do sangue do fígado é obstruída nas veias hepáticas ou em segmentos relacionados da veia cava inferior. O tratamento endovascular pode procurar restaurar essa drenagem ou criar uma nova passagem para aliviar a congestão, conforme a anatomia e a gravidade da doença.

  • Ultrassom
  • Fluoroscopia
  • Angiografia
  • Tomografia

Esta página é informativa. A indicação de qualquer procedimento depende de avaliação médica individual.

Visão geral

O que é a síndrome de Budd–Chiari?

É uma doença vascular rara, em que a saída venosa do fígado fica obstruída. Pode afetar uma ou mais veias hepáticas e pode envolver a veia cava inferior. Com a dificuldade de o sangue sair do fígado, ocorre congestão, que pode causar dor, ascite, aumento do fígado e disfunção hepática. A apresentação pode ser aguda, subaguda ou crônica, e a causa da obstrução precisa ser investigada. Budd–Chiari não é sinônimo de trombose da veia porta.

Modalidades

MODALIDADES DA MESMA ESTRATÉGIA

As técnicas abaixo integram uma mesma estratégia de tratamento e são combinadas conforme a anatomia e a apresentação clínica. Nenhuma delas é necessária em todos os pacientes.

  • Venografia hepática e cavografia

    Estudo por cateter das veias hepáticas e da veia cava inferior, com medição de pressões quando aplicável, para localizar e caracterizar a obstrução.

  • Recanalização de veia hepática

    Tentativa de atravessar, com fios e cateteres, um segmento hepático ocluído, restabelecendo um trajeto para o fluxo.

  • Angioplastia com balão

    Dilatação do segmento estreitado ou recanalizado. Pode ser suficiente em parte dos casos, embora possa ocorrer novo estreitamento.

  • Stent de veia hepática ou de veia cava

    Estrutura implantada para sustentar o trajeto quando o resultado do balão não é considerado suficiente. Exige acompanhamento.

  • Tratamento de membranas da veia cava

    Algumas obstruções correspondem a membranas ou estenoses curtas da veia cava inferior, que podem ser abordadas por balão e, quando necessário, stent.

  • Trombólise e trombectomia

    Consideradas em situações selecionadas, sobretudo em tromboses mais recentes, sempre com análise do risco de sangramento.

  • TIPS

    Comunicação criada entre a circulação portal e a circulação venosa sistêmica, avaliada quando a drenagem direta não é possível ou não controla a doença.

    Ver página
  • DIPS

    Derivação portocava intra-hepática direta, entre a veia porta e a veia cava, considerada em anatomias selecionadas e centros com experiência.

Estas modalidades não são páginas nem tratamentos independentes: integram uma mesma estratégia, definida caso a caso. O TIPS possui página própria e é apresentado aqui apenas na sua relação com a síndrome de Budd–Chiari.

Finalidade

Para que pode ser utilizada

O tratamento endovascular procura melhorar a drenagem do sangue que sai do fígado. Isso pode ocorrer pela reabertura de um segmento obstruído — com recanalização, angioplastia ou stent — ou pela criação de uma nova via de drenagem, como o TIPS. Nenhuma dessas etapas é necessária em todos os casos, e a estratégia integra o tratamento clínico, a anticoagulação quando indicada e a investigação da causa.

  • Aliviar a congestão venosa do fígado
  • Tentar restaurar a drenagem natural quando existe segmento tratável
  • Controlar complicações como ascite e hipertensão portal, em casos selecionados
  • Criar uma nova via de drenagem quando a recanalização não é possível
  • Apoiar a decisão multidisciplinar, incluindo avaliação de transplante

Técnica

Como é realizado

As etapas gerais incluem revisão do quadro e das imagens; definição da estratégia; anestesia e monitorização; acesso venoso; cavografia e/ou venografia hepática; medição de pressões quando aplicável; tentativa de atravessar a obstrução; trombólise ou trombectomia quando indicadas; angioplastia; implantação de stent quando necessária; TIPS ou DIPS quando planejados; verificação do fluxo obtido; retirada dos cateteres; monitorização hospitalar e planejamento do acompanhamento. Nem todas as etapas se aplicam a todos os casos e não existe duração fixa.

  • Acesso: O acesso é venoso e a via depende do objetivo: pode ser jugular, femoral ou combinada, incluindo abordagens trans-hepáticas em situações selecionadas. A escolha considera a anatomia, o local da obstrução e a técnica planejada.
  • Anestesia: Anestesia geral ou outra estratégia anestésica pode ser utilizada, conforme a complexidade e o estado clínico. É necessária monitorização, a internação é esperada e casos graves podem exigir terapia intensiva. O tempo de internação varia e exames laboratoriais e de imagem podem ser repetidos.

Papel da imagem na avaliação e no procedimento

  • Ultrassonografia com Doppler

    Avalia o fluxo das veias hepáticas e da veia cava, orienta a suspeita diagnóstica e é utilizada no acompanhamento.

  • Tomografia e ressonância

    Definem a extensão da obstrução, a circulação colateral e ajudam na diferenciação de outras causas de congestão hepática.

  • Venografia e fluoroscopia

    Durante o procedimento, mapeiam as veias hepáticas e a cava, orientam a passagem pela obstrução e confirmam o fluxo obtido.

Como funciona na RADAM

Etapas do procedimento

  1. 01

    Suspeita de Budd–Chiari

    Sintomas ou alterações de exames que sugerem obstrução da saída venosa do fígado.

  2. 02

    Doppler e estudo vascular

    Confirmação da obstrução das veias hepáticas ou da veia cava por imagem.

  3. 03

    Avaliação hepática

    Função hepática, complicações e repercussão clínica da congestão.

  4. 04

    Investigação hematológica

    Pesquisa das causas trombóticas associadas à doença.

  5. 05

    Tratamento clínico

    Anticoagulação quando indicada e tratamento das complicações, com reavaliação da resposta.

  6. 06

    Discussão multidisciplinar

    Hepatologia, Hematologia, Cirurgia, equipe de transplante e Radiologia Intervencionista.

  7. 07

    Procedimento em casos selecionados

    Angioplastia, stent, trombólise, trombectomia, TIPS ou DIPS, conforme a anatomia.

  8. 08

    Acompanhamento prolongado

    Vigilância do fluxo, do stent ou do shunt e da doença de base, com avaliação de transplante quando necessária.

O fluxo, a anestesia, o ambiente hospitalar e o tempo de recuperação variam conforme o procedimento e as condições do paciente.

Preparo

Como se preparar

  • Levar exames de Doppler, tomografias e ressonâncias
  • Apresentar laudos e relatórios de internações anteriores
  • Informar episódios prévios de trombose
  • Apresentar exames da investigação hematológica, quando já realizados
  • Apresentar a relação de medicamentos em uso
  • Comunicar uso de anticoagulantes e antiagregantes
  • Não suspender medicamentos por conta própria
  • Informar alergia a contraste
  • Informar doença renal
  • Realizar os exames laboratoriais solicitados
  • Seguir a orientação de jejum
  • Comparecer com acompanhante
  • Comunicar febre ou infecção recente

O preparo é individualizado e depende da apresentação clínica, da função hepática e dos tratamentos já realizados. As orientações finais vêm sempre da equipe assistencial.

Depois do procedimento

Recuperação e cuidados

A evolução depende da apresentação, da extensão da obstrução, da função hepática e da resposta ao procedimento. A internação é esperada e o tempo varia; casos graves podem exigir terapia intensiva. Não existe calendário universal de exames de controle: o acompanhamento é definido pela equipe assistencial.

Cuidados posteriores

  • Monitorização do local de acesso
  • Acompanhamento da função hepática
  • Controle da ascite
  • Avaliação de encefalopatia
  • Acompanhamento do fluxo venoso
  • Ultrassonografia com Doppler
  • Tomografia ou ressonância quando indicadas
  • Continuidade dos medicamentos prescritos
  • Acompanhamento hematológico
  • Vigilância do stent ou do shunt
  • Revisão do procedimento se houver suspeita de disfunção
  • Avaliação para transplante quando necessária

Diagnóstico diferencial

O que não é Budd–Chiari?

O diagnóstico depende da localização e da causa da obstrução. Outras doenças podem causar congestão hepática ou hipertensão portal sem obstrução das veias hepáticas.

  • Trombose da veia porta
  • Insuficiência cardíaca com congestão hepática
  • Pericardite constritiva
  • Síndrome de obstrução sinusoidal
  • Doença veno-oclusiva
  • Compressão venosa por tumor
  • Cirrose sem obstrução das veias hepáticas

Budd–Chiari afeta principalmente a saída do sangue do fígado. A trombose portal afeta o fluxo que entra no fígado: são diagnósticos vasculares diferentes.

Mecanismos

Por que a saída do sangue fica obstruída?

Os mecanismos possíveis são variados e frequentemente combinados. A causa precisa ser investigada em cada caso.

  • Trombose
  • Estreitamento
  • Membrana venosa
  • Fibrose
  • Doenças mieloproliferativas
  • Trombofilias
  • Doenças autoimunes
  • Condições hematológicas
  • Fatores hormonais
  • Gravidez ou puerpério
  • Medicamentos em determinados contextos
  • Causas não identificadas

Esta página não estabelece causalidade individual e não atribui automaticamente a doença a nenhum medicamento.

Diagnóstico

Como o diagnóstico é confirmado?

A investigação combina avaliação clínica e exames complementares. A angiografia não é obrigatória para todo diagnóstico.

  • História clínica
  • Exame físico
  • Ultrassonografia com Doppler
  • Tomografia
  • Ressonância
  • Exames da função hepática
  • Avaliação da coagulação
  • Investigação hematológica
  • Estudo das veias hepáticas e da veia cava
  • Venografia em casos selecionados
  • Medição de pressões
  • Biópsia hepática quando necessária

Estratégia

Tratamento em etapas

O tratamento é escalonado. A intervenção endovascular não é a primeira opção universal.

  • Confirmar o diagnóstico
  • Tratar as complicações
  • Iniciar anticoagulação quando indicada
  • Investigar e tratar a causa
  • Considerar recanalização, angioplastia ou stent quando houver obstrução tratável
  • Considerar TIPS quando a drenagem direta não for suficiente ou possível
  • Avaliar transplante quando houver falha das estratégias anteriores ou insuficiência hepática grave

Nem todos os pacientes percorrem todas as etapas. A estratégia depende da apresentação e da resposta.

Seleção

Quando a angioplastia ou o stent podem ser considerados?

  • Obstrução curta
  • Membrana venosa
  • Estenose focal
  • Segmento acessível de veia hepática
  • Obstrução da veia cava inferior
  • Gradiente de pressão relevante no contexto clínico
  • Persistência de congestão apesar do tratamento clínico
  • Anatomia favorável à restauração do fluxo natural

A angioplastia procura ampliar a região estreitada. O stent pode sustentar o trajeto quando o resultado do balão não é suficiente. Nenhum gradiente ou percentual isolado indica automaticamente o procedimento.

Seleção

Quando a trombólise ou a trombectomia podem ser consideradas?

  • Coágulos recentes podem se comportar de forma diferente de obstruções antigas e fibrosadas
  • A trombólise procura dissolver o trombo
  • A trombectomia procura remover parte do coágulo
  • Podem ser associadas à angioplastia
  • O risco de sangramento precisa ser considerado
  • Não são adequadas para todo paciente
  • O tratamento da causa trombótica continua necessário

Esta página não informa medicamentos, doses ou tempo de infusão.

TIPS

Quando o TIPS pode ser utilizado?

  • O TIPS cria uma passagem entre a circulação portal e a circulação venosa sistêmica
  • Pode aliviar a congestão do fígado
  • Pode ser considerado quando a recanalização direta não é possível ou não controla a doença
  • Pode ser avaliado diante de ascite, piora hepática ou hipertensão portal em pacientes selecionados
  • A anatomia das veias hepáticas pode tornar o procedimento mais complexo
  • Acessos alternativos podem ser necessários
  • O acompanhamento do shunt é indispensável

Técnica especializada

O que é DIPS?

  • DIPS é uma derivação portocava intra-hepática direta
  • Conecta diretamente a veia porta à veia cava
  • Pode ser considerada quando as veias hepáticas não oferecem acesso adequado
  • É uma técnica especializada
  • Não é necessária para todo Budd–Chiari
  • A seleção depende da anatomia e da experiência do centro

Comparação

Angioplastia, stent ou TIPS?

Comparação informativa entre estratégias. A escolha é individual.

  • Angioplastia

    Objetivo
    Procura restaurar a drenagem natural
    Considerações
    Utiliza balão e depende de um segmento tratável
  • Stent

    Objetivo
    Mantém aberto o segmento recanalizado
    Considerações
    Pode ser implantado em veia hepática ou cava e exige acompanhamento
  • TIPS ou DIPS

    Objetivo
    Cria uma nova via de drenagem
    Considerações
    Pode ser necessário quando a drenagem natural não pode ser recuperada; possui riscos e acompanhamento próprios

A estratégia mais simples capaz de controlar a doença costuma ser considerada antes de abordagens mais complexas, desde que seja adequada à anatomia e à situação clínica.

Tratamento clínico

Anticoagulação

  • A anticoagulação frequentemente integra o tratamento
  • Pode ser necessária mesmo após a intervenção
  • Doenças trombofílicas podem exigir tratamento prolongado
  • O risco de sangramento precisa ser avaliado
  • A presença de varizes deve ser considerada
  • A adesão ao tratamento é importante
  • Acompanhamento hematológico pode ser necessário

Não inicie, suspenda ou altere anticoagulantes por conta própria. Esta página não informa doses, medicamentos preferenciais ou duração de tratamento.

Causa

Investigação hematológica

A investigação pode incluir a avaliação de condições associadas à trombose, conforme a orientação da equipe assistente.

  • Doenças mieloproliferativas
  • Trombofilias hereditárias
  • Síndrome antifosfolípide
  • Hemoglobinúria paroxística noturna
  • Outras condições hematológicas
  • Fatores adquiridos de trombose

Tratar somente a obstrução, sem investigar a causa, pode deixar o paciente exposto a nova trombose. Nenhum teste é obrigatório para todos os casos.

Avaliação

Avaliação antes do procedimento

  • Ultrassonografia com Doppler
  • Tomografia ou ressonância
  • Localização da obstrução
  • Extensão da doença
  • Avaliação da veia cava
  • Anatomia portal
  • Circulação colateral
  • Função hepática
  • Função renal
  • Coagulação
  • Ascite
  • Encefalopatia
  • Avaliação cardíaca
  • Pesquisa de infecção
  • Investigação hematológica
  • Tratamentos prévios
  • Anticoagulantes em uso
  • Avaliação de transplante quando pertinente
  • Discussão multidisciplinar

Expectativas

O procedimento cura Budd–Chiari?

Não necessariamente.

  • Pode restaurar ou melhorar a drenagem
  • Pode controlar a congestão e as complicações
  • A causa trombótica pode permanecer
  • A anticoagulação pode continuar
  • Reestenose ou nova trombose podem ocorrer
  • A doença hepática já estabelecida pode persistir
  • O acompanhamento prolongado é necessário
  • Alguns pacientes ainda podem precisar de transplante

Fluxo assistencial

Como a avaliação costuma ser organizada

  • Suspeita de Budd–Chiari
  • Doppler e estudo vascular
  • Confirmação da obstrução venosa hepática
  • Avaliação da função hepática
  • Investigação hematológica
  • Anticoagulação e tratamento das complicações
  • Avaliação da resposta
  • Angioplastia ou stent quando a anatomia permitir
  • TIPS ou DIPS quando necessário
  • Transplante em casos selecionados
  • Acompanhamento prolongado

O envio dos exames não confirma o diagnóstico nem a indicação de tratamento endovascular.

Segunda opinião

Qual estratégia pode ser considerada para Budd–Chiari?

A revisão das imagens pode ajudar a identificar onde está a obstrução, se existe uma veia passível de recanalização e se angioplastia, stent, TIPS ou outra estratégia deve integrar a discussão multidisciplinar.

Esta avaliação é eletiva. Dor intensa, aumento rápido do abdome, confusão ou piora da função hepática exigem atendimento imediato.

Riscos e limitações

Riscos possíveis e limitações

Riscos possíveis

  • Hematoma
  • Sangramento
  • Hemorragia interna
  • Lesão vascular
  • Perfuração de veia hepática ou da veia cava
  • Lesão hepática
  • Hemoperitônio
  • Reação ao contraste
  • Alteração da função renal
  • Infecção
  • Arritmia
  • Trombose
  • Embolia
  • Migração do stent
  • Oclusão de ramos venosos
  • Reestenose
  • Trombose do stent
  • Disfunção do TIPS
  • Encefalopatia
  • Sobrecarga cardíaca
  • Piora da função hepática
  • Falha em atravessar a obstrução
  • Necessidade de outro procedimento
  • Necessidade de transplante
  • Eventos graves, inclusive morte

Esta página é informativa e não confirma diagnóstico de síndrome de Budd–Chiari nem indicação de tratamento endovascular. Sintomas isolados não estabelecem o diagnóstico. Dor abdominal intensa, aumento rápido do abdome, icterícia progressiva, sangramento ou alteração da consciência exigem atendimento médico imediato. Não aguarde envio de exames, consulta eletiva ou resposta por mensagem.

Transparência

Limitações do método

  • Não elimina a causa trombótica da doença
  • Não é possível prometer a abertura completa da veia
  • Obstruções crônicas organizadas podem não ser atravessadas
  • A veia, o stent ou o shunt podem ocluir novamente
  • Não substitui a avaliação hepatológica, hematológica ou de transplante
  • Não garante que o transplante será evitado

Outras possibilidades

Alternativas que podem ser avaliadas

  • Anticoagulação e tratamento clínico, conforme avaliação especializada
  • Tratamento das complicações, incluindo controle da ascite
  • Acompanhamento com exames de imagem em casos selecionados
  • TIPS ou DIPS quando indicados
  • Transplante hepático em casos selecionados
  • Tratamento da doença hematológica ou trombofílica de base

Segurança

Sinais de alerta após o procedimento

  • Dor abdominal intensa ou progressiva
  • Aumento rápido do abdome
  • Falta de ar
  • Vômitos persistentes
  • Vômito com sangue
  • Fezes negras
  • Desmaio
  • Confusão mental
  • Sonolência incomum
  • Icterícia de rápida progressão
  • Redução da urina
  • Febre
  • Sangramento
  • Piora rápida do estado geral

Na presença de qualquer um desses sinais, entre em contato com a equipe ou procure atendimento médico.

Relação clínica

Situações clínicas relacionadas

Síndrome de Budd–Chiari, trombose das veias hepáticas, hipertensão portal, ascite, trombofilias, doenças mieloproliferativas, hemoglobinúria paroxística noturna, síndrome antifosfolípide, doença inflamatória intestinal, causas hormonais ou sistêmicas de trombose e insuficiência hepática podem motivar a avaliação. Cirrose, síndrome de obstrução sinusoidal e congestão hepática cardíaca são citadas apenas como diagnósticos diferenciais. A página da condição Síndrome de Budd–Chiari ainda não foi publicada. A presença nesta lista não significa indicação de procedimento.

Linha de cuidado

Conteúdos relacionados

Outras intervenções já publicadas. A recanalização de veia porta e a embolização de veia porta aparecem para diferenciação: tratam o fluxo que entra no fígado, não a sua drenagem.

Procedimento realizado em ambiente hospitalar

Após a avaliação e a indicação, a RADAM participa do planejamento, da coordenação hospitalar e do acompanhamento do paciente.

O tratamento endovascular da síndrome de Budd–Chiari é hospitalar e depende de imagens recentes, avaliação hepatológica, investigação hematológica e discussão multidisciplinar, incluindo a equipe de transplante quando pertinente.

Equipe RADAM

Equipe médica relacionada

  • Dr. Antônio Oliveira de Araújo — RADAM

    Dr. Antônio Oliveira de Araújo

    Radiologia Intervencionista • Vascular e Endovascular

    • Radiologista IntervencionistaRQE 5333
    • Cirurgia Vascular / EndovascularRQE 3517

    CRM-AM 6045

  • Dr. Marcos André Filgueiras Dias — RADAM

    Dr. Marcos André Filgueiras Dias

    Radiologia Intervencionista • Vascular e Endovascular

    • Radiologista IntervencionistaRQE 6404
    • Cirurgia Vascular / EndovascularRQE 6389

    CRM-AM 7381

  • Dra. Ruth da Silva Pinheiro — RADAM

    Dra. Ruth da Silva Pinheiro

    Radiologia Intervencionista • Vascular e Endovascular

    • Radiologista IntervencionistaRQE 5659
    • Cirurgia Vascular / EndovascularRQE 5633

    CRM-AM 8927

  • Dr. Sildomar Queiroz e Silva — RADAM

    Dr. Sildomar Queiroz e Silva

    Neurorradiologia • Radiologia Intervencionista

    • NeurorradiologiaRQE 6537
    • Radiologista IntervencionistaRQE 6192
    • Radiologia e Diagnóstico por ImagemRQE 6191

    CRM-AM 9916

Dúvidas comuns

Perguntas frequentes

Para médicos

Área para médicos

Discuta o caso, encaminhe o paciente ou solicite o procedimento pelos fluxos clínicos da RADAM.

Conteúdo revisado por

  • Dr. Antônio Oliveira de Araújo

    Radiologista Intervencionista · Cirurgia Vascular / Endovascular

    Mestre em Cirurgia · Professor de Medicina

    Membro Titular do CBR–SOBRICE

    CRM-AM 6045 | RQE 5333 | RQE 3517

Conteúdo em elaboração editorial. As informações desta página serão ampliadas após revisão clínica.

Informação responsável

Esta página é informativa e não substitui a consulta médica. A indicação, a técnica, o preparo e a recuperação dependem da avaliação individual de cada caso.

Próximo passo

Precisa avaliar uma obstrução das veias hepáticas?

Envie o Doppler, as tomografias, ressonâncias e informações sobre a investigação hematológica. A avaliação poderá considerar se existe anatomia favorável à recanalização, angioplastia, stent, TIPS ou outra estratégia. Dor intensa, aumento rápido do abdome, icterícia progressiva ou alteração da consciência exigem atendimento emergencial.

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