
Equipe RADAM
Dra. Ruth da Silva Pinheiro
Radiologista Intervencionista e Cirurgiã Vascular
CRM-AM 8927 | RQE 5659 | RQE 5633
Atua em procedimentos minimamente invasivos guiados por imagem, com formação em Cirurgia Geral, Cirurgia Vascular e Radiologia Intervencionista.
Apresentação
Formação integrada em cirurgia vascular e radiologia intervencionista
A Dra. Ruth da Silva Pinheiro é médica com formação em Cirurgia Geral, Cirurgia Vascular e Radiologia Intervencionista. Sua atuação reúne procedimentos endovasculares por cateter e intervenções percutâneas orientadas por ultrassonografia, tomografia e fluoroscopia.
Entre as áreas relacionadas à sua prática estão embolizações, ablações percutâneas, biópsias guiadas por imagem, tratamentos vasculares e procedimentos hepatobiliares e portais. A indicação de cada técnica depende da avaliação individual, dos exames e da discussão com as demais especialidades envolvidas.
Sua produção acadêmica registrada na Plataforma Lattes inclui a organização de livro e capítulos em Cirurgia Geral, além da participação em congressos da Sociedade Brasileira de Radiologia Intervencionista e Cirurgia Endovascular com trabalhos em temas vasculares, oncológicos e guiados por imagem.
CRM-AM 8927
Áreas de atuação
Principais áreas de atuação
Cada área conduz à página correspondente, com explicação do procedimento e das situações em que pode ser avaliado.
Perfil profissional

Atuação em hemodinâmica
Procedimentos endovasculares utilizam cateteres e orientação por imagem em sala de hemodinâmica, conforme o planejamento de cada caso.

Procedimentos percutâneos guiados por imagem
A tomografia e outros métodos de imagem ajudam a planejar o trajeto e acompanhar o posicionamento dos instrumentos durante procedimentos percutâneos.

Atuação em ablação percutânea
Nas ablações, aplicadores são posicionados no alvo com orientação por imagem. A técnica e a indicação são definidas individualmente e em integração com a equipe assistente.



Atualização científica
A participação em encontros científicos integra a atualização profissional em Radiologia Intervencionista e Oncologia Intervencionista.

Formação médica
Graduação em Medicina (2010–2015)
Escola Superior de Ciências da Saúde
Residência Médica em Cirurgia Geral (2016–2018)
Fundação Hospital Adriano Jorge
Residência Médica em Cirurgia Vascular (2019–2021)
Real Hospital Português de Beneficência em Pernambuco
Residência Médica em Radiologia Intervencionista (2021–2023)
Real Hospital Português de Beneficência em Pernambuco
Títulos e atuação acadêmica
- Organizadora do livro Casos clínicos em Cirurgia Geral (Publit, 2018)
- Participação em congressos da SOBRICE com trabalhos em embolização, ablação, TIPS e procedimentos vasculares guiados por imagem
Produção científica selecionada
Casos clínicos em Cirurgia Geral
Livro organizado — Publit · 2018
Diverticulite aguda
Capítulo de Casos clínicos em Cirurgia Geral · 2018
Pseudocisto pancreático
Capítulo de Casos clínicos em Cirurgia Geral · 2018
Lesões iatrogênicas de via biliar
Capítulo de Casos clínicos em Cirurgia Geral · 2018
Procedimentos
Procedimentos relacionados
A indicação de qualquer procedimento depende de avaliação individualizada, revisão dos exames e discussão clínica.
Vascular e endovascular
Angioplastia Arterial Periférica
Tratamento minimamente invasivo, feito por cateteres, que pode abrir artérias estreitadas ou obstruídas dos membros e melhorar a circulação em casos selecionados.
Ver procedimentoAngioplastia de carótida com implante de stent
Por meio de um cateter introduzido em uma artéria, o médico alcança a carótida e posiciona um stent para manter o vaso aberto em casos selecionados.
Ver procedimentoArteriografia
A arteriografia é um exame de imagem minimamente invasivo que utiliza contraste dentro das artérias para mostrar, em tempo real, a anatomia e o fluxo arterial. Pode ajudar a identificar estreitamentos, obstruções, aneurismas, malformações e circulação colateral, além de orientar o planejamento de tratamentos endovasculares.
Ver procedimentoArteriografia de Membro Inferior
A arteriografia de membro inferior estuda as artérias das pernas e dos pés com contraste e imagens em tempo real. Pode mostrar pontos de estreitamento, segmentos obstruídos, circulação colateral e o fluxo até o pé, auxiliando o planejamento de tratamentos endovasculares quando indicados.
Ver procedimentoEmbolização de aneurisma da artéria esplênica
O aneurisma da artéria esplênica é uma dilatação da artéria que leva sangue ao baço e muitas vezes é descoberto por acaso em exames de imagem. Quando existe indicação, o tratamento pode ser feito por cateter, com embolização ou técnicas que buscam preservar o fluxo. Nem todo aneurisma precisa de tratamento imediato: parte dos casos pode ser acompanhada por imagem.
Ver procedimentoEmbolização de aneurisma da artéria renal
O aneurisma da artéria renal é uma dilatação de uma artéria que leva sangue ao rim. Parte dos casos é descoberta por acaso e pode ser acompanhada por imagem; em outros, o tratamento por cateter busca excluir o aneurisma da circulação preservando o maior volume possível de tecido renal. Pseudoaneurismas, que podem surgir após biópsia, cirurgia ou trauma, costumam exigir avaliação mais urgente.
Ver procedimentoEmbolização de malformação arteriovenosa periférica
Tratamento endovascular ou percutâneo das comunicações vasculares anormais de malformações arteriovenosas periféricas, em casos selecionados e por etapas quando necessário.
Ver procedimentoEndarterectomia de carótida
Por uma incisão no pescoço, a artéria carótida é aberta para retirada da placa que reduz a passagem do sangue, com reconstrução do vaso ao final.
Ver procedimentoFlebografia
A flebografia é um exame de imagem que utiliza contraste dentro das veias para mostrar, em tempo real, o trajeto e o fluxo venoso. Pode ajudar a identificar estreitamentos, obstruções, circulação colateral e refluxo, além de orientar o planejamento de tratamentos endovasculares.
Ver procedimentoFlebografia Pélvica
A flebografia pélvica estuda as veias da pelve com contraste e imagens em tempo real. Pode avaliar veias ilíacas, gonadais e ilíacas internas, além de refluxo venoso, obstruções e redes colaterais, conforme a necessidade clínica de cada caso.
Ver procedimentoImplante de filtro de veia cava
Implante de filtro na veia cava, acompanhamento e possível retirada endovascular, em situações clínicas selecionadas.
Ver procedimentoSaúde Vascular
Reúne os procedimentos minimamente invasivos usados para tratar artérias e veias por meio de cateteres, com orientação de imagem em tempo real.
Ver procedimentoStent de veia ilíaca
Quando uma veia ilíaca está comprimida ou obstruída e existem sintomas como inchaço persistente, dor, peso na perna ou alterações da pele, o stent venoso pode ser considerado para manter a veia aberta. Uma compressão vista em exame, sem sintomas, geralmente não precisa de tratamento.
Ver procedimentoTratamento da síndrome pós-trombótica
Recanalização venosa e implante de stent em sequelas crônicas selecionadas de trombose venosa profunda.
Ver procedimentoTratamento endovascular da trombose venosa
A anticoagulação é a base do tratamento da maioria das tromboses venosas profundas. Em casos selecionados — trombose iliofemoral extensa, sintomas importantes ou risco para o membro — o trombo pode ser removido ou dissolvido por cateter, com angioplastia e stent quando existe obstrução venosa relevante.
Ver procedimentoTratamento Endovascular do Aneurisma da Aorta Abdominal
O aneurisma da aorta abdominal é uma dilatação anormal da maior artéria do organismo em seu trajeto pelo abdome. Quando existe indicação e anatomia adequada, o aneurisma pode ser tratado com uma endoprótese introduzida pelas artérias femorais, técnica conhecida como EVAR. Parte dos casos é acompanhada por imagem, e algumas anatomias exigem técnicas complexas, tratamento híbrido ou cirurgia aberta.
Ver procedimentoTratamento Endovascular do Aneurisma da Aorta Torácica
O aneurisma da aorta torácica é uma dilatação anormal da maior artéria do corpo em seu trajeto pelo tórax. Quando existe indicação e anatomia adequada, o segmento doente da aorta descendente pode ser tratado com uma endoprótese introduzida por cateter, técnica conhecida como TEVAR. Parte dos casos, porém, é acompanhada por imagem, e algumas anatomias exigem cirurgia aberta, tratamento híbrido ou dispositivos planejados em centros especializados.
Ver procedimentoTratamento Endovascular do Pé Diabético
Quando falta circulação no pé, a angioplastia pode abrir artérias estreitadas ou obstruídas e melhorar o fluxo de sangue. É apenas uma parte do tratamento, que também exige controle do diabetes, combate à infecção, cuidados da ferida e retirada da pressão sobre o pé.
Ver procedimentoTrombectomia Arterial Periférica
Quando um coágulo bloqueia de repente a circulação de um braço ou de uma perna, dispositivos conduzidos por cateter podem aspirar ou retirar o trombo e restaurar o fluxo. A isquemia aguda do membro é uma emergência e exige atendimento hospitalar imediato.
Ver procedimentoTrombólise Arterial por Cateter
Quando um coágulo bloqueia uma artéria, um cateter pode ser posicionado dentro do trombo para administrar o medicamento que o dissolve, com monitoramento hospitalar durante a infusão. Sinais de isquemia aguda exigem atendimento imediato em serviço de urgência.
Ver procedimento
Embolizações
Embolização arterial seletiva do priapismo
Tratamento endovascular realizado por acesso vascular, com cateteres finos, para controlar seletivamente o fluxo arterial anormal no priapismo de alto fluxo.
Ver procedimentoEmbolização da Próstata
Tratamento minimamente invasivo por cateteres que reduz a circulação da próstata aumentada, melhorando progressivamente os sintomas urinários.
Ver procedimentoEmbolização de Hemorragia Digestiva
Tratamento por cateteres e microcateteres que alcança os vasos relacionados a um sangramento do trato gastrointestinal e pode interromper o fluxo no segmento planejado.
Ver procedimentoEmbolização de Hemorragias
Tratamento realizado por cateteres para localizar e fechar seletivamente os vasos responsáveis por um sangramento, preservando o máximo possível dos tecidos vizinhos.
Ver procedimentoEmbolização de Miomas Uterinos
Tratamento minimamente invasivo por cateteres que reduz o fluxo sanguíneo dos miomas, sem retirar o útero.
Ver procedimentoEmbolização de Varicocele
Tratamento minimamente invasivo por cateteres dentro das veias, que fecha os vasos com refluxo e redireciona a circulação para vias venosas saudáveis.
Ver procedimentoEmbolização de Varizes Pélvicas
Tratamento minimamente invasivo por cateteres dentro das veias, que fecha seletivamente os vasos pélvicos com refluxo e redireciona a circulação para vias venosas saudáveis.
Ver procedimentoEmbolização esplênica parcial
Procedimento minimamente invasivo em que, por cateteres introduzidos nos vasos sanguíneos, parte da circulação do baço é reduzida de maneira controlada. Pode ser considerado em pacientes selecionados com hiperesplenismo associado a alterações persistentes das células do sangue, como a plaquetopenia.
Ver procedimentoEmbolizações
Tratamento minimamente invasivo feito por dentro dos vasos sanguíneos, em que cateteres levam materiais específicos até o vaso relacionado ao problema.
Ver procedimento
Oncologia intervencionista
Ablação de Nódulo da Tireoide
Procedimento realizado por uma pequena punção, no qual uma agulha especial é posicionada dentro do nódulo com orientação da ultrassonografia e a energia é aplicada de forma controlada, buscando reduzir progressivamente o volume do nódulo.
Ver procedimentoAblação Percutânea de Tumor do Fígado
Tratamento em que uma agulha-aplicador é posicionada dentro do tumor do fígado, com orientação por imagem, para destruir o tecido-alvo com calor ou frio, sem cortes cirúrgicos.
Ver procedimentoAblação Percutânea de Tumor do Pulmão
Tratamento em que aplicadores são posicionados dentro do tumor pulmonar, com orientação por tomografia, para destruir o tecido-alvo por calor ou congelamento, preservando o máximo possível do pulmão.
Ver procedimentoAblação Percutânea de Tumor do Rim
Tratamento em que aplicadores são posicionados dentro do tumor renal, com orientação por imagem, para destruir o tecido-alvo por congelamento ou calor, preservando o máximo possível do rim.
Ver procedimentoAblação Percutânea de Tumor Ósseo
Tratamento em que aplicadores são posicionados dentro da lesão óssea, com orientação da tomografia, para destruir o tecido-alvo com calor ou congelamento, buscando controle local do tumor e alívio da dor.
Ver procedimentoAblações Percutâneas de Tumores
Tratamento em que agulhas ou aplicadores são posicionados diretamente no tumor, com orientação por imagem, para destruir o tecido-alvo com calor, frio ou outras formas de energia.
Ver procedimentoEmbolização de Nasoangiofibroma Juvenil
Procedimento por cateter realizado antes da cirurgia para reduzir seletivamente a vascularização do nasoangiofibroma juvenil em casos selecionados.
Ver procedimentoEmbolização de Tumor Neuroendócrino
Tratamento por cateter que reduz seletivamente o fluxo de tumores neuroendócrinos hipervasculares, principalmente quando comprometem o fígado, em casos selecionados.
Ver procedimentoEmbolização Tumoral
Tratamento por cateter que reduz seletivamente a circulação que alimenta um tumor, com objetivo terapêutico, pré-operatório ou de alívio de sintomas.
Ver procedimentoNeurólise do plexo celíaco
Técnica minimamente invasiva, guiada por tomografia, que pode ser avaliada para o controle da dor visceral do abdome superior relacionada ao câncer.
Ver procedimentoOncologia Intervencionista
Tratamentos do câncer realizados por agulhas e cateteres, com orientação por imagem, em conjunto com a equipe oncológica.
Ver procedimentoQuimioembolização Hepática
Tratamento por cateteres que leva o medicamento diretamente às artérias relacionadas ao tumor do fígado e reduz seletivamente sua circulação.
Ver procedimentoQuimioterapia Intra-Arterial Hepática
Tratamento por cateter que leva o medicamento diretamente pela circulação arterial do fígado, dentro de um plano oncológico integrado.
Ver procedimentoRadioembolização com Ítrio-90
Tratamento por cateter em que microesferas com material radioativo são levadas até o território do tumor no fígado.
Ver procedimento
Biópsias
Biópsia de Linfonodo Guiada por Imagem
Procedimento que retira células ou pequenos fragmentos de um linfonodo aumentado ou de características indeterminadas, com orientação por ultrassonografia ou tomografia.
Ver procedimentoBiópsia de Mama
Coleta de células ou pequenos fragmentos de um nódulo ou de outra alteração da mama, com orientação por imagem em tempo real.
Ver procedimentoBiópsia de Próstata
Coleta de pequenos fragmentos da próstata para análise laboratorial, com orientação por ultrassonografia e planejamento apoiado na ressonância multiparamétrica.
Ver procedimentoBiópsia de Tumor ou Lesão Expansiva
Coleta de amostra de tumores, massas ou lesões expansivas profundas do tórax, abdome, retroperitônio ou pelve, com trajeto planejado por tomografia ou ultrassonografia.
Ver procedimentoBiópsia do fígado
Procedimento guiado por imagem que permite retirar uma pequena amostra do fígado para ajudar no diagnóstico de diferentes alterações.
Ver procedimentoBiópsia do pâncreas
Procedimento que retira uma pequena amostra de uma lesão do pâncreas para análise laboratorial, com trajeto planejado por tomografia ou ultrassonografia.
Ver procedimentoBiópsia do pulmão
Procedimento guiado por tomografia que retira uma pequena amostra de um nódulo ou de outra alteração do pulmão para análise laboratorial.
Ver procedimentoBiópsia do rim
Procedimento guiado por imagem que permite retirar uma pequena amostra do rim para investigar uma lesão ou determinadas alterações do órgão.
Ver procedimentoBiópsia Óssea Guiada por Imagem
Procedimento que retira uma pequena amostra de uma alteração localizada no osso, com trajeto planejado por tomografia para investigar tumores, infecções e outras doenças ósseas.
Ver procedimentoBiópsias guiadas por imagem
Procedimento minimamente invasivo em que uma pequena amostra de tecido é retirada com orientação de imagem em tempo real.
Ver procedimentoPAAF de Tireoide
Punção com agulha fina que retira células de um nódulo da tireoide para análise, com o nódulo visualizado em tempo real pelo ultrassom.
Ver procedimento
Drenagens
Colecistostomia Percutânea
Quando a vesícula está inflamada ou infeccionada e a cirurgia imediata não é possível ou não é considerada segura, pode ser possível drenar a vesícula com um cateter colocado através da pele, com orientação por imagem. A drenagem pode ser temporária e não elimina automaticamente a necessidade de tratamento definitivo.
Ver procedimentoDrenagem Biliar Percutânea
Quando a passagem da bile está bloqueada ou alterada, pode ser possível criar uma via de saída para a bile através da pele e do fígado, com orientação por imagem. O procedimento pode utilizar um cateter externo, interno-externo ou, em situações selecionadas, um stent. A escolha depende da causa, da anatomia, da condição clínica e da possibilidade de tratamento endoscópico ou cirúrgico.
Ver procedimentoDrenagem Percutânea de Abscessos e Coleções
Abscessos e algumas coleções podem ser acessados através da pele com orientação por ultrassonografia ou tomografia. O conteúdo pode ser aspirado ou drenado por um cateter, conforme a localização, a consistência e a causa da alteração. A necessidade do procedimento é definida pela avaliação conjunta do quadro clínico, dos exames laboratoriais e das imagens.
Ver procedimentoDrenagem Percutânea de Coleções Pancreáticas
Depois de uma pancreatite, podem surgir coleções ao redor do pâncreas. Algumas contêm principalmente líquido; outras têm tecido necrótico, debris ou infecção. Muitas desaparecem sem intervenção. Quando a drenagem é necessária, a escolha entre abordagem percutânea, endoscópica ou cirúrgica depende da fase da doença, do conteúdo, da anatomia e da condição clínica.
Ver procedimentoDrenagem Pleural Guiada por Imagem
O espaço pleural é uma região fina entre o pulmão e a parede do tórax. Quando líquido ou ar se acumulam nesse espaço, pode ser possível retirar o conteúdo por punção ou por um cateter, com orientação por imagem. A necessidade e o tipo de drenagem dependem da causa, dos sintomas e das características observadas.
Ver procedimentoDrenagens Percutâneas Guiadas por Imagem
Algumas coleções de líquido, pus, bile, urina ou ar podem ser acessadas por meio de punção e cateter, utilizando imagens para planejar um trajeto seguro. Em alguns casos a aspiração é suficiente; em outros, um cateter precisa permanecer temporariamente. A indicação depende da causa, da localização, dos sintomas e das condições clínicas de cada paciente.
Ver procedimentoNefrostomia Percutânea
Quando a urina não consegue sair do rim, pode ser possível colocar um cateter fino através da pele, com orientação por imagem, para drenar a urina. A drenagem alivia a pressão em situações selecionadas, mas não trata por si só a causa da obstrução.
Ver procedimento
Fígado e vias biliares
Embolização de Veia Porta Pré-operatória
Antes de algumas cirurgias em que é necessário retirar grande parte do fígado, a parte que vai permanecer pode ser considerada pequena. A embolização portal fecha, por dentro dos vasos, ramos da veia porta do lado que será retirado, redirecionando o fluxo para o lado que ficará e estimulando o seu crescimento. É uma estratégia de preparação: não trata o tumor e não confirma que a cirurgia será possível.
Ver procedimentoRecanalização de Veia Porta
A veia porta leva ao fígado o sangue que vem do intestino, do baço e de outros órgãos abdominais. Quando um segmento está estreitado ou obstruído, técnicas realizadas por cateter podem tentar reabrir esse trajeto, com balão, stent, retirada de coágulo ou estratégias combinadas. A existência de trombose ou estreitamento portal não determina automaticamente a necessidade de intervenção.
Ver procedimentoTIPS — Shunt Portossistêmico Intra-hepático
Quando a pressão do sangue que passa pelo fígado fica muito alta, podem surgir complicações como sangramento por varizes e acúmulo de líquido no abdome. O TIPS cria, por dentro das veias, um caminho alternativo mantido por um stent, o que pode reduzir essa pressão. A indicação depende da causa, da função do fígado e da avaliação de uma equipe multidisciplinar.
Ver procedimentoTratamento Endovascular da Síndrome de Budd–Chiari
Na síndrome de Budd–Chiari, a saída do sangue do fígado fica obstruída nas veias hepáticas ou em segmentos relacionados da veia cava inferior. Técnicas realizadas por cateter podem tentar reabrir esse trajeto — com balão, stent, retirada de coágulo — ou criar uma nova via de drenagem, como o TIPS. A estratégia é escalonada e depende da anatomia, da causa da trombose e da resposta ao tratamento clínico.
Ver procedimento
Acessos vasculares
Acesso Vascular
O acesso vascular é a via criada para administrar medicamentos, quimioterapia, antibióticos, nutrição e outras terapias diretamente na circulação, além de permitir a realização de hemodiálise. A escolha do dispositivo depende do tratamento, da duração prevista, da frequência de uso e das condições das veias.
Ver procedimentoImplante de cateter venoso central totalmente implantável (Port-a-Cath)
O Port-a-Cath, também chamado popularmente de Portocath ou cateter implantável, é um cateter venoso central conectado a um pequeno reservatório colocado sob a pele. Ele facilita a aplicação de medicamentos em tratamentos intravenosos prolongados, como a quimioterapia, e a coleta de exames de sangue.
Ver procedimentoImplante de cateter venoso central tunelizado
O cateter venoso central tunelizado entra em uma veia central, percorre um pequeno trajeto sob a pele e apresenta uma parte externa que permite acesso frequente sem novas punções. Pode ser utilizado em quimioterapia, tratamentos hematológicos, antibióticos prolongados, nutrição parenteral e outras terapias intravenosas prolongadas.
Ver procedimentoImplante de cateter venoso central tunelizado para hemodiálise
Permcath é um termo popularmente utilizado para o cateter venoso central tunelizado de longa permanência destinado à hemodiálise. Ele é implantado com orientação por imagem e permite realizar as sessões de diálise enquanto o acesso definitivo é planejado ou quando a fístula não está disponível.
Ver procedimentoImplante de PICC guiado por ultrassom
O PICC é um cateter introduzido por uma veia do braço e conduzido até o sistema venoso central. Pode ser utilizado em tratamentos intravenosos de duração intermediária ou prolongada, como antibióticos, nutrição parenteral, quimioterapia e outras infusões selecionadas.
Ver procedimentoRetirada de Port-a-Cath e Cateter Venoso
Cateteres e dispositivos de acesso vascular devem permanecer somente enquanto forem necessários. Após o término do tratamento ou diante de determinadas complicações, pode ser indicada a retirada do dispositivo. A técnica depende do tipo de cateter, do tempo de implantação, da presença de cuff e da suspeita de infecção ou trombose.
Ver procedimento
Tratamento para
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Nem todo paciente é candidato aos procedimentos citados. Cada caso é avaliado de forma individualizada.
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A equipe da RADAM pode avaliar seus exames e informações clínicas para orientar os próximos passos e discutir as possibilidades de tratamento.

