
Equipe RADAM
Dr. Sildomar Queiroz
Neurorradiologia Intervencionista e Radiologia Intervencionista em Manaus
CRM-AM 9916 · RQE 6191 · RQE 6192 · RQE 6537
O Dr. Sildomar Queiroz atua em Neurorradiologia Intervencionista e Radiologia Intervencionista, com experiência no diagnóstico e no tratamento minimamente invasivo de doenças neurovasculares e de outras condições tratadas por procedimentos guiados por imagem. Sua atuação reúne planejamento por exames de imagem, técnicas endovasculares e acompanhamento multidisciplinar.
Apresentação
Formação em imagem, neurointervenção e procedimentos guiados por imagem
O Dr. Sildomar Queiroz e Silva é médico com formação em Radiologia e Diagnóstico por Imagem, Radiologia Intervencionista e Neurorradiologia Intervencionista. Sua atuação é especialmente voltada aos procedimentos endovasculares para doenças dos vasos cerebrais, como aneurismas cerebrais e outras alterações neurovasculares, além de procedimentos percutâneos guiados por tomografia e outros métodos de imagem.
Na Neurorradiologia Intervencionista, participa da avaliação, do planejamento e do tratamento de condições que podem exigir navegação por cateteres e microcateteres até os vasos intracranianos. Na Radiologia Intervencionista, atua também em procedimentos minimamente invasivos guiados por imagem, integrados à assistência multidisciplinar.
É graduado em Medicina pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM), com residência em Radiologia e Diagnóstico por Imagem na FCECON, em Manaus, residência em Radiologia Intervencionista e Angiorradiologia no Hospital da Restauração, em Recife, e formação em Neurorradiologia Intervencionista Terapêutica no Hospital Nove de Julho, em São Paulo. Possui título de especialista reconhecido pela Associação Médica Brasileira em Radiologia Intervencionista e na área de Neurorradiologia.
CRM-AM 9916
Áreas de atuação
Principais áreas de atuação
Cada área conduz à página correspondente, com explicação do procedimento e das situações em que pode ser avaliado.
Atuação profissional
A atuação reúne interpretação de exames de imagem, definição da estratégia técnica e execução de procedimentos minimamente invasivos.

Avaliação e planejamento
Cada caso é avaliado individualmente, considerando história clínica, exames de imagem e as possibilidades técnicas disponíveis, sempre em conjunto com a equipe assistente.

Neurorradiologia Intervencionista
A Neurorradiologia Intervencionista é o principal campo de atuação do Dr. Sildomar Queiroz: diagnóstico e tratamento endovascular das doenças dos vasos cerebrais, realizados em sala de hemodinâmica, por meio de cateteres e microcateteres navegados até a circulação intracraniana com orientação por imagem.

Tratamento endovascular do aneurisma cerebral
A sequência abaixo ilustra as etapas de avaliação, tratamento e controle no manejo endovascular do aneurisma cerebral. A indicação é individual e depende da avaliação clínica e das características anatômicas de cada caso.



Radiologia Intervencionista guiada por tomografia
Em procedimentos percutâneos, a tomografia computadorizada permite planejar o trajeto, posicionar dispositivos com precisão e acompanhar cada etapa.

Radioablação guiada por imagem
Na radioablação, o aplicador é posicionado no alvo com orientação por imagem e o resultado é acompanhado durante o procedimento. A indicação é definida individualmente, em conjunto com a equipe assistente.


Formação médica
Residência Médica em Radiologia e Diagnóstico por Imagem (2018–2021)
Fundação Centro de Controle de Oncologia do Estado do Amazonas — FCECON, Manaus — AM
Residência Médica em Radiologia Intervencionista e Angiorradiologia (2021–2023)
Hospital da Restauração — HR, Recife — PE
Fellow em Neurorradiologia Intervencionista Terapêutica (2023–2025)
Hospital Nove de Julho — H9J, São Paulo — SP
Graduação em Medicina (2012–2017)
Universidade Federal do Amazonas — UFAM, Manaus — AM, com período sanduíche na Universidade do Porto, Portugal
Títulos e atuação acadêmica
- Título de especialista em Radiologia Intervencionista reconhecido pela AMB-CBR-SOBRICE
- Título na área de Neurorradiologia reconhecido pela AMB-SBN
Produção científica selecionada
Apresentação atípica de tumor de estroma gastrointestinal (GIST) metastático — relato de caso
Revista do Hospital Universitário Getúlio Vargas · 2017
Grau de incapacidade física e limitação de atividade em pacientes pós-alta de hanseníase da antiga área do hospital colônia de Manaus — AM
Apresentação de trabalho em congresso · 2017
Perfil imuno-histoquímico e anatomopatológico do câncer de mama em mulheres acolhidas na FCECON
Anais da 8ª Jornada de Saúde da Amazônia Ocidental — UFAM · 2015
Avaliação do perfil epidemiológico do câncer de mama em mulheres amazônidas tratadas no centro de oncologia da região norte (2008–2012)
Anais do I Seminário Internacional Sociedade e Cultura na Panamazônia · 2014
Avaliação do perfil imuno-histoquímico e anatomopatológico do câncer de mama em mulheres abaixo de 40 anos atendidas no centro de oncologia da região norte (2006–2011)
Anais do Congresso Brasileiro de Clínica Médica · 2013
Participação em eventos científicos
24º Curso de Atualização em Imagem Prof. Feres Secaf
2020
49ª Jornada Paulista de Radiologia
2019
XLVIII Congresso Brasileiro de Radiologia
2019
23º Curso de Atualização em Imagem Prof. Feres Secaf
2019
22º Curso de Atualização em Imagem Prof. Feres Secaf
2018
VIII Congresso Franco-Brasileiro de Oncologia
2014
Procedimentos
Procedimentos relacionados
A indicação de qualquer procedimento depende de avaliação individualizada, revisão dos exames e discussão clínica.
Neurorradiologia
Angiografia medular
Exame invasivo feito por cateter e contraste para estudar em detalhe os vasos da medula e da coluna, quando existe suspeita de fístula ou malformação vascular.
Ver procedimentoAngioplastia Intracraniana
Por meio de cateteres, o médico alcança uma artéria estreitada dentro do crânio e a dilata com um balão, podendo implantar um stent em situações selecionadas. Na aterosclerose intracraniana, o tratamento clínico intensivo costuma ser a primeira estratégia.
Ver procedimentoArteriografia cerebral
Estudo angiográfico diagnóstico dos vasos cerebrais e cervicais, realizado por cateter.
Ver procedimentoCateterismo bilateral dos seios petrosos inferiores
Exame diagnóstico realizado por cateter, que coleta sangue de veias próximas à hipófise e de uma veia periférica para comparar as concentrações de ACTH na investigação do hipercortisolismo.
Ver procedimentoNeurointervenção
Reúne procedimentos realizados por cateter, com imagens em tempo real, para tratar doenças dos vasos do cérebro e do pescoço.
Ver procedimentoTratamento da fístula arteriovenosa dural
Tratamento endovascular transarterial, transvenoso ou combinado da comunicação arteriovenosa localizada na dura-máter, conforme o padrão de drenagem venosa.
Ver procedimentoTratamento da malformação arteriovenosa cerebral
Avaliação e tratamento da MAV cerebral: acompanhamento, embolização endovascular, microcirurgia, radiocirurgia ou estratégia combinada.
Ver procedimentoTratamento endovascular do aneurisma cerebral
O aneurisma cerebral é uma dilatação da parede de uma artéria do cérebro. Parte dos casos pode ser apenas acompanhada; outros podem ser tratados por dentro das artérias, com cateteres e dispositivos, ou por cirurgia.
Ver procedimentoTratamento endovascular do vasoespasmo cerebral
O vasoespasmo cerebral é o estreitamento temporário de artérias do cérebro e pode ocorrer nos dias seguintes a uma hemorragia subaracnóidea. O cuidado começa com monitorização neurológica e medidas clínicas. Em pacientes selecionados com vasoespasmo grave ou persistente, a abordagem endovascular pode utilizar angioplastia com balão, administração intra-arterial de medicamentos ou a combinação das estratégias. Piora neurológica exige avaliação hospitalar imediata.
Ver procedimentoTrombectomia mecânica para AVC
Na trombectomia mecânica, cateteres são conduzidos pelas artérias até o vaso cerebral obstruído para tentar aspirar ou capturar o coágulo e restabelecer o fluxo de sangue. A indicação depende do quadro clínico, do tempo desde o início dos sintomas, da artéria obstruída e dos exames de imagem. Sinais súbitos de AVC exigem atendimento emergencial imediato.
Ver procedimento
Vascular e endovascular
Angioplastia de carótida com implante de stent
Por meio de um cateter introduzido em uma artéria, o médico alcança a carótida e posiciona um stent para manter o vaso aberto em casos selecionados.
Ver procedimentoArteriografia
A arteriografia é um exame de imagem minimamente invasivo que utiliza contraste dentro das artérias para mostrar, em tempo real, a anatomia e o fluxo arterial. Pode ajudar a identificar estreitamentos, obstruções, aneurismas, malformações e circulação colateral, além de orientar o planejamento de tratamentos endovasculares.
Ver procedimentoEmbolização de aneurisma da artéria esplênica
O aneurisma da artéria esplênica é uma dilatação da artéria que leva sangue ao baço e muitas vezes é descoberto por acaso em exames de imagem. Quando existe indicação, o tratamento pode ser feito por cateter, com embolização ou técnicas que buscam preservar o fluxo. Nem todo aneurisma precisa de tratamento imediato: parte dos casos pode ser acompanhada por imagem.
Ver procedimentoEmbolização de aneurisma da artéria renal
O aneurisma da artéria renal é uma dilatação de uma artéria que leva sangue ao rim. Parte dos casos é descoberta por acaso e pode ser acompanhada por imagem; em outros, o tratamento por cateter busca excluir o aneurisma da circulação preservando o maior volume possível de tecido renal. Pseudoaneurismas, que podem surgir após biópsia, cirurgia ou trauma, costumam exigir avaliação mais urgente.
Ver procedimentoFlebografia
A flebografia é um exame de imagem que utiliza contraste dentro das veias para mostrar, em tempo real, o trajeto e o fluxo venoso. Pode ajudar a identificar estreitamentos, obstruções, circulação colateral e refluxo, além de orientar o planejamento de tratamentos endovasculares.
Ver procedimentoFlebografia Pélvica
A flebografia pélvica estuda as veias da pelve com contraste e imagens em tempo real. Pode avaliar veias ilíacas, gonadais e ilíacas internas, além de refluxo venoso, obstruções e redes colaterais, conforme a necessidade clínica de cada caso.
Ver procedimento
Embolizações
Embolização arterial seletiva do priapismo
Tratamento endovascular realizado por acesso vascular, com cateteres finos, para controlar seletivamente o fluxo arterial anormal no priapismo de alto fluxo.
Ver procedimentoEmbolização da Próstata
Tratamento minimamente invasivo por cateteres que reduz a circulação da próstata aumentada, melhorando progressivamente os sintomas urinários.
Ver procedimentoEmbolização de Hemorragia Digestiva
Tratamento por cateteres e microcateteres que alcança os vasos relacionados a um sangramento do trato gastrointestinal e pode interromper o fluxo no segmento planejado.
Ver procedimentoEmbolização de Hemorragias
Tratamento realizado por cateteres para localizar e fechar seletivamente os vasos responsáveis por um sangramento, preservando o máximo possível dos tecidos vizinhos.
Ver procedimentoEmbolização de Miomas Uterinos
Tratamento minimamente invasivo por cateteres que reduz o fluxo sanguíneo dos miomas, sem retirar o útero.
Ver procedimentoEmbolização de Varicocele
Tratamento minimamente invasivo por cateteres dentro das veias, que fecha os vasos com refluxo e redireciona a circulação para vias venosas saudáveis.
Ver procedimentoEmbolização de Varizes Pélvicas
Tratamento minimamente invasivo por cateteres dentro das veias, que fecha seletivamente os vasos pélvicos com refluxo e redireciona a circulação para vias venosas saudáveis.
Ver procedimentoEmbolização esplênica parcial
Procedimento minimamente invasivo em que, por cateteres introduzidos nos vasos sanguíneos, parte da circulação do baço é reduzida de maneira controlada. Pode ser considerado em pacientes selecionados com hiperesplenismo associado a alterações persistentes das células do sangue, como a plaquetopenia.
Ver procedimentoEmbolizações
Tratamento minimamente invasivo feito por dentro dos vasos sanguíneos, em que cateteres levam materiais específicos até o vaso relacionado ao problema.
Ver procedimento
Oncologia intervencionista
Ablação de Nódulo da Tireoide
Procedimento realizado por uma pequena punção, no qual uma agulha especial é posicionada dentro do nódulo com orientação da ultrassonografia e a energia é aplicada de forma controlada, buscando reduzir progressivamente o volume do nódulo.
Ver procedimentoAblação Percutânea de Tumor do Fígado
Tratamento em que uma agulha-aplicador é posicionada dentro do tumor do fígado, com orientação por imagem, para destruir o tecido-alvo com calor ou frio, sem cortes cirúrgicos.
Ver procedimentoAblação Percutânea de Tumor do Pulmão
Tratamento em que aplicadores são posicionados dentro do tumor pulmonar, com orientação por tomografia, para destruir o tecido-alvo por calor ou congelamento, preservando o máximo possível do pulmão.
Ver procedimentoAblação Percutânea de Tumor do Rim
Tratamento em que aplicadores são posicionados dentro do tumor renal, com orientação por imagem, para destruir o tecido-alvo por congelamento ou calor, preservando o máximo possível do rim.
Ver procedimentoAblação Percutânea de Tumor Ósseo
Tratamento em que aplicadores são posicionados dentro da lesão óssea, com orientação da tomografia, para destruir o tecido-alvo com calor ou congelamento, buscando controle local do tumor e alívio da dor.
Ver procedimentoAblações Percutâneas de Tumores
Tratamento em que agulhas ou aplicadores são posicionados diretamente no tumor, com orientação por imagem, para destruir o tecido-alvo com calor, frio ou outras formas de energia.
Ver procedimentoEmbolização de Nasoangiofibroma Juvenil
Procedimento por cateter realizado antes da cirurgia para reduzir seletivamente a vascularização do nasoangiofibroma juvenil em casos selecionados.
Ver procedimentoEmbolização de Tumor Neuroendócrino
Tratamento por cateter que reduz seletivamente o fluxo de tumores neuroendócrinos hipervasculares, principalmente quando comprometem o fígado, em casos selecionados.
Ver procedimentoEmbolização Tumoral
Tratamento por cateter que reduz seletivamente a circulação que alimenta um tumor, com objetivo terapêutico, pré-operatório ou de alívio de sintomas.
Ver procedimentoNeurólise do plexo celíaco
Técnica minimamente invasiva, guiada por tomografia, que pode ser avaliada para o controle da dor visceral do abdome superior relacionada ao câncer.
Ver procedimentoOncologia Intervencionista
Tratamentos do câncer realizados por agulhas e cateteres, com orientação por imagem, em conjunto com a equipe oncológica.
Ver procedimentoQuimioembolização Hepática
Tratamento por cateteres que leva o medicamento diretamente às artérias relacionadas ao tumor do fígado e reduz seletivamente sua circulação.
Ver procedimentoQuimioterapia Intra-Arterial Hepática
Tratamento por cateter que leva o medicamento diretamente pela circulação arterial do fígado, dentro de um plano oncológico integrado.
Ver procedimentoRadioembolização com Ítrio-90
Tratamento por cateter em que microesferas com material radioativo são levadas até o território do tumor no fígado.
Ver procedimento
Biópsias
Biópsia de Linfonodo Guiada por Imagem
Procedimento que retira células ou pequenos fragmentos de um linfonodo aumentado ou de características indeterminadas, com orientação por ultrassonografia ou tomografia.
Ver procedimentoBiópsia de Mama
Coleta de células ou pequenos fragmentos de um nódulo ou de outra alteração da mama, com orientação por imagem em tempo real.
Ver procedimentoBiópsia de Próstata
Coleta de pequenos fragmentos da próstata para análise laboratorial, com orientação por ultrassonografia e planejamento apoiado na ressonância multiparamétrica.
Ver procedimentoBiópsia de Tumor ou Lesão Expansiva
Coleta de amostra de tumores, massas ou lesões expansivas profundas do tórax, abdome, retroperitônio ou pelve, com trajeto planejado por tomografia ou ultrassonografia.
Ver procedimentoBiópsia do fígado
Procedimento guiado por imagem que permite retirar uma pequena amostra do fígado para ajudar no diagnóstico de diferentes alterações.
Ver procedimentoBiópsia do pâncreas
Procedimento que retira uma pequena amostra de uma lesão do pâncreas para análise laboratorial, com trajeto planejado por tomografia ou ultrassonografia.
Ver procedimentoBiópsia do pulmão
Procedimento guiado por tomografia que retira uma pequena amostra de um nódulo ou de outra alteração do pulmão para análise laboratorial.
Ver procedimentoBiópsia do rim
Procedimento guiado por imagem que permite retirar uma pequena amostra do rim para investigar uma lesão ou determinadas alterações do órgão.
Ver procedimentoBiópsia Óssea Guiada por Imagem
Procedimento que retira uma pequena amostra de uma alteração localizada no osso, com trajeto planejado por tomografia para investigar tumores, infecções e outras doenças ósseas.
Ver procedimentoBiópsias guiadas por imagem
Procedimento minimamente invasivo em que uma pequena amostra de tecido é retirada com orientação de imagem em tempo real.
Ver procedimentoPAAF de Tireoide
Punção com agulha fina que retira células de um nódulo da tireoide para análise, com o nódulo visualizado em tempo real pelo ultrassom.
Ver procedimento
Drenagens
Colecistostomia Percutânea
Quando a vesícula está inflamada ou infeccionada e a cirurgia imediata não é possível ou não é considerada segura, pode ser possível drenar a vesícula com um cateter colocado através da pele, com orientação por imagem. A drenagem pode ser temporária e não elimina automaticamente a necessidade de tratamento definitivo.
Ver procedimentoDrenagem Biliar Percutânea
Quando a passagem da bile está bloqueada ou alterada, pode ser possível criar uma via de saída para a bile através da pele e do fígado, com orientação por imagem. O procedimento pode utilizar um cateter externo, interno-externo ou, em situações selecionadas, um stent. A escolha depende da causa, da anatomia, da condição clínica e da possibilidade de tratamento endoscópico ou cirúrgico.
Ver procedimentoDrenagem Percutânea de Abscessos e Coleções
Abscessos e algumas coleções podem ser acessados através da pele com orientação por ultrassonografia ou tomografia. O conteúdo pode ser aspirado ou drenado por um cateter, conforme a localização, a consistência e a causa da alteração. A necessidade do procedimento é definida pela avaliação conjunta do quadro clínico, dos exames laboratoriais e das imagens.
Ver procedimentoDrenagem Percutânea de Coleções Pancreáticas
Depois de uma pancreatite, podem surgir coleções ao redor do pâncreas. Algumas contêm principalmente líquido; outras têm tecido necrótico, debris ou infecção. Muitas desaparecem sem intervenção. Quando a drenagem é necessária, a escolha entre abordagem percutânea, endoscópica ou cirúrgica depende da fase da doença, do conteúdo, da anatomia e da condição clínica.
Ver procedimentoDrenagem Pleural Guiada por Imagem
O espaço pleural é uma região fina entre o pulmão e a parede do tórax. Quando líquido ou ar se acumulam nesse espaço, pode ser possível retirar o conteúdo por punção ou por um cateter, com orientação por imagem. A necessidade e o tipo de drenagem dependem da causa, dos sintomas e das características observadas.
Ver procedimentoDrenagens Percutâneas Guiadas por Imagem
Algumas coleções de líquido, pus, bile, urina ou ar podem ser acessadas por meio de punção e cateter, utilizando imagens para planejar um trajeto seguro. Em alguns casos a aspiração é suficiente; em outros, um cateter precisa permanecer temporariamente. A indicação depende da causa, da localização, dos sintomas e das condições clínicas de cada paciente.
Ver procedimentoNefrostomia Percutânea
Quando a urina não consegue sair do rim, pode ser possível colocar um cateter fino através da pele, com orientação por imagem, para drenar a urina. A drenagem alivia a pressão em situações selecionadas, mas não trata por si só a causa da obstrução.
Ver procedimento
Fígado e vias biliares
Embolização de Veia Porta Pré-operatória
Antes de algumas cirurgias em que é necessário retirar grande parte do fígado, a parte que vai permanecer pode ser considerada pequena. A embolização portal fecha, por dentro dos vasos, ramos da veia porta do lado que será retirado, redirecionando o fluxo para o lado que ficará e estimulando o seu crescimento. É uma estratégia de preparação: não trata o tumor e não confirma que a cirurgia será possível.
Ver procedimentoRecanalização de Veia Porta
A veia porta leva ao fígado o sangue que vem do intestino, do baço e de outros órgãos abdominais. Quando um segmento está estreitado ou obstruído, técnicas realizadas por cateter podem tentar reabrir esse trajeto, com balão, stent, retirada de coágulo ou estratégias combinadas. A existência de trombose ou estreitamento portal não determina automaticamente a necessidade de intervenção.
Ver procedimentoTIPS — Shunt Portossistêmico Intra-hepático
Quando a pressão do sangue que passa pelo fígado fica muito alta, podem surgir complicações como sangramento por varizes e acúmulo de líquido no abdome. O TIPS cria, por dentro das veias, um caminho alternativo mantido por um stent, o que pode reduzir essa pressão. A indicação depende da causa, da função do fígado e da avaliação de uma equipe multidisciplinar.
Ver procedimentoTratamento Endovascular da Síndrome de Budd–Chiari
Na síndrome de Budd–Chiari, a saída do sangue do fígado fica obstruída nas veias hepáticas ou em segmentos relacionados da veia cava inferior. Técnicas realizadas por cateter podem tentar reabrir esse trajeto — com balão, stent, retirada de coágulo — ou criar uma nova via de drenagem, como o TIPS. A estratégia é escalonada e depende da anatomia, da causa da trombose e da resposta ao tratamento clínico.
Ver procedimento
Tratamento para
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Nem todo paciente é candidato aos procedimentos citados. Cada caso é avaliado de forma individualizada.
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A equipe da RADAM pode avaliar seus exames e informações clínicas para orientar os próximos passos e discutir as possibilidades de tratamento.

