RADAM — Radiologia Intervencionista da Amazônia

Precisão guiada por imagem

Procedimentos minimamente invasivos

Conheça técnicas diagnósticas e terapêuticas realizadas por pequenos acessos, com orientação por ultrassom, tomografia, fluoroscopia ou angiografia.

Se você ainda não sabe qual procedimento procurar, encontre primeiro a condição que precisa tratar.

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Esta página é informativa. A indicação de qualquer procedimento depende de avaliação médica individual.

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Principais procedimentos

Procedimentos frequentemente avaliados pela equipe RADAM. A indicação é sempre individual.

  • Biópsias

    Biópsias guiadas por imagem

    Procedimento minimamente invasivo em que uma pequena amostra de tecido é retirada com orientação de imagem em tempo real.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Tomografia

    Pode ser avaliado em casos de:

    • Necessidade de biópsia

    Informação para pacientes

  • Biópsias

    Biópsia do fígado

    Procedimento guiado por imagem que permite retirar uma pequena amostra do fígado para ajudar no diagnóstico de diferentes alterações.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Tomografia

    Realização hospitalar

    A biópsia do fígado depende de avaliação prévia, exames laboratoriais e estrutura adequada para realização e observação. A RADAM coordena o planejamento e a jornada assistencial conforme cada caso.

    Informação para pacientes

  • Biópsias

    Biópsia do rim

    Procedimento guiado por imagem que permite retirar uma pequena amostra do rim para investigar uma lesão ou determinadas alterações do órgão.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Tomografia

    Realização hospitalar

    A biópsia do rim depende de avaliação prévia, exames laboratoriais e estrutura adequada para realização e observação. A RADAM planeja e coordena a jornada assistencial conforme o tipo de biópsia e as condições do paciente.

    Informação para pacientes

  • Biópsias

    Biópsia do pulmão

    Procedimento guiado por tomografia que retira uma pequena amostra de um nódulo ou de outra alteração do pulmão para análise laboratorial.

    Orientação por imagem: Tomografia

    Pode ser avaliado em casos de:

    Realização hospitalar

    A biópsia do pulmão depende de avaliação prévia, exames laboratoriais e estrutura adequada para realização, controle por imagem e observação. A RADAM planeja e coordena a jornada assistencial conforme as condições do paciente.

    Informação para pacientes

  • Biópsias

    Biópsia do pâncreas

    Procedimento que retira uma pequena amostra de uma lesão do pâncreas para análise laboratorial, com trajeto planejado por tomografia ou ultrassonografia.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Tomografia

    Realização hospitalar

    A biópsia do pâncreas depende de avaliação prévia, exames laboratoriais e estrutura adequada para realização, controle por imagem e observação. A RADAM planeja e coordena a jornada assistencial conforme a localização da lesão e as condições do paciente.

    Informação para pacientes

  • Biópsias

    Biópsia de Linfonodo Guiada por Imagem

    Procedimento que retira células ou pequenos fragmentos de um linfonodo aumentado ou de características indeterminadas, com orientação por ultrassonografia ou tomografia.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Tomografia

    Pode ser avaliado em casos de:

    Realização hospitalar

    Linfonodos profundos podem exigir planejamento por tomografia, exames laboratoriais prévios e estrutura adequada para realização e observação. A RADAM planeja e coordena a jornada assistencial conforme a localização do linfonodo e as condições do paciente.

    Informação para pacientes

  • Biópsias

    Biópsia Óssea Guiada por Imagem

    Procedimento que retira uma pequena amostra de uma alteração localizada no osso, com trajeto planejado por tomografia para investigar tumores, infecções e outras doenças ósseas.

    Orientação por imagem: Tomografia, Fluoroscopia

    Realização hospitalar

    A biópsia óssea depende de avaliação prévia dos exames de imagem, exames laboratoriais e estrutura adequada para realização, controle por imagem e observação. A RADAM planeja e coordena a jornada assistencial conforme a localização da lesão e as condições do paciente.

    Informação para pacientes

  • Biópsias

    Biópsia de Tumor ou Lesão Expansiva

    Coleta de amostra de tumores, massas ou lesões expansivas profundas do tórax, abdome, retroperitônio ou pelve, com trajeto planejado por tomografia ou ultrassonografia.

    Orientação por imagem: Tomografia, Ultrassom

    Realização hospitalar

    A biópsia de lesões expansivas profundas depende da revisão prévia dos exames de imagem, de exames laboratoriais e de estrutura adequada para planejamento, controle por imagem e observação. A RADAM planeja e coordena a jornada assistencial conforme a localização da lesão e as condições do paciente.

    Informação para pacientes

  • Biópsias

    Biópsia de Próstata

    Coleta de pequenos fragmentos da próstata para análise laboratorial, com orientação por ultrassonografia e planejamento apoiado na ressonância multiparamétrica.

    Orientação por imagem: Ultrassom

    Pode ser avaliado em casos de:

    Realização hospitalar

    A biópsia de próstata depende da revisão prévia do PSA, da ressonância multiparamétrica e dos exames laboratoriais, além de estrutura adequada para anestesia, controle por imagem e observação. A via de acesso e a técnica anestésica são definidas individualmente pela equipe.

    Informação para pacientes

  • Biópsias

    Biópsia de Mama

    Coleta de células ou pequenos fragmentos de um nódulo ou de outra alteração da mama, com orientação por imagem em tempo real.

    Orientação por imagem: Ultrassom

    Pode ser avaliado em casos de:

    • Nódulo na mama
    • Alteração BI-RADS
    • Microcalcificações mamárias
    • Nódulo ou alteração palpável ainda não esclarecida.
    • Achado classificado como suspeito nos exames de imagem.
    • Microcalcificações, distorção arquitetural ou assimetria suspeita.
    • Alteração identificada apenas na ressonância, conforme disponibilidade de orientação.
    • Linfonodo axilar com características suspeitas.
    • Resultado anterior inconclusivo ou discordante da imagem.

    Realização hospitalar

    A biópsia de mama depende da revisão prévia da mamografia, da ultrassonografia e da ressonância, quando disponíveis. As modalidades de orientação efetivamente utilizadas dependem da estrutura do serviço parceiro: confirme com a equipe RADAM a disponibilidade de biópsia por estereotaxia ou guiada por ressonância antes de programar a coleta.

    Informação para pacientes

  • Biópsias

    PAAF de Tireoide

    Punção com agulha fina que retira células de um nódulo da tireoide para análise, com o nódulo visualizado em tempo real pelo ultrassom.

    Orientação por imagem: Ultrassom

    Pode ser avaliado em casos de:

    • Nódulo da tireoide
    • Nódulo maligno da tireoide
    • Linfonodo cervical suspeito
    • Nódulo tireoidiano com características suspeitas na ultrassonografia.
    • Classificação TI-RADS que sugere investigação citológica.
    • Crescimento do nódulo em exames de acompanhamento.
    • Linfonodos cervicais com características suspeitas.
    • Histórico clínico, familiar ou exposição prévia à radiação, conforme avaliação médica.
    • Punção anterior não diagnóstica ou indeterminada.

    Informação para pacientes

  • Oncologia intervencionista

    Ablações Percutâneas de Tumores

    Tratamento em que agulhas ou aplicadores são posicionados diretamente no tumor, com orientação por imagem, para destruir o tecido-alvo com calor, frio ou outras formas de energia.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Tomografia

    Realização hospitalar

    As ablações percutâneas dependem de revisão prévia dos exames, avaliação clínica, definição da técnica e estrutura hospitalar compatível com o procedimento e a observação posterior. A disponibilidade de cada tecnologia é confirmada caso a caso.

    Informação para pacientes

  • Oncologia intervencionista

    Ablação Percutânea de Tumor do Fígado

    Tratamento em que uma agulha-aplicador é posicionada dentro do tumor do fígado, com orientação por imagem, para destruir o tecido-alvo com calor ou frio, sem cortes cirúrgicos.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Tomografia

    Realização hospitalar

    A ablação hepática exige revisão prévia dos exames, avaliação clínica e hepática, definição da técnica e estrutura hospitalar compatível com o procedimento e a observação posterior.

    Informação para pacientes

  • Oncologia intervencionista

    Ablação Percutânea de Tumor do Rim

    Tratamento em que aplicadores são posicionados dentro do tumor renal, com orientação por imagem, para destruir o tecido-alvo por congelamento ou calor, preservando o máximo possível do rim.

    Orientação por imagem: Tomografia, Ultrassom

    Realização hospitalar

    A ablação renal exige revisão prévia dos exames, avaliação da função renal, definição da técnica e estrutura hospitalar compatível com o procedimento e a observação posterior. A disponibilidade de cada tecnologia é confirmada caso a caso.

    Informação para pacientes

  • Oncologia intervencionista

    Ablação Percutânea de Tumor do Pulmão

    Tratamento em que aplicadores são posicionados dentro do tumor pulmonar, com orientação por tomografia, para destruir o tecido-alvo por calor ou congelamento, preservando o máximo possível do pulmão.

    Orientação por imagem: Tomografia

    Realização hospitalar

    A ablação pulmonar exige revisão prévia dos exames, avaliação da função respiratória e do risco anestésico, definição da técnica e estrutura hospitalar compatível com o procedimento e a observação posterior. A disponibilidade de cada tecnologia é confirmada caso a caso.

    Informação para pacientes

  • Oncologia intervencionista

    Ablação Percutânea de Tumor Ósseo

    Tratamento em que aplicadores são posicionados dentro da lesão óssea, com orientação da tomografia, para destruir o tecido-alvo com calor ou congelamento, buscando controle local do tumor e alívio da dor.

    Orientação por imagem: Tomografia

    Realização hospitalar

    A ablação óssea exige revisão prévia dos exames, avaliação da estabilidade do osso e das estruturas nervosas próximas, definição da técnica e estrutura hospitalar compatível com o procedimento e a observação posterior. A disponibilidade de cada tecnologia é confirmada caso a caso.

    Informação para pacientes

  • Oncologia intervencionista

    Ablação por radiofrequência

    Tratamento local do tumor por calor gerado por radiofrequência, com agulha posicionada por imagem.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Tomografia

    Realização hospitalar

    Este procedimento depende de avaliação, planejamento e estrutura hospitalar compatível. A RADAM coordena a jornada assistencial quando aplicável.

    Informação para pacientes

  • Oncologia intervencionista

    Ablação por micro-ondas

    Ablação tumoral por micro-ondas, com aquecimento controlado da lesão.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Tomografia

    Realização hospitalar

    Este procedimento depende de avaliação, planejamento e estrutura hospitalar compatível. A RADAM coordena a jornada assistencial quando aplicável.

    Informação para pacientes

  • Embolizações

    Embolização de Miomas Uterinos

    Tratamento minimamente invasivo por cateteres que reduz o fluxo sanguíneo dos miomas, sem retirar o útero.

    Orientação por imagem: Fluoroscopia, Angiografia

    Pode ser avaliado em casos de:

    Realização hospitalar

    A embolização de miomas depende de avaliação clínica e ginecológica, exames laboratoriais, sala de angiografia e estrutura para observação e controle da dor. A RADAM coordena o planejamento e a jornada assistencial conforme cada caso.

    Informação para pacientes

  • Embolizações

    Embolização da Próstata

    Tratamento minimamente invasivo por cateteres que reduz a circulação da próstata aumentada, melhorando progressivamente os sintomas urinários.

    Orientação por imagem: Fluoroscopia, Angiografia

    Pode ser avaliado em casos de:

    Realização hospitalar

    A embolização prostática depende de avaliação urológica e clínica, exames laboratoriais e de imagem, sala de angiografia e estrutura para observação posterior. A RADAM coordena o planejamento e a jornada assistencial conforme cada caso.

    Informação para pacientes

  • Oncologia intervencionista

    Quimioembolização Hepática

    Tratamento por cateteres que leva o medicamento diretamente às artérias relacionadas ao tumor do fígado e reduz seletivamente sua circulação.

    Orientação por imagem: Angiografia, Fluoroscopia

    Realização hospitalar

    A quimioembolização depende de discussão multidisciplinar, avaliação da função hepática, sala de angiografia e estrutura para observação clínica, confirmadas caso a caso.

    Informação para pacientes

  • Oncologia intervencionista

    Radioembolização com Ítrio-90

    Tratamento por cateter em que microesferas com material radioativo são levadas até o território do tumor no fígado.

    Orientação por imagem: Angiografia, Fluoroscopia

    Realização hospitalar

    A radioembolização depende de discussão multidisciplinar, angiografia de mapeamento, dosimetria, integração com Medicina Nuclear e estrutura específica de radioproteção, confirmadas caso a caso.

    Informação para pacientes

  • Acessos vasculares

    Implante de cateter venoso central totalmente implantável (Port-a-Cath)

    O Port-a-Cath, também chamado popularmente de Portocath ou cateter implantável, é um cateter venoso central conectado a um pequeno reservatório colocado sob a pele. Ele facilita a aplicação de medicamentos em tratamentos intravenosos prolongados, como a quimioterapia, e a coleta de exames de sangue.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Fluoroscopia

    Informação para pacientes

  • Acessos vasculares

    Implante de PICC guiado por ultrassom

    O PICC é um cateter introduzido por uma veia do braço e conduzido até o sistema venoso central. Pode ser utilizado em tratamentos intravenosos de duração intermediária ou prolongada, como antibióticos, nutrição parenteral, quimioterapia e outras infusões selecionadas.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Fluoroscopia

    Pode ser avaliado em casos de:

    Informação para pacientes

  • Acessos vasculares

    Implante de cateter venoso central tunelizado para hemodiálise

    Permcath é um termo popularmente utilizado para o cateter venoso central tunelizado de longa permanência destinado à hemodiálise. Ele é implantado com orientação por imagem e permite realizar as sessões de diálise enquanto o acesso definitivo é planejado ou quando a fístula não está disponível.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Fluoroscopia

    Informação para pacientes

  • Drenagens

    Drenagem Biliar Percutânea

    Quando a passagem da bile está bloqueada ou alterada, pode ser possível criar uma via de saída para a bile através da pele e do fígado, com orientação por imagem. O procedimento pode utilizar um cateter externo, interno-externo ou, em situações selecionadas, um stent. A escolha depende da causa, da anatomia, da condição clínica e da possibilidade de tratamento endoscópico ou cirúrgico.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Fluoroscopia

    Pode ser avaliado em casos de:

    • Obstrução das vias biliares
    • Obstrução biliar confirmada por imagem, com causa e nível esclarecidos
    • Drenagem endoscópica não possível, não bem-sucedida ou insuficiente
    • Anatomia cirurgicamente alterada ou anastomose biliodigestiva
    • Obstrução alta ou hilar com necessidade de drenagem seletiva
    • Infecção associada à obstrução, em estratégia multidisciplinar
    • Necessidade de acesso para tratamento posterior ou vazamento biliar selecionado

    Realização hospitalar

    A drenagem biliar percutânea depende de avaliação clínica, exames laboratoriais, imagens recentes e estrutura adequada para realização, observação e acompanhamento do cateter. A RADAM coordena o planejamento e a jornada assistencial conforme cada caso.

    Informação para pacientes

  • Vascular e endovascular

    Angioplastia arterial

    Dilatação de artérias estreitadas ou obstruídas por cateter-balão, com ou sem stent.

    Orientação por imagem: Angiografia, Fluoroscopia

    Pode ser avaliado em casos de:

    Realização hospitalar

    Este procedimento depende de avaliação, planejamento e estrutura hospitalar compatível. A RADAM coordena a jornada assistencial quando aplicável.

    Informação para pacientes

Catálogo completo

Procedimentos por linha de atuação

Filtre por linha de atuação para conhecer as técnicas diagnósticas e terapêuticas.

125 procedimentos publicados.

  • Oncologia intervencionista

    Ablação de Nódulo da Tireoide

    Procedimento realizado por uma pequena punção, no qual uma agulha especial é posicionada dentro do nódulo com orientação da ultrassonografia e a energia é aplicada de forma controlada, buscando reduzir progressivamente o volume do nódulo.

    Orientação por imagem: Ultrassom

    Pode ser avaliado em casos de:

    Realização hospitalar

    A ablação de nódulo da tireoide exige revisão prévia da ultrassonografia e do resultado da PAAF, avaliação clínica, definição da técnica e estrutura compatível com o procedimento e a observação posterior. A disponibilidade é confirmada caso a caso.

    Informação para pacientes

  • Oncologia intervencionista

    Ablação Percutânea de Tumor do Fígado

    Tratamento em que uma agulha-aplicador é posicionada dentro do tumor do fígado, com orientação por imagem, para destruir o tecido-alvo com calor ou frio, sem cortes cirúrgicos.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Tomografia

    Realização hospitalar

    A ablação hepática exige revisão prévia dos exames, avaliação clínica e hepática, definição da técnica e estrutura hospitalar compatível com o procedimento e a observação posterior.

    Informação para pacientes

  • Oncologia intervencionista

    Ablação Percutânea de Tumor do Pulmão

    Tratamento em que aplicadores são posicionados dentro do tumor pulmonar, com orientação por tomografia, para destruir o tecido-alvo por calor ou congelamento, preservando o máximo possível do pulmão.

    Orientação por imagem: Tomografia

    Realização hospitalar

    A ablação pulmonar exige revisão prévia dos exames, avaliação da função respiratória e do risco anestésico, definição da técnica e estrutura hospitalar compatível com o procedimento e a observação posterior. A disponibilidade de cada tecnologia é confirmada caso a caso.

    Informação para pacientes

  • Oncologia intervencionista

    Ablação Percutânea de Tumor do Rim

    Tratamento em que aplicadores são posicionados dentro do tumor renal, com orientação por imagem, para destruir o tecido-alvo por congelamento ou calor, preservando o máximo possível do rim.

    Orientação por imagem: Tomografia, Ultrassom

    Realização hospitalar

    A ablação renal exige revisão prévia dos exames, avaliação da função renal, definição da técnica e estrutura hospitalar compatível com o procedimento e a observação posterior. A disponibilidade de cada tecnologia é confirmada caso a caso.

    Informação para pacientes

  • Oncologia intervencionista

    Ablação Percutânea de Tumor Ósseo

    Tratamento em que aplicadores são posicionados dentro da lesão óssea, com orientação da tomografia, para destruir o tecido-alvo com calor ou congelamento, buscando controle local do tumor e alívio da dor.

    Orientação por imagem: Tomografia

    Realização hospitalar

    A ablação óssea exige revisão prévia dos exames, avaliação da estabilidade do osso e das estruturas nervosas próximas, definição da técnica e estrutura hospitalar compatível com o procedimento e a observação posterior. A disponibilidade de cada tecnologia é confirmada caso a caso.

    Informação para pacientes

  • Oncologia intervencionista

    Ablação por micro-ondas

    Ablação tumoral por micro-ondas, com aquecimento controlado da lesão.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Tomografia

    Realização hospitalar

    Este procedimento depende de avaliação, planejamento e estrutura hospitalar compatível. A RADAM coordena a jornada assistencial quando aplicável.

    Informação para pacientes

  • Oncologia intervencionista

    Ablação por radiofrequência

    Tratamento local do tumor por calor gerado por radiofrequência, com agulha posicionada por imagem.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Tomografia

    Realização hospitalar

    Este procedimento depende de avaliação, planejamento e estrutura hospitalar compatível. A RADAM coordena a jornada assistencial quando aplicável.

    Informação para pacientes

  • Dor e musculoesquelético

    Ablação por radiofrequência para dor

    Aplicação de radiofrequência em alvos nervosos selecionados para controle da dor crônica.

    Orientação por imagem: Tomografia, Fluoroscopia

    Pode ser avaliado em casos de:

    Informação para pacientes

  • Oncologia intervencionista

    Ablações Percutâneas de Tumores

    Tratamento em que agulhas ou aplicadores são posicionados diretamente no tumor, com orientação por imagem, para destruir o tecido-alvo com calor, frio ou outras formas de energia.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Tomografia

    Realização hospitalar

    As ablações percutâneas dependem de revisão prévia dos exames, avaliação clínica, definição da técnica e estrutura hospitalar compatível com o procedimento e a observação posterior. A disponibilidade de cada tecnologia é confirmada caso a caso.

    Informação para pacientes

  • Acessos vasculares

    Acesso Vascular

    O acesso vascular é a via criada para administrar medicamentos, quimioterapia, antibióticos, nutrição e outras terapias diretamente na circulação, além de permitir a realização de hemodiálise. A escolha do dispositivo depende do tratamento, da duração prevista, da frequência de uso e das condições das veias.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Fluoroscopia

    Pode ser avaliado em casos de:

    • Estenose venosa
    • Disfunção de acesso para hemodiálise
    • Trombose venosa
    • Quimioterapia e tratamentos intravenosos prolongados
    • Antibioticoterapia prolongada e nutrição parenteral
    • Acesso venoso difícil ou rede venosa comprometida
    • Insuficiência renal e necessidade de hemodiálise
    • Trombose, estenose venosa central ou infecção relacionadas a cateter
    • Disfunção de acesso vascular já implantado

    Informação para pacientes

  • Drenagens

    Alcoolização de cisto

    Injeção de álcool após aspiração do cisto, para reduzir a recidiva em casos selecionados.

    Orientação por imagem: Ultrassom

    Pode ser avaliado em casos de:

    Informação para pacientes

  • Vascular e endovascular

    Angiografia

    Estudo dos vasos por cateter e contraste, base diagnóstica das intervenções endovasculares.

    Orientação por imagem: Angiografia, Fluoroscopia

    Pode ser avaliado em casos de:

    Informação para pacientes

  • Neurorradiologia

    Angiografia medular

    Exame invasivo feito por cateter e contraste para estudar em detalhe os vasos da medula e da coluna, quando existe suspeita de fístula ou malformação vascular.

    Orientação por imagem: Angiografia, Fluoroscopia

    Pode ser avaliado em casos de:

    • Malformação vascular
    • Problemas vasculares
    • Tumor ósseo
    • Suspeita de fístula arteriovenosa dural espinhal
    • Suspeita de malformação arteriovenosa medular
    • Outras malformações vasculares espinhais selecionadas
    • Tumor hipervascular da coluna ou da medula
    • Mielopatia de possível origem vascular
    • Hemorragia medular selecionada
    • Planejamento neurocirúrgico ou endovascular
    • Avaliação após tratamento de alteração vascular medular

    Realização hospitalar

    O exame depende de equipe habilitada em neurorradiologia intervencionista, sala de angiografia e estrutura para monitoramento clínico e neurológico.

    Informação para pacientes

  • Vascular e endovascular

    Angioplastia arterial

    Dilatação de artérias estreitadas ou obstruídas por cateter-balão, com ou sem stent.

    Orientação por imagem: Angiografia, Fluoroscopia

    Pode ser avaliado em casos de:

    Realização hospitalar

    Este procedimento depende de avaliação, planejamento e estrutura hospitalar compatível. A RADAM coordena a jornada assistencial quando aplicável.

    Informação para pacientes

  • Vascular e endovascular

    Angioplastia Arterial Periférica

    Tratamento minimamente invasivo, feito por cateteres, que pode abrir artérias estreitadas ou obstruídas dos membros e melhorar a circulação em casos selecionados.

    Orientação por imagem: Angiografia, Fluoroscopia, Ultrassom

    Realização hospitalar

    A angioplastia arterial periférica depende de avaliação prévia, exames de imagem, equipe habilitada e estrutura hospitalar compatível com sala de angiografia.

    Informação para pacientes

  • Vascular e endovascular

    Angioplastia de carótida com implante de stent

    Por meio de um cateter introduzido em uma artéria, o médico alcança a carótida e posiciona um stent para manter o vaso aberto em casos selecionados.

    Orientação por imagem: Fluoroscopia, Angiografia

    Pode ser avaliado em casos de:

    • Estenose de carótida
    • Doença carotídea sintomática
    • Situações selecionadas de maior risco cirúrgico
    • Anatomia considerada adequada após avaliação

    Realização hospitalar

    A indicação e a realização dependem de avaliação especializada, anatomia vascular, sintomas, grau de estenose, riscos clínicos, equipe habilitada e estrutura hospitalar compatível.

    Informação para pacientes

  • Neurorradiologia

    Angioplastia Intracraniana

    Por meio de cateteres, o médico alcança uma artéria estreitada dentro do crânio e a dilata com um balão, podendo implantar um stent em situações selecionadas. Na aterosclerose intracraniana, o tratamento clínico intensivo costuma ser a primeira estratégia.

    Orientação por imagem: Angiografia, Fluoroscopia

    Pode ser avaliado em casos de:

    • Estenose vascular cerebral
    • Derrame cerebral / AVC
    • Estenose de carótida
    • Recorrência de eventos isquêmicos no mesmo território apesar de tratamento clínico adequado
    • Hipoperfusão ou comprometimento hemodinâmico documentado
    • Estenose persistente ou reoclusão identificada durante tratamento do AVC agudo
    • Anatomia tecnicamente tratável, após discussão multidisciplinar

    Realização hospitalar

    A indicação depende da causa da estenose, do mecanismo dos eventos, do tratamento clínico já realizado, da circulação colateral, de discussão multidisciplinar, de equipe habilitada e de estrutura hospitalar compatível.

    Informação para pacientes

  • Vascular e endovascular

    Arteriografia

    A arteriografia é um exame de imagem minimamente invasivo que utiliza contraste dentro das artérias para mostrar, em tempo real, a anatomia e o fluxo arterial. Pode ajudar a identificar estreitamentos, obstruções, aneurismas, malformações e circulação colateral, além de orientar o planejamento de tratamentos endovasculares.

    Orientação por imagem: Angiografia, Fluoroscopia

    Informação para pacientes

  • Neurorradiologia

    Arteriografia cerebral

    Estudo angiográfico diagnóstico dos vasos cerebrais e cervicais, realizado por cateter.

    Orientação por imagem: Angiografia, Fluoroscopia

    Realização hospitalar

    Este procedimento depende de avaliação, planejamento e estrutura hospitalar compatível. A RADAM coordena a jornada assistencial quando aplicável.

    Informação para pacientes

  • Vascular e endovascular

    Arteriografia de Membro Inferior

    A arteriografia de membro inferior estuda as artérias das pernas e dos pés com contraste e imagens em tempo real. Pode mostrar pontos de estreitamento, segmentos obstruídos, circulação colateral e o fluxo até o pé, auxiliando o planejamento de tratamentos endovasculares quando indicados.

    Orientação por imagem: Angiografia, Fluoroscopia

    Realização hospitalar

    A arteriografia de membro inferior é realizada em sala de angiografia, com avaliação clínica prévia, análise dos exames disponíveis e planejamento individual. A RADAM não declara atendimento 24 horas.

    Informação para pacientes

  • Biópsias

    Biópsia de Linfonodo Guiada por Imagem

    Procedimento que retira células ou pequenos fragmentos de um linfonodo aumentado ou de características indeterminadas, com orientação por ultrassonografia ou tomografia.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Tomografia

    Pode ser avaliado em casos de:

    Realização hospitalar

    Linfonodos profundos podem exigir planejamento por tomografia, exames laboratoriais prévios e estrutura adequada para realização e observação. A RADAM planeja e coordena a jornada assistencial conforme a localização do linfonodo e as condições do paciente.

    Informação para pacientes

  • Biópsias

    Biópsia de Mama

    Coleta de células ou pequenos fragmentos de um nódulo ou de outra alteração da mama, com orientação por imagem em tempo real.

    Orientação por imagem: Ultrassom

    Pode ser avaliado em casos de:

    • Nódulo na mama
    • Alteração BI-RADS
    • Microcalcificações mamárias
    • Nódulo ou alteração palpável ainda não esclarecida.
    • Achado classificado como suspeito nos exames de imagem.
    • Microcalcificações, distorção arquitetural ou assimetria suspeita.
    • Alteração identificada apenas na ressonância, conforme disponibilidade de orientação.
    • Linfonodo axilar com características suspeitas.
    • Resultado anterior inconclusivo ou discordante da imagem.

    Realização hospitalar

    A biópsia de mama depende da revisão prévia da mamografia, da ultrassonografia e da ressonância, quando disponíveis. As modalidades de orientação efetivamente utilizadas dependem da estrutura do serviço parceiro: confirme com a equipe RADAM a disponibilidade de biópsia por estereotaxia ou guiada por ressonância antes de programar a coleta.

    Informação para pacientes

  • Biópsias

    Biópsia de massa abdominal

    Punção guiada por imagem de massas abdominais para definição diagnóstica.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Tomografia

    Pode ser avaliado em casos de:

    • Necessidade de biópsia

    Informação para pacientes

  • Biópsias

    Biópsia de partes moles

    Coleta de material de nódulos ou massas de partes moles guiada por imagem.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Tomografia

    Pode ser avaliado em casos de:

    • Necessidade de biópsia

    Informação para pacientes

  • Biópsias

    Biópsia de Próstata

    Coleta de pequenos fragmentos da próstata para análise laboratorial, com orientação por ultrassonografia e planejamento apoiado na ressonância multiparamétrica.

    Orientação por imagem: Ultrassom

    Pode ser avaliado em casos de:

    Realização hospitalar

    A biópsia de próstata depende da revisão prévia do PSA, da ressonância multiparamétrica e dos exames laboratoriais, além de estrutura adequada para anestesia, controle por imagem e observação. A via de acesso e a técnica anestésica são definidas individualmente pela equipe.

    Informação para pacientes

  • Biópsias

    Biópsia de Tumor ou Lesão Expansiva

    Coleta de amostra de tumores, massas ou lesões expansivas profundas do tórax, abdome, retroperitônio ou pelve, com trajeto planejado por tomografia ou ultrassonografia.

    Orientação por imagem: Tomografia, Ultrassom

    Realização hospitalar

    A biópsia de lesões expansivas profundas depende da revisão prévia dos exames de imagem, de exames laboratoriais e de estrutura adequada para planejamento, controle por imagem e observação. A RADAM planeja e coordena a jornada assistencial conforme a localização da lesão e as condições do paciente.

    Informação para pacientes

  • Biópsias

    Biópsia do fígado

    Procedimento guiado por imagem que permite retirar uma pequena amostra do fígado para ajudar no diagnóstico de diferentes alterações.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Tomografia

    Realização hospitalar

    A biópsia do fígado depende de avaliação prévia, exames laboratoriais e estrutura adequada para realização e observação. A RADAM coordena o planejamento e a jornada assistencial conforme cada caso.

    Informação para pacientes

  • Biópsias

    Biópsia do pâncreas

    Procedimento que retira uma pequena amostra de uma lesão do pâncreas para análise laboratorial, com trajeto planejado por tomografia ou ultrassonografia.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Tomografia

    Realização hospitalar

    A biópsia do pâncreas depende de avaliação prévia, exames laboratoriais e estrutura adequada para realização, controle por imagem e observação. A RADAM planeja e coordena a jornada assistencial conforme a localização da lesão e as condições do paciente.

    Informação para pacientes

  • Biópsias

    Biópsia do pulmão

    Procedimento guiado por tomografia que retira uma pequena amostra de um nódulo ou de outra alteração do pulmão para análise laboratorial.

    Orientação por imagem: Tomografia

    Pode ser avaliado em casos de:

    Realização hospitalar

    A biópsia do pulmão depende de avaliação prévia, exames laboratoriais e estrutura adequada para realização, controle por imagem e observação. A RADAM planeja e coordena a jornada assistencial conforme as condições do paciente.

    Informação para pacientes

  • Biópsias

    Biópsia do rim

    Procedimento guiado por imagem que permite retirar uma pequena amostra do rim para investigar uma lesão ou determinadas alterações do órgão.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Tomografia

    Realização hospitalar

    A biópsia do rim depende de avaliação prévia, exames laboratoriais e estrutura adequada para realização e observação. A RADAM planeja e coordena a jornada assistencial conforme o tipo de biópsia e as condições do paciente.

    Informação para pacientes

  • Biópsias

    Biópsia Óssea Guiada por Imagem

    Procedimento que retira uma pequena amostra de uma alteração localizada no osso, com trajeto planejado por tomografia para investigar tumores, infecções e outras doenças ósseas.

    Orientação por imagem: Tomografia, Fluoroscopia

    Realização hospitalar

    A biópsia óssea depende de avaliação prévia dos exames de imagem, exames laboratoriais e estrutura adequada para realização, controle por imagem e observação. A RADAM planeja e coordena a jornada assistencial conforme a localização da lesão e as condições do paciente.

    Informação para pacientes

  • Biópsias

    Biópsias guiadas por imagem

    Procedimento minimamente invasivo em que uma pequena amostra de tecido é retirada com orientação de imagem em tempo real.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Tomografia

    Pode ser avaliado em casos de:

    • Necessidade de biópsia

    Informação para pacientes

  • Dor e musculoesquelético

    Bloqueios guiados por imagem

    Bloqueios anestésicos e anti-inflamatórios dirigidos por imagem para controle da dor.

    Orientação por imagem: Tomografia, Ultrassom, Fluoroscopia

    Pode ser avaliado em casos de:

    Informação para pacientes

  • Neurorradiologia

    Cateterismo bilateral dos seios petrosos inferiores

    Exame diagnóstico realizado por cateter, que coleta sangue de veias próximas à hipófise e de uma veia periférica para comparar as concentrações de ACTH na investigação do hipercortisolismo.

    Orientação por imagem: Angiografia, Fluoroscopia

    Pode ser avaliado em casos de:

    • Hipercortisolismo ACTH-dependente confirmado pela endocrinologia
    • Ressonância da hipófise sem lesão evidente ou com lesão de significado indeterminado
    • Discordância entre exames clínicos, laboratoriais e de imagem
    • Suspeita de produção ectópica de ACTH
    • Planejamento cirúrgico da hipófise em casos selecionados
    • Reavaliação de hipercortisolismo persistente ou recorrente após tratamento

    Realização hospitalar

    O exame depende de equipe habilitada em neurorradiologia intervencionista, sala de angiografia, suporte laboratorial preparado para o transporte e o processamento das amostras e integração com a endocrinologia.

    Informação para pacientes

  • Dor e musculoesquelético

    Cifoplastia

    Variação da vertebroplastia com uso de balão antes da injeção do cimento ósseo.

    Orientação por imagem: Fluoroscopia, Tomografia

    Pode ser avaliado em casos de:

    Realização hospitalar

    Este procedimento depende de avaliação, planejamento e estrutura hospitalar compatível. A RADAM coordena a jornada assistencial quando aplicável.

    Informação para pacientes

  • Drenagens

    Colecistostomia Percutânea

    Quando a vesícula está inflamada ou infeccionada e a cirurgia imediata não é possível ou não é considerada segura, pode ser possível drenar a vesícula com um cateter colocado através da pele, com orientação por imagem. A drenagem pode ser temporária e não elimina automaticamente a necessidade de tratamento definitivo.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Tomografia

    Pode ser avaliado em casos de:

    • Colecistite aguda confirmada por avaliação clínica, laboratorial e por imagem
    • Risco operatório elevado ou impossibilidade de cirurgia imediata
    • Instabilidade clínica, disfunção orgânica ou sepse de origem biliar
    • Resposta inadequada ao tratamento clínico inicial
    • Colecistite acalculosa em paciente gravemente enfermo
    • Necessidade de controle temporário da infecção antes de futura colecistectomia

    Realização hospitalar

    A colecistostomia percutânea depende de avaliação clínica e cirúrgica, exames laboratoriais, imagens recentes e estrutura adequada para realização, observação e acompanhamento do cateter.

    Informação para pacientes

  • Oncologia intervencionista

    Crioablação

    Ablação tumoral por congelamento controlado da lesão.

    Orientação por imagem: Tomografia, Ultrassom

    Pode ser avaliado em casos de:

    Realização hospitalar

    Este procedimento depende de avaliação, planejamento e estrutura hospitalar compatível. A RADAM coordena a jornada assistencial quando aplicável.

    Informação para pacientes

  • Fígado e vias biliares

    Dilatação de estenose biliar

    Dilatação por balão de estreitamentos das vias biliares, guiada por fluoroscopia.

    Orientação por imagem: Fluoroscopia

    Pode ser avaliado em casos de:

    Realização hospitalar

    Este procedimento depende de avaliação, planejamento e estrutura hospitalar compatível. A RADAM coordena a jornada assistencial quando aplicável.

    Informação para pacientes

  • Drenagens

    Drenagem Biliar Percutânea

    Quando a passagem da bile está bloqueada ou alterada, pode ser possível criar uma via de saída para a bile através da pele e do fígado, com orientação por imagem. O procedimento pode utilizar um cateter externo, interno-externo ou, em situações selecionadas, um stent. A escolha depende da causa, da anatomia, da condição clínica e da possibilidade de tratamento endoscópico ou cirúrgico.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Fluoroscopia

    Pode ser avaliado em casos de:

    • Obstrução das vias biliares
    • Obstrução biliar confirmada por imagem, com causa e nível esclarecidos
    • Drenagem endoscópica não possível, não bem-sucedida ou insuficiente
    • Anatomia cirurgicamente alterada ou anastomose biliodigestiva
    • Obstrução alta ou hilar com necessidade de drenagem seletiva
    • Infecção associada à obstrução, em estratégia multidisciplinar
    • Necessidade de acesso para tratamento posterior ou vazamento biliar selecionado

    Realização hospitalar

    A drenagem biliar percutânea depende de avaliação clínica, exames laboratoriais, imagens recentes e estrutura adequada para realização, observação e acompanhamento do cateter. A RADAM coordena o planejamento e a jornada assistencial conforme cada caso.

    Informação para pacientes

  • Drenagens

    Drenagem de cisto

    Aspiração ou drenagem percutânea de cistos guiada por imagem.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Tomografia

    Pode ser avaliado em casos de:

    Informação para pacientes

  • Drenagens

    Drenagem Percutânea de Abscessos e Coleções

    Abscessos e algumas coleções podem ser acessados através da pele com orientação por ultrassonografia ou tomografia. O conteúdo pode ser aspirado ou drenado por um cateter, conforme a localização, a consistência e a causa da alteração. A necessidade do procedimento é definida pela avaliação conjunta do quadro clínico, dos exames laboratoriais e das imagens.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Tomografia

    Pode ser avaliado em casos de:

    • Ascite
    • Sinais clínicos ou laboratoriais de infecção
    • Coleção com crescimento, efeito compressivo ou sintomas persistentes
    • Resposta incompleta ao tratamento clínico
    • Necessidade de coletar material para cultura
    • Complicação pós-operatória com coleção drenável
    • Existência de trajeto seguro pela imagem

    Realização hospitalar

    A drenagem de abscessos e coleções depende de avaliação clínica, exames laboratoriais, imagens recentes e estrutura adequada para realização, observação e acompanhamento do cateter.

    Informação para pacientes

  • Drenagens

    Drenagem Percutânea de Coleções Pancreáticas

    Depois de uma pancreatite, podem surgir coleções ao redor do pâncreas. Algumas contêm principalmente líquido; outras têm tecido necrótico, debris ou infecção. Muitas desaparecem sem intervenção. Quando a drenagem é necessária, a escolha entre abordagem percutânea, endoscópica ou cirúrgica depende da fase da doença, do conteúdo, da anatomia e da condição clínica.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Tomografia

    Pode ser avaliado em casos de:

    • Coleção pancreática ou peripancreática com suspeita ou confirmação de infecção
    • Sintomas persistentes relacionados à coleção, como dor, vômitos ou incapacidade de alimentação
    • Obstrução gástrica, duodenal ou biliar associada à coleção
    • Deterioração clínica ou síndrome inflamatória persistente atribuída à coleção
    • Coleção residual ou extensão profunda após tratamento endoscópico ou cirúrgico
    • Necessidade de estratégia progressiva (step-up) definida por equipe multidisciplinar

    Realização hospitalar

    A drenagem de coleções pancreáticas depende de avaliação clínica, exames laboratoriais, tomografia ou ressonância recentes, discussão multidisciplinar com Cirurgia e Endoscopia e estrutura adequada para acompanhamento do cateter e das etapas seguintes. A RADAM coordena o planejamento e a jornada assistencial conforme cada caso.

    Informação para pacientes

  • Drenagens

    Drenagem Pleural Guiada por Imagem

    O espaço pleural é uma região fina entre o pulmão e a parede do tórax. Quando líquido ou ar se acumulam nesse espaço, pode ser possível retirar o conteúdo por punção ou por um cateter, com orientação por imagem. A necessidade e o tipo de drenagem dependem da causa, dos sintomas e das características observadas.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Tomografia

    Pode ser avaliado em casos de:

    • Derrame pleural com falta de ar, dor ou aumento progressivo relacionado ao acúmulo
    • Suspeita de infecção pleural, derrame parapneumônico complicado ou empiema
    • Necessidade diagnóstica de análise do líquido pleural
    • Coleção pleural septada ou loculada identificada por ultrassonografia ou tomografia
    • Pneumotórax sintomático, persistente ou associado a ventilação mecânica
    • Hemotórax, quilotórax ou derrame maligno recorrente em casos selecionados

    Realização hospitalar

    A drenagem pleural depende de avaliação clínica, exames laboratoriais quando indicados, imagens recentes e estrutura adequada para realização, monitorização respiratória e acompanhamento do dreno. A RADAM coordena o planejamento e a jornada assistencial conforme cada caso.

    Informação para pacientes

  • Drenagens

    Drenagens Percutâneas Guiadas por Imagem

    Algumas coleções de líquido, pus, bile, urina ou ar podem ser acessadas por meio de punção e cateter, utilizando imagens para planejar um trajeto seguro. Em alguns casos a aspiração é suficiente; em outros, um cateter precisa permanecer temporariamente. A indicação depende da causa, da localização, dos sintomas e das condições clínicas de cada paciente.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Tomografia, Fluoroscopia

    Pode ser avaliado em casos de:

    • Ascite
    • Obstrução das vias biliares
    • Coleções ou abscessos com sinais de infecção ou repercussão clínica
    • Coleções pós-operatórias sintomáticas
    • Obstrução biliar, icterícia obstrutiva ou colangite
    • Colecistite em pacientes selecionados
    • Obstrução urinária ou infecção obstrutiva do rim
    • Derrame pleural, empiema, coleção pleural ou pneumotórax
    • Determinadas coleções pancreáticas, em estratégia multidisciplinar

    Realização hospitalar

    As drenagens percutâneas dependem de avaliação clínica, exames laboratoriais, imagens recentes e estrutura adequada para realização, observação e acompanhamento do cateter. A RADAM coordena o planejamento e a jornada assistencial conforme cada caso.

    Informação para pacientes

  • Embolizações

    Embolização arterial seletiva do priapismo

    Tratamento endovascular realizado por acesso vascular, com cateteres finos, para controlar seletivamente o fluxo arterial anormal no priapismo de alto fluxo.

    Orientação por imagem: Fluoroscopia, Angiografia

    Pode ser avaliado em casos de:

    • Priapismo de alto fluxo
    • Priapismo não isquêmico (de alto fluxo) com comunicação arterial anormal demonstrada
    • Resposta insuficiente ao tratamento conservador, conforme avaliação da equipe assistente
    • Recorrência após tratamento anterior, mediante nova avaliação

    Realização hospitalar

    A embolização do priapismo depende de avaliação urológica e clínica, exames de imagem, sala de angiografia e estrutura para observação posterior. A RADAM coordena o planejamento e a jornada assistencial conforme cada caso.

    Informação para pacientes

  • Embolizações

    Embolização da Próstata

    Tratamento minimamente invasivo por cateteres que reduz a circulação da próstata aumentada, melhorando progressivamente os sintomas urinários.

    Orientação por imagem: Fluoroscopia, Angiografia

    Pode ser avaliado em casos de:

    Realização hospitalar

    A embolização prostática depende de avaliação urológica e clínica, exames laboratoriais e de imagem, sala de angiografia e estrutura para observação posterior. A RADAM coordena o planejamento e a jornada assistencial conforme cada caso.

    Informação para pacientes

  • Embolizações

    Embolização de adenoma hepático

    Embolização de adenomas hepáticos selecionados, isolada ou no planejamento cirúrgico.

    Orientação por imagem: Angiografia, Fluoroscopia

    Pode ser avaliado em casos de:

    Realização hospitalar

    Este procedimento depende de avaliação, planejamento e estrutura hospitalar compatível. A RADAM coordena a jornada assistencial quando aplicável.

    Informação para pacientes

  • Vascular e endovascular

    Embolização de aneurisma da artéria esplênica

    O aneurisma da artéria esplênica é uma dilatação da artéria que leva sangue ao baço e muitas vezes é descoberto por acaso em exames de imagem. Quando existe indicação, o tratamento pode ser feito por cateter, com embolização ou técnicas que buscam preservar o fluxo. Nem todo aneurisma precisa de tratamento imediato: parte dos casos pode ser acompanhada por imagem.

    Orientação por imagem: Angiografia, Fluoroscopia, Tomografia

    Realização hospitalar

    O tratamento endovascular do aneurisma da artéria esplênica depende de avaliação presencial, análise da anatomia, equipe habilitada e estrutura hospitalar com sala de angiografia. A RADAM não declara atendimento 24 horas.

    Informação para pacientes

  • Vascular e endovascular

    Embolização de aneurisma da artéria renal

    O aneurisma da artéria renal é uma dilatação de uma artéria que leva sangue ao rim. Parte dos casos é descoberta por acaso e pode ser acompanhada por imagem; em outros, o tratamento por cateter busca excluir o aneurisma da circulação preservando o maior volume possível de tecido renal. Pseudoaneurismas, que podem surgir após biópsia, cirurgia ou trauma, costumam exigir avaliação mais urgente.

    Orientação por imagem: Angiografia, Fluoroscopia, Tomografia

    Realização hospitalar

    O tratamento endovascular do aneurisma da artéria renal depende de avaliação presencial, análise da anatomia dos ramos renais e da função renal, equipe habilitada e estrutura hospitalar com sala de angiografia. A RADAM não declara atendimento 24 horas.

    Informação para pacientes

  • Embolizações

    Embolização de aneurismas

    Oclusão do aneurisma por dispositivos endovasculares.

    Orientação por imagem: Angiografia, Fluoroscopia

    Pode ser avaliado em casos de:

    Realização hospitalar

    Este procedimento depende de avaliação, planejamento e estrutura hospitalar compatível. A RADAM coordena a jornada assistencial quando aplicável.

    Informação para pacientes

  • Embolizações

    Embolização de hemangioma hepático

    Redução do fluxo arterial de hemangiomas hepáticos volumosos, em casos selecionados.

    Orientação por imagem: Angiografia, Fluoroscopia

    Pode ser avaliado em casos de:

    Realização hospitalar

    Este procedimento depende de avaliação, planejamento e estrutura hospitalar compatível. A RADAM coordena a jornada assistencial quando aplicável.

    Informação para pacientes

  • Embolizações

    Embolização de Hemorragia Digestiva

    Tratamento por cateteres e microcateteres que alcança os vasos relacionados a um sangramento do trato gastrointestinal e pode interromper o fluxo no segmento planejado.

    Orientação por imagem: Angiografia, Fluoroscopia, Tomografia

    Pode ser avaliado em casos de:

    Realização hospitalar

    A embolização de hemorragia digestiva depende de estabilização clínica, exames de localização, sala de angiografia, suporte transfusional e integração com emergência, gastroenterologia, endoscopia, cirurgia e terapia intensiva.

    Informação para pacientes

  • Embolizações

    Embolização de Hemorragias

    Tratamento realizado por cateteres para localizar e fechar seletivamente os vasos responsáveis por um sangramento, preservando o máximo possível dos tecidos vizinhos.

    Orientação por imagem: Angiografia, Fluoroscopia, Tomografia

    Realização hospitalar

    A embolização de hemorragias depende de estabilização clínica, exames de localização, sala de angiografia, suporte transfusional e integração com as equipes de urgência e com as especialidades responsáveis pela causa do sangramento. A RADAM coordena o planejamento e a jornada assistencial conforme cada caso e não se apresenta como serviço de emergência disponível 24 horas.

    Informação para pacientes

  • Vascular e endovascular

    Embolização de malformação arteriovenosa periférica

    Tratamento endovascular ou percutâneo das comunicações vasculares anormais de malformações arteriovenosas periféricas, em casos selecionados e por etapas quando necessário.

    Orientação por imagem: Angiografia, Fluoroscopia, Ultrassom

    Realização hospitalar

    Este procedimento depende de avaliação, planejamento e estrutura hospitalar compatível. A RADAM coordena a jornada assistencial quando aplicável.

    Informação para pacientes

  • Embolizações

    Embolização de malformações vasculares

    Tratamento endovascular de malformações e fístulas vasculares.

    Orientação por imagem: Angiografia, Fluoroscopia

    Pode ser avaliado em casos de:

    Realização hospitalar

    Este procedimento depende de avaliação, planejamento e estrutura hospitalar compatível. A RADAM coordena a jornada assistencial quando aplicável.

    Informação para pacientes

  • Embolizações

    Embolização de Miomas Uterinos

    Tratamento minimamente invasivo por cateteres que reduz o fluxo sanguíneo dos miomas, sem retirar o útero.

    Orientação por imagem: Fluoroscopia, Angiografia

    Pode ser avaliado em casos de:

    Realização hospitalar

    A embolização de miomas depende de avaliação clínica e ginecológica, exames laboratoriais, sala de angiografia e estrutura para observação e controle da dor. A RADAM coordena o planejamento e a jornada assistencial conforme cada caso.

    Informação para pacientes

  • Oncologia intervencionista

    Embolização de Nasoangiofibroma Juvenil

    Procedimento por cateter realizado antes da cirurgia para reduzir seletivamente a vascularização do nasoangiofibroma juvenil em casos selecionados.

    Orientação por imagem: Angiografia, Fluoroscopia

    Realização hospitalar

    O procedimento exige integração entre radiologia intervencionista, cirurgia de cabeça e pescoço ou otorrinolaringologia, anestesia e estrutura hospitalar compatível.

    Informação para pacientes

  • Embolizações

    Embolização de pseudoaneurismas

    Oclusão endovascular ou percutânea de pseudoaneurismas, em casos selecionados.

    Orientação por imagem: Angiografia, Ultrassom

    Pode ser avaliado em casos de:

    Realização hospitalar

    Este procedimento depende de avaliação, planejamento e estrutura hospitalar compatível. A RADAM coordena a jornada assistencial quando aplicável.

    Informação para pacientes

  • Oncologia intervencionista

    Embolização de Tumor Neuroendócrino

    Tratamento por cateter que reduz seletivamente o fluxo de tumores neuroendócrinos hipervasculares, principalmente quando comprometem o fígado, em casos selecionados.

    Orientação por imagem: Angiografia, Fluoroscopia

    Realização hospitalar

    A indicação depende de avaliação pela oncologia, exames de imagem, função hepática e discussão multidisciplinar, com estrutura hospitalar compatível.

    Informação para pacientes

  • Embolizações

    Embolização de Varicocele

    Tratamento minimamente invasivo por cateteres dentro das veias, que fecha os vasos com refluxo e redireciona a circulação para vias venosas saudáveis.

    Orientação por imagem: Fluoroscopia, Angiografia

    Pode ser avaliado em casos de:

    Realização hospitalar

    A embolização de varicocele depende de avaliação urológica e clínica, ultrassonografia com Doppler, sala de angiografia e estrutura para observação posterior. A RADAM coordena o planejamento e a jornada assistencial conforme cada caso.

    Informação para pacientes

  • Embolizações

    Embolização de Varizes Pélvicas

    Tratamento minimamente invasivo por cateteres dentro das veias, que fecha seletivamente os vasos pélvicos com refluxo e redireciona a circulação para vias venosas saudáveis.

    Orientação por imagem: Fluoroscopia, Angiografia

    Pode ser avaliado em casos de:

    Realização hospitalar

    A embolização de varizes pélvicas depende de avaliação clínica e ginecológica, exames de imagem com estudo do refluxo e da drenagem venosa, sala de angiografia e estrutura para observação posterior. A RADAM coordena o planejamento e a jornada assistencial conforme cada caso.

    Informação para pacientes

  • Fígado e vias biliares

    Embolização de Veia Porta Pré-operatória

    Antes de algumas cirurgias em que é necessário retirar grande parte do fígado, a parte que vai permanecer pode ser considerada pequena. A embolização portal fecha, por dentro dos vasos, ramos da veia porta do lado que será retirado, redirecionando o fluxo para o lado que ficará e estimulando o seu crescimento. É uma estratégia de preparação: não trata o tumor e não confirma que a cirurgia será possível.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Fluoroscopia, Angiografia

    Pode ser avaliado em casos de:

    • Tumores e nódulos no fígado
    • Metástases hepáticas
    • Carcinoma hepatocelular
    • Hepatectomia extensa planejada com fígado remanescente estimado pequeno ou funcionalmente insuficiente
    • Metástases hepáticas, incluindo câncer colorretal metastático, quando há indicação de ressecção ampliada
    • Colangiocarcinoma e outros tumores das vias biliares que exigem ressecção extensa
    • Tumores primários do fígado com necessidade de retirada de grande parte do parênquima
    • Situações em que a decisão exige discussão entre Cirurgia Hepatobiliopancreática, Oncologia, Hepatologia e Radiologia Intervencionista

    Realização hospitalar

    A embolização portal é um procedimento hospitalar, integrado a um plano cirúrgico previamente definido. Depende de imagens recentes, cálculo do fígado remanescente, avaliação da função hepática e discussão multidisciplinar.

    Informação para pacientes

  • Embolizações

    Embolização esplênica parcial

    Procedimento minimamente invasivo em que, por cateteres introduzidos nos vasos sanguíneos, parte da circulação do baço é reduzida de maneira controlada. Pode ser considerado em pacientes selecionados com hiperesplenismo associado a alterações persistentes das células do sangue, como a plaquetopenia.

    Orientação por imagem: Angiografia, Fluoroscopia

    Pode ser avaliado em casos de:

    • Esplenomegalia e hiperesplenismo
    • Hiperesplenismo com plaquetopenia persistente, conforme avaliação hematológica e clínica
    • Necessidade de reduzir a atividade esplênica sobre as células do sangue, em casos selecionados
    • Resposta insuficiente ao tratamento da causa de base ou a tratamentos anteriores, mediante nova avaliação

    Realização hospitalar

    A embolização esplênica parcial depende de avaliação presencial, revisão dos exames laboratoriais e de imagem, discussão multidisciplinar, sala de angiografia e estrutura hospitalar para observação posterior. A RADAM coordena o planejamento e a jornada assistencial conforme cada caso.

    Informação para pacientes

  • Embolizações

    Embolização Inflamatória

    A embolização inflamatória é um procedimento minimamente invasivo em que o médico, por meio de uma pequena punção arterial e de cateteres guiados por imagem, trata seletivamente vasos anormais relacionados à inflamação persistente e à dor. A aplicação mais estudada é a embolização das artérias geniculares, avaliada em pacientes selecionados com osteoartrite sintomática do joelho.

    Orientação por imagem: Angiografia, Fluoroscopia

    Pode ser avaliado em casos de:

    Informação para pacientes

  • Neurorradiologia

    Embolização pré-operatória de tumores selecionados

    Redução do fluxo sanguíneo tumoral antes da cirurgia, em casos selecionados.

    Orientação por imagem: Angiografia, Fluoroscopia

    Pode ser avaliado em casos de:

    Realização hospitalar

    Este procedimento depende de avaliação, planejamento e estrutura hospitalar compatível. A RADAM coordena a jornada assistencial quando aplicável.

    Informação para pacientes

  • Oncologia intervencionista

    Embolização Tumoral

    Tratamento por cateter que reduz seletivamente a circulação que alimenta um tumor, com objetivo terapêutico, pré-operatório ou de alívio de sintomas.

    Orientação por imagem: Angiografia, Fluoroscopia

    Realização hospitalar

    A embolização tumoral depende de avaliação prévia, exames laboratoriais, sala de angiografia e estrutura para observação, confirmadas caso a caso.

    Informação para pacientes

  • Embolizações

    Embolizações

    Tratamento minimamente invasivo feito por dentro dos vasos sanguíneos, em que cateteres levam materiais específicos até o vaso relacionado ao problema.

    Orientação por imagem: Angiografia, Fluoroscopia

    Pode ser avaliado em casos de:

    Realização hospitalar

    As embolizações dependem de avaliação prévia, exames laboratoriais, sala de angiografia e estrutura para observação. A RADAM coordena o planejamento e a jornada assistencial conforme cada caso.

    Informação para pacientes

  • Vascular e endovascular

    Endarterectomia de carótida

    Por uma incisão no pescoço, a artéria carótida é aberta para retirada da placa que reduz a passagem do sangue, com reconstrução do vaso ao final.

    Pode ser avaliado em casos de:

    • Estenose de carótida
    • Derrame cerebral / AVC
    • Estenose carotídea confirmada por exames de imagem
    • Presença de sintomas neurológicos prévios, como AIT ou AVC
    • Anatomia cervical e condições clínicas avaliadas individualmente

    Realização hospitalar

    Procedimento cirúrgico: depende de indicação individual, avaliação anestésica, equipe habilitada, estrutura hospitalar compatível e cuidados no pós-operatório.

    Informação para pacientes

  • Acessos vasculares

    Fibrinólise de cateter

    Tratamento de obstrução do cateter por fibrina, em casos selecionados.

    Orientação por imagem: Fluoroscopia

    Informação para pacientes

  • Vascular e endovascular

    Flebografia

    A flebografia é um exame de imagem que utiliza contraste dentro das veias para mostrar, em tempo real, o trajeto e o fluxo venoso. Pode ajudar a identificar estreitamentos, obstruções, circulação colateral e refluxo, além de orientar o planejamento de tratamentos endovasculares.

    Orientação por imagem: Fluoroscopia, Angiografia

    Informação para pacientes

  • Acessos vasculares

    Flebografia para planejamento de acesso

    Mapeamento venoso por contraste antes do implante de cateteres ou confecção de acessos.

    Orientação por imagem: Fluoroscopia, Angiografia

    Pode ser avaliado em casos de:

    Informação para pacientes

  • Vascular e endovascular

    Flebografia Pélvica

    A flebografia pélvica estuda as veias da pelve com contraste e imagens em tempo real. Pode avaliar veias ilíacas, gonadais e ilíacas internas, além de refluxo venoso, obstruções e redes colaterais, conforme a necessidade clínica de cada caso.

    Orientação por imagem: Fluoroscopia, Angiografia

    Pode ser avaliado em casos de:

    Realização hospitalar

    A flebografia pélvica é realizada em sala de angiografia, com avaliação clínica prévia, análise dos exames disponíveis e planejamento individual. A RADAM não declara atendimento 24 horas.

    Informação para pacientes

  • Drenagens

    Gastrostomia percutânea

    Acesso percutâneo ao estômago para alimentação.

    Orientação por imagem: Fluoroscopia, Ultrassom

    Realização hospitalar

    Este procedimento depende de avaliação, planejamento e estrutura hospitalar compatível. A RADAM coordena a jornada assistencial quando aplicável.

    Informação para pacientes

  • Acessos vasculares

    Implante de cateter venoso central

    Implante de cateter venoso central guiado por imagem.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Fluoroscopia

    Informação para pacientes

  • Acessos vasculares

    Implante de cateter venoso central totalmente implantável (Port-a-Cath)

    O Port-a-Cath, também chamado popularmente de Portocath ou cateter implantável, é um cateter venoso central conectado a um pequeno reservatório colocado sob a pele. Ele facilita a aplicação de medicamentos em tratamentos intravenosos prolongados, como a quimioterapia, e a coleta de exames de sangue.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Fluoroscopia

    Informação para pacientes

  • Acessos vasculares

    Implante de cateter venoso central tunelizado

    O cateter venoso central tunelizado entra em uma veia central, percorre um pequeno trajeto sob a pele e apresenta uma parte externa que permite acesso frequente sem novas punções. Pode ser utilizado em quimioterapia, tratamentos hematológicos, antibióticos prolongados, nutrição parenteral e outras terapias intravenosas prolongadas.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Fluoroscopia

    Pode ser avaliado em casos de:

    Informação para pacientes

  • Acessos vasculares

    Implante de cateter venoso central tunelizado para hemodiálise

    Permcath é um termo popularmente utilizado para o cateter venoso central tunelizado de longa permanência destinado à hemodiálise. Ele é implantado com orientação por imagem e permite realizar as sessões de diálise enquanto o acesso definitivo é planejado ou quando a fístula não está disponível.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Fluoroscopia

    Informação para pacientes

  • Vascular e endovascular

    Implante de filtro de veia cava

    Implante de filtro na veia cava, acompanhamento e possível retirada endovascular, em situações clínicas selecionadas.

    Orientação por imagem: Fluoroscopia, Angiografia

    Pode ser avaliado em casos de:

    Realização hospitalar

    Este procedimento depende de avaliação, planejamento e estrutura hospitalar compatível. A RADAM coordena a jornada assistencial quando aplicável.

    Informação para pacientes

  • Acessos vasculares

    Implante de PICC guiado por ultrassom

    O PICC é um cateter introduzido por uma veia do braço e conduzido até o sistema venoso central. Pode ser utilizado em tratamentos intravenosos de duração intermediária ou prolongada, como antibióticos, nutrição parenteral, quimioterapia e outras infusões selecionadas.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Fluoroscopia

    Pode ser avaliado em casos de:

    Informação para pacientes

  • Vascular e endovascular

    Implante de stent

    Colocação de endoprótese metálica para manter o vaso aberto após a dilatação.

    Orientação por imagem: Angiografia, Fluoroscopia

    Realização hospitalar

    Este procedimento depende de avaliação, planejamento e estrutura hospitalar compatível. A RADAM coordena a jornada assistencial quando aplicável.

    Informação para pacientes

  • Fígado e vias biliares

    Implante de stent biliar

    Colocação de prótese na via biliar para manter a drenagem da bile.

    Orientação por imagem: Fluoroscopia

    Pode ser avaliado em casos de:

    Realização hospitalar

    Este procedimento depende de avaliação, planejamento e estrutura hospitalar compatível. A RADAM coordena a jornada assistencial quando aplicável.

    Informação para pacientes

  • Dor e musculoesquelético

    Infiltração articular

    Injeção intra-articular guiada por imagem, avaliada em casos selecionados de dor.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Fluoroscopia

    Pode ser avaliado em casos de:

    Informação para pacientes

  • Dor e musculoesquelético

    Infiltração da coluna

    Infiltrações foraminais, facetárias ou epidurais guiadas por tomografia ou fluoroscopia.

    Orientação por imagem: Tomografia, Fluoroscopia

    Pode ser avaliado em casos de:

    • Dor e doenças da coluna

    Informação para pacientes

  • Drenagens

    Nefrostomia Percutânea

    Quando a urina não consegue sair do rim, pode ser possível colocar um cateter fino através da pele, com orientação por imagem, para drenar a urina. A drenagem alivia a pressão em situações selecionadas, mas não trata por si só a causa da obstrução.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Fluoroscopia

    Pode ser avaliado em casos de:

    • Hidronefrose e obstrução urinária
    • Obstrução do trato urinário confirmada por imagem, com nível e causa investigados
    • Obstrução associada a infecção, pielonefrite obstrutiva, pionefrose ou sepse urinária
    • Piora da função renal, obstrução bilateral ou obstrução em rim único
    • Impossibilidade, insucesso ou insuficiência da via retrógrada com stent ureteral
    • Vazamento urinário, lesão ureteral ou necessidade de desvio temporário da urina
    • Necessidade de acesso planejado para tratamento urológico posterior

    Realização hospitalar

    A nefrostomia percutânea depende de avaliação clínica e urológica, exames laboratoriais, imagens recentes e estrutura adequada para realização, observação e acompanhamento do cateter. A RADAM coordena o planejamento e a jornada assistencial conforme cada caso.

    Informação para pacientes

  • Neurorradiologia

    Neurointervenção

    Reúne procedimentos realizados por cateter, com imagens em tempo real, para tratar doenças dos vasos do cérebro e do pescoço.

    Orientação por imagem: Angiografia, Fluoroscopia

    Realização hospitalar

    Parte desses tratamentos ocorre em caráter de urgência e depende de equipe habilitada, estrutura hospitalar e integração com neurologia, neurocirurgia, emergência e terapia intensiva.

    Informação para pacientes

  • Oncologia intervencionista

    Neurólise do plexo celíaco

    Técnica minimamente invasiva, guiada por tomografia, que pode ser avaliada para o controle da dor visceral do abdome superior relacionada ao câncer.

    Orientação por imagem: Tomografia

    Realização hospitalar

    O procedimento exige revisão prévia dos exames, avaliação da dor e das medicações em uso, discussão com a equipe que acompanha o paciente e estrutura hospitalar compatível com o procedimento e a observação posterior.

    Informação para pacientes

  • Oncologia intervencionista

    Oncologia Intervencionista

    Tratamentos do câncer realizados por agulhas e cateteres, com orientação por imagem, em conjunto com a equipe oncológica.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Tomografia, Angiografia, Fluoroscopia

    Realização hospitalar

    Os tratamentos oncológicos intervencionistas dependem de discussão multidisciplinar, avaliação clínica e laboratorial e estrutura hospitalar compatível, confirmadas caso a caso.

    Informação para pacientes

  • Biópsias

    PAAF de Tireoide

    Punção com agulha fina que retira células de um nódulo da tireoide para análise, com o nódulo visualizado em tempo real pelo ultrassom.

    Orientação por imagem: Ultrassom

    Pode ser avaliado em casos de:

    • Nódulo da tireoide
    • Nódulo maligno da tireoide
    • Linfonodo cervical suspeito
    • Nódulo tireoidiano com características suspeitas na ultrassonografia.
    • Classificação TI-RADS que sugere investigação citológica.
    • Crescimento do nódulo em exames de acompanhamento.
    • Linfonodos cervicais com características suspeitas.
    • Histórico clínico, familiar ou exposição prévia à radiação, conforme avaliação médica.
    • Punção anterior não diagnóstica ou indeterminada.

    Informação para pacientes

  • Drenagens

    Paracentese

    Retirada de líquido do abdome guiada por imagem.

    Orientação por imagem: Ultrassom

    Pode ser avaliado em casos de:

    Informação para pacientes

  • Oncologia intervencionista

    Quimioembolização Hepática

    Tratamento por cateteres que leva o medicamento diretamente às artérias relacionadas ao tumor do fígado e reduz seletivamente sua circulação.

    Orientação por imagem: Angiografia, Fluoroscopia

    Realização hospitalar

    A quimioembolização depende de discussão multidisciplinar, avaliação da função hepática, sala de angiografia e estrutura para observação clínica, confirmadas caso a caso.

    Informação para pacientes

  • Oncologia intervencionista

    Quimioterapia Intra-Arterial Hepática

    Tratamento por cateter que leva o medicamento diretamente pela circulação arterial do fígado, dentro de um plano oncológico integrado.

    Orientação por imagem: Angiografia, Fluoroscopia

    Realização hospitalar

    A quimioterapia intra-arterial hepática depende de protocolo definido pela oncologia, discussão multidisciplinar, sala de angiografia e estrutura de observação, confirmadas caso a caso.

    Informação para pacientes

  • Oncologia intervencionista

    Radioembolização com Ítrio-90

    Tratamento por cateter em que microesferas com material radioativo são levadas até o território do tumor no fígado.

    Orientação por imagem: Angiografia, Fluoroscopia

    Realização hospitalar

    A radioembolização depende de discussão multidisciplinar, angiografia de mapeamento, dosimetria, integração com Medicina Nuclear e estrutura específica de radioproteção, confirmadas caso a caso.

    Informação para pacientes

  • Fígado e vias biliares

    Recanalização de Veia Porta

    A veia porta leva ao fígado o sangue que vem do intestino, do baço e de outros órgãos abdominais. Quando um segmento está estreitado ou obstruído, técnicas realizadas por cateter podem tentar reabrir esse trajeto, com balão, stent, retirada de coágulo ou estratégias combinadas. A existência de trombose ou estreitamento portal não determina automaticamente a necessidade de intervenção.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Fluoroscopia, Angiografia, Tomografia

    Pode ser avaliado em casos de:

    • Trombose da veia porta
    • Hipertensão portal
    • Cirrose hepática
    • Estenose portal com repercussão clínica ou sobre o fluxo hepático
    • Trombose ou obstrução portal progressiva, apesar do tratamento clínico
    • Estenose da anastomose portal após transplante hepático
    • Planejamento de transplante prejudicado por oclusão portal
    • Situações agudas selecionadas com risco de comprometimento mesentérico

    Realização hospitalar

    A recanalização portal é um procedimento hospitalar, dependente de imagens recentes, avaliação hepatológica, definição da causa da obstrução e discussão multidisciplinar, incluindo a equipe cirúrgica ou transplantadora quando pertinente.

    Informação para pacientes

  • Acessos vasculares

    Reposicionamento de cateter

    Correção endovascular da posição de cateteres deslocados, guiada por fluoroscopia.

    Orientação por imagem: Fluoroscopia

    Informação para pacientes

  • Acessos vasculares

    Retirada de Port-a-Cath e Cateter Venoso

    Cateteres e dispositivos de acesso vascular devem permanecer somente enquanto forem necessários. Após o término do tratamento ou diante de determinadas complicações, pode ser indicada a retirada do dispositivo. A técnica depende do tipo de cateter, do tempo de implantação, da presença de cuff e da suspeita de infecção ou trombose.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Fluoroscopia

    Informação para pacientes

  • Vascular e endovascular

    Saúde Vascular

    Reúne os procedimentos minimamente invasivos usados para tratar artérias e veias por meio de cateteres, com orientação de imagem em tempo real.

    Orientação por imagem: Angiografia, Fluoroscopia, Ultrassom

    Realização hospitalar

    Os procedimentos vasculares dependem de avaliação prévia, exames de imagem, equipe habilitada e estrutura hospitalar compatível.

    Informação para pacientes

  • Vascular e endovascular

    Stent de veia ilíaca

    Quando uma veia ilíaca está comprimida ou obstruída e existem sintomas como inchaço persistente, dor, peso na perna ou alterações da pele, o stent venoso pode ser considerado para manter a veia aberta. Uma compressão vista em exame, sem sintomas, geralmente não precisa de tratamento.

    Orientação por imagem: Angiografia, Fluoroscopia, Ultrassom

    Realização hospitalar

    O implante de stent em veia ilíaca depende de avaliação presencial, correlação entre sintomas e exames, equipe habilitada e estrutura hospitalar com sala de angiografia. A RADAM não declara atendimento 24 horas.

    Informação para pacientes

  • Fígado e vias biliares

    TIPS — Shunt Portossistêmico Intra-hepático

    Quando a pressão do sangue que passa pelo fígado fica muito alta, podem surgir complicações como sangramento por varizes e acúmulo de líquido no abdome. O TIPS cria, por dentro das veias, um caminho alternativo mantido por um stent, o que pode reduzir essa pressão. A indicação depende da causa, da função do fígado e da avaliação de uma equipe multidisciplinar.

    Orientação por imagem: Fluoroscopia, Ultrassom, Angiografia

    Pode ser avaliado em casos de:

    • Hipertensão portal
    • Varizes de esôfago
    • Trombose da veia porta
    • Sangramento por varizes esofágicas ou gástricas que persiste ou recidiva apesar do tratamento clínico e endoscópico
    • Ascite refratária ao tratamento clínico, em pacientes selecionados
    • Hidrotórax hepático de difícil controle, em casos selecionados
    • Síndrome de Budd-Chiari, conforme a avaliação especializada
    • Situações em que a decisão exige discussão entre Hepatologia, Endoscopia, Cirurgia e Radiologia Intervencionista

    Realização hospitalar

    O TIPS é um procedimento hospitalar. Depende de avaliação clínica e hepatológica, exames laboratoriais, imagens recentes, estrutura de angiografia e acompanhamento posterior. A RADAM coordena o planejamento e a jornada assistencial conforme cada caso.

    Informação para pacientes

  • Drenagens

    Toracocentese

    Retirada de líquido da cavidade pleural com orientação por ultrassom.

    Orientação por imagem: Ultrassom

    Informação para pacientes

  • Neurorradiologia

    Tratamento com stent ou diversor de fluxo

    Uso de stents ou diversores de fluxo no tratamento endovascular de aneurismas cerebrais.

    Orientação por imagem: Angiografia, Fluoroscopia

    Pode ser avaliado em casos de:

    Realização hospitalar

    Disponibilidade condicionada à indicação, equipe habilitada, estrutura hospitalar, materiais, fluxos assistenciais e autorização.

    Informação para pacientes

  • Neurorradiologia

    Tratamento da fístula arteriovenosa dural

    Tratamento endovascular transarterial, transvenoso ou combinado da comunicação arteriovenosa localizada na dura-máter, conforme o padrão de drenagem venosa.

    Orientação por imagem: Angiografia, Fluoroscopia

    Realização hospitalar

    Este procedimento depende de avaliação, planejamento e estrutura hospitalar compatível. A RADAM coordena a jornada assistencial quando aplicável.

    Informação para pacientes

  • Neurorradiologia

    Tratamento da malformação arteriovenosa cerebral

    Avaliação e tratamento da MAV cerebral: acompanhamento, embolização endovascular, microcirurgia, radiocirurgia ou estratégia combinada.

    Orientação por imagem: Angiografia, Fluoroscopia

    Realização hospitalar

    Este procedimento depende de avaliação, planejamento e estrutura hospitalar compatível. A RADAM coordena a jornada assistencial quando aplicável.

    Informação para pacientes

  • Vascular e endovascular

    Tratamento da síndrome pós-trombótica

    Recanalização venosa e implante de stent em sequelas crônicas selecionadas de trombose venosa profunda.

    Orientação por imagem: Angiografia, Fluoroscopia, Ultrassom

    Realização hospitalar

    A recanalização venosa e o implante de stent dependem de avaliação presencial, correlação entre sintomas e exames, equipe habilitada e estrutura hospitalar com sala de angiografia. A RADAM não declara atendimento 24 horas.

    Informação para pacientes

  • Vascular e endovascular

    Tratamento de fístula arteriovenosa

    Tratamento endovascular de fístulas arteriovenosas, em casos selecionados.

    Orientação por imagem: Angiografia, Fluoroscopia

    Realização hospitalar

    Este procedimento depende de avaliação, planejamento e estrutura hospitalar compatível. A RADAM coordena a jornada assistencial quando aplicável.

    Informação para pacientes

  • Vascular e endovascular

    Tratamento de malformação vascular

    Escleroterapia ou embolização de malformações vasculares, conforme o tipo de lesão.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Angiografia, Fluoroscopia

    Pode ser avaliado em casos de:

    Realização hospitalar

    Este procedimento depende de avaliação, planejamento e estrutura hospitalar compatível. A RADAM coordena a jornada assistencial quando aplicável.

    Informação para pacientes

  • Vascular e endovascular

    Tratamento de pseudoaneurisma

    Tratamento percutâneo ou endovascular de pseudoaneurismas, guiado por imagem.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Angiografia

    Pode ser avaliado em casos de:

    Realização hospitalar

    Este procedimento depende de avaliação, planejamento e estrutura hospitalar compatível. A RADAM coordena a jornada assistencial quando aplicável.

    Informação para pacientes

  • Fígado e vias biliares

    Tratamento Endovascular da Síndrome de Budd–Chiari

    Na síndrome de Budd–Chiari, a saída do sangue do fígado fica obstruída nas veias hepáticas ou em segmentos relacionados da veia cava inferior. Técnicas realizadas por cateter podem tentar reabrir esse trajeto — com balão, stent, retirada de coágulo — ou criar uma nova via de drenagem, como o TIPS. A estratégia é escalonada e depende da anatomia, da causa da trombose e da resposta ao tratamento clínico.

    Orientação por imagem: Ultrassom, Fluoroscopia, Angiografia, Tomografia

    Pode ser avaliado em casos de:

    • Síndrome de Budd–Chiari
    • Hipertensão portal
    • Ascite
    • Obstrução curta, membrana ou estenose focal de veia hepática ou de veia cava inferior
    • Congestão hepática persistente apesar da anticoagulação e do tratamento das complicações
    • Ascite, piora da função hepática ou hipertensão portal em pacientes selecionados
    • Anatomia das veias hepáticas que exige TIPS ou acesso alternativo
    • Situações em que a decisão exige discussão entre Hepatologia, Hematologia, Cirurgia, equipe de transplante e Radiologia Intervencionista

    Realização hospitalar

    O tratamento endovascular da síndrome de Budd–Chiari é hospitalar e depende de imagens recentes, avaliação hepatológica, investigação hematológica e discussão multidisciplinar, incluindo a equipe de transplante quando pertinente.

    Informação para pacientes

  • Vascular e endovascular

    Tratamento endovascular da trombose venosa

    A anticoagulação é a base do tratamento da maioria das tromboses venosas profundas. Em casos selecionados — trombose iliofemoral extensa, sintomas importantes ou risco para o membro — o trombo pode ser removido ou dissolvido por cateter, com angioplastia e stent quando existe obstrução venosa relevante.

    Orientação por imagem: Angiografia, Fluoroscopia, Ultrassom

    Realização hospitalar

    O tratamento endovascular da trombose venosa depende de avaliação presencial, análise do risco de sangramento, equipe habilitada e estrutura hospitalar com sala de angiografia e monitoramento. A RADAM não declara atendimento 24 horas.

    Informação para pacientes

  • Vascular e endovascular

    Tratamento endovascular de aneurisma

    Tratamento do aneurisma por dentro do vaso, com endopróteses ou dispositivos de oclusão.

    Orientação por imagem: Angiografia, Fluoroscopia

    Pode ser avaliado em casos de:

    Realização hospitalar

    Este procedimento depende de avaliação, planejamento e estrutura hospitalar compatível. A RADAM coordena a jornada assistencial quando aplicável.

    Informação para pacientes

  • Neurorradiologia

    Tratamento endovascular do aneurisma cerebral

    O aneurisma cerebral é uma dilatação da parede de uma artéria do cérebro. Parte dos casos pode ser apenas acompanhada; outros podem ser tratados por dentro das artérias, com cateteres e dispositivos, ou por cirurgia.

    Orientação por imagem: Angiografia, Fluoroscopia

    Realização hospitalar

    Disponibilidade condicionada à indicação, equipe habilitada, estrutura hospitalar, materiais, fluxos assistenciais e autorização.

    Informação para pacientes

  • Vascular e endovascular

    Tratamento Endovascular do Aneurisma da Aorta Abdominal

    O aneurisma da aorta abdominal é uma dilatação anormal da maior artéria do organismo em seu trajeto pelo abdome. Quando existe indicação e anatomia adequada, o aneurisma pode ser tratado com uma endoprótese introduzida pelas artérias femorais, técnica conhecida como EVAR. Parte dos casos é acompanhada por imagem, e algumas anatomias exigem técnicas complexas, tratamento híbrido ou cirurgia aberta.

    Orientação por imagem: Angiografia, Fluoroscopia, Tomografia

    Realização hospitalar

    A EVAR depende de avaliação presencial, análise detalhada da anatomia aórtica, do colo proximal, das artérias ilíacas e dos acessos, equipe habilitada, disponibilidade confirmada de dispositivos e estrutura hospitalar com sala de angiografia. A RADAM não declara atendimento 24 horas.

    Informação para pacientes

  • Vascular e endovascular

    Tratamento Endovascular do Aneurisma da Aorta Torácica

    O aneurisma da aorta torácica é uma dilatação anormal da maior artéria do corpo em seu trajeto pelo tórax. Quando existe indicação e anatomia adequada, o segmento doente da aorta descendente pode ser tratado com uma endoprótese introduzida por cateter, técnica conhecida como TEVAR. Parte dos casos, porém, é acompanhada por imagem, e algumas anatomias exigem cirurgia aberta, tratamento híbrido ou dispositivos planejados em centros especializados.

    Orientação por imagem: Angiografia, Fluoroscopia, Tomografia

    Realização hospitalar

    A TEVAR depende de avaliação presencial, análise detalhada da anatomia aórtica e dos acessos, equipe habilitada, disponibilidade confirmada de dispositivos e estrutura hospitalar com sala de angiografia. A RADAM não declara atendimento 24 horas.

    Informação para pacientes

  • Vascular e endovascular

    Tratamento Endovascular do Pé Diabético

    Quando falta circulação no pé, a angioplastia pode abrir artérias estreitadas ou obstruídas e melhorar o fluxo de sangue. É apenas uma parte do tratamento, que também exige controle do diabetes, combate à infecção, cuidados da ferida e retirada da pressão sobre o pé.

    Orientação por imagem: Angiografia, Fluoroscopia, Ultrassom

    Realização hospitalar

    O tratamento endovascular do pé diabético depende de avaliação prévia, exames de imagem, equipe habilitada, cuidado multidisciplinar da ferida e estrutura hospitalar compatível com sala de angiografia.

    Informação para pacientes

  • Neurorradiologia

    Tratamento endovascular do vasoespasmo cerebral

    O vasoespasmo cerebral é o estreitamento temporário de artérias do cérebro e pode ocorrer nos dias seguintes a uma hemorragia subaracnóidea. O cuidado começa com monitorização neurológica e medidas clínicas. Em pacientes selecionados com vasoespasmo grave ou persistente, a abordagem endovascular pode utilizar angioplastia com balão, administração intra-arterial de medicamentos ou a combinação das estratégias. Piora neurológica exige avaliação hospitalar imediata.

    Orientação por imagem: Angiografia, Fluoroscopia

    Realização hospitalar

    Condição hospitalar: depende de internação, monitorização neurointensiva, indicação multidisciplinar, equipe habilitada, estrutura hospitalar e fluxos assistenciais.

    Informação para pacientes

  • Dor e musculoesquelético

    Tratamento percutâneo de lesões ósseas

    Ablação, cimentação ou combinação de técnicas percutâneas em lesões ósseas selecionadas.

    Orientação por imagem: Tomografia, Fluoroscopia

    Pode ser avaliado em casos de:

    Realização hospitalar

    Este procedimento depende de avaliação, planejamento e estrutura hospitalar compatível. A RADAM coordena a jornada assistencial quando aplicável.

    Informação para pacientes

  • Vascular e endovascular

    Trombectomia

    Remoção mecânica do trombo por via endovascular.

    Orientação por imagem: Angiografia, Fluoroscopia

    Pode ser avaliado em casos de:

    Realização hospitalar

    Este procedimento depende de avaliação, planejamento e estrutura hospitalar compatível. A RADAM coordena a jornada assistencial quando aplicável.

    Informação para pacientes

  • Vascular e endovascular

    Trombectomia Arterial Periférica

    Quando um coágulo bloqueia de repente a circulação de um braço ou de uma perna, dispositivos conduzidos por cateter podem aspirar ou retirar o trombo e restaurar o fluxo. A isquemia aguda do membro é uma emergência e exige atendimento hospitalar imediato.

    Orientação por imagem: Angiografia, Fluoroscopia, Ultrassom

    Realização hospitalar

    A trombectomia arterial periférica é um tratamento de urgência e depende de avaliação presencial, equipe habilitada, disponibilidade de materiais e estrutura hospitalar compatível com sala de angiografia. A RADAM não declara atendimento 24 horas.

    Informação para pacientes

  • Neurorradiologia

    Trombectomia mecânica para AVC

    Na trombectomia mecânica, cateteres são conduzidos pelas artérias até o vaso cerebral obstruído para tentar aspirar ou capturar o coágulo e restabelecer o fluxo de sangue. A indicação depende do quadro clínico, do tempo desde o início dos sintomas, da artéria obstruída e dos exames de imagem. Sinais súbitos de AVC exigem atendimento emergencial imediato.

    Orientação por imagem: Angiografia, Fluoroscopia

    Realização hospitalar

    Procedimento de urgência: depende de indicação, janela de tempo, equipe habilitada, estrutura hospitalar e fluxos assistenciais.

    Informação para pacientes

  • Vascular e endovascular

    Trombólise Arterial por Cateter

    Quando um coágulo bloqueia uma artéria, um cateter pode ser posicionado dentro do trombo para administrar o medicamento que o dissolve, com monitoramento hospitalar durante a infusão. Sinais de isquemia aguda exigem atendimento imediato em serviço de urgência.

    Orientação por imagem: Angiografia, Fluoroscopia

    Realização hospitalar

    A trombólise arterial por cateter depende de avaliação presencial, análise do risco de sangramento, equipe habilitada e estrutura hospitalar com sala de angiografia e monitoramento durante a infusão. A RADAM não declara atendimento 24 horas.

    Informação para pacientes

  • Vascular e endovascular

    Trombólise dirigida por cateter

    Dissolução dirigida do trombo por cateter.

    Orientação por imagem: Angiografia, Fluoroscopia

    Pode ser avaliado em casos de:

    Realização hospitalar

    Este procedimento depende de avaliação, planejamento e estrutura hospitalar compatível. A RADAM coordena a jornada assistencial quando aplicável.

    Informação para pacientes

  • Dor e musculoesquelético

    Vertebroplastia

    Injeção de cimento ósseo na vértebra fraturada, guiada por imagem, para estabilização e alívio da dor.

    Orientação por imagem: Fluoroscopia, Tomografia

    Pode ser avaliado em casos de:

    Realização hospitalar

    Este procedimento depende de avaliação, planejamento e estrutura hospitalar compatível. A RADAM coordena a jornada assistencial quando aplicável.

    Informação para pacientes

Como funciona

Tecnologia para tratar por pequenos acessos

  1. 01

    Avaliação especializada

    Analisamos o diagnóstico, as imagens e as condições clínicas do paciente.

  2. 02

    Planejamento

    Definimos a técnica, o acesso, os materiais e a estrutura necessária.

  3. 03

    Procedimento guiado por imagem

    O médico acompanha o posicionamento de agulhas ou cateteres com precisão.

  4. 04

    Acompanhamento

    Orientamos os cuidados posteriores e o seguimento clínico e por imagem.

O fluxo, a anestesia, o ambiente hospitalar e o tempo de recuperação variam conforme o procedimento e as condições do paciente.

Disponibilidade e estrutura hospitalar

Nem todos os procedimentos são realizados na sede da RADAM. A disponibilidade depende de indicação, equipe habilitada, estrutura hospitalar, materiais, fluxos assistenciais e autorização.

Para pacientes

Recebeu uma indicação ou quer avaliar outra possibilidade?

Envie seus exames para revisão da equipe RADAM. A Segunda Opinião ajuda a verificar se existe indicação para um procedimento minimamente invasivo.

Nenhum documento é enviado nesta etapa do protótipo. A equipe orienta o envio seguro após o contato.

Para médicos

Discuta, encaminhe ou solicite um procedimento

A equipe RADAM apoia a avaliação da indicação, o planejamento técnico e a coordenação hospitalar do procedimento.

Próximo passo

Não encontrou o procedimento que procurava?

A equipe RADAM pode avaliar seu caso e indicar o fluxo mais adequado — inclusive quando o procedimento depende de estrutura hospitalar parceira.